Notas iniciais
Hello darlings! E... OH MINHA VIDA, FALTAM DOIS COMENTÁRIOS PRA 200!!!!!!!! Eu amo demais vocês. Queria muito expressar isso. Bem vindas: Shaiera e Snow Queen! Bem vindas a minha histórinha ^-^ Queria dizer que as atualizações sempre serão segunda, mas eu postei hoje, então amanhã não vai ter, MAS DAÍ EM DIANTE VAI SER SÓ SEGUNDA, OK? Ah, tambem queria dizer que demoro pra responder os reviews porque só segunda eu fico no computador de verdade, PORÉM, vai acontecer algo muito bom daqui algumas semanas para MIM. O que quer dizer que talvez eu possa atualizar a fic mais rápido.... RUMO AOS 200!!!!

LEN POV’S ON

–É sério isso?

Rin cruzou os braços e me olhou brava.

–Claro que é. Quero saber porque você é tão rico. Oh, mil desculpas, quero dizer: Aquele senhor que dá esmola aos BILIONÁRIOS.

–Eu não sou tão rico assim. Me considero classe média.

–Isso! – Enfiou um bombom na boca. – Unhilha mesmo.

–Quê?

–Unhilha mesmo.

–Como?

–UNHILH... – Engoliu o doce – Humilha mesmo.

–Sou só financeiramente mais estável que as outras pessoas.

–Uhum, e eu me sinto incrível quando roubo Nutela. – Rin suspirou – Foi drogas, não foi?

–Kagamine Rin. – Falei sério com olhar assassino – Se você já vendeu drogas alguma vez na sua vida, vamos ter ‘’aquela conversa’’

–Ah é? Primeiramente, já vamos ter ‘’aquela conversa’’ né? ‘’Meu lindo’’? – Anotação mental: Não fazer olhares assassinos para verdadeiros assassinos. Você se arrependerá. – Em segundo lugar, eu nunca vendi drogas. Pensei. Mas vender mesmo eu nunca vendi! Mas fala a verdade, foi assim, não foi? Sabia que era lucrativo.....

–Eu NÃO vendi drogas, Rin.

–O que foi então? Vendeu seu corpo?

–Rin. Já parou pra escutar o que você fala?

Ela só arqueou a sobrancelha, esperando a minha resposta.

–NÃO. Agora e pra sempre, isso tudo aqui ... – Apontei pra mim – É só seu.

–Gente! Que homem seduzente é esse? – Fingiu limpar baba , depois ficou séria de novo – Vai falar ou não?

–Rin, eu ganhei a herança dos meus avós, e meu trabalho é perigoso, por isso meus salários são altos. Eu comprei o meu apartamento, carro e casa de praia com a herança e...

–Lenzinho do meu coração, você disse casa de praia?

–Ah, agora é ‘’Lenzinho do meu coração’’? Não é mais oxigenado, não? – Perguntei provocando.

–É uma chance de me ver de biquíni, oxigenado.

–BEM, — Sorri rapidamente. – Sempre podemos repensar...

–Aproveitador. – Ela me puxou pela blusa até ela, que estava sentada na cama do hospital.

–Interesseira. – A empurrei até deitar na cama, e fiquei por cima do seu corpo.

–Humilhador do povão. – Me aproximou do seu rosto, me puxando até si com sua mãos.

–Ladra de Nutela. – Beijei o canto da sua boca.

–Loirinho esnob... – A calei com um beijo. Eu precisava disso. Sentia falta do seu toque, do seu calor. Todo esse tempo fiquei ao seu lado, a esperando acordar para beijar aqueles lábios rosados mais uma vez. Estava a beijando com desejo, porque eu nunca quis tanto a minha loirinha. Além do mais, preciso repor todos esses dias que foram gastados.

–Caham...Caham... – Luka forçou uma tosse, enquanto mandava um olhar reprovador. – Atrapalho?

