Notas iniciais
Volteeeeei ! Postar o primeiro capítulo pra vocês, estou ansiosa demais uai! (É, sou mineira ^^) Tentarei postar 3 vezes por semana, pois sabem como é, aulas voltando, e eu estudo de manhã e a tarde. Enfim, chega de enrolação e bora ler o primeiro capítulo! ♥♥♥

Essa vida no mundo trouxa pode até ser agradável. Ter dinheiro também.

Acabei de acordar, cansado, mas satisfeito. Fora uma das melhores noites que passei desde o início da semana. Olho para o lado, encontro a mulher que me deu horas de prazer e domínio. Ela estava toda marcada, e o chicote jazia ao teu lado.

Mas Draco, você não ama ninguém?

Amor? O que é isso? Não existe em meu mundo. A única pessoa por quem eu poderia sentir isso é Narcisa, minha mãe.

Minha vida? Se resume a uma palavra: Prazer.

Desde que vim para esse mundo, trouxa, descobri coisas que poderiam causar dor às outras pessoas. Dor e prazer. Eu sentia satisfação em ver o prazer que a dor poderia causar. Esse universo de sadomasoquismo e dominação me encantou desde a primeira vez que li algo relacionado, em uma dessas revistas masculinas. Achei isso...Interessante.

E porque eu não tentaria? Afinal, sou rico, bonito, e sei como seduzir uma mulher. Qualquer uma cai aos meus pés. Tenho tudo que preciso, sem esforço.

Voltando a parte da minha "noite maravilhosa", eu não poderia ficar aqui e esperar a garota acordar. Estava atrasado para a reunião no Ministério da Magia, discutiríamos algo relacionado à Malfoy e em que o Ministério poderia nos apoiar.

A Malfoy englobava vários setores industriais do mundo bruxo, e a pouco tempo, adquiri alguns negócios trouxas. Além de expandir os negócios, com essa decisão de viver entre os sangues ruins, digo, trouxas, teria de existir algum pretexto para eu ser rico. Ninguém é rico sem fazer nada, as pessoas desconfiariam.

Tomei uma ducha rápida, não poderia demorar muito. Estava naquele local, um hotel 5 estrelas no centro de Londres, somente por uma noite, somente para me 'divertir' um pouco. Por isso, não pude utilizar alguns brinquedinhos com a garota escolhida. Pois é, havia unicamente um chicote em meu carro, mas deu para sentir muito prazer.

Me vesti rapidamente, conjurei um papel; afinal, sou bruxo, e não saio sem minha varinha, muito menos vivo sem magia. Peguei uma caneta que estava em meu bolso e escrevi um bilhete. Breve e direto.

"Tive que resolver alguns problemas. A conta já está paga na recepção, fique a vontade. Gostei da noite.

D. Malfoy"

Saí da cobertura, alugada por apenas uma noite, passei na recepção, para acertar as despesas e pedi que tirassem meu carro. Estava portando uma Lamborghini Gallardo preta. Outra coisa do mundo trouxa que me agradava: carros, velocidade.

E logo que sentei em frente ao volante, acelerei.

***

Cheguei em casa em poucos minutos. Greenwich é um lugar fantástico, e eu gosto de viver aqui. Luxuoso e bonito, do jeito que eu gosto.

Assim que cheguei em casa, uma coruja chegou, e em seu bico havia um envelope com o emblema da Malfoy. Depositei alguns sicles em uma bolsinha que estava presa em sua perna, e logo fui ler a carta.

Senhor Malfoy,

Espero não estar o incomodando, mas teremos uma reunião de extrema importância marcada para as hoje a tarde, às 5h. Sua presença é indispensável.

Até a tarde.

L. Johnson, diretor chefe.

Malfoy Enterprises Holdings.

Mas que legal, reunião no Ministério, reunião na empresa, reunião na puta que pariu. O que adianta ter uma ótima noite e logo pela manhã receber a notícia de mais uma reunião. Logo hoje, que eu iria somente ao Ministério, e depois inspecionar os novos projetos para o lançamento do ano: a nova Firebolt 2.0, produzida por uma de minhas empresas. Sim, uma delas trabalhavam com projetos e fabricação de vassouras para times de quadribol e para alunos de escolas de magia.

Ânimo Draco, são somente duas reuniões. Eu tentava me convencer de que meu dia não seria extremamente chato, mas sabia que seria. É responsabilidade demais para um jovem de 24 anos, mas vamos lá.

Vesti uma roupa condizente ao mundo bruxo, peguei alguns papeis, colocando-os numa maleta. Peguei o pó de flu, joguei na lareira e falei: Ministério da Magia! , e logo meus pés tocaram o chão escuro e maciço do Ministério. Eu odiava ter que me locomover via Rede de Flu, preferia aparatar, mas isso não queria dizer que eu aparataria em um outro lugar trouxa e chegaria ao Ministério entrando em uma privada suja e fétida. Muito menos em uma cabine telefônica.

Estava tão concentrado em meus pensamentos que acabei trombando em alguém. Olhei para ver quem era, e a pessoa em questão havia caído no chão e deveria estar naquele momento praguejando mentalmente contra mim. Quando ela se levantou, pude reparar melhor. Vi um belo par de pernas, sustentadas por um salto alto da cor preta. A pessoa, uma mulher, usava uma saia risca de giz, não muito apertada, e uma blusa de seda vermelha, sem decote, mas que realçava seus seios.

Olhei para o rosto dela, e tomei um susto.

–Malfoy?!

–Sangue r... Granger.

É, algumas coisas nunca mudam.

Ela disse, e entrou no elevador.

Notas finais
Gente, desculpe se houver alguns errinhos, preciso sair agora e estou atrasadíssima. Comentários?! Não. Okay :c