King of Pain
28 Capítulo 27
A festa rolava e eu pensava apenas no que eu poderia fazer com a Granger. Diversas músicas tocavam, desde As Esquisitonas até Celestina Warbeck. O DJ buscava mesclar musicas trouxas com musicas bruxas, o que deixava a festa equilibrada.
Via-se vários rostos conhecidos, aurores e o próprio Ministro da Magia estava presente. Hermione havia se levantado e fora falar com alguns de seus amigos grifinórios, o que eu estava gostando nada, qual é, eu venho até esse bailezinho para ela ficar indiferente, e tratar como se eu não existisse? Ah, mas isso não ficará assim, não mesmo.
Granger, Granger, Granger, você não perde por esperar.
–E ai garanhão? Quem diria, a Granger cara!
–Oi Blasio. Dispenso seu comentário — Disse, entre os dentes. Não era hora pra Blasio estar me irritando.
–Qual é Draco, vai falar que a Granger não é gostosa? — Ele disse, com um sorrisinho maroto.
–Isso tenho que concordar... — Falei, fitando Hermione de longe. — Ela está extremamente gostosa. — Falei, ainda a observando. Até de vestido preto a Granger ficava gostosa.
–Porra cara, parece que estamos no 7° ano falando das meninas... — Blás disse, rindo alto e bebendo um gole do seu Whisky de Fogo.
Ele estava certo. Por um momento, lembrei de quando olhávamos todas as garotas daquele lugar e comentávamos, o que sempre nos rendia uma gargalhada um sorriso de cumplicidade.
Repentinamente, todos se calaram, e McGonagall, que ampliou sua voz magicamente, começara a falar:
–É com muito prazer, com muita honra, e com muito orgulho que dou as boas vindas à cada um de vocês aqui presente... — Porra, a velha pegou a mania de Dumbledore de fazer discursos — ...E estou muito feliz em ver todos aqui. Esse baile foi organizado para comemorarmos a derrota de Lord Voldemort e a paz do mundo bruxo. Foi organizado também para homenagear à todos aqueles que nos deixaram...
E depois daquele blá blá blá todo, Minerva anunciou uma dança lenta, para ser dançada por casais. Me desloquei até a Granger, que nesse momento estava sentada com os Potter/Weasley.
–Com licença, mas a senhorita me concede essa dança? — Falei galanteador, olhando bem nos olhos de Hermione. Percebi que o Pottinho e o Cenoura ficaram desconfortáveis com isso, e para evitar outro barraco, Hermione disse:
–Claro Sr. Malfoy.
Peguei sua mão, conduzindo-a até o centro do salão, onde já haviam alguns casais dançando. Hermione dançava muito bem, tive que admitir, e ela olhava em meus olhos de uma maneira tão... tão diferente, que pensei que não era ela que estava ali. Vários outros casais se juntaram a nós, tornando o salão em uma grande pista de dança. Giramos, rodopiamos por tudo o salão, até que a valsa acabou. Aplausos foram ouvidos, peguei uma de suas mãos, e ajoelhando, beijei seus dedos, onde estava sua aliança de noivado.
Logo que levantei, os primeiros acordes de uma música trouxa fora ouvido.
There's a little black spot on the sun today...
Quanta ironia, pensei. Era a música perfeita, King of Pain, de uma banda trouxa chamada The Police. Peguei Hermione pela cintura, e tentamos dançar no ritmo da música. Senti que ela estava feliz, ela aparentava estar se divertindo muito. Diversão será o que teremos mais tarde Srta. Granger, pensei. Era o momento perfeito para o que eu estava planejando desde que saímos do trem. Aquilo era minha cara, aquela música era perfeita para o que eu era. Pois eu sou o Rei, o Rei da dor.
But it's my destiny to be the king of pain...
–Já está na hora de nos retirarmos.
–Mas já Malfoy?
–Não é o que pensas. Siga-me.
Agarrei a mão de minha noiva e sai arrastando-a pelos corredores, era impressionante como a escola estava praticamente a mesma. Viramos em muitos corredores e paramos na frente de um quadro em que uma ninfa da floresta dançava em volta de um salgueiro chorão ao por do sol.
– Boa noite, casal. — Saldou a ninfa com uma voz melodiosa.
– Poderia nos deixar entrar, senhorita? — Perguntei, tentando ser educado.
– Ah... Eu sou uma eterna cúmplice dos casais apaixonados... — Suspirou ela dando-nos passagem.
Entramos em um quarto. Era um quarto que se encontrava à meia luz, iluminado com velas aromáticas que deixavam um cheiro de rosas no ar, a cama era enorme com cortinas vermelhas e lençóis brancos de ceda.
– Por que você me trouxe para um quarto, Malfoy? — Perguntou Hermione — E que quarto é esse, que eu nunca vi? É do Monitor-Chefe?
– Na verdade, senhorita curiosa, esse não é o quarto dos Monitores e nem é a Sala Precisa. Apesar de grande parte da escola ter sido destruída, a Sala Precisa não se perdeu. E você sabe que ela não era nesse andar.
