Notas iniciais
ll Pausa. Sabe quando a sua mãe pega seu notebook e praticamente some com ele nas profundezas de... '' ah filha, fica calma que eu já vou te devolver'' Aí ela devolve as 2 da madrugada? Então. Ela me impediu de postar. T^T > Play. AHHHHHHHHHHHHHHH CARALHEO, MANO!!!! 300 COMENTÁRIOS EM 30 CAPS! 40 FAVORITOS! AH, O BRILHO DE RINXLEN É TÃO FORTE QUE O SOL PEDE PRA APAGAR A LUZ, SACÔ? Ah, bem. ^-^ Eu só posso dizer: Muito obrigada! Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada!Obrigada! ( Sim, ctrl +v e ctrl + c ) Amo muito vocês! Até porque, sem vocês eu não seria nada. Um sucesso de uma fic depende exclusivamente do sucesso dos leitores. SIM, VOCÊS SÃO UM SUCESSO, LINDOS, SEDUÇÃ1, MARAVILHOSOS E VAMOS NOS RECASAR, OKAY? Temos que renovar os votos, ué. É sério. Obrigada a: Kasumi Hyuuga, MegumiChan, NhaNha The Bunny, Bia Kagamine, Coffe, Isa Isa Neko Chan, Unicornia Colorida Manu chan, Kashir, Sanyan, Blue Potato Chan, Mr. Salvatore, Rebi, Rilakkurumyumi, Isabella Feresin, Lia Kenoharu, Beckaa ,Ana Paula Costa, Alisonpfta, AllenAM, Lia, McCartney, princesakory, vitotome, Fairy Blue,Black Dahlia, Lucy Heartfilia, Thata Kagamine, Sphere , Shaiera, SF A2 Miki, Karuta Kagamine Chan, Mari Chan e uchiha angel. AGORA É HORA DA TRETA. É ISSO MESMO. TENHO ANOTADO O NOME DE CADA UM QUE JÁ ME PEDIU POR TRETAS, OKAY?! Ah, e fiquei com muita preguiça de editar o olho do Oliver. Isso me lembra que peço para os meus respectivos autores esperem um pouco até meu review chegar, pois eu tenho mais de 15 fics pra comentar, e todos os meus comentários são imensos. Além disso, tenho dever e acabei de voltar da escola. Isso mesmo, as 4 horas da tarde, sendo que eu estudo de manhã. OU SEJA, SWEETY TÁ SÓ O PÓ.

LEN POV’S ON

–O quê?!

–Santa ingenuidade…Você achou mesmo que eu iria deixar você ir? – Perguntou Neru. É exatamente nessa hora que eu queria que ela fosse um homem...Sem dúvida eu já tava metendo porrada nessa cara de sonsa.

–Ah, e isso não foi o melhor! – Oliver começou a dizer. – Me diga Rin, qual é a sensação de ver seu ‘’namoradinho’’ beijando outra? Maravilhoso, não?

Olhei para a Rin. Sempre com a cabeça baixa, sempre triste. E dessa vez eu não tenho direito de culpar o Oliver. A culpa foi minha, toda minha. Numa situação dessas eu deveria é pensar e não simplesmente agir! Quando é que esse tipo de acordo seria levado em conta?! Estou cego apenas pensando na segurança de Rin, mas se eu continuar fazendo essas burrices inacreditavelmente idiotas, a única coisa que faço direito é fazer ela sofrer.

E eu não quero isso.

–Ah, isso está entediante... Vamos Len, vamos fazer algo divertido. – Falou Neru. Divertido mesmo é eu arrancar esse aplique do seu cabelo e usar pra varrer o chão.

–Rin... – Murmurei baixo.

Ela não levantou a cabeça, nem ao menos se moveu. A minha cota de burrice ultrapassou o limite. Se fosse de 1 a 10 eu já estaria em 72. Droga, Len! Faça algo direito! No meu ‘’esporro’’ que eu dei a Rin eu falava que as coisas que ela faz tem como consequência não só em mim e não só em ela, agora que nós temos uma terceira pessoa em jogo. Só que isso vale pra mim também. Que irritante, qual o meu recorde de besteiras em um só dia?!

–Neru, já sabe onde ir. – Oliver indicou com a mão. – Um lugar bem longe do outro. É bom que fiquem afastados. Até a Rin quer isso, não quer Rinzinha? –Não a deixou responder. – Ótimo. Foi muito bom te rever, Len. Realmente interessante, aproveite e dê adeus pra ela, garanto que não se verão por um bom tempo.

–RIN! – Gritei. Eu preciso ouvir sua voz. Oliver começou a leva-la para a direção oposta de onde estávamos. Não é uma despedida, não pode ser uma despedida! – RIN!

–Len... – Ela disse num tom tristonho.

Não, não, não, não, não! As coisas não podem terminar desse jeito!

–Eu vou te salvar! Não importa como, eu vou te salvar! – Gritei pra ela enquanto via ela se afastar mais e mais de mim.

–Palavras vazias! – Oliver gritou de longe.

