Notas iniciais
Nyan! Olha eu aqui! Então essa fic será movida por Reviews se não chegar á um número razoavel de reviews não postarei a história! Mesmo assim vou adiantar em meu computador! Então proximo Capitulo com 5 reviews!! Gogogogo! E leitores fantasmas se manifestem por favor!

Link da casa do Jonathan :

http://www.webluxo.com.br/galeria/000101108/mansao-fleur-de-lys-p.jpg

Pov Jonathan

Bem depois de me despedir de minhas amigas fui para o carro, onde o motorista estava esperando. Sinceramente eu achava que meu pai iria vir me buscar hoje.

Vou falar um pouco dele, ele é um empresário de grande sucesso, viaja pelo mundo todo e por ai vai. Ele é muito ocupado, nem para a reunião de pais ele vem, sempre manda um empregado para comparecer á reunião.

E minha mãe morreu quando tinha uns 6 anos, quando mamãe estava viva, papai desmarcava reuniões só para ficar mais tempo com agente, mas quando ela morreu ele ficou distante, triste e não conversa muito com migo o que me deixa triste.

Entrei no carro e logo o motorista falou:

- Como foi o último dia de aula?

- Normal... Como sempre! – Respondi dando de ombros.

- O Sr. Blame não estará em casa hoje. Ele viajou para...

- ... Fazer contrato com outras empresas... – Completei.

- Isso.

- Vamos logo! Quero ler o livro que a Karen falou para eu ler...

Resumindo, o ano inteiro Karen me encheu o saco, dizia ela para eu ler o livro favorito dela... Como não sou de ferro, peguei na livraria perto de casa e comecei á ler... E depois disso não consegui mais parar. Sabe... É como uma “Droga”, você experimenta e não consegue mais viver sem.

Ela á duas semanas, me falou que tinha outro livro favorito... Que era para eu ler. Eu peguei na mesma livraria e comecei á ler. Não consigo mais parar.

Chegamos no portão da casa. Para informar é uma mansão enorme, cor de pedra polida meio bege, o caminho até a casa é ladeada por um jardim, com várias flores. Na entrada da casa tem umas quatro pilastras de estilo grego. Meu pai gosta de mitologia, e posso dizer que também gosto de mitologia principalmente a grega (tudo culpa da Karen). Entrei direto, ignorei os mordomos e empregadas e fui para o quarto, não me incomodei com o almoço, certamente eles iriam trazer aqui no meu quarto.

Joguei a mochila em um canto e me joguei na cama, peguei o livro de minha cabeceira e comecei á ler. A empregada entrou no quarto com uma bandeja de comida e deixou na escrivaninha e saiu. Continuei lendo sem perceber o quanto o tempo tinha passado, já era noite, os empregados já estariam todos dormindo e meu pai só chegaria depois de manhã.

Derrepende ouço trovões e o tempo fecha muito rápido, nesse momento as luzes se apagam e fiquei no escuro sem poder ver nada. Não me importei, afinal gosto do escuro.

- Deseja que tudo escrito se torne realidade, criança? – Ouvi uma voz fria e sem sentimentos dentro de minha cabeça.

- Sim, quero muito! – Respondi.

- Feche os olhos então. Deixe-se viajar.

- O que quer dizer? – Perguntei.

- Você verá, só feche os olhos.

Fiz o que ele me mandou, fechei os olhos e me deixei viajar. No começo senti calafrios, várias vozes sussurravam em meus ouvidos. Mantive meus olhos fechado até pisar em algo “sólido”, abri meus olhos e não acreditei no que vi.

Minha boca formou um perfeito “O” e meus olhos arregalaram-se, eu estava em Nova York! Minha cidade favorita. Estava em frente á um prédio que decifrei como Empire State, alto (dããã claro Jonathan prédios são altos, idiota sou).

Na minha frente um homem pálido com cabelos pretos sedosos meios que compridos, olhos escuros, ele usava um terno preto, uma camisa social branca, calça caqui preto e sapatos de ponta fina preta. Ele olhava para mim de um jeito esquisito, tipo uma mistura de frieza com compaixão algo assim.

- Olá criança. – Disse o homem, ele tinha a mesma voz que eu ouvi no quarto, fria e sem sentimentos.

- Foi você que falou quando estava em meu quarto? – Perguntei e ele assentiu.

- Sim. – Ele me olhava de cima para baixo e isso me incomodava, não gosto quando as pessoas me avaliam desse jeito.

Depois de observar ele abre um sorriso largo que estranhei, pensei que ele não era de sorrir desse jeito, sincero e carinhoso.

- Você gosta de rock pelo jeito. – Deduziu ele e eu assenti – Bom gosto, sabe gostei de você garoto.

Franzi a sobrancelha, como pode uma pessoa que mal se conhece e já gostar? Não entendia nada. Mas ao mesmo tempo sabia que conhecia ele de algum lugar.

- Desculpe-me, mas o senhor me parece um pouco familiar. Nós já nos conhecemos? – Perguntei.

- Não... Mas vai me conhecer logo. – Respondeu o homem – Você precisa encontrar umas pessoas aqui. Eles vão te acompanhar para um lugar seguro.

- Lugar seguro? – Perguntei, cara sou mesmo curioso – E que pessoas?

- Você vai ver. – Ele disse – Ora. Já estão perto, por favor, garoto os acompanhe ao acampamento, lá você encontrará amigos.

- Quê? – Perguntei quando ele se virou e entrou no prédio.

Ouvi passos se aproximarem de mim, virei a cabeça para o lado e vejo três adolescentes caminhando em minha direção.

