King of Pain
25 Capítulo 24
Notas iniciais
Abri a caixa dos padrinhos da Hermione e não acreditei no que vi. Isso não é possível! Como ela teve coragem!? Ah, mas isso não vai acontecer!
Estava com tanta raiva que aparatei direto para a casa dela com a porcaria daquela caixa na mão. Já em frente a porta do apartamento dela bati na porta. Mentira... Na verdade faltou pouco para eu por a parede abaixo devido aos socos que eu dava na porta. Mas, porra, eu estava indignado! Como ela tinha tido coragem de fazer aquilo, não me surpreende que tenha feito pelas minhas costas. Minha maior raiva era isso, ela ter escondido de mim.
– Mas o que é isso!? Quer pôr minha casa abaixo? — Falou ela furiosa. Ah, mas ela não sabe o que é estar furiosa. Empurrei ela para dentro do apartamento e joguei a caixa dos padrinhos nos pés dela.
–Mas o que você acha que está fazendo!? — Ela perguntou apanhando a caixa que havia amassado. Ah, mas eu estava com um Incendio na ponta da língua.
–O que EU acho que estou fazendo!? O que VOCÊ acha que está fazendo!? Eu sei que você tem toda essa coisa de ser uma boa pessoa, mas você tem ideia da humilhação que vai ser levar essa gente para o nosso casamento depois de tudo o que aconteceu naquela festa!? E eu não falo pela Gina, eu não me importaria nem um pouco se ela fosse, e eu sei que está fazendo isso por ela não tente negar, por que você não leva outro padrinho? Eu não quero o Potter no nosso casamento Hermione... Pode levar o primeiro trouxa que você ver na rua, até o Filtch, mas não esse cara que desrespeitou a mim, minha família, minha casa e minha futura mulher.
–Ele se arrependeu Draco... Ele se desculpou comigo... — Ela parecia estar com algo na garganta devido a dificuldade em falar. — Era quase noite, quando a campainha tocou. Eu não queria atender, estava cansada porque tive um dia intenso de trabalho, mas pensei que fosse algo importante, por isso abri a porta — disse, com os olhos marejados — Ao abrir, era Harry e Gina, e Harry entrou e pediu desculpas, disse que naquele momento ele não conseguia aceitar o que ele via, mas que Gina havia conversado com ele e, segundo ele, começara enxergar a realidade! Ele estava realmente arrependido Draco, disse que me apoiaria em todas as minhas decisões, e tentaria te aceitar como meu futuro marido, e que eu não era mais aquela garotinha que ele sempre tentou proteger...
–NÃO PRECISO DA ACEITAÇÃO DO POTTER!– vociferei, eu não precisava de NADA vindo daquele desgraçado — E proteger?! Sério que ele disse isso?! Faça me rir Granger. Quem SEMPRE protegeu aqueles babacas foi VOCÊ! Você era, não, você É a mais inteligente entre aqueles dois, eles eram apenas a escória! Mas, parece que a inteligência que tinha na droga de sua cabeça morreu! Porra Hermione...
–DRACO GINA E MINHA MELHOR AMIGA! Eu não tinha a obrigação de perdoá-lo, fiz isso por Gina, ela está grávida e é uma gravidez de risco, ela não pode sentir traumas e...
–E COMO VOCÊ ACHOU QUE EU IA ME SENTIR EM RELAÇÃO À ISSO? — perguntei. — Você, em algum momento pensou em mim quando tomou essa decisão? Eu tenho certeza que não.
–Esse casamento também é meu!
–E até agora você tomou todas as decisões, o Blas e a Luna serão meus padrinhos, você adora a Luna e não tem total aversão a ele, eu pensei em você quando decidi isso. Pensei se você ficaria confortável com a presença deles.
–E eu agradeço por isso Draco, mas...
–Não Hermione, não tem mas!
–Você nem me deixa falar!
–Você não está falando, nem explicando! Está tentando arranjar desculpas. Eu achava que depois de tudo o que passamos até aqui, seriamos sinceros um com o outro Granger!
Percebi que, ao chamá-la de Granger novamente, a expressão dela mudara. Ah, eu daria tudo o que tenho para saber o que se passa na cabeça dessa mulher!
