Knives and Pens

35 Capítulo 35 - The End (Epilogo)


Notas iniciais
YO MINNA! Desculpem a demora.
Enfim, aqui estamos nós, finalmente no final. *suspira*
Minhas sinceras desculpas a vocês, pois esse cap. ficou um lixo, a escrita ficou péssima e eu estava completamente sem ideia para um epílogo descente, então, novamente, me desculpem.
O tanoshimi.

The End (Epilogo)

Julho, 2008


Os raios de sol do fim da tarde de verão; O céu de diversos tons, desde os alaranjados até os levemente arroxeados, uns misturados aos outros; A brisa leve que deixava o ambiente ainda mais agradável. Já havia se passado 12 anos desde que os olhos verdes encontraram os esverdeados; desde que os corações que há muito tempo pareciam não ter vida, passaram a bater; desde que os sorrisos estampados em seus lábios passaram a se tornar diários, não necessitando de muito; 12 anos desde que a tão conhecida dor, os tão conhecidos cortes e as tão conhecidas lágrimas já não faziam parte da nova vida que os garotos levavam. 12 anos desde que Frank e Gerard descobriram o verdadeiro significado da palavra amor, juntos.

Em meio àquela tarde calma, o silêncio só não era presente devido risadas e vozes de crianças, que brincavam em um dos parques de Jersey enquanto seus pais conversavam e as observavam, sorrindo.

– Eu consigo ir mais alto! – disse o garotinho de cabelos castanhos escuros, que trajava uma camiseta preta e branca listrada, uma bermuda que tampava metade dos joelhos levemente arranhados, com os goggles sobre sua cabeça, não colocados como realmente deveriam estar, enquanto se divertia num balanço coberto por uma árvore grande que ali fazia sombra, dando impressão de que o brinquedo fazia parte desta. Ao seu lado, uma garotinha de olhos esverdeados extremamente conhecidos, cabelos curtos e negros, que vestia uma camiseta manga longa que aparentava ser de algum jogo de vídeo-game, também com bermudas, mas estas não tampavam os machucados que pareciam recentes, porém a garota não parecia se importar e apenas sorria, tentando ir mais alto que o amigo. Acima deles, em um dos troncos da árvore, um garoto de olhos azuis, cabelos loiros e lisos, até os ombros, com uma blusa e uma calça preta, degustava uma barra de chocolate, enquanto segurava dois Game Boys e observava os outros dois, donos dos aparelhos.

– Mells, desce aqui para me empurrar!

– Isso não vale, Matt! – A garotinha riu, fingindo estar brava.

– Te empurrar do balanço e mostrar como realmente se balançar e ganhar de Annie? Hum, acho uma boa idéia...

– Não, seu convencido! – o garoto riu. – e aposto que você chamaria o Tio Brian para te empurrar...

– Não preciso da ajuda do meu pai, sou tão forte quanto ele. – Disse sorrindo em um ar convencido e o outro levantou a cabeça para lhe olhar, estreitando os olhos verdes, mas não deixando de sorrir. O chocólatra terminara a barra que a poucos minutos atrás abrira, logo decidira descer da árvore, realizando tal ação rapidamente pois o tronco não era tão alto, mas tomando cuidado para não deixar cair os aparelhos dos amigos. Os outros dois pararam e andaram até o amigo, a garota com um pouco de dificuldade devido o machucado no joelho, mas sequer dando atenção para isso. O loiro entregou os aparelhos e foi retribuído por um sorriso dos outros. Se sentaram na grama, exceto a garota que fora falar com seus pais e logo voltaria. O loiro, que permanecia sentado ao lado do outro que já jogava algum jogo em seu game boy, se aproximou mais, fitando-o. Pigarreou.

– Matt... – perguntou baixinho, corando de leve. Não sabia o por quê, mas sempre reagia assim com o garoto, que murmurou em resposta. -... Posso jogar um pouco? – perguntou receoso, por mais que soubesse a resposta, que fora um olhar do moreno, acompanhado de um sorriso.

– Claro, Mell! – Disse baixo, entregando o aparelho ao loiro que sorriu, com os olhos brilhantes, mas logo ficou confuso.

– Você... pode me ensinar a jogar?

– Claro... – riu o outro, abraçando o amigo pelo ombro. Logo já começara a lhe ensinar.


A garotinha correu um pouco manca até os pais que permaneciam sentados em um dos bancos de madeira do parque. Era incrível como ela lembrava os mesmos, desde o jeito de ser, até as características mais comuns.

– Papai, você trouxe os papéis e a caneta que pedi? – perguntou curiosa, com os olhos brilhando.

– Sim, Ann, estão aqui. – Gerard sorriu, entregando os materiais que a filha lhe pediu. Annie sorriu.

– Obrigada! – Ia voltar para onde os outros amigos estavam, mas logo foi chamada novamente.

– Annie, tem certeza de que não quer que eu faça um curativo em seu joelho? – Frank perguntou, preocupado com a garota, e a mesma balançou a cabeça negativamente, ainda sorrindo com os olhos fechados.

– Seu pai é um ótimo médico, Ann. Mais rápido que o Flash, por sinal. – Gerard disse admirado e Frank revirou os olhos rindo de leve, balançando negativamente a cabeça.

– Eu estou bem, não se preocupem. – Ela respondeu calma, ainda sorrindo.

– Certo, certo... Mas chegando em casa...

– Eu sei, eu sei. – respondeu a Frank, revirando os olhos. – Agora eu vou desenhar! – Sorriu novamente e correu até os amigos. Gerard riu, voltando a abraçar Frank.