Uma era uma garota com cabelos castanhos claros e tinha uma faixa vermelha em sua testa, vestia uma calça jeans e uma camiseta laranja na qual dizia “Acampamento Meio-Sangue”, em suas mãos estava uma espada reluzente e na outra um escudo. Os olhos dela era de um castanho escuro, pele meio bronzeada, um pouco mais alta que os dois outros adolescentes que vinham com ela.

Uma era um garoto, maior que eu (o que achei injusto, já que a garota praticamente é mais alta que eu), moreno, os músculos saltavam para fora de sua camiseta, que por sinal todos usavam a mesma camiseta laranja e Jean, cabelo raspado que nem de militares, olhos castanhos claros.

Outra era uma garota linda. Com cabelos lisos compridos soltos cor de caramelos, olhos azuis intensos, branca. Essa olhava diretamente para mim.

- Você! – Gritou a garota da faixa.

- Eu o quê? – Perguntei me virando para a garota que acabara de falar.

- Tem certeza que é ele Clarisse? – Perguntou o moreno.

- Tenho certeza absoluta, olha a aparência dele! – Retrucou ela.

- Mas ele é um gato e tanto... – Murmurou a garota de olhos azuis que me encarava.

- Sem fretar aqui ok? – Falou Clarisse.

- Vamos logo assim chamamos muita a atenção dos monstros. – Disse o moreno.

- Vamos logo! – Falou Clarisse, pegando em meus pulsos e me conduzindo de onde eles tinham vindo.

- Quem são você? O que querem de mim? E Monstros, como assim? – Despejei perguntas quando tentava me soltar da brutamontes.

- Somo sua salvação. Queremos sua segurança. Monstros nos seguem deste que saímos do acampamento. – Disse a garota de olhos azuis, cara será minha impressão ou ela estava dando em cima de mim?

- Mesmo assim não vou! – Gritei e soltei as mãos de Clarisse de meu pulso.

- Se quiser morrer tô nem ai! Que se dane! – Falou Clarisse em um tom grosseiro se virando para mim.

- Tudo bem então! Tchau! – Falei indo no lado oposto deles.

Ouvi eles discutindo, mas não parei, fui ao parque e sentei em um banco que estava livre. Logo vejo uma moça, linda para variar,cabelos compridos negros, olhos verdes, pele branca, com um vestido simples vermelho, se aproximando de mim. Ela sentou-se ao meu lado e começou á falar:

- Não é sempre que vejo garotos tão lindos como você dando sopa por ai.

- Você sempre vai direto ao assunto? – Perguntei.

Ela sorriu e chegou mais preto, encostando nossos ombros uns nos outros.

- Claro, tenho que ser sincera, antes de eu te comer! – Falando nisso ela pula em cima de mim, me derrubando do banco e colocando suas pernas no lado de meu corpo e com suas mão segura os meus pulsos.

- Você será muito apetitoso semideus! – Disse ela se transformando.

Seus cabelos, antes negros agora eram bolas incandescentes, suas pernas se tornaram um de bronze e o outro de... Burro? Bode? Sei lá. Seus olhos verdes se tornaram vermelhos e sua pele branca se tornou muito pálida, igual á um giz branco, de sua boca, seus dentes começaram a crescer até virar presas enormes tipo vampiros.

- Será uma refeição deliciosa. – Falou a criatura.

Eu estava tentando me livrar dela, mas ela estava sentada em cima de mim, me impossibilitando de chutá-la e meus braços estavam acima de eminha cabeça prensadas por uma mão com garras afiadas.

- Me solte! – Gritei – Não serei refeição de ninguém!

- Será sim, minha refeição. – Disse se aproximando de meu pescoço e abrindo um sorriso vitorioso.

Quase mordendo meu pescoço ela para com os olhos arregalados e olha para trás antes de virar pó em cima de minhas roupas favoritas. Sentei-me e vi o porque dela ter desaparecido. Uma flecha estava caída ao meu lado. As mesmas pessoas que até agora eu estava vieram correndo ao meu encontro. A garota linda de olhos azuis me deu um cantil. Hesitei, não aceito coisas dos outros ainda mais as que acabo de conhecer.

- Pode tomar bobinho. – Disse ela – Não lhe causará mal algum, se isso for o que achamos que você é.

- Eu... Não... –Gaguejei.

- Toma logo essa droga de néctar para sairmos daqui o mais rápido! – Falou Clarisse com raiva.

Peguei o cantil e tomei, ele tinha o gosto do milk-shake de chocolate que minha mãe fazia para mim. Tinha tanta saudade, eu sempre pedia para a empregada preparar um desses, mas sempre saia diferente.

No mesmo instante me senti melhor, os arranhões se cicatrizaram, me levantei e me senti bem melhor.

- Agora acredita na gente? – Perguntou o moreno – Vamos para um lugar seguro.

- Vocês ficam falando de lugar seguro e blá blá blá, afinal onde e o que é esse lugar seguro? – Perguntei curioso.

- O acampamento Meio-Sangue é o único lugar onde pessoas como nós podemos ficar. – Disse Clarisse.

- Acampamento... Meio-San... Gue... – Falei.

Meu sonho se realizando será possível? Eu estar em uma hora no meu quarto e na outra estar em Nova York. E esses acontecimentos até agora ocorrido, será que estou ficando maluco ou está mesmo acontecendo. Fiquei tão chocado e fitava a minha frente o nada. E uma pergunta ainda pairava na minha cabeça... Como isso é possível? Isso é real ou viajei de mais?

Notas finais
Nyan ~ Nãose esqueçam dos reviews! Estarei esperando anciosa!