Karakuri Burst

13 Nos dê uma chance.


Notas iniciais
Hey! Quando lerem esse capitulo pensem nisso: ECCHI É ECCHI. Esse capitulo saiu antes e é o maior até agora! Leiam as notas finais pessoas maravilindas! ESQUECI DE DIZER QUE ESSE CAPITULO TA PHODA.

RIN POVS ON

Assim que Len saiu para ajudar Gumi minha atitude e confiança viraram pó. Não creio que Gumi abriu a boca para contar do meu Ex! Sorte dela que estou calma.

Eu não sei qual é a capacidade de procura da equipe do Len, se são bons em rastreamento ou algo assim. Digo, minha preocupação não é que eles achem o Len. É que o Len ache ele.

Não que eu esteja o protegendo é claro. Mas eu não quero que Len se arrependa depois, não quero que ele sofra o mesmo que eu sofri. Ou até pior.

Sinceramente, não sei o que me deu na cabeça para ficar com aquele sem noção do meu Ex. Eu realmente fui uma garota iludida, e ele um ótimo ator. Monopolizei o sofá para me afundar nesses pensamentos do inferno. Se eu tenho o Len ao meu lado, PRA QUE EU VOU PENSAR NELE?

Mesmo no fundo, eu sei que nunca vou esquece-lo. Querendo ou não ele fez parte da minha vida. Toda vez que acordo sua imagem vem a minha mente, como uma espécie de aviso... Aquelas palavras frias, que atravessam minha mente todos os dias.

Flashback on

Eu corria naquela rua mal iluminada, com uma chuva grossa encharcando todo o meu corpo, o que fazia as feridas arderem intensamente. Virava a cabeça constantemente para trás, na esperança de não vê-lo, mas em nenhuma delas houve o resultado que eu queria. Meu corpo doía, estava cansada, e me entregando ao desespero. Um velho sentimento que eu esperava nunca mais sentir veio me rever:

Medo.

Aquilo era cansativo, mas eu precisava correr, eu tinha que fugir. Lagrimas escorriam a todo tempo e uma vez ou outra eu as limpava. Infelizmente, cheguei a uma rua sem saída. Encostei minhas costas na parede molhada, mas me arrependi logo depois. A água suja que escorria da parede fez minhas feridas gritarem.

Minhas pernas fraquejaram. Estava muito frio, conseguia enxergar minha respiração. Meu corpo tremia em resposta. Acompanhava as gostas de sangue escorrerem e cairem e misturarem na água das poças que iam em direção ao bueiro.

Um dos poucos postes de luz da rua cessava. Indicando que a lâmpada estava prestes a queimar. Pensei que tinha o despistado mas... A luz revelou sua sombra.

Tentei ir até o limite daquele rua, mas não havia como fugir. Ele estava perto... Perto demais.

–Isso não vai acabar assim.

–Sim, vai sim! Eu não sou o seu brinquedo! TUDO ACABOU! Eu acabei com o seu esquema! TUDO AQUILO FUI EU. Acabou os seus planos, o seu dinheiro, eu e você.

–ISSO NÃO VAI ACABAR ASSIM! VOCÊ ME AMA!

–Eu não te amo! Eu te ODEIO!

Ele puxou meu braço com força, o que fez minhas feridas se abrirem. A dor estava insuportável e acabei gritando. E eu sabia o quão ruim isso era.

Um tapa no rosto.

Ele sempre fazia isso. Sempre quando fazia algo que não o agradava ele me batia. Na primeira vez ele implorou por perdão e disse que nunca iria fazer de novo.

Ele mentiu.

–Se você me deixar eu vou fazer todos que te amam ou até que gostam de você sofram... Talvez assim perceba que você só pertence a mim.

Flashback off

Eu juro que aos poucos sua imagem satânica vai sair da minha mente e dar espaço ao meu loiro angelical. Que surgiu na porta da cozinha com um olhar reprovador.

–Não vai ajudar?

–Não. Não fui eu que coloquei fogo na casa. Voltei minha atenção ao teto.

–O teto ta tão interessante assim?

–Nossa ta incrível, você não sabe o que esta perdendo. Sorri debochada.

Ele bufou.

–Eu quero sentar.