Olhei pra baixo e vi Rin corar. Ah, qual o problema? É só um hospital. Já fizemos isso no chão da rua, na casa da Gumi....

–Bastante. – Saí de cima da Rin e sentei na poltrona.

–Já estou começando a sentir saudades de quando você era mudo. – Luka me olhou mortalmente.

–Luka! Achou a Meiko? – Rin perguntou, enquanto eu e Luka disputávamos para ver quem tinha o melhor olhar mortal. A Luka dá medo. Depois de um tempo desviei o olhar, Luka fez um sorriso de vitória, me mostrou a língua e fez o V de vitória com as mãos. Maldita.

–Digamos que vamos ter mais um casal por aqui.

Ãn? Espera um pouco, ela não quis dizer o Kai...

–Toma! Toma! Toma! Toma! Toma! – Rin começou a dar soquinhos no meu braço. – Eu falei que tinha coisa entre eles!

Luka começou a rir e eu bufei.

–Eu sou demais! Sou Rin, ‘’A poderosa vidente. ‘’ – Depois começou a dançar sozinha. Passados 5 minutos, precisei dizer alguma coisa.

–Rin, você está ridícula.

–Não estou não! – Ela pulou da cama, e quase surtei de susto. Ela não pode fazer esses movimentos bruscos com a perna! – Dançar sem musica é uma das maravilhas da vida! Vem cá oxigenado!

Ela me puxou e eu quase caí da poltrona no processo. Me arrastou até o meio do quarto, olhou pra mim com cara de quem quer alguma coisa. Depois de um tempo, cruzou os braços.

–Rin?

–Anda logo!

–O que você quer?

–Convide a dama pra dançar, ué.

–Você tá falando sério?

–Juro que vi um médico gatinho passar ali e...

–A senhorita me dá a honra? – A interrompi para ela parar com essa palhaçada.

–Não sei... Estou com um acompanhante, mas ele foi pegar uma taça de vinho... – Ela falou pondo a mão no queixo, como se estivesse pensando no assunto. Que bonitinho, ela quer se fazer de difícil pra cima de mim. Só que eu não aceito ‘’não’’.

–Então ele foi muito burro de deixar uma tão bela dama sozinha. – Sorri pra ela, que estendeu a mão para mim. Rin 0 x Len 1. – O maestro vai começar uma valsa, me acompanha?

–Com todo o prazer.

Não sei o que deu na gente para fingir que estamos em um baile do século 19, mas agora estamos. Coloquei umas das mãos em sua cintura e aproximei de mim. Segurei e ergui sua mão no ar, e comecei a conduzi-la nessa incrível dança com essa romântica ‘’musica’’.

–Ah não. Eu é que não vou ficar sozinha! – Luka pegou o tripé que segurava o soro que a Rin usava. Usava. Porque ela arrancou aquilo do braço assim que teve oportunidade.

–Mas que diab... – Kaito e Meiko chegaram na porta.

–Êêêêêê! – Falamos juntos.

–Kaito e Meiko, debaixo da árvore... SE BEIJANDO! – Luka começou a cantarolar enquanto dançava.

–Nós não estamos loucos! – Rin gritou.

Estiquei meu braço para Rin fazer um rodopio, depois que o fez, esticou seu braço o máximo que podia se afastar de mim sem soltar nossas mãos. Depois voltou até mim, rodopiando de volta, unindo nossos braços até estar completamente envolvida por eles, colada em meu corpo.

–Estamos dançando. Isso daqui é um baile. Ou vocês dançam ou vocês vão embora. – Falei.

–Já perceberam que não tem música nenhuma? – Meiko apontou pro ar com a mão livre, pois a outra estava entrelaçada com a mão de Kaito.

–Ei! — Kaito ficou ofendido. – Quem teve essa idéia? Esse tipo de coisa é coisa do Sr.Romance! Isso foi plágio!

–Kaito! Meiko! – Rin começou a rir – Parem de pensar tanto! Não percebem que a ‘’música’’ esta prestes a acabar?

