Notas iniciais
oi meus anjos! me desculpem mesmo por não ter postado no dia prometido, mas é que meu computador deu alok esse final de semana e eu só entrei um dia aqui pelo celular e não tem como postar por lá um capítulo. Mas mesmo assim, boa leitura e me perdoem, de novo.

Corri o máximo que pude pra longe daquela casa, eu sabia: eu tinha apenas uns 2 dias pra estar muito longe dali. Como se eu não soubesse que Klaus me acharia uma hora ou outra. Morrer tentando e melhor do que não tentar, certo? e tudo bem, já estou acostumada a isso, 500 anos fugindo de um original querendo ou não te torna mais apta a fuga. Entrei em meio da floresta, eu já estava a umas 4 cidades depois daquela casa amaldiçoada, pela qual eu jamais vou voltar, ou vou?

Parei beirando uma árvore, e minha boca já pedia sangue. Elijah podia ter me ajudado nisso não é mesmo? Katerina, me lembro de como me chama. Suspiro. Elijah é um homem e tanto, consegue com um só beijo deixar todas aos seus pés. Me deito tentando descansar a cabeça, viro meu corpo pra um lado e depois para o outro. Resultado é que uma floresta não é muito confortável e ter uma grande pedra como travesseiro não é lá um SPA de beleza americano.

Ruídos. Animais, enfim mataria minha fome. O cheiro de sangue que eu sei que está ainda a km de distância, já o sinto entrar pelas minhas narinas e fazer minha boca salivar. Corro em direção ao barulho e ... um humano? O que um humano estaria fazendo no meio de uma floresta? Mm, não importa, é sangue fresco e posso sentir seu coração pulsar, fico com inveja pois apesar de dizermos que amamos e tudo isso é ligado ao coração, sei que o meu não bate mais. Então, eu não amava? Sim, eu amava. Mas talvez o amor de um vampiro seja um tanto que... diferente. Sentimentos mais ligados ao cérebro e assim temos mais controle do que fazemos, pensamos mais, e se quisermos, podemos desligar tudo isso. Mas eu, eu queria sentir o amor de novo.

Chego perto da vítima de vagar e sem fazer ruído algum, e de repente estou em sua jugular sugando tudo o que minha sede permite sugar. O estranho é que ele não grita e mal se move. Era uma homem elegante e que com o frio que estava fazendo usava um sobretudo. Eu não sentia frio, não sentia calor, eu mal podia sentir a própria dor. Revisto seus bolsos do sobretudo pra ver se acho algum dinheiro pra estádia por uma noite. E, eu acho. Muito dinheiro, mais ou menos 20.000 dólares em bolinhos. Pego seu sobretudo e coloco em mim, deixando o corpo cair já sem vida no chão. E de que me importava isso? eu não sentia remorso algum vendo a cena de um homem ensanguentado se entregando pra morte. Coloco as mãos nos bolsos só pra sentir o dinheiro tocar minhas mãos, revisto os bolsos de cima e encontro um cigarro, ísqueiro e um bilhete. Me sento novamente embaixo de uma árvore e o abro lentamente.

" Eu deveria ter pensado em seu alimento antes Katerina, me desculpe. Bom, você tem um tempo ainda, mas não abuse dele, tente ir o mais rápido que puder. Quero dizer que.. bom, eu sinto algo por você e mesmo não sendo correspondido eu entendo. Entendo que você ame os Salvatores e tudo mais. Mas quero deixar claro por meio desse bilhete que o que sinto por você é muito forte. Espero que tenha gostado do lanchinho.

Elijah M."

Sorri ao ler, pensando no trabalho em que Elijah tenha tido só pra fazer esse humano me seguir até aqui. E agora, eu ficaria uma noite aqui ou correria até Mystic Falls? Eu faria o mais obvio, dormiria.

Me ajeitei e dormi por mais ou menos 3 horas, acordei ainda com o céu escurecido e não perdi tempo. Continuei correndo e parei em uma cidade, que eu mal consegui ler o nome. Andei normalmente por um tempo e comprei roupas lindas. Parei em frente ao um Hangar onde só tinha jatinho de gente rica. Me olhei na vitrine de uma loja antes de dar o meu golpe fatal e... eu estava perfeita. Os cachos escuros caindo sobre os ombros me davam ar de elegância, o vestido rodadinho e preto com detalhes em dourado me davam ar de luxo, e por fim, uma bela sandália combinando. Cheguei em frente do Hangar e fingi ser normal.

– Posso ajuda-la? — disse o homem de cabelos pretos em minha frente.

– Sim, bom, meu pai está ai me esperando. Disse que eu poderia ir fazer umas compras rápidas e eu fui. — fiz um gesto mostrando as sacolas.

– E como é seu nome por favor? — pediu ele tirando os óculos escuros e revelando os incríveis olhos verdes. Mas não mais belos que os de Stefan.

– Angelic Strevasc. — tentei fazer um nome chique em minha mente após ler o sobrenome Strevasc em um jatinho.

– Oh, sim senhorita Strevasc, por favor acompanhe-me. — estendeu o braço na qual eu peguei e me direcionou até o jatinho. — Seu pai logo chega, tudo bem? — fiz que sim com a cabeça enquanto o piloto se colocava em seu devido lugar, e quando o tal senhor Strevasc chegou com a esposa, os hipnotizei a ficarem, assim eu iria com o piloto até Mystic Falls e ganharia ainda um jatinho.

[...]

A viagem não era tão demorada, mas não ter um brinquedinho pra me distrair era a parte mais chata. E foi quando de repente pousamos, senti um frio percorrer minha barriga, não de medo nem nada parecido, mas sim daquela coisa que se chama felicidade na qual eu senti poucas vezes. Cheguei mais perto do piloto e passei minhas mãos por sua face.

– Você foi útil... — falei em um tom sedutor. — Mas não é mais. — terminei de um tom frio e então, girei sua cabeça sem pena. Sai como se nada tivesse acontecido e logo senti a brisa conhecida a tantos anos bater em meu rosto novamente: Mystic Falls. Andei desfilando até sair do pequeno Hangar da cidade e então peguei um táxi.

– Em direção a mansão Salvatore, por favor. — falei enquanto dava um check-out em minhas unhas.

Notas finais
Bommmm não abandonei vocês!!!! amanhã posto o próximo, e é sério, vou tentar fazer o possível mesmo se meu computador der alok de novo, ok? Beijos e Queijos