– Ela é teimosa, assim como você. Mais uma semelhança. – O menor disse calmamente, com um sorriso bobo nos lábios.

– Mas... não sou teimoso! – Gerard disse, fingindo não lembrar de quando não queria que Frank cuidasse de si quando se conheceram, dentre outras vezes.

– Claro que não... – Frank continuou calmo, fazendo com que a ironia no que dissera sequer aparecesse.

– Afinal, semelhanças entre Annie e vocês é o que não falta... – Ronnie disse fitando as crianças brincando, enquanto abraçava Max pela cintura, ambos sentados no banco ao lado de Frank e Gerard.

– Vocês se parecem com Matt também, assim como Mello com Brian e Zacky. – Gerard disse calmo, fitando as crianças. Zacky suspirou sorrindo, deitando a cabeça no ombro de Brian.

– 12 anos... – Max disse calmo, mudando de assunto. – Parece que foi ontem que começamos a nos falar...

– Isso é incrível, não? Ontem éramos apenas adolescentes, hoje estamos aqui, vendo nossos filhos brincando em parques que costumávamos ir... – Frank continuou, sorrindo.

– E o mais incrível é que passamos por todos estes anos juntos. – Brian disse.

– E continuaremos passando, afinal, nossa história não acabara tão cedo... Durou 10 anos, não me importo de durar mais 10, 20, 30 ou seja lá quantos possiveis. – Gerard olhou para os garotos sorrindo, e os mesmos retribuíram o sorriso, assentindo.

– Afinal, agora fazemos parte de outra história. – Ronnie apontou para as crianças. – A história deles.

– E assim será, ao longo dos anos. – Gerard disse calmo. Ficaram em silencio por um tempo, logo este voltou a se pronunciar. – Obrigado por tudo que fizeram até aqui, por todo esse tempo.

– Fazemos de suas palavras as nossas, Gee. Se não fossem vocês, eu não seria feliz como sou hoje. – disse Ronnie, abraçando Max com mais força. Os garotos assentiram e suspiraram, sorrindo. O parque ficou em silêncio por um tempo. O único som presente era o do vento se chocando contra as árvores, até que o barulho de algo passando pelo caminho de pedra chamou a atenção das crianças e dos pais das mesmas, logo se viu um senhor controlando um pequeno carro do qual vendia sorvetes.

– Querem sorvete, crianças? – O senhor perguntou simpático, rindo com o olhar feliz das crianças, que logo foi desviado para os pais, como se perguntassem -pedissem- se podiam. Os garotos riram e deram de ombros, logo os pequeninos corriam em direção ao senhor, escolhendo o que queriam. Passado um tempo, quando as crianças já haviam voltado a brincar, Gerard, que abraçava o menor deitado em seu peito, riu baixo, mas Frank percebera.

– O que foi, Gee?

– Nada, Pequeno. Apenas lembrando as tantas coisas que passamos juntos. – suspirou. – e de como eu te amo cada dia mais, desde que nos vimos pela primeira vez.

Frank levantou a cabeça, deixando a mesma até a altura da de Gerard e sorriu, com os olhos brilhando, assim como os do maior que retribuiu o sorriso que tanto amava.

– Eu te amo muito, Gee. Obrigado por me fazer feliz. – Frank disse baixo, num quase sussurro, enquanto juntavam as testas, os narizes roçando de leve.

– Eu também, Frankie. Obrigado por fazer da minha vida a melhor. – sorriu, logo terminou com a pequena distância que seus lábios mantinham dos que tanto almejava, num beijo calmo e apaixonado, assim como os tantos que tiveram ao longo deste belo tempo em que a vida de ambos mudou totalmente, desde o primeiro momento que se viram, aprofundando o sentimento de tempos passados, deixando a dor de lado e permanecendo juntos até o fim. E assim seria, pois a história de amor de Frank e Gerard iria muito além do que qualquer um poderia imaginar, afinal, não era uma história de amor qualquer, era uma história de amor verdadeiro. De um amor que, seja lá qual for o obstáculo, a dificuldade na qual se encontram, seja lá qual for a dor ou qualquer outro sentimento relacionado a este não se desmancharia por nada, pois os dois necessitavam um do outro e nada mais importa quando se trata do amor.


Notas finais
Antes de tudo:
- Annie, Matt e Mello têm 5 anos.
- Annie inspirado no meu OC. Matt(Não ruivo) e Mello em DN(OLHA OLHA OLHA, MEU OTP!)
Só isso.
Well, chegamos ao fim de Knives and Pens, sweeties!
Queria agradecer a TODAS vocês, desde as leitoras que deixaram reviews até as fantasmas. Obrigado por me acompanharem esse 35 caps. Foi uma experiencia incrível. E eu amo vocês, não esqueçam.
Obrigado MCR,FIR, A7X, ETF(MAX, VOCÊ SAIU DO ETF, MEU ESQUISITINHO! WHY? T__T VAI PRO FIR!) e DN, que me inspirou em personagens daqui.
Acho que não tenho muito mais para dizer, simplesmente Obrigado e me desculpem pelos capítulos mal feitos e que, da mesma forma, vocês disseram estar fofos.
Ah, e vou estar corrigindo os primeiros cap. que postei, que estão com erros nas virgulas e tal ^^
Não sei quando postarei outra fic, pois já comecei a ter aula, mas, se quiserem saber o ship, será MattxMello(Ah, juraaa?! -.-) (Não esse da fic).
Enfim, Obrigado por tudo. Amo vocês, obrigado pelos reviews, recomendações e tal e até outra fic, sweeties
Kissu e Sayonara *morde, aperta bochechas e abraça forte todas vocês*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!