–Problema seu. Quem manda nesse sofá es yo.

–Não, não. E.. Apontou para si é soy yo, metida a bilíngue.

–Depois, quando te chamo de esnobe, é bom que o senhor não reclame.

–Tsc, isso não vem ao caso. Levanta essa..

–Essa...?

–Eu ia dizer levanta essa bunda gorda do sofá, mas eu vou apanhar e sua bunda é sexy. — Pôs as mãos na cabeça para descontrair.

Eu já ia retrucar mas...

ESPERA AI... O QUE?! ELE DISSE ISSO NA CARA DURA MESMO?!

–O QUE?

–Isso mesmo que você ouviu. -Fez um sorriso malicioso. -Se não vai sair por bem, vai sair por mal.

Papai do céu. Socorro.

Len veio rapidamente até o sofá, o que quer dizer que tenho 2 segundos no máximo para fugir. O mais interessante dessa coisa toda é que eu fui levantar rápido demais e cai com tudo no chão. Praguejei em silencio, e mesmo se eu tivesse falado em voz alto não ia fazer diferença, já que eu estou com a cara colada no chão. Me virei e minhas costas ficaram contra o chão, fitei Len, que não sabia se ria ou se chorava.

–Isso foi o que? Uma tentativa de fuga?

–Mas é claro que não. Eu pulei no chão porque eu quis Cruzei os braços.

–Mas você não percebeu um fato muito importante...

–O que?- Perguntei intrigada.

–Que o sofá agora é meu!

ESSE...............................................................AHHHHHHHHHHHHH!

Len se esparramou no sofá e me mandou um beijinho com olhar de vitória. Me sentei no chão e olhei nos seus olhos.

–Eu quero sentar.

–Já não está sentada no chão?

–Ei, cavalo cadê o cavalheiro?

–Foi apagar macarrão flamejante.

–Eu quero me sentar.

–Problema seu. Quem manda nesse sofá soy yo. O sorriso de raposa estava tão grande que me assustou.

–E eu QUERO me sentar Bufei, fechando os olhos em pura indignação. E VOU me sentar.

Sentei sem me importar aonde. Afinal, estava de costas pra ele.

–D-de todos os lugares, p-precisava sentar junto nesse?

Olhei para onde estava sentada e... Ah, o lugar que eu tinha chutado mais cedo. Me remexi e apoiei minhas costas no sofá. Len estava acompanhando cada movimento meu e mordendo seu lábio inferior com força.

–Problema seu, quem manda nesse homem... — Apontei pra ele- Soy yo.

Mandei um olhar de Eu to falando sério e ele ficou sem reação. TOMA OTÁRIO! RETRUCA ESSA! QUERO VER!

–Ahh...-Muitas pessoas diriam que isso foi um suspiro, mas eu que estou em cima dele...

–Isso foi um suspiro ou um gemido?

–Delicie-se tentando descobrir.

–Vamos começar com isso de novo? Choraminguei.

–Não sou que esta atacando o ponto franco Fez aspas com as mãos.

Semicerrei os olhos, vamos começar uma guerra desse jeito.

–Acabou-se o que era doce.

Me levantei do seu colo e fui até a cozinha a procura de Gumi ignorando as reclamações de Len. Lá a encontrei cutucando o macarrão queimado com o hashi. Ok, loucuras assim já estou acostumada, mas o fato é que eu vi o treco respirar!

–Eu vou chama-lo de Nicodemos.

–Gumi, desencana disso, alguma hora vai ter que jogar esse treco...

–É Nicodemos!

–Jogar o Nicodemos fora.

Ela me olhou psicóticamente e pôs o indicador sobre meus lábios.

–Shhh -Pos a panela com o macarrão queimado no colo e começou a ninar como se fosse um bebê -Não se preocupe Nicodemos, a Tia Rin não fez por mal, é que ela ta carente dos beijos do Tio Len.

Um novo nível de loucura se estabeleceu entre nós.

Espiei pela porta da cozinha para ver se Len continua mofando na sala.

–Gumi, falando sério, olha isso. — Mostrei minha arma com o compartimento descarregado. Estou zerada.

Gumi tacou Nicodemos em algum canto da cozinha.

