Kiss Me.
17 Descobrindo a Verdade. Parte II
Notas iniciais
Eu li esse capítulo apenas uma vez, então deve ter alguns erros que eu não percebi. ;-; Então, desculpem os erros. ^-^
Ah sim, leiam as notas finais, ok? :D
Boa Leitura ~
—Olha Danna! Uma estrela cadente, hn. – comentou apontando para cima, onde não tirava seus olhos.
Estávamos em um parque no começo da noite, era domingo e ele me arrastou para um passeio inocente. Para minha sorte, foi inocente mesmo. Estava pensativo nesses últimos dias, e mesmo que Deidara me questionasse, eu ignorava. Estava um pouco aéreo, meio desfocado do mundo; depois que descobri sobre Deidara e aquele Obito, me sentia estranho, um sentimento diferente ao qual eu nunca havia sentido.
Era como se eu quisesse que o loiro ficasse comigo o tempo todo, sem falar ou olhar para mais ninguém além de eu mesmo. Perguntei para Konan como se chamava isso, de acordo com a azulada, isso era ciúme; do mais possessivo e estranho que ela conhecia.
Não entendi muito bem, mas deixei passar.
Agora, era estranho olhar para ele. Não de um jeito ruim, mas sim bom... Muito bom. E esse era outro sentimento que não sabia definir, era angustiante e bom ao mesmo tempo, é confuso. De vez em quando, me pegava pensando em Deidara; mais do que o normal! Mas não pensando o quanto ele faz minha vida problemática, e sim de como a companhia dele me faz bem.
E sempre que pensava nisso, me dava uma vontade ridícula de ficar ao lado dele.
Talvez eu esteja doente.
Antes de tudo isso meu único objetivo era estudar e ter um futuro promissor, depois veio àquela idiotice de superar Itachi e com isso acabei conhecendo esse loiro ao meu lado. Naquele tempo, eu conhecia apenas o sabor açucarado de um chocolate ou uma bala qualquer, agora eu conheço o doce dos lábios da pessoa a qual não queria me aproximar de forma alguma…
… Como a vida é irônica.
—Sasori? Está me ouvindo? – sai de meus devaneios ao ouvir a voz do loiro. Olhei para o lado e vi que ele estava sentado no gramado onde estávamos deitados. Pelo menos, agora apenas eu estou.
—Hm, desculpe... – suspirei sentando-me ao seu lado. –O que estava falando?
—Danna... – me olhou com uma sobrancelha arqueada. – Você não é do tipo de ficar desse jeito... Você está mesmo bem?
—Já disse para não se preocupar! – resmunguei jogando-me no chão novamente.
— Eu disse para você fazer um pedido, mas agora não vale mais, hn. – resmungou cruzando os braços e tive vontade rir. –No que estava pensando? – deitou ao meu lado.
— Em conversas que tive com Itachi... – comentei rindo mentalmente pela careta que ele vez.
Falando em Itachi, o moreno estava me evitando ao máximo. Acho que o pressionar para dizer sobre Deidara não era boa ideia!
— E pensando em você. – comentei sentando-me e olhando para sua face corada. – Eu... Sei que estou demorando muito para responder, mas...
— Não precisa se apresar, Danna!
— Eu sei, é que... – suspirei e olhei para ele. –Esquece! – levantei-me pegando meu casaco. – Já está tarde vamos.
—Espera! Por que você nunca termina o que vai dizer?- ele se levantou em um pulo parecendo indignado.
—Como assim?
—Você sempre tenta dizer algo, mas nunca consegue... Você não confia em mim?
Confiança. Que irônico falar disso com ele.
—Deidara, irei ignorar essa sua última pergunta. – comentei começando a andar.
—Eh? Por quê? – perguntou, mas logo parou como se uma velha acendesse em cima de sua cabeça. – Sasori...
—Vamos logo!
—Danna! — me chamou outra vez. — Por que não podemos conversar?
— Sobre? – soltei um suspiro e questionei cruzando os braços, encarando-o.
