Notas iniciais
Ae!Sei que ta todo mundo animado pelo capítulo, me esforcei bastante e passei dois dias sem dormi, para pelo menos sair algo decente.Valeu o Waric pela recomendação e por todos que deixaram Reviews, espero que as pessoas que leiam deixem suas reviews também!Antes de tudo.Reliquia do Vah-teme: http://img.weiku.com/a/004/578/Final_Fantasy_XIII_II_Serah_Farron_Cosplay_Weapon_Moogle_Bow_and_Sword_Forms_Transformable_Version_9116_1.JPGApreciem o capitulo!

– As asas de Tsubasa...? – Refletia Matheus todo o relado por Vagner, do encontro dele com o garoto chamado Van.

– Um possível Rei? – Pergunta Vagner para seu irmão, ambos estavam sérios, Matheus sentava na poltrona da sala enquanto Vagner estava sentando no sofá de visitas do local.

– Talvez, mas e estranho, todo Rei tem suas asas completamente diferentes, essa e a primeira vez que ouço alguém ter mesmas asas de outro Rei. – Pensava alto Matheus, era completamente estranho tal fato acontecer, mas agora tudo era possível, os novos escolhidos despertaram e somente nove deles podiam se torna Reis.

À tarde por causa da explosão de desperta dos escolhidos, a energia interferiu em sinais de televisão, rádio até mesmo cortou energia na maioria da parte da cidade, levou aproximadamente duas horas para poderem recuperar tudo, já anoitecia, maioria das pessoas se apressavam em voltar para suas moradias e se confortava em suas macias camas para no dia seguinte terem mais um dia árduo de trabalho.

– O que faremos? – Pergunta Vagner se deitando no sofá, Matheus permanecia sério olhando para a Katana em suas mãos.

– Por hora faremos nada, amanhã sairemos para obter informações sobre esse rapaz, ele um dos primeiros escolhidos que achamos. – Responde o Kuroi Tenshin se alevantada da poltrona e seguindo em direção à porta. – Precisamos achar eles rapidamente Vagner... – Matheus para de falar por um minuto, deixando a frase no ar.

–... Pois nossos irmãos também tentaram ir atrás deles e os corromper. – Completa Vagner a linha de raciocínio de seus alevantando do sofá. – Provavelmente teremos que lutar também.

– Nesse momento, lutaremos por algo maior que nossas vidas. – Diz Matheus abrindo a porta em indo em direção ao seu quarto, deixando Vagner sozinho no escritório.

As asas de Tsubasa...” - Pensava consigo mesmo o atual dono da Kazemori.

A noite já cobria totalmente o céu antes azul agora ira um imenso mar negro cheio de estrelas, havia pouca movimentação em suas ruas, mesmo assim ainda era agitadas, pessoas ainda caminhavam pelas ruas apressadamente para chegarem a suas casas, tudo estava em sua perfeita normalidade, mas então, para as pessoas atentas, nas quais eram poucas, podiam-se ver claramente borrões pulando de telhado em telhado, ia para um ponto em especifico, iam em direção a um dos sinais de energia que captaram há horas atrás.

Em um dos becos escuros e sombrios da cidade, um garoto se esgueirava pelas paredes, tinha um pequeno filete de sangue escorrendo do canto de sua boca, seus olhos podia-se ver a vontade insana de matar o garoto que fez isso a ele, que o humilhou de tal forma que se tornaria piada por vários anos em sua família.

– Maldito Van! – Pragueja o garoto de cabelos castanhos e curtos, sua farda estava amassada e com algumas gotas de sangue, tudo por causa da briga com o garoto chamado Van. – Vou surrar tanto sua cara até os ossos das minhas mãos se quebrarem! – Sua fúria era evidente, apertava seus punhos com tanta força que pareciam sangrar.

– Então mate ele! – Disse uma voz vinda da escuridão do beco onde se encontrava, o garoto se assusta com a voz, fazendo o mesmo dar alguns passos para trás.

– Quem é você? O que você quer? – Pergunta o garoto completamente assustado, não conseguia dar um passo sequer.

– Desculpe o assustar, essa não era a minha intenção. – Diz a voz, podia-se sentir um tom arrogante carregado em sua voz, seus olhos vermelhos podiam ser visto mesmo na maior escuridão que se poderia ter. – Estou aqui para ajuda-lo a se vingar desse tal Van.

– E como você ira fazer isso? – Pergunta o garoto tentando pela oferta do desconhecido, poderia ser perigoso confiar em um estranho, mas sua sede de vingança superava toda sua consciência, tudo que ele queria mais ver no mundo era a derrota de Van.

– Tome isso. – No meio da escuridão e jogada um tipo de frasco, o garoto a pega, em seu interior havia um liquido arroxeado. – Se quer realmente se vingar dele, você certamente ira tomar isso. – Tal como a voz apareceu ela desapareceu sem deixa vestígios.

Agora você não terá chance nenhuma Van” ­– O garoto começa a rir como um psicopata, sua gargalhada podia ser ouvida por toda a vizinhança.

Longe dali, em um apartamento tipicamente normal, não muito longe da mansão Kuroi Tenshin, havia um jovem que se remexia na cama, suava frio, em seu rosto mostrava estar agonizando.

O céu estava negro, mesmo estando de dia, o vento violento batia nos entulhos da antiga montanha que ali ficava, fazendo o resto de suas rochas voarem ao céu, o homem segurava sua Katana firmemente, sangue escorria de sua testa, não muito longe dele se alevanta outro homem, também com as mesmas vestes que seu irmão, ambos olhavam para aquela criatura que há muito tempo quase causara a extinção da humanidade, tão gigantesca que o seu nem chegara a ser seu limite.

– E os outros? – Pergunta o homem segurando sua Katana, seu cabelo branco batia violentamente conforme o vento passava por eles.

– Então levando os sobreviventes para bem longe, logo voltarão. – Avisa o outro homem, o manto negro que vestia estava coberto de sangue e poeira, em sua mão segurava a sua Katana.

– Ótimo, por que agora teremos que aguentar esse grandalhão até eles voltarem.

A gigantesca criatura solta um rugido fazendo a terra tremer agressivamente, rachaduras foram feitas com tamanha força que parecia querer parti o planeta em dois, aquele era o momento decisivo, para isso que foram criados, estava na hora de fazerem aquilo no qual foram destinados.

Então tudo em um mar negro, não se podia ouvir ou ver nada, era a imensidão de um silêncio mortal e amedrontador.

– Alo? Alguém ai? – Pergunta o garoto de cabelo negro arrepiado, olhava para todas as direções, mas tudo que via era somente a imensidão negra que o cercava.

Abra suas asas e voe!

­- Quem esta ai?!

Somos pequenos pássaros presos em gaiolas!

Acorde!

Então tudo explode em um clarão de luz.”

O garoto se alevanta rapidamente, ofegava pesadamente, fios de cabelo grudavam em sua testa por causa do suor que de lá descia, era a terceira noite seguida que esses estranhos sonhos o vinham perturbando, e logo hoje seria um dia diferente das dos demais. Os raios solares batiam na janela de seu quarto, avisando que o dia já começara, o garoto se alevanta da cama indo em direção ao banheiro, ligando a torneira logo em seguida jogando agua em seu rosto.

– Apenas mais um dia Van, apenas mais um dia. – Dizia o garoto para si mesmo.

Depois de fazer sua higiene matinal e tomar um belo banho, Van sai do banheiro com uma toalha enrolada em sua cintura indo em direção a seu pequeno armário, não havia muitas roupas, não era de sair, mas ainda de fazer amigos, pegou sua farda no cabide e jogou na cama, coçava a nuca nervosamente, parecia esquecer-se de algo.

– Não, não há nada que estou esquecendo. – O garoto olhou para o relógio em seu criado-mudo. – Quase na hora. – Van então começa a vestir sua farda, iria ter que enfrentar aquela escola novamente, estava colocando a camisa quando algo começa a tocar. Era seu celular que estava encima da cama, o garoto atende.

Alo? – Pergunta Van ajeitando sua camisa.