–Espera Draco, não fica assim, por favor... — Falou ela com uma voz suave me abraçando, pressionando os seios nas minhas costas. Espera, ela está sem sutiã? Como foi que eu não reparei nisso na hora em que cheguei?
–E como você quer que eu fique Hermione? — Ela pareceu ficar menos tensa depois que falei o nome dela.
–Eu quero que você tente me entender, que veja o meu lado... — ela escorregou as mãos pelos meus braços e subiu pela minha barriga até meu peito.
Filha da mãe!
Eu não acredito que essa diaba está tentando me seduzir pra fazer que eu aceite esse disparate! Ela esqueceu que eu sou um Malfoy? O que ela está aprendendo na arte de manipular eu já até esqueci.
Mas ela não perde por esperar.
Puxei-a pelo braço para que ficasse na minha frente e vi que essa demônia estava com um short doll, mas aquilo não era um short, era uma calcinha que mal tinha pano, era em sua maioria renda branca com uma blusa de flanela creme que estava marcada pelos seios entumecidos.
Puta que pariu!
Agarrei os cabelos da nuca e a beijei, um beijo possessivo, dominador... tentava passar através do beijo todo o meu poder sobre ela e ela cedeu gemendo enquanto eu chupava a língua dela, sentido o doce da sua boca.
Rasguei a blusa e aquele short profano para me deparar com algo que tirou totalmente do sério. Por baixo daquele pedaço de pano tinha outro menor ainda três tiras costuradas juntas que ela deve chamar de calcinha. Minha cara deve ter ficado muito engraçada porque ela riu, mas deixa estar.
Me ajoelhei na frente dela a fiz abrir as pernas e lambi sua intimidade por cima do véu encharcado, suas pernas fraquejaram e ela quase caiu, mas eu segurei seus quadris a tempo.
–Vai pra cama gatinha. — Ela sorriu e se virou indo a caminho do quarto dela. — Rebolando! — Ela virou pra mim muito vermelha com a cara tipo "como assim?" — Gatinhas rebolam Granger... — O rosto dela ficou ainda mais afogueado, ela suspirou e saiu rebolando a caminho da cama.
Cheguei no quarto dela e ela estava sentada na borda da cama me olhando com expectativa.
–Diffindo. — ela saltou na cama assustada com o feitiço de corte que eu havia usado, mas então percebeu que a "calcinha" dela jazia no chão em pedaços.
–Ei! eu gostava dessa calcinha! — Falou com falsa indignação.
–Prefiro-a sem ela. — Deitei-me por cima dela no colchão e desci beijos por seu queixo, pescoço, seios, barriga e subi novamente. Ela gemia meu nome enlouquecida pelas carícias a todo momento tentando se livrar de alguma peça da minha roupa e fracassando. — Hermione... — Perdi a fala, ela se contorceu de uma forma a alcançar minha ereção e massageá-la por cima da calça.
–Draco... tira a droga da roupa!
–Toque-se para mim gatinha. — Mandei e ela se afastou, abrindo as pernas me dando uma bela visão de si, a face contorcida em prazer me olhando com expectativa. — Agora, baby, eu já vou para casa, seria bom se pensasse na nossa conversa, que você não foi sincera comigo e ainda tentou me manipular, me seduzindo tentando usar minha fragilidade, minha falta de sexo para me fazer uma decisão que você tomou sozinha. Você sabe que eu gosto de você do seu jeito, acho sua personalidade decidida sexy. Mas você não está pensando direito, sei o quanto você quer que a Gina seja sua madrinha, que ela está grávida, com o emocional instável e eu não me oponho A ELA, que fique claro. Espero que pense melhor na sua decisão, não se aproveite da minha dependência de sexo, sabes que pode me impor essa sua vontade, mas eu não quero que use isso para me humilhar no dia do nosso casamento.
Falei tudo com calma, olhando nos olhos dela, ela tentou cobrir-se com uma almofada e tinha lágrimas escapando dos olhos. Ela estava assanhada, com os lábios inchados, o corpo com manchas vermelhas... não sei, pra mim era uma imagem muito sexy, meu membro estava querendo dar sinal de vida de novo. Dei um selinho nela, então aparatei de volta ao meu apartamento.
Droga! Agora tenho que me masturbar no chuveiro para aliviar a tensão que aquela diaba me causa!
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