Ele corou um pouco e desviou o olhar, pensando se continuava ou não.
—Sobre nós...
Silêncio de ambas as partes. Agora eu estava confuso, ele disse que não iria me pressionar, mas agora, tecnicamente ele estava.
—O que quer dizer com isso? — perguntei tentando receber uma resposta direta e exata.
—Sobre nós, hn! — ele pareceu um pouco irritado. — É difícil ficar nessa de "somos apenas amigos" para depois você vir e me beijar, fazendo com que eu fique mais ansioso do que já estou, hn!
—Como assim? Foi você que começou com isso! — franzi o cenho. — Você me beija e me deixa ainda mais confuso, mas eu não reclamei.
— Eu não estou reclamando... — fez um bico desviando o olhar. —Por mim estaríamos juntos e dando beijos toda hora, mas eu me aguento por você! Só que se você ficar me beijando sempre que tem vontade, não vai dar certo, hn.
— Primeiro de tudo, foi apenas um; você esta falando como se tivesse sido vários. — arqueei uma sobrancelha. — E tudo bem, eu não encosto mais em você.
—Eu não disse que queria isso!
— Droga Deidara! Fala logo o que você quer!
Ele me encarou um pouco indignado pelo tom de voz que usei, mas continuou:
—Por que me beijou?
Aquela pergunta me pegou de surpresa.
—Eu... Eu não sei, eu... -pigarreei constrangido. —Apenas impulso…
—Impulso? — indignou e eu corei.
— É, acho que sim…
— Quer dizer que gostou?
— Pare de fazer perguntas difíceis. — cruzei os braços novamente e ele riu. —Vamos para casa, ok? Terminamos essa conversa depois.
E com isso saímos do parque em um silêncio constrangedor. Ele me lançava alguns olhares nada discretos, mas tentava ao menos ignorar.
Que relação complicada a nossa, parecíamos um casal e pelos olhares que lançavam para nós, tenho certeza que sim. Mas, pela primeira vez em minha vida, eu não estava me importando com isso, não me importava mais de ficar ao lado do loiro.
Até admito que gosto da companhia dele.
[...]
Caminhava em direção à sala de reuniões da Akatsuki, tranquilamente e sozinho, coisa rara. Ninguém estava fazendo piadinhas preconceituosas e acho que é porque entrei na organização.
Até que não foi má ideia aceitar ser um membro da Akatsuki.
—Sasori-san! Sasori-san! — parei de andar vendo aquele ser mascarado e estranho correr até a mim. Soltei um resmungo inaudível.
Particularmente não gostava desse Tobi, ele apesar de me irritar, transmite um ódio em sua voz falsamente animada.
Pergunto-me se sou o único que percebe. Tanto faz.
—O que quer?
—Pain-sama pediu para que você me ajudasse a levar alguns livros para as salas de aulas. – respondeu deixando que eu olhasse seu olho através do único buraco disponível naquela máscara estranha.
—Hm, tanto faz. – dei de ombros pegando um dos carrinhos de livros que ele trazia com dificuldade.
Odiava o fato de que na Akatsuki devíamos trabalhar em duplas, e odiava ainda mais o fato de Tobi ser meu parceiro.
Coloquei os livros que estavam no meu carrinho em uma sala de forma organizada, com a ajuda do moreno. Fiz uma nota mental de que iria pegar um desses livros emprestado.
Continuamos a caminhada apenas com ele empurrando um carrinho, enquanto eu conferia a tabela dos livros, se estava tudo certo.
— Danna! — virei-me, encontrando um Deidara com a face confusa nos encarando, em especial a Tobi. —O que esta fazendo com ele?
—Do que esta falando? – paramos de andar no meio do corredor, bloqueando um pouco a passagem.
—Sasori-san, vou levar os livros... – o moreno comentou com uma voz baixa, mas percebi um pouco de sarcasmo nela.
Concordei e voltei minha atenção para o loiro irritado em minha frente.
— Sasori, não acredito nisso, hn! – gritou fazendo-me revirar os olhos.