–Rin, você sabe muito bem que essa sua arma não pode ser carregada com qualquer bala...

–Sim... Só balas russas.

–Acha mesmo que vai encontrar algo assim por aqui?

–Aqui é a Bifurcação da Noite, com o grande extenso mercado negro subterrâneo...

–Por isso que os tiras nunca nos acham!

–E...

–Conta pra mim como você vai comprar as balas com o Len atrás de você.

–Ele tem que ver a tão amada equipe dele. Nesse tempo eu compro.

–Acho melhor voltarmos para sala para não levantarmos suspeitas.

Eu estava a caminho da sala quando ela segurou minha mão.

–Rin você precisa contar pra ele. Eu sei que sou a única que sabe disso tudo... Mas você precisa confiar nele.

–Agora não, Gumi. Não é o momento ainda.

–E quando será?

–Não sei. De verdade? Não sei mesmo.

–Você sabe onde ele esta não sabe?

–Sei, e nem gaste saliva me perguntando porque eu não vou te dizer.

–Você é muito sem graça!

Ignorei esse lindo comentário e voltei pra sala.

–Leeen, ta tarde.

–E eu com isso?

–To falando que nós temos que ir dormir, idiota.

–Não, eu estou com RINsônia.

–E eu tenho um garoto probLENmático. Anda, que eu to com sono.

–Gumi e o macarrão? Já era? — Len perguntou.

–Cuidado ao falar do Nicodemos, Len.

–Quem é Nicodemos Rin? Você ta louquinha. -Disse fazendo sinal de louca com a língua pra fora.

Ta... Só dessa vez passa.

Subimos até o segundo andar prontos para durmir. Len bateu com tanta força a porta que eu dei um pulo pra trás.

–Se essa casa for velha, desaba tudo!

–Não importa, porque agora você É TODINHA MINHA.

Antes de eu abrir a boca para dizer qualquer coisa, Len me agarrou e me prensou na parede ao lado da porta. Ele começou a fazer uma trilha de beijos do meu pescoço até o canto da minha boca. Ele encostou sua testa na minha de modo que ficássemos bem próximos. Ele sorriu malicioso e eu estava com uma cara de retardada.

–O-o que é isso?

–Minha vingança. Hoje você brincou muito comigo. Agora é minha vez.

Dito isso, se desencostou de mim e percorreu as mãos pelo meu corpo. Quando chegou nas minhas pernas desacelerou o ritmo, como uma espécie de tortura pra mim. Ele ajoelhou na minha frente e começou a passar as mãos nas minhas coxas debaixo da minha camisola. E ISSO ESTAVA ME ENLOUQUECENDO. Lutava tentando deixar a camisola num nível normal, porque ele me provocava ameaçando a subir. Tentei o impedir segurando em seus cabelos e o afastando de mim, mesmo não querendo. O máximo que consegui fazer foi faze-lo me encarar, já que estava muito focado no seu trabalho. Ele olhou nos meus olhos suplicantes, deu um sorriso de canto e murmurou um simples não terminei. Por um segundo tirou as mãos de mim e se apoiou na parede. Logo depois começou a dar leves mordidas na minha coxa e beijar perto de um lugar muito especial e acabei soltando um gemidinho baixo, que não passou despercebido por ele. Que droga.

–Eu sei que assim como eu, esta maravilhoso. Mas se a Gumi vier aqui me atrapalhar eu não respondo pelos meus atos.

–Nasceu esnobe, morre esnobe.

Ele se levantou e me ergueu no ar me segurando pela cintura e me jogou na cama. Ficou por cima de mim, colocando o joelho entre minhas pernas, me impedindo de fechá-las. Eu ofegava e ele parecia aproveitar cada segundo. Ele rasgou sua camisa branca de botões que usava de pijama. Revelando seu abdômen tanquinho. NOSSA QUE VISÃO DOS DEUSES!

Ele diminuiu a curta distancia entre nós e me deu um beijo calmo e demorado. Ele sorriu e caiu ao meu lado na cama.

–Deu por hoje.

–Como assim?

Segurou a risada.

–Vai ficar querendo mais dona Rin. Não era você que queria dormir? Pois agora vamos dormir.