–Senhorita, não podemos perder, essa é a ultima ‘’música’’ da noite! – Kaito, estendeu a mão para Meiko.

–Correto, nobre rapaz. – Meiko colocou a mão sobre a palma de Kaito e os dois começaram a dançar também.

Ok. Okay. Vamos analisar a cena: Estamos os 5 dançando sem absolutamente música nenhuma num quarto de hospital. Fingindo que estamos em um baile importante com um maestro tocando com uma banda clássica ao fundo. Teve uma hora que todos começamos a rir. Girando pra cá... Girando pra lá... Sem som nenhum. Mas era divertido. Era perfeito. Era a Rin.

–Eu te amo. –Sussurrei em seu ouvido, e vi Rin estremecer.

–Eu também te amo. – Sussurrou de volta.

–KYAH! MASOQUEÉISSO?!

Todos paramos de dançar. Mas não é porque alguém chegou, foi porque a ‘’música’’ acabou. Não faz sentido dançar sem música, faz?

–Oi SeeU! – Rin acenou.

–AHHHHHHHHHH! KAGAMINE RIN! – Ela começou a tremer. Falei que essa menina era estranha – E VOCÊ – Apontou pra mim – PORQUE NÃO ESTÁ ‘’KATANANDO’’ ELA? PORQUE VOCÊ NÃO ESTÁ ATIRANDO NELE? VOCÊS ESTAVAM DANÇANDO? SOCORRO!!!!!!!!!!

–Ela disse atirando pra mim. E pra você foi ‘’katanando’’ tá vendo como o revólver é melhor? – Droga. Rin 1 x Len 1

–Fica quietinha, fica.

–Oi SeeU, tudo na paz? – Claro que não. – Eu e ele somos um casal. Sabe? A gente mora junto e mais umas coisinhas aê. – Hum, ‘’coisinhas’’ é?

–Sou só eu, ou o mundo ta girando? – SeeU massageou as têmporas.

–Eu quero ser liberada. Não quero ficar nesse hospital. – Rin reclamou.

–Mas... Bem, precisa fazer alguns exames... – SeeU parecia escolher as palavras com cuidado. -Tá... Vamos fazer um raio X da perna, exame de sangue, um eletrocardiograma, exame de urina....

–Ah... Eu preciso fazer tudo isso mesmo? – Rin choramingou.

–Deve e vai. Nem que eu tenha que te levar a força, Rin. Vou ficar observando tudo, caso dê uma de espertinha. É sobre a sua saúde, então vou ser mais chato que tia da biblioteca com alguém gritando.

–Ah, Len! – Bateu os pés no chão – Que chato...

–Você quis dizer insuportável. Você não viu nada.

–Mas.... – Luka interviu – A menina acabou de ir no banheiro, enfermeira. E eles dois estavam se entupindo de trufa de chocolate a poucos minutos atrás.

Aí você se pergunta: CULPA DE QUEM? Do Len? Não. Da fome? Não. Das estrelas? Não. DA KAGAMINE RIN, E SUA FOME DE DRAGA QUE FEZ ME ENGOLIR APROXIMADAMENTE 15 CAIXAS DE BOMBOM.

–Hum... Então vamos fazer o raio X..... Por favor, me acompanhem.

Peguei Rin no colo estilo noivo-noiva e comecei a seguir a SeeU.

–Len, eu só fui esfaqueada, ainda posso andar.

–Ah...Claro. SÓ. Não ligo, disse que ia ser chato.

–Mas as pessoas estão olhando...

–Olha a minha cara de quem liga.

Fiz um ‘’poker face’’ antes que ela dissesse qualquer coisa. Depois que desistiu de andar sozinha, cruzou os braços e fez cara de mal humorada.

–Eu não sou um bebê.

–Sei disso. – Aí me deu uma vontade imensa de provoca-la. Pelos velhos tempos. – Mas o meu bebezão aqui não sabe nem sair na rua sem ser sequestrada por um maníaco.