Van! – Podia se lembra dessa voz mesmo se estivesse surdo, era uma das únicas pessoas que falavam com ele.

Luiz, o que foi? ­– Perguntou novamente Van, Luiz era um de seus poucos amigos, não havia motivos para as outras pessoas se afastarem dele, nunca houve, mas simplesmente elas se afastavam.

Vai ao colégio hoje? – Luiz ignora a pergunta de Van, por sua voz ele parecia estar nervoso com algo.

Vou, por quê? – Van já estava começando a estranhar seu amigo, ele sempre fora tão calmo quando não estava em uma luta, por que quando isso acontece ele se tornava em alguém completamente insano, já fora quase expulso do colégio por causa disso.

Nada não, diz pra Rose que vou pagar ele só depois de amanhã, tchau. ­– A ligação e encerrada, Van olha para o aparelho estranhamente, seu dia já não começou nada bem.

Van andava pelas ruas da gigantesca cidade, mesmo morando ali a quase dez anos nunca soube nem da metade do segredos que aquele lugar escondia entre a escuridão da noite, a rua parecia bastante movimentada, ele sempre ia para a escola com Luiz, mas hoje ele pode vim, haviam alguns outros jovens com o mesmo fardamento que ele usava indo na mesma direção em que ele ia, não era atoa que o colégio onde estudava era uma das mais populares da região. O dia estava relativamente bom, não tão quente, mas também não tão frio, batia até uma graciosa brisa em seus cabelos, e nesses segundos o faziam esquecer-se de um fatídico evento há muito tempo atrás.

Andava calmamente, não havia nenhuma razão para se apressar, queria sentir aquela brisa refrescante que o vento trazia, mas então, como se algo o puxasse contra sua vontade de sua fantasia, uma incrível sensação aterrorizante pode ser sentida por ele, o garoto para de andar, seus olhos transmitiam surpresa e um pouco de medo, nunca sentiu algo como aquilo, como se a própria morte estivesse a sua frente.

Por que não consigo me mexer?!” – Tentava de todos os jeitos, mas seu corpo não respondia a qualquer movimento que tentasse realizar.

Eu vou te matar Van...” – Uma voz grave falava, Van olha para os lados, mas não havia ninguém lá, então aquela pressão sobe seu corpo some, o garoto ofegava.

– Mais... O que... Diabos...? – Se perguntava o garoto tentando retomar o ar em seus pulmões.

Longe dali, escondido em uma das muitas arvore, uma silhueta observava os passos do garoto dos cabelos arrepiados, não se podia ver muita coisa, somente seus olhos acinzentados que acompanhava os movimentos dele.

Já começou...” – Sussurrou a silhueta se aprofundado na escuridão e sumindo de vista.

Matheus andava pelas ruas as procura do garoto, não tinha uma foto ou alguma coisa do tipo, mas tinha um nome, isso já era uma ótima pista para saber do paradeiro do escolhido, mesmo estando há quase duas horas a procura dele não tivera muito êxito, quase ninguém conhecia ou sabia da existência do rapaz, não conseguia captar nem mesmo sequer um resquício de sua aura, parecia que ele ainda não tinha despertado totalmente o poder de um escolhido, isso talvez seja bom, já que provavelmente seus irmãos estariam atrás de todos os escolhidos para talvez fizerem eles se aliarem a eles ou até mesmo mata-los por puro medo de perderem seus preciosos assentos de Reis. Havia saído de casa cedo, por volta das oito ou nove horas da manhã, o relógio central da cidade, uma das maiores obras já criadas nela, porque de qualquer maneira daria para ver aquele imenso relógio de qualquer quanto da cidade, não importa qual ângulo, o ponteiro já estava quase chegando à uma hora da tarde.

– Aquele maldito do Vagner me deixa procurar sozinho! – Reclama Matheus se sentando em um pequeno banco. – Na hora era uma ótima ideia se separar e procurar pelo garoto, mas vejo que ele só queria se livrar mesmo do trabalho.

Algumas pessoas passavam em frente ao banco onde o Rei se sentava, algumas delas apressadas outras nem entanto, mas todas tinha algo em comum, uma vida norma, algo que pessoas ligadas ao Reis nunca terão. Matheus alevanta-se do banco e retomando a caça do garoto.