–Palavras ao vento. – Neru disse, pondo a mão na cintura. – Encare a realidade. Você não vai ter um ‘’final feliz’’ como tanto anseia. Você não vai mais ver aquela lá. Seu futuro, presente e passado são e serão comigo. Então conforme-se em apenas dizer ‘’Adeus’’ – Ela olhou para onde eles iam – É a sua última chance. Depois disso, vai ser tarde demais.

Olhei pra ela quase a ponto de meter o canivete na sua garganta. Isso é, se não estivesse imobilizado e sem meu canivete. Que joguei na Rin mais cedo e quase a acertei. Cota de merdas feitas num dia : 73.

–Eu... – Olhei enquanto ainda conseguia ver Rin. – Eu te amo!

Claro que não escutei a resposta, mas o importante é que estava dito. E é tudo que ela precisa saber.

–Argh! Len! – Neru disse num tom de reprovação. – Está dizendo isso pra ela?!

Não, não, pra fatia de lasanha ali do lado.

–Algum problema?! Quem você pensa que é para ajudar a me separar da Rin?! Acha mesmo que um dia eu vou amar você?! – Vi os olhos da Neru ficaram marejados. Adivinha: Foda-se! – Você é idiota, garota ?! Desde o dia que te conheci eu não quis nada com você!

–Por favor...Isso não é verdade...

–Ah é?! Porque eu garanto que é! – Me debatia para tentar me soltar daquelas das pessoas. – Quer saber a verdade? Eu te odeio! Você e aquele imbecil estão me separando da pessoa que amo! Você acha que vou fazer o que?! Agradecer com muita devoção?! Você não passa de uma menina doente e obsessiva, parece mais uma pirralha! Vê se cresce, Neru!

–Len... – Ela começou a sorrir feito louca. – Eu vou fazer você sofrer.

LEN POV’S OFF/ RIN POV’S ON

Oliver me arrastou até uma casa um pouco afastada do porto, onde eu provavelmente não saberia de mais nada a respeito do Len.

Ele abriu a porta da casa, que era velha. Ela também era de madeira, com vigas para sustentar o teto, mas era tudo assustadoramente velho, com a cor desbotada. Ele me puxou até o segundo andar da casa, passando por escadas em que cada tábua de madeira rangia.

Tinha um pilar perto da parede de um dos quartos daquela casa, onde ele me forçou a sentar no chão e me amarrar junto a esse pilar usando uma corda.

Eu sentia ele fazendo um nó ridiculamente apertado, além do mais, esse filho da quenga caolha é marinheiro. Depois de verificar se minhas mãos estavam bem amarradas, saiu de trás do pilar e entrou no meu campo de visão.

–Porque essa cara? Você devia estar feliz. – Ele cruzou os braços. – Não viu que não precisa mais ver aquele imbecil? E agora está comigo? Não se preocupe, Rinzinha dentro de uma hora nós vamos sair dessa cidade, para que ele nunca mais nos encontre.

É isso que ele vai fazer comigo?!

Tentei me soltar daquele apertado nó. Se eu consegui? SIM, só que não. Era impossível eu me soltar. Estava muito bem preso.

–Nem tente, você não vai conseguir se soltar. – Ah, você jura?! – Você nem tem motivos pra sair de perto de mim, além disso.

–Sim eu tenho um bem grand..AH! – Eu senti uma pontada na barriga. Não foi uma pontada, foi um chute. Aya .

– O que foi? – Ele perguntou mesmo eu sabendo que ele não se importa realmente.

Sorri de um jeito macabro.

–É o meu bebê. – Vi ele arregalar os olhos. – Meu e do Len. Está chutando.

–Você... – Ele me olhou surpreso.

–Sim. Estou grávida. É uma menina, e vai se chamar Aya, se quer saber.

–Como você ousa fazer isso?! – Ele passou de surpreso para furioso. Admito que me assustei um pouco. – Com ele?! Ter uma filha dele?!

–Exatamente. – Falei com raiva, jogando na cara desse imbecil. – Ele é quem eu amo. E isso não vai mudar. Coloque isso na sua cabeça doente, Oliver.

–Impura. – Me surpreendi com que ele disse. – Você era pura Rin, perfeita para eu corromper. Mas agora...Você não tem valor. Não vale nada. Você é suja!

–Qual o seu problema?! Você é doente!

–Você não é nada....NADA! E isso – Ele apontou pra minha barriga. – É a prova da sua sujeira!

–Como?! Oliver você...

–CALA A BOCA! — Ele respirou fundo, andando de um lado para outro. — Eu não acredito que você fez uma coisa dessas! — Ele deu um soco na parede, e foi aí que eu percebi que estava com medo. – Eu...Eu não te quero mais.

Me encolhi o máximo que pude, praticamente me grudei naquele pilar. Eu estava com medo. Só queria que o Len entrasse pela porta do quarto e viesse me salvar.

Oliver saiu do quarto, batendo a porta logo atrás de si. Escutei ele descer as escadas graças aos rangidos que logo cessaram. Passaram-se longos 10 minutos até sua volta. Eu só queria que ele não voltasse.

