Katon
2 Capitulo 2: a maldade desfarçada
Capitulo 2: a maldade disfarçada.
eu dei um passeio legal com o skate pela cidade, enquanto eu andava, eu vi uma garota sendo cercada por alguns caras.
Eu desci do skate e quase dei risada pensado: eu não me imaginaria em um clássico como esse!
Eu peguei o skate na mão e bati na cara de todo mundo, mais antes que a garota fizesse alguma coisa, eu sai correndo de lá.
Eu subi no skate de novo e continuei andando, até que eu decidi ir pra uma cidade grande, eu arrumei minhas coisas e parti pra lá direto, eu tinha um mapa, então não seria tão difícil de chegar lá.
No caminho, eu vi algumas pessoas com correntes nas pernas todas em fila, pareciam escravos ou coisa parecida, eu ignorei e continuei meu caminho até a cidade.
Quando eu cheguei, realmente era uma cidade, não tão grande como São Paulo, mais era maior do que a que eu estava antes.
Eu fui procurar algumas quests, eu não procurei por muito tempo, já estava anoitecendo e eu estava ficando cansado.
Eu fui até um hotel, conversei com o gerente e ele me deu a chave de um quarto.
Aquele hotel era até que bonitinho, tinha umas lâmpadas legais, um tapete vermelho, o recepcionista era educado, usava um terno legalzinho, eram bem gente boa.
Quando eu entrei no meu quarto, coloquei a mochila do lado da cama e sentei nela.
O quarto era bem bonitinho, a cama era de casal, os cobertores eram brancos, combinavam com os travesseiros, tinha luminárias dos dois lados da cama encima de cômodas com 3 gavetas cada, eram de carvalho.
A parede tinha uma pintura branca e bem lisa, o teto era tão bem detalhado que aparecia até as tabuas em destaque.
Eu levantei da cama e fui até o banheiro, ele também era bem legalzinho, tinha um chuveiro, uma pia e o vaso, não tinha banheira.
Do lado do vaso tinha o papel higiênico, as paredes e o chão eram azulejos brancos, tinha um ou outro com um desenho azul, o teto era igual o do quarto, o vidro do box era bem limpo, quase não dava pra ver.
Eu tirei as roupas e fui tomar banho, a água estava morna.
Depois que eu acabei, me sequei e coloquei as roupas de novo, então fui dormir.
A cama era macia e dura ao mesmo tempo, era bem confortável.
Depois que eu acordei, fui lavar o rosto e escovar os dentes, eu tinha deixado minha foice do lado da cama, encostada na parede, depois que eu sai do banheiro, peguei a foice, coloquei a mochila, arrumei a cama e sai do quarto.
Fui andando até o recepcionista, entreguei a chave do quarto pra ele e paguei a quantidade que eu devia, depois sai do hotel e fui buscar uma cafeteria ou coisa parecida.
Eu achei uma, ela não era lá essas coisas, mais dava pro gasto, eu comprei um pão de queijo e um café com leite médio.
Olha... as aparências enganam, aquele pão de queijo estava divino, o café não ficou pra trás.
Eu acabei comendo mais um pão de queijo, mais como eu ia me sentir arrependido se eu não levasse mais, eu comprei mais dois, depois paguei tudo e sai de lá.
Eu fui procurar quests, mais vi uma garota com correntes nas pernas e nas mãos usando uma coleira carregando uma cesta com laranjas.
Ela era mais ou menos um ano mais nova que eu, eu fui andando até lá, quando eu cheguei, perguntei:
—ei garota, o que são essas correntes em você?
Ela olhou pra mim, os cabelos dela eram rosas, ela era meio magra, mais era bonita, então ela respondeu:
—eu sou uma escrava, agora se me dá licença, eu vou levar essas laranjas ao meu mestre.
Antes que ela continuasse, eu perguntei:
—e por que você não foge? Não tem ninguém vigiando.
Ela respondeu:
—não posso, essa coleira vai explodir se eu não voltar em um dia.
Coleiras explosivas, um bom método de prevenir fugas.
Ela continuou andando pra onde tinha que andar, eu parei de andar e fiquei olhando pra ela por algum motivo.
Isso durou até que uns adultos empurraram ela por algum motivo, eu fui andando até lá com a foice na mão.
Ela tentou pegar as laranjas que tinham caído, mais um dos adultos não deixou e empurrou ela com o pé.
Todos os que estavam em volta nem se importaram com aquilo, a cidade pode parecer uma coisa, mais o preconceito e a escravidão é forte por aqui, a boa impressão que a cidade trás é só faxada.
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