—Deidara, abaixe o tom de voz e explique-se. – pedi em meu tom calmo, cruzando os braços.
Ele me encarou e olhou em volta, percebendo os olhares sobre nós. Segurou meu pulso, puxando-me bruscamente para uma sala vazia, e ainda ouvindo as vozes do lado de fora me encarou raivoso.
— Por que não saiu da Akatsuki? – questionou tentando não gritar.
—Porque eu entrei e tenho um compromisso com a organização, não posso simplesmente sair. – disse como se fosse óbvio. Eu modéstia parte sou uma pessoa responsável, então não iria sair de algo importante desta forma apenas por que ele pediu.
Nem sei os motivos, mais um fato para eu não sair.
— Sasori! Pior do que estar na Akatsuki, é você estar junto com aquele...
—Deidara, acalme-se! – o interrompi vendo que seu tom de voz estava aumentando.
—Saia de perto dele, Danna… — pediu de aproximando.
— Ele é meu parceiro, infelizmente não posso. – é, infelizmente. Talvez se eu pedisse a Pain para mudar de parceiro ele me colocaria com Itachi, ou qualquer outro.
Contando que não fosse Hidan. O vocabulário vulgar dele me irrita às vezes.
— Mas do que você esta falando hein?! – questionei encostando-me a uma das mesas vazias. Ele não respondeu, ficou encarando a parede em silêncio, suspirei. — Vai me esconder isso também? Como escondeu sobre você e o Obito?
Ele me olhou confuso, franzindo a testa.
Ok, eu não devia ter tocado neste assunto, mas não me aguentei.
—Como você...? – não terminou a pergunta, o encarei sem responder. —O Obito é passado Danna! – afirmou fazendo uma careta.
—Não parece pela forma que você diz... – cruzei os braços, desviando meu olhar do dele.
—O que está insinuando? – sua voz ficou um pouco mais alterada.
—Nada! – suspirei, bagunçando um pouco os cabelos. —Vou continuar o trabalho!
Fui em direção à porta, a abrindo. Mas antes de sair, pude ouvir a voz do loiro dizer em um grito choroso e desesperado.
—Sasori… O Tobi é o Obito!
[…]
Abri a porta da sala de reuniões da organização e entrei com uma expressão nada boa, Hidan, Kakuzu, Kisame e Itachi me encararam confusos. Bati a mão na grande mesa cheia de papeis.
—Por que não me disse que Obito e Tobi são a mesma pessoa? – perguntei em um tom alto, e nada calmo, assustando os demais na sala.
—Como você descobriu isso? – o moreno franziu o cenho confuso.
—Preciso responder? – perguntei o óbvio e ele se deu conta do que estávamos falando.
Ficamos em silêncio, um encarando o outro.
—Caham… Vou indo, tenho treino! — Kisame saiu rapidamente percebendo a tensão do ambiente.
—Também vamos! Rápido Hidan. – Kakuzu pegou alguns papeis e puxou o albino consigo.
— O quê? Espera Kuzu-chan, eu queria ver se o Uchiha vai apanhar… — choramingou o albino sendo arrastado para fora da sala.
E com isso os três saíram deixando-me a sós com Itachi.
—Sasori… Eu ia contar. – comentou depois de um tempo em silêncio.
— Quando? – aumentei o tom de voz sem querer.
— Acalme-se, por favor. – pediu educadamente e eu bufei irritado.
— Como quer que eu me acalme Itachi? Eu estou farto de todos esses segredos idiotas! Eu tento não ser intrometido ou coisa do tipo, mas é impossível! – bati a mão na mesa novamente o assustando. — A culpa é sua para início de conversa, foi você que me fez ir levar aquela ocorrência idiota!
—Sasori! Por favor, acalme-se. – disse entre suspiros. — Sente-se.
—Hunf… — obedeci batendo o pé irritado no chão.
Ele me encarou em silêncio por alguns minutos e suspirou logo após.
— Lembra quando eu te disse que não havia ficado ao lado do loiro quando ele precisou? Pois bem…
[…]
—… Então é isso… — finalizou a história sem tirar a seriedade do rosto.
