Notas iniciais
GEEEEENTE! Estou mega ultra feliz ! Nunca imaginei que a fic receberia um recomendação e bazinga! recebemos uma recomendação!! Meu Deus, eu li ela tantas vezes, pois não estava acreditando! E não estou até agora ;) Capítulo dedicado à Isabella, que enviou a primeira recomendação da minha vida! *----------* Enfim, boa leitura! E LEIAM AS NOTAS FINAIS ! ♥

Eu estava a ponto de MATAR Hermione Granger. Quem em sã consciência manda um berrador às 8 e pouca da manhã? Porra, que merda de sabe tudo irritante!

Por culpa dela, eu estava cansado. Tinha olheiras e havia ficado o dia inteiro bocejando. E agora me encontro no Ministério da Magia, pronto para buscar Hermione para jantarmos. Seria hoje que teríamos uma conversa séria.

–Pois não? — A secretária perguntou.

–Sou Draco Malfoy. A senhorita Granger me espera.

–Só um minuto, vou avisá-la.

A secretária, Jude como identificava a plaquinha em sua mesa, caminhou até a porta onte se lia :

H. Granger

Supervisora Chefe

Departamento de Execução das Leis da Magia

Observei Jude enquanto ela caminhava. Tinha um belíssimo corpo, que estava moldado por um vestido preto e sustentado por saltos agulhas. Uma bela secretária. O Ministério, em questão de mulheres belas e bem vestidas, estava tirando um O (N/A: Letra correspondente à Ótimo nos N.O.Ms e N.I.E.Ms)

Passados pouco mais de 5 minutos, Jude saiu da sala acompanhada de uma Hermione visivelmente cansada e com uma marca no pescoço. Uma bela marca em seu pescoço.

–Olá Granger. — Comprimentei, com um sorriso.

–Oi Malfoy. — Ela respondeu, educadamente. Percebi um olhar dela, me analisando de cima a baixo.

–Hm, Granger. Está pronta? — Perguntei, a despertando de seus pensamentos.

–Sim, perfeitamente.

–Então vamos. — Falei, estendendo o braço para que ela passasse. Não pude deixar de observar seu traseiro, e lembrar das loucuras da noite anterior. "Loucuras que poderiam se repetir em breve" dizia minha consciência. Ela estava bem vestida, mas a marca em seu pescoço estava evidente.

Caminhávamos em direção aos elevadores, quando, sem perceber, comentei:

–Bela marca essa em seu pescoço Hermione.

–Marca?! Oh Merlin, esqueci do feitiço! — Ela se desesperou, pegando a varinha e murmurando algum feitiço que fez a marca desaparecer por alguns instantes. — Não me faça raiva Malfoy.

–Longe de mim fazer isso. — Disse, sorrindo. -Quer ajuda com essa pasta? quer que eu a leve? — Tentei ser educado.

–Não, obrigado. — Ela respondeu secamente.

Entramos no elevador e descemos ao saguão do Ministério. Algumas pessoas nos observavam, o que eu achei formidável. Afinal, que dia que se vê um ex-Comensal da Morte caminhando ao lado de uma das heroínas da Guerra Bruxa? Meio difícil.

–Malfoy, usaremos a Rede de Flu ou aparataremos em algum lugar? — Ela perguntou, me tirando de meus pensamentos.

–Aparatação. É mais rápido. Venha.

Inesperadamente, peguei em sua mão e pensei: Estacionamento do meu prédio.

Aquela sensação de ter algo puxando pelo umbigo apoderou de meu corpo, e logo estávamos no estacionamento do prédio.

–Vamos Hermione. — Disse, estendendo minha mão à ela.

–Vamos onde Draco? — Ela perguntou, desconfiada.

–Ao meu apartamento oras.

–Mas não íamos jantar?

–Nós VAMOS jantar. Contratei um chef, e ele cuidou do jantar. Vamos? — Falei, autoritário. Ela segurou em minha mão e logo estávamos dentro do elevador. Em minha cabeça se passavam mil coisas que poderíamos fazer dentro desse elevador, e minha ereção logo estava querendo dar sinal de vida, ainda mais com a visão dos seios da Granger em minha frente.

–Draco...hm...acho que já chegamos.

–Sim, chegamos. Entre e fique a vontade. — A convidei, educadamente.

O jantar já estava colocado à mesa, mesa que estava perfeitamente decorada para um jantar simples à dois.

–O jantar será servido em breve Sr. Malfoy. — O chef de cozinha, Reneé Piemont, anunciou.

–Perfeitamente. Hermione, aceita alguma bebida? Champagne, água, vinho...?

–Não sei se devo. — Ela respondeu, meio pavorosa.

–Hermione, não fique com medo. Me acompanhe em uma taça de vinho rosé.

–Okay.

Fui até a cozinha, e retirei o vinho que estava no balde de gelo. Servi as taças e levei até Hermione, que estava sentada no sofá na sala.

–Aqui está.

–Obrigada. — Ela respondeu com um muxoxo.

–Às ordens. Façamos um brinde à...a o que você quiser.

–Okay. Um brinde à nosso jantar.

E logo se ouviu o som de suas taças tilintando.