–Não! Você não pode...- Me silenciou com um beijo.

–Fica calma, ainda vamos terminar isso... -Se espreguiçou- Só que não hoje.

Cruzei os braços.

–Não fica brava, Laranjinha. Puxou os lençóis e me abraçou.

–Não é a primeira vez...

–Hm?

–Não é a primeira vez que me chamam de Laranjinha.

Só com essa rase Len fez o melhor sorriso de felicidade que eu já vi e me abraçou apertado. Não entendi o porque disso, mas não importa vê-lo feliz me deixa feliz.

///////

–Tudo pronto então?- Len perguntou.

–Acho que sim, tudo pronto Gumi? -Gritei para o segundo andar.

–Tudo, só um segundo!

Eu e Len já estávamos usando nossas roupas habituais e esperávamos por Gumi na porta da casa. A mesma desceu correndo as escadas e quase caiu no processo. Vestia agora um manto branco, e se virasse o tecido, ele se tornaria preto. Ela sacou um bolo de chaves e escolheu uma chave fina e comprida para destrancar a porta.

–Bom, é aqui que a gente se despede. Tomem -Nos entregou a chave — Eu tenho outra, venham quando quiserem! Até a próxima loirinhos!

E lá se foi Gumi, desaparecendo na curva da bifurcação.

–E... Agora?

Olhei para Len segurando as lágrimas nos olhos. Droga, porque sou tão fraca?

–Eu não sei... Eu não quero desistir de você.

–Deixaria de ser bom para ser mau?

–Deixaria de ser má para ser boa?

Um silencio incomodo se instalou sobre nós.

–Você me ama?

–Claro.

–Então diga.

–Estou te mimando demais — Revirei os olhos. — Kagamine Len, eu te amo. -Falei sorrindo.

–Então está decidido.

–O quê?

Len se ajoelhou e pegou minhas mãos.

–Quando pequeno, fui visitar meus avós maternos, porque eles estavam prestes a falecer. Não importava o quanto pediam para irem falecer no hospital, eles resolveram ficar juntos até o ultimo momento. Fui até o chalé onde eles viviam, sabe, para me despedir. Minha vó me puxou num canto e disse que meu coração só vai se apaixonar por uma garota e apenas por ela. Eu posso ama-la até morrer, mas se ela não me amar só vou sofrer. Então....

As lágrimas já rolavam sob o meu rosto e eu sorria, mesmo não sabendo o que ele queria. Do seu bolso esquerdo ele pegou um belo anel de esmeraldas divididas em quatro. Eles pôs o anel no meu anelar ( N.A: Dedo depois do mindinho )

–Esse anel era dela. E assim que me deu, ela deitou na cama ao lado do meu avô e fechou os olhos. Não me lembro quanto tempo ela viveu, mas todo esse tempo viveu feliz. E enquanto você não estiver comigo sei que não serei feliz. Então Kagamine Rin, Você quer dar uma chance para o nosso amor?

Você quer ser minha namorada?

Notas finais
~NÃO OUSEM SAIR DAQUI SEM COMENTAR E/OU LER!~ Wow, eu e Len tamos muito Troll , hahahaha ( risos preocupados ) Quem achou que era um pedido de casamento levanta a mão! ( TT _ TT ) Quem achou que ia ter hentai levanta a mão! ( Ò ... ó ) Well, tenho uma pergunta: Meus queridos leitores shippam Mikaito ou Kamei? O shipp mais forte vai ser o OFICIAL! Mais uma coisa.... Quantos leitores querem hentai? Sei la´..... Pelo ecchi que vocês leram lá em cima, JA DEU PRA PERCEBER QUE EU NÃO TENHO JEITO PRA COISA! Mas assim...... Se vocês quiserem esse balagadaio façam o seguinte: coloque no seu review a seguinte frase: ''SWEET CUMPRA A SUA PROMESSA!" Se tiver um numero considerável de reviews com essa frase eu PROMETO que faço o hentai... MAS ESPERA! Eu não sei quando e nem como, então quer dizer que pode ser no próximo capitulo ou no capitulo 20. MAS QUE EU COLOCO, EU COLOCO. MAS SÓ SE TIVER UM NUMERO CONSIDERÁVEL!