– Com licença senhora. – Diz Matheus a uma velha senhora, ela estava sentando em outro banco, era bem baixa para uma altura normal, olhos puxados, quase não se viam direito, jogava milho para os pombos que se deliciavam com a comida. – A senhora já algum garoto chamado Van? – Pergunta ele pedindo com todas as suas forças para que aquela senhora saiba agora sobre ele.

– Van... Hum... – A idosa para um momento para pensar, colocando sua mão direita em seu queixo. – Sim, eu conheço um garoto chamado Van! – Alega ela se lembrando do rapaz.

– Sério? A senhora pode me dizer onde ele mora? – Parecia que as preces de Matheus foram ouvidas, agora tinha uma pista sobre o paradeiro do garoto.

– Ele mora naquele apartamento ali. – Aponta ela para um apartamento não muito grande, no máximo sete andares, e também não era muito longe de onde os dois se encontravam. – Mas acho que ele não vai estar lá agora rapaz, ele deve estar no colégio há essa hora. – Responde ele olhando para o enorme relógio da cidade.

– A senhora pode me dizer aonde ele estuda? – Pergunta Matheus, com a esperança de achar logo Van.

– Claro jovem, e um colégio não muito longe dali, se você seguir essa rua. – Ela aponta para sua direita, havia uma comprida rua onde carros passavam. – Depois vire à direita e continue andando o colégio esta bem no centro da cidade, caso se perda pergunte de alguém sobre o colégio Uingusu. – A velhinha olha para Matheus, o mesmo demostrava estar agradecido, mas por um lado, mesmo Matheus e Vagner terem passado dezessete anos ali e nem sequer saber aonde fica um dos mais populares colégios da região e ainda por cima pedir ajuda de uma idosa era desanimador.

– Muito obrigado senhora! – Agradece Matheus seguindo rumo para o apartamento que foi indicado pela velhinha.

– Não há de que... Matheus. – Diz a velhinha mudando completamente o tom de voz, de uma voz simpática e calma para uma voz sexy e cheia de luxúria, a velhinha que ali estava sentada mudou completamente de forma, agora era uma mulher com belos dotes, seios fartos, um longo cabelo vermelho sangue, olhos da mesma cor que seu cabelo, curvas que dariam inveja às muitas mulheres, usava roupas realmente justas. – Então esse é o Rei que eles tanto falam... – Dizia a mulher lambendo seus próprios lábios em seguida desaparecendo daquele banco como se nunca estivesse lá.

Matheus andava em direção ao lugar dito pela senhora, não sabia se estava certo ou não, mas era melhor que passar toda tarde somente com um nome e sem um lugar pra começar a procurar, pegou do bolso da calça que vestia o seu celular, abriu-o e começou a digitar uma caixa de texto para Vagner, poucos minutos depois pressionou o botão de enviar e fechou o celular, agora era ir ao apartamento do suposto Van.

Passando dezessete anos neste lugar e nem sequer sei da metade da cidade...” – Pensava Matheus com uma gota estilo anime em sua cabeça.

Longe da movimentação da gigantesca cidade, em uma estação de metro local da cidade, desembarcavam as pessoas que passariam a viver ali ou aqueles que passariam as suas férias, já que estavam no meio do ano, uma delas em partícula saia do vagão carregando consigo uma mochila azul-escuro, olhos negros, seu cabelo arrepiado alaranjado se movia com agressividade por causa da força do vento, vestia consigo uma camisa completamente negra,

– Então é aqui onde a Kuroi Tenshin esta, não me surpreende meu tio ter me enviado para cá. – Diz para si mesmo o garoto olhando para a vista que a estação dava da cidade.

Vagner pulava de um telhado para outro, tentando ainda achar o garoto, havia recebido a mensagem de Matheus há poucos minutos, ia em direção ao colégio, fazia muito tempo que ele não usava suas habilidades.