O encarei boquiaberto.
— Você… Como puderam? – não estava conseguindo raciocinar direito depois de ouvir tudo aquilo.
— Não me culpe, eu não sabia de nada!
— Mas você deixou! – indignei levantando da cadeira.
—E o que eu poderia fazer? Ele roubou a escola e as famílias que contribuem…
— Itachi, ficou maluco? – o interrompi, vendo-o franzir o cenho. —Estamos falando do Deidara! Eu posso o conhecer a menos tempo que você, mas sei que ele nunca faria tal coisa.
—… — ficou em silêncio, apenas me encarando.
— Vocês… Humilharam ele da pior forma possível! Não posso acreditar! Não seria mais fácil expulsar ele em particular? – questionei balançando a cabeça indignado. —Mas na frente da escola, e daquele jeito?
—Eu não tive culpa… — tentou de explicar.
—Você podia ter ajudado ele! – aumentei o tom de voz irritado com a situação.
Não consigo acreditar que Itachi deixou que algo daquela forma tivesse acontecido a Deidara.
—Não me olhe desse jeito, por favor.
—Você nunca se sentiu culpado? – perguntei em um tom cínico. —Sabe o que é remorso?
—Sasori… por favor…
— Eu não sei o que pensar! – ri seco. — Poderia me afastar de todos vocês, da mesma forma que ele fez. – sugeri para eu mesmo, agora entendendo o sofrimento do loiro.
— Não, por favor. – sua voz saiu um tanto desesperada e eu franzi o cenho.
— Por quê?
— Por que eu… eu… — corou um pouco e suspirou.
— Vamos! Diga! – aumentei novamente o tom de voz.
—… Não sei se estou preparado para dizer isso.
—O quê? Mais segredos? Por Kami Itachi! Você não pode confiar em mim por nada?! Estou de saco cheio de tudo, de todos... – falei andando de um lado para o outro na sala.
— Eu amo você.
—... Sempre me trazendo problemas e frustrações e… — parei para pensar no que ele havia dito. —O que disse?
—…
— Itachi… O que disse? – aproximei-me um pouco dele.
— Eu… não escolhi me apaixonar por você, Akasuna! Apenas aconteceu… mas só percebi quando já era tarde, e você só tinha olhos apenas para Deidara…
Arregalei os olhos surpreso com a confissão. Eu não esperava isso, em nenhum momento da minha vida.
— Itachi, eu não sei o que dizer. – sussurrei ainda surpreso.
— Eu já sei a sua resposta… não precisa me dizer nada. Apenas, prometa que não irá se afastar de ninguém. Pelos menos não de mim.
— Eu… -fiquei em silêncio e ele acompanhou. Agora tudo fazia um pouco de sentido; sempre quando ele corava e eu ficava confuso e me perguntando o porquê do motivo, agora eu sei.
E, agora eu sei do que Deidara estava falando no terraço, sobre o moreno.
— Você é uma pessoa muito inteligente Sasori. Mas nesse tipo de coisa é mais lento do que Deidara! – de fato, estou me sentindo um idiota.
— Itachi, eu…
— Não, por favor… — pediu em um sussurro. — Como eu disse, não escolhi me apaixonar, muito menor por você. Mas aconteceu e eu pretendo esquecer.
— Me desculpe…
— Não precisa se desculpar, Sasori. – sorriu sem graça. — Apenas prometa-me que continuara meu amigo…
—…
Que constrangedor. O que eu devo dizer a ele? O que devo fazer?
Por que eu sinto meu rosto esquentar e uma sensação quente em minhas mãos? Eu já senti isso antes, mas quando? Sim, faz sentido. Foi a primeira vez que Deidara tocou minha mão, mas... Por que estou pensando nele em um momento como este?
Eu estou magoando um dos meus melhores amigos... O que eu faço?
Mas, se eu der esperanças a ele, será pior... Não é? Tanto para ele, para Deidara e para eu mesmo.