Abaixei a cabeça, mordendo o lábio para que eu não deixasse nenhuma lágrima escapar. Porque eu estava chorando?! É exatamente nesse momento que eu preciso ser forte! Mas...Eu estou com medo.

Ele segurava um galão e deixou no canto do quarto algumas garrafas com um liquido de cor esquisita dentro. Ele me olhou de cima a baixo, estreitando os olhos, me olhando com o mais puro nojo. Ele abriu o galão que carregava e começou a despejar o líquido por todo o quarto. Jogou nos móveis velhos e abandonados, nas cortinas desbotadas, na parede, em tudo que ele via. Apenas eu escapei desse banho nojento. Além disso, era um cheiro forte, que fazia meus olhos arderem e meu nariz se incomodar.

Balançou o galão até a última gota cair e se dirigiu a porta, passando por mim. Pegou as várias garrafas que ele carregou até aqui e pôs de baixo do braço. Abriu a porta, mas hesitou, olhando pra mim mais uma vez.

–Adeus, Rin.

Depois ele bateu a porta e saiu do meu campo de visão.

Len, por favor, venha me salvar...

RIN POV’S OFF/ LEN POV’S ON

–Ei, mudança de planos , Neru. – Um dos homens disse. – Temos ordens do Oliver de levar esse cara a outro lugar.

–Mas....

–Ordens são ordens. Ele é que manda por aqui. – O homem disse ríspido.

Eles me soltaram e rapidamente me imobilizaram para me levarem até onde o filho da puta quer. Sinceramente, eu não sei o que ele quer comigo, já não fez a Rin sofrer demais?! Eu não me importaria dele me torturar ou qualquer coisa do tipo, se ela estivesse bem. Eu só queria que ela estivesse bem.

Eles me levaram até uma rua que parecia abandonada a tempos. Havia um poste de luz quase se apagando, além do mais já é quase 5 da manhã, e o céu já está clareando. Me forçaram a sentar, amarrando minhas mãos atrás do poste com uma corrente. Forcei para ver se me soltava, mas é claro que não conseguiria me soltar.

Olhei para frente. Me posicionaram exatamente em frente a uma casa velha e mais algumas outras casinhas vizinhas.

Oliver saiu da casa principal do meu foco de visão, completamente alterado, com uma raiva estampada no rosto. Ele carregava uma garrafa que aos poucos se esvaziava, já que ele a carregava com a boca para baixo, despejando o conteúdo enquanto atravessava a rua, para chegar ao poste onde eu estava preso.

O liquido parou de cair a quase um metro de distancia de mim. Assim que acabou, Oliver jogou a garrafa no chão e andou até ficar do meu lado.

Aquele liquido tinha um cheiro forte, parecia...

Gasolina.

–Parabéns. – Ele disse seco.

Não respondi, apenas olhei para casa do outro lado da rua. Aprendi que eu não devo falar merda nenhuma com Oliver.

–Não quer falar? – Ele perguntou, enquanto tirava um isqueiro do bolso e brincava de acender e apagar o fogo. – Vocês seriam uma linda família.

Espera, ele não está falando da...

–Aya. É, é um nome bonitinho.

–O que você fez?! – Perguntei quase gritando.

–Ora, ora, agora você quer falar.

–O que você fez?! — Daí eu percebi a gravidade do problema. – Onde está a Rin?!

Ele apenas apontou para a casa da frente com a cabeça.

–RIN! – Eu gritei, esperando pela sua confirmação.

–LEN! – Ela gritou de volta, desesperada.

–O que você... – Comecei a gritar de raiva, mas fui interrompido.

–É incrível como madeira pega fogo rápido, não? – Ele olhou pra mim, achando-se superior.

Ele...

–NÃO! – Gritei desesperado. – VOCÊ NÃO FARIA ISSO!

–Imagina só. Apenas uma faísca... – Ele parou de acender e apagar o isqueiro, deixando o aceso, fitando o fogo. – Pode começar um incêndio.

–Não.... – Escutava os gritos da Rin ao fundo. – Você não...

–Ups... – Ele disse debochado. Enquanto soltava o isqueiro da mão – Caiu...

O caminho de gasolina se acendeu . Me virei para frente com urgência, então eu vi...

A casa na minha frente inteira ser consumida pelo fogo.

Notas finais
QUEM TÁ PUTO LEVANTA A MÃO O/ A história é se é comigo ou com o Oliver. ;-; Ah, minhas tretas são perigosas, lembrem-se disso. Desde o cap 17....Desde o cap 17 eu venho avisando.... Então é isso galerinha, teoricamente ( APENAS TEORICAMENTE ) esse seria o penúltimo cap da fic. MAS NÃO É, OKAY. NÃO QUERO NINGUEM FALANDO QUE É. Ah, só para preocupar vocês ( Sou do mal. ) O pior ainda não ocorreu. Esperem ansiosamente para a Terça! Lembrem-se, eu mereço amor, reviews, favoritos...O que mais quiserem, até podem me xingar, mas... ( Dando uma de Len ) Não me odeiem.... Obrigada por tudo, galera! Vejo vocês nos reviews!!!!