Daqui já da pra ver uma parte do colégio...” – Vagner tem sua linha de raciocínio cortada por um objeto indo a sua direção, o Kuroi Tenshin gira seu tronco para a esquerda, fazendo o objeto passar direto, mas perfurando uma parte de seu manto. – “Mas o que diabos é isso?”

O objeto finca em uma parede próxima a Vagner, o mesmo olha para o lugar vendo que o objeto que quase o matou fora uma adaga.

– Quem e você? Apareça! – Grita o homem, mas não houve resposta. – Não tenho tempo para perde com isso! – Vagner tentar pular para o próximo prédio, mas fora impedido novamente por mais adagas, obrigando-o Rei a voltar.

– Desculpe Vagner-sama, mas não posso deixar você passar. – Diz uma voz, Vagner olha para a direção de onde vinha à voz, surpreendendo-se ao ver quem era. – Ordens diretas de Gadved-sama.

– Então aquele brutamonte já começou. – Comentar Vagner olhando para a pessoa a sua frente, cabelos longos castanhos e lisos, usava um manto negro, parecido com o manto que os Reis usavam, mas podia sentir que a pessoa a sua frente não era um Rei. – O que eles te disseram Rin?

– Que o senhor e o Matheus-sama se revoltaram contra os seus próprios irmãos indo atrás dos novos Reis, para usa-los para lutarem contra eles para tomarem seus lugares e assim vocês se tornarem o Kingu. – Disse Rin ajeitando os óculos, milhares de adagas flutuavam ao seu lado. – Gadved-sama me disse que vocês não querem a paz!

– Aquele maldito está mentido pra você! – Exclama Vagner para a garota. – Eles não vão medir esforços para matarem todos os escolhidos! Eles distorceram a nossa missão de paz! – Tentava argumenta o Rei, os olhos de Rin vacilaram por um momento, talvez ela não soubesse o que realmente estava fazendo.

– Eu não posso ir contra a palavra do Gadved-sama! – Grita ela lançando dezessete adagas em direção a Vagner, o mesmo se esquiva de todas com perfeita maestria.

– Vou te mostrar que eles estão errados! – Seu manto que estava com um imenso furo agora estava restaurado, em suas costas estava em escrito em Kanji “セブンスキング(Sétimo Rei),podia-se sentir uma enorme pressão no ar e na atmosfera, Rin sente suas pernas balancearem. – Esta na hora de caçar! Hantã! – Uma enorme ventania se fez ao redor de Vagner, formando um tornado que subia aos céus.

– H-Hantã? O arco Caçador?! – Rin dá alguns passos para trás, sabia que sua força não poderia ser equiparada coma deu um Rei, ela então sentiu novamente aquele sentimento, medo.

A força do vento começava a cessar, permitindo ver Vagner segurando um tipo de arco, em ambos os lados do arco havia duas lâminas brancas, os olhos do Kuroi Tenshin não eram mais os mesmo, tinham um tipo de cruz.

– Se você realmente não vai acreditar em mim, Rin, então você terá que morrer junto com eles! – Ameaça Vagner sério, sua força fazia o chão ao seu redor rachar.

O que eu faço?” – Perguntava-se Rin com medo, quando ela foi chamada para ter que impedir que os Kuroi Tenshin chegassem ao garoto sabia tinha chances altíssimas de morrer, mas foi seu “salvador” quem a pediu que fizesse isso. – “Provavelmente eu vou morrer, mas morrerei fazendo o que Gadved-sama me pediu!” – As adagas começaram a se mexer rapidamente em volta dos dois, Vagner esta atento a qualquer movimento.

– Você o admira tanto, que vai morrer por ele? – Pergunta Vagner flexionando sua cabeça para a direita, desviando de uma adaga.

– Gadved-sama me salvou! Serei eternamente grata a ele! Por isso não posso deixar Vagner-sama chegar ao garoto! –Os ataques das adagas começaram a ser intenso, Vagner se desvia com maestria da maioria, mas havia aquelas no qual não podia se desviar a tempo.

Der repente o céu começou a mudar, o azul de antes agora era um vermelho sangue, tudo parecia parar no tempo, menos aqueles dois, não podiam mais ouvir o som dos carros passado, as vozes das pessoas conversando, nem o canto dos pássaros, era como se estivesse em outra dimensão.