–Eu não tenho culpa de ser irresistível. Todos me querem, até me chamaram para ser capa da Vogue, mas eu recusei, se não nem ia poder andar na rua sem ser atacada por fãs.

–Ah tá. E você acha que eu não tenho as minhas fãngirls?

–Vá se catar. Você é meu e pronto. – Emburrou de novo. Rin 1 x Len 2

–Por aqui. – SeeU empurrou uma porta que tinha uma plaquinha dizendo que era raio X.

Aparentemente, Rin não fraturou nem um osso da perna. E ela ficou repetindo várias vezes que iriam eletrocutar ela no eletrocardiograma. Não importa quantas vezes eu tenha dito pra ela que o nome não quer dizer que vão dar choques no coração. Ela disse que não e que de jeito nenhum iria. Essas mulheres....

–LEMBREI!

–Que foi Rin? – Perguntei enquanto saíamos do hospital.

–Vamos até o shopping pegar as minhas compras.

–Como assim?

–Duvido que o Nero tenha pegado o carro dele de volta, então as minhas compras ainda estão lá!

–Para, para, para, para só um pouquinho para eu ver se entendi direito. Você não só teve um tipo de ‘’encontro’’ com o Nero, como também foi no carro dele? ( N.A: Ciuminho é? )

–Mas Len...

–Em casa a gente conversa. – Rin 1 x Len 3.

Então fomos até o shopping com o meu carro, porque Rin ainda usava aquele vestido branco cheio de cortes, porque foi com essa roupa que ela foi pro hospital. E eu, que sou um gênio da matemática, esqueci de pegar uma roupa pra quando ela acordasse. Fomos até o carro do Nero, que eu dei o apelido ‘’carinhoso’’ de filho da puta, para pegarmos as roupas da Rin. Mas não era pouca. ERA MUITA ROUPA. Quase que não coube na mala do meu carro.

Fomos para o meu apartamento, com Kaito, Luka e Meiko nos acompanhando. Estávamos no hall de entrada, sentados no sofá falando sobre as compras da Rin. Claro que eu e Kaito não estávamos nem um pouco a vontade, mas fazer o que... Então alguém começou a bater na porta, eu e Kaito quase vibramos de alegria.

Me levantei e fui atender.

–Já vai, já vai... – Destranquei a porta.

–CHEGUEMÔ!

–Gumi!

–Loira! O docinho e eu descobrimos que você se esculhambou toda! – Gumi entrou na casa sem mais nem menos. Piko deu de ombros e entrou logo depois, e seguindo veio...

–Ryuto!

–Bichinha? É você? – Que amigável....

–Cala boca, garota.

–Jujubinha, fica calma.

–Meu Deus do céu. Eu não aguento mais esse treco de ‘’Jujubinha’’ e ‘’Docinho’’. – Ryuto sussurrou pra mim.

–Bem gente, esse é o Ryuto, o meu irmãozinho! – Gumi falava enquanto apertava as bochechas dele.

–Deu um trabalho encontrar ele... – Piko coçou a cabeça – Mas não a nada que eu não faça por você, jujubinha.

–Me dá um beijinho, docinho.

–Faça parar! – Ryuto gritou.

–O que tem de novidade, Gumi?

–Bem, viajamos muito, tiramos muitas fotos, provamos novas comidas, compramos diversas fotos, aprendemos a fazer suco de uva, vi uns porquinhos filhotes, dirigi um trator, andei de trem, e eu estou grávida de 5 meses e ele vai se chamar Nicodemos Gunthino.

–Nossa Gumi que legal, você dirigiu um... PERAÍ, O QUE?!

–VOCÊ O QUE?! – Todos gritamos.

–Passa pra cá. – Gumi estendeu a mão pra Piko. Que bufou e entregou 500 ienes pra Gumi. – Eu falei que eles iam acreditar.

–Droga! – Piko lamentou.

–Por um segundo... Eu pