King of Pain
23 Capítulo 22
Notas iniciais
•POV Desconhecido•
Minha vida está um desastre, não acredito que Malfoy vai casar com aquela mosca morta depois de me ter completamente a seu dispor. Ah, mas isso não pode ficar assim e não vai! Tem muito coisa envolvida, está quase tudo em jogo... Vou fazer ainda pior, vou fazer da vida deles um inferno e tenho muita ajuda para isso...
***
~Lugar desconhecido
– Isso não vai dar certo! — Argh! Essa loira aguada não concorda com nada!
– Tem que dar! Eu quero acabar com eles, com suas reputações e a credibilidade. Com tudo! — Descontrolei-me.
– Eu também quero! Odeio aquela garota desde que ela me prendeu em um pote de vidro durante o Torneio Tribruxo, mas não dá pra fazer o que você quer! Eu aumento mas não invento, até agora eles não fizeram nada contra mim porque todos os furos que você me passou são verídicos!
–Mas que merda!
–Não adianta xingar. Ah, eu já vou indo, é obvio que você não tem nada novo pra mim. Na próxima me chame apenas quando tiver algo realmente bom. Fui!
E aparatou.
Aquela vaca, que bela ajuda ela me deu... Parece que ela não sabe que ela só esta por cima agora por minha causa, aquelas matérias ela só fez porque eu dei a informação!
Filha de uma...
A campainha toca. Droga! Quem é que está interrompendo meu momento de revolta agora, tocando a droga da campainha?
–Você? Aqui? — Tsc, tsc, como essa reação foi idiota da minha parte.
–Sim, eu. Bem aqui. — Falou, descendo o dedo indicador pela pele entre os meus seios, que estavam expostos devido ao decote da minha blusa. Estremeci de medo e excitação, talvez um pouco de nojo não sei... Nunca sei o que realmente sinto quando ele me toca.
– Como vai minha querida?
– Bem. — Respondi receosa e recebi um tapa na cara por isso.
–Pois eu não estou bem! Te mandei seduzir Draco Malfoy, dormir com ele e engravidar, mas nem pra isso você me serve. Eu convenci Lucius a fazer esse testamento, não informei ao almofadinha júnior até o ultimo minuto... Preparei tudo, você só tinha que engravidar, mas nem pra isso você serve. Aborto! Imunda! — Ele me chutava enquanto falava e eu só me encolhia no chão.
–Eu não tenho culpa, ele queria a Granger, a procurou, você sabe disso. — Gemi quando ele parou de me bater.
–Não me venha com desculpas! — Ele subiu em cima de mim que estava estirada no tapete da sala e prendeu meus braços acima da minha cabeça. — Você fez direitinho? Do jeito que faz comigo? És uma imunda, mas uma muito gostosa. — Me insultou enquanto rasgava minha camisa deixando meus seios expostos pela falta do sutiã.
–Pa-ai... — Gemi enquanto ele abocanhava meus seios, castigando-os com a língua e os dentes, tendo os dedos massageando minha intimidade por baixo da saia.
–Isso, chama pelo papai, pede pra ele te dar prazer... — Mandou ele com a voz rouca e abafada pelo meu seio.
Eu só posso estar perdendo o juízo, como posso perecer assim nas mãos dele? A menos de um minuto ele me batia! Mas as sensações... São tão boas, já fiquei com muitos caras tentando esquecer ele, querendo me tocassem da forma que ele faz, com posse, propriedade, ganancia.
– AHH... Is-so... Own... — Eu só posso ser louca. Só o conheço a menos de um ano e há poucos meses que soube do nosso parentesco, mas o estrago já estava feito, o desejo não me deixa voltar atrás, por mais que eu quisesse... Gozei em seus dedos, poderia morrer de vergonha se não estivesse ocupada me deliciando com os espasmos que se espalhavam por meu corpo.
–Você é muito deliciosa, querida. — Ele falou com um sorriso sacana.
–Tira a roupa papai... — Pedi rouca pelos gritos que dei ao sentir-me ser atingida pelo clímax. Eu sempre pedia... e ele sempre fazia questão que eu o chamasse de papai e eu sempre o obedeço. O obedeço como uma boa submissa.
–Papai, sempre faz o que você pede não é, querida? — Falou imponente, desabotoando a camisa. Imponência, parece ser uma coisa que todos os sangue-puro tem, ele não seria diferente.
Ele abriu minhas pernas e me olhou, seus olhos faiscaram e me admirou vulnerável e totalmente rendida por ele, além das marcas das pancadas anteriores, se curvou lambendo e beijando todas. Ele sempre fazia isso, talvez por causa disso eu nunca me recuso a ele...
–Vai cumprir a tarefa que o papai determinou filhinha? — Ele disse, com a voz rouca.
–Claro papai, mas agora venha, e faça a sua filhinha gozar.
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