Limbo...?”­ – Pensava Vagner olhando ao seu redor. – “Não, o Limbo esta cheio dos demônios que trancafiamos, espera este aqui e o Mirã (Espelho)?” – Vagner viu as adagas pararem por um instante, Rin agora parecia apavorada.

– Parece que seu “salvador” deixou você aqui para morrer Rin. – Zomba Vagner, mas até ele mesmo estava surpreso, pensava que o mundo Mirã tivesse desaparecido, assim que os Reis se separaram, mas parecia que não era bem assim.

Ambos estavam calados, pensamentos transbordavam suas mentes de todas as formas possíveis, Vagner não podia ir em direção ao Van estava por causa das adagas que circulavam o local, nem mesmo usando Hantã ele passaria por elas, pois essas adagas nunca se quebram e se quebrarem nasce outras duas, teria que derrotar Rin para poder passar, poderia avisar Matheus, mas seu azar foi tão grande que seu celular quebrou com a primeira tentativa de ataque, o Rei alevantava lentamente seu arco, não iria ferir uma antiga amiga, apenas usaria a energia ao seu redor e criar um único tiro que a faria cair no chão, algo relativamente fácil, assim fazendo-a perde a concentração e deixando a passagem livre. Mas então algo o fez parar, um feixe de luz que cortava os céus apareceu bem no lugar aonde devia estar Van, de lá também vinha outra onda de energia, uma energia maligna.

Em outro canto da cidade, Matheus estava parado em frente ao quarto onde o garoto mora, olhava seriamente a pessoa a sua frente, era a última pessoa que queira ver na sua vida.

– Faz muitos anos, Matheus. – Diz a pessoa em frente à porta do quarto de Van, segurava em suas mãos uma pequena moeda.

– Freuir... – Sussurra Matheus estreitando seus olhos. – Porque não me sinto surpreso em ver você aqui? – Ironiza o Kuroi Tenshin.

– Queria que nosso reencontro fosse menos... Hostil. – Diz ele jogando a moeda e em seguida a colocando na palma de sua mão.

Matheus estreita ainda mais os olhos.

– Veio atrás do garoto também? – Pergunta o segundo Rei, Matheus.

– Por mais obvio que seja, não, não vim atrás do garoto. – Responde o outro Rei encostado na porta do quarto. – Estou apenas observando como Rin vai se sair.

– Rin? – O sangue de Matheus lhe subiu a cabeça fazendo o invocar a Katana de Tsubasa. – O que já fizeram com ela?! Mandaram-na matar o garoto?! – Exclama ele furioso.

– Gadved a mandou, eu apenas me voluntariei para ser o companheiro dela, mas... – Ele para de brincar com a moeda em seus dedos, olhando seriamente para Matheus. – Leve ela com você, Gadved está completamente insano, ela não vai suportar isso. – Ele se afasta da porta, andando em direção à saída do apartamento. – E mais uma coisa. – Diz ele. – E melhor você ir para aonde o garoto esta, porque as coisas vão começar a complicar.

– Como assim? – Pergunta Matheus sem entender.

– Estamos na Mirã. – O homem desaparece dali em uma fenda dimensional, sua imagem se distorce até sumir.

– Mirã... – Sussurra as palavras ditas pelo Rei do Tempo. – Ah droga! – Exclama Matheus saindo correndo de dentro do apartamento, parou na rua olhando para cima, não sabia se ficava surpreso ou com pânico, então viu o feixe de luz que vinha na direção do colégio onde Van estudava. – “Será isso o que Wu falou?” – Sem perde tempo ele ruma com toda velocidade para a origem do feixe.

–-------------------------------------- Kingu: Kuroi Tenshin -------------------------–-----------------



(Clã Dos Anjos Negros) -黒い天使の一族

–---- Mais que escritores, Uma familia! -----

Notas finais
O que irá acontecer?Eles conseguiram chegar a Van há tempo?Quem era o garoto da estação de trem?Porque Luiz esta tão diferente ultimamente?O que sera que os Irmãos Reis irão fazer?