– Você ainda não respondeu que lugar é esse e nem me disse o que veio fazer aqui. — Ressaltou ela.
– Vai depender de você para que eu responda suas perguntas...
– E o que eu tenho que fazer, senhor doninha?
– Primeiro, precisa se acomodar. — Imobilizei e desarmei Hermione, e levei ela até a cama e prendi suas mão e tornozelos com lenços verdes.
– Mas que merda você acha que está fazendo seu pervertido!?
–Eu te falei o quanto está sexy e gostosa com esse vestido? É, realmente uma pena...
– Por que é uma pena? — Logo depois ela deu um gritinho de surpresa ao sentir o tecido sumir de seu corpo.
– Droga Granger, sem sutiã! Eles estão tão rosadinhos...
Eu estava com uma vela na mão e deixava os pingos caírem sobre a pele dela, mas eles não secavam escorriam em forma de um óleo morno pelos seios e a barriga que ficavam com as áreas avermelhadas.
– Ai, Draco... Você vai me queimar seu... Ain... — Ela não conseguiu terminar a frase pois passei a língua gelada pelas áreas quentes causando um choque pelo corpo dela.
– Você precisa ser castigada, Granger. Fostes uma garota muito má... Não percebes onde estais? Bebestes não foi? Estás presa e desnudada no ninho das cobras... Nas masmorras que tanto detestavas... — Adorei ver o desespero em seus olhos... Eu a queria acuada e perdida, queria-a submissa a mim, sob meu comando.
Fui até uma cômoda que estava próxima e transfigurei uma jarra de água em uma vasilha de vidro com gelo, peguei um cubo e o deslizei pelo tornozelo dela até a virilha, bem devagar, deliciando-me com cada pelo se eriçava.
– Malfoy, isso não vai funcionar e eu vou acabar com você!
– Isso é uma promessa? — Ri sarcástico. — Você está muito arisca, querida... — comentei ao transfigurar um lenço em um flogue [N/A: Chicote de cerdas de couro.]
– Mas o que é isso você vai me bater, seu doente!?
– Você vai gostar, gatinha. — Falei, desferindo a primeira chicotada na parte interna de sua coxa, e me arrepiando todo com o gemido dela de dor para logo em seguida beijar a área que formigava quente. Repeti o processo na outra perna, barriga e seios, não conseguia mais distinguir se os gritos e gemidos dela eram de dor ou prazer... Ou os dois. — Me desculpe querida, eu estraguei a sua calcinha.
Hermione ficou quase roxa de vergonha devido sua calcinha encontrar-se encharcada.
Rasgando sua calcinha, enfiei dois dedos, sentindo-os serem comprimidos pela intimidade da minha sabe-tudo.
Minha.
– Tão apertada... — Gemi, beijando e mordendo o ombro dela, que gemeu audivelmente, então me afastei. — Peça.
– Nunca.
– Adoro gatinhas ariscas... — Murmurei.
–Você deveria saber que não se pode adestrar leoas, Draquinho. — Falou Hermione sorrindo. E isso não era um bom sinal.
Percebi que ela havia usado magia sem varinha, o que, aparentemente, foi bem desgastante para ela, mas ia valer a pena. Ela deu um soco na minha bochecha, e quando eu cai, deitado na cama, ela rasgou o restante das minhas roupas e deu uma mordida em minhas costas, deixando o sangue escorrer pelas marcas de seus dentes.
Merlin, o que está havendo com essa mulher!? Pensei. Mas não deixei ela seguir em frente.
Com um feitiço de levitação, a joguei, sem gentileza nenhuma, em uma parede do quarto e ela sorriu.
– Quer dizer que você gosta de ser agressivo Draquinho?
– Eu gosto de dominar, gatinha. — Respondi, transfigurando duas tochas que estavam na parede em correntes, prendendo os braços dela acima da cabeça, fazendo o sorrisinho dela sumir.
– Não sabia que você era tão bom em transfiguração...
– Ah... Você nunca ouviu o ditado bruxo? A necessidade faz o transfigurador.
Me ajoelhei na frente dela e passei a perna esquerda dela por cima de meu ombro, abocanhando sua boceta que pulsava de antecipação e saudade. A quanto tempo ela estavam esperando por esse momento? Por essas sensações?
Hermione estava muito próxima do ápice, agarrei os seios dela e apertei dolorosamente, fazendo sua intimidade contrair de susto e dor, para depois abocanhá-los, passando um alívio delicioso.
– Draco... por favor...
– Não foi você quem disse que nunca implorava?
– E você vai pagar por isso.
Não me dei ao trabalho de tirar minhas calças, apenas baixei a ponto de meu pau saltar para fora, procurando a fenda da Granger. Agarrei ela pela bunda, e passando as pernas dela por sua cintura, penetrei com raiva e saudade, indo fundo e forte.
– Me solta vai doninha... — Ela pedia, manhosa.
– Nada disso minha leoa agressiva... — Disse, penetrando-a mais forte.
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