***

Estávamos jantando, uma música ambiente tocava. Conversávamos pouco, apreciando a boa comida que nos era servida.

–Draco, está ótimo o jantar. — Ela começou. — Mas estou curiosa para saber...qual é essa tal proposta que você tem a me fazer? Qual a verdadeira razão desse jantar?

–Granger, eu a trouxe aqui para esse jantar, pois como você bem sabe, tenho uma proposta a lhe fazer que ajudará a ambos. Mas quero que prometa uma coisa...

–O que?

–Que, enquanto eu estiver falando, você não me interrompa.

–Sim. Sem interrupções.

–Certo. Lembra-se de que eu falei que meu problema era Lucius? Que mesmo depois de morto ele atrapalhava minha vida?

–Sim.

–Pois então, há algum tempo os advogados da Malfoy marcaram uma reunião na empresa e me informaram de um documento que Lucius havia anexado em seu testamento, algumas cláusulas. Eles não me comunicaram imediatamente, pois compartilhavam da mesma opinião que eu.

–E qual era sua opinião? — Ela perguntou, confusa.

–Eu achava que tudo aquilo que ele estava fazendo era loucura, tanto é que meus advogados tentaram invalidar essas cláusulas. Consultaram até mesmo advogados trouxas, mas não chegaram a um resultado positivo...

–Draco, vá direto ao assunto por favor. — Ela disse, com uma expressão indecifrável.

–Hermione, sem interrupções, lembra?! Continuando, você comentou comigo na noite passada sobre um problema que sua mãe vem enfrentando. Certamente eu sabia por alto sobre, algumas pessoas no próprio Ministério estavam comentando o assunto. E minha proposta é que nós nos ajudemos de uma certa maneira. — Hermione estava confusa, seus dedos tamborilavam na mesa, demonstrando ansiedade e falta de paciência. — Posso arcar com todos os custos do tratamento de sua mãe. Posso pagar os melhores médicos, as melhores consultas e especialistas para que cuide dela.

–Sim, m-mas o que tenho que fazer em troca? — Ela perguntou, receosa.

–Case-se comigo. — Ao acabar de falar, Hermione pigarreou, assustando-se com minha proposta.

–C..como ?

–Sim Hermione, case-se comigo. As cláusulas que Lucius havia colocado no testamento deixavam bem claro que eu não poderia assumir os negócios sem estar casado. Elas me obrigam a casar e...

–Mas como assim Malfoy, você está querendo me comprar!

–Hermione, posso comprar qualquer uma...

–Mas não sou qualquer uma ! — Ela disse, corando de raiva.

–...e muitas ficariam felizes com isso — Continuei, como se ela não tivesse me interrompendo.

–E porque você, Draco Malfoy, o sangue puro, escolheria casar-se com uma sangue ruim igual a mim?

–Porque a quero Granger. Simples. Você é uma garota inteligente, e inteligência é algo que prezo muito em mulheres. Além do fato que você não se tornou minha amiga pelo meu dinheiro! Você se aproximou de mim para me ajudar! Você é sincera, e não liga pra essas coisas de nome e dinheiro. E é por isso, por você ter essa personalidade, por você ser determinada em seus objetivos que a quero ao meu lado.

–Sim, mas...

–Mas nada Hermione. Podemos nos ajudar! Basta você querer. Eu não quero perder tudo o que tenho, o que minha família demorou anos para conquistar. E você não quer perder quem te deu a vida e a pessoa que mais te ama! Podemos nos ajudar Hermione — Falei, pegando em suas mãos. — Basta você dizer que sim.

–Posso pedir um tempo? — Ela perguntou. Sua voz saiu meio falhada, como se uma batalha interna acontecesse dentro dela.

–Claro que sim. Mas tenho um prazo para me casar. Te daria mais tempo, mas não posso. Tinha desistido de tudo, me recusei a casar com qualquer mulher, qualquer interesseira que quisesse somente o meu dinheiro. Mas você apareceu em minha vida. Por isso te propus isso. Se fosse qualquer outra mulher, aceitaria de imediato. Mas você não! Você é diferente Hermione! Você quer pensar, analisar minha proposta, e eu prezo muito isso! — Falei. Eu estava sendo sincero com ela, pois se ela aceitasse minha proposta, sinceridade seria o que não poderia faltar entre nós. — Te dou um prazo de uma semana, pode ser?

–Sem problemas Malfoy. — Ela respondeu, no modo automático. — Preciso ir embora.

–Perfeitamente. Vamos, eu te levo até em sua casa.

Notas finais
Então?! Gostaram? Deixem nos comentários ! Pessoal, tenho um aviso: Não temos mais capítulos escritos, e a Taty está sem internet, então está sendo impossível de nós nos comunicarmos :( Mas assim que ela resolver esse probleminha (o que não demorará) postarei. E já estou escrevendo o próximo, mas ela é minha co-autora e preciso muito da ajuda dela em algumas coisas. Enfim, é isso :D Ainda estou EUFÓRICA pela recomendação, foi perfeita cara *----------------------* (Tá, chega de falar) Até mais ! (Até domingo ou no máximo quarta)