Por que eu não percebi isso antes? Tudo seria tão mais simples se eu parasse de ignorar tudo em minha volta, eu não estaria passando por essa situação... Muito menos ele.
Talvez ele esteja mais constrangido do que eu. Declarar uma coisa dessas não deve ser fácil... Mas receber também não é.
Suspirei, encarando-o.
—Continuamos amigos...
[…]
Caminhei até a porta de minha casa em passos lentos. Já estava tarde e eu havia desligado o celular para ficar um tempo sozinho. Apenas eu e meus pensamentos. Queria refletir tudo o que está acontecendo na minha vida nesses últimos dias, e pode apostar que resolver uma equação de segundo grau é muito mais simples.
Abri a porta lentamente, ouvindo o som da televisão.
—Finalmente, hn! – assustei-me um pouco ao reconhecer a voz de Deidara. — Eu cheguei e você não estava, seu celular esta desligado? Oba-chan tentou te ligar, mas não conseguiu, então pediu para eu avisar que iria sair com o Oji-chan em um jantar. Parece que é aniversario de casamento, hn. – sorriu docemente. Nem parece que estava nervoso comigo no começo do dia. —Seu irmão, como não é burro, fez uma malinha e só volta amanhã depois da escola. A Chiyo-baasama passou aqui, mas já foi para casa dela dormir. – explicou tudo em um folego só. — Onde esteve? Eu fiquei aqui te esperando no tédio, só passa filme chato, hn! Estava quase indo te procurar, fiquei preocupado...
— Deidara… — o interrompi. — Você fala demais… — joguei a mochila no chão ao lado do sofá.
—Hm! – resmungou e eu sorri.
Pensei no que havia refletido nessas últimas horas. Será que é a hora certa de colocar as cartas na mesa? Será que eu estou preparado para isso?
Seria idiotice deixar essa oportunidade passar? Depois de tudo o que refleti, acho melhor não guardar isso para eu mesmo... Pelo menos não mais.
— Mas… — continuei falando, chamando sua atenção. — Quando não escuto sua voz, me sinto perdido. Principalmente quando não vejo seu sorriso. – o encarei e vi que ele tinha o cenho franzido. — Quando não sinto seu toque, sinto um vazio dentro de mim, e quando não sinto seu cheiro parece que estou doente. – fiz uma pausa, sentando no sofá. —Antigamente, eu me irritava muito fácil com você, mas agora, mesmo me irritando sempre, gosto da sua companhia e não consigo me imaginar longe de você… — vi que seus olhos estavam marejados. —Principalmente dos seus olhos, poderia os olhar por toda a eternidade. –sorri. — E… mesmo sempre te mandando calar a boca, odeio quando você obedece. E o que mais me irrita em você, é o fato de que você não percebe o quão sua voz me faz falta, o quão gosto quando fico com seu cheio em meus braços, o quão gosto quando sorri verdadeiramente, apenas para mim, e o quão você é importante para mim.
Eu nunca fui tão sincero em toda minha vida como agora. Estava me sentido leve, como se soltasse um peso de minha garganta.
— Danna, do que está falando? – seus olhos estavam lagrimejando e sua voz saiu um pouco embriagada.
— Demorei muito para perceber o óbvio, e para admitir para eu mesmo que… — suspirei levantando-me e aproximando-me um pouco dele. — Eu amo você Deidara.
Ele me encarou de olhos arregalados e soluçando.
— S-sasori no danna, o que...?
— Estou perdidamente apaixonado por você, loiro idiota! Eu te amo como nunca amei ninguém.
Adeus orgulho! Adeus mentiras! Adeus antigo Sasori...
Notas finais
Quem quer um lemon bem gosto de 3mil palavras? Hm? -qqq Ok, 3mil é exagero, mas vou me esforçar 8D
Gente, eu to pensando em fazer o extra KakuHida depois do lemon SasoDei, o que acham? Ou coloco depois na história? ~ Opiniões por favor, ^-^
Eu esperava mais desse capítulo, mas espero que tenham gostado -.-'
Comentem, sim?! ^-^
Beijos. ~~
Fale com o autor