A sereia "emo" finalmente conseguiu chegar à beira da praia sem problema algum. Como neste momento não há mais água na cauda, que é este líquido que mantém a forma meio peixe e meio humana, belos brilhos cinzas transformou esta parte do corpo em pernas, juntamente com a querida saia azul da nobody. Esta cobre três palmos adolescentes horizontais, próximos aos joelhos. Contém também embaixo um pequeno shorts, já sabemos a utilidade disso.

– Nossa, que pato louco era aquele!? — Ela tem ficado surpresa com aquele indivíduo — Nyah, agora dane-se tudo, vou usar a outra carta. — Obteve carinha bonitinha e fofinha de "Vamos acabar com esta droga!".

Zonie já sabia onde colocar este "papel-plástico", nem demorou para fazer o certo, levou somente um minuto: O local onde foi escolhido era uma grande pedra de mistura marrom com amarela. Nem haverá riscos do objeto ser molhado, porque este está numa posição segura.

– "Se estão me procurando ou vão me procurar, com certeza virão aqui. Eu vou sair dessa praia, não tenho mais nada a fazer." — Assim fez, correndo apressadamente à outro local, pedindo ajuda de suas duas amigas, no cristal, para achar cura que desapareça de vez o ferimento de, desta vez, da perna direita.

***

– Ela foi para cima, certeza absoluta. — Disse Sora.

– Herp derp, isto é mais do que óbvio! Mas tudo bem, iremos para cima para ten-TAR encontrá-la. A chance é de 1%, porém não importa. — Menina Rosette virou detetive mesmo agora.

– Isso aí! Quem sabe não tomamos sorvete depois?

– PATETA! — Donald e o menino falam juntos, sérios.

– Ops, desculpe... — O escudeiro ficou vermelho em toda a face.

– Pode ser que aconteça, porém primeiro precisamos nadar a cima, depois vamos ver o que acontece. Ariel nos levará até lá, certo? — A "de mistura louca" toma decisões e cumpre quase tudo.

– É claro, vamos logo! Sigam-me. — Automaticamente, a ruiva vai indo ao lugar indicado pela colega. Outros nadam juntos, formando pequena fila grupal.

Dois minutos após, chegaram na mesma praia. 4 de 5 da turma se transformaram e, todos, menos Ariel, que nem pode sair do mar e muito menos virar humana, foram procurando o alvo em todas as primeiras coisas que olharam. Não encontraram o principal. Em compensação, acharam duas pistas, ou seja, as pegadas, e a carta.

– Mais uma!? Por quê? — Portador da chave estava em dúvida.

– Espera... Quem entregou a primeira carta? — Pateta questionou.

– Alumari... Então é ELA!? — Engasgou Donald, desesperado.

– Improvável, pois se Mari já revelou sua cara, nunca iria esconder sua identidade de novo. — Afirmou Rose.

– E se for ela mesmo? Estaria encondendo algo? — Menino tremia levemente de "medo".

– Não seja imbecil, ela jamais teria cabelo azul. Achei um fio no chão agora, sou bem detalhista na observação.

– Azul, azul, azul... — O mago ficava cada vez mais raivoso, batendo seu pé direito na areia.

– Poderíamos fazer um DN... — Menino estava falando.

– Esquece! Não sou uma cientista do além, mas temos 3 pistas até agora, isso é bom. — Falou seriamente a garota — E o tamanho destas pegadas confirmam que realmente é uma mulher.

– Estudou, por acaso? — Sora queria saber.

– Que pergunta é essa!? É claro que estudei!

– É óbvio?

– É, né...

A princesa de Atlântica interrompe somente com intenção de saber uma questão.

– Aliás, Rosette, o que a carta indica?

Os quatro observam aquela ilustração do objeto, e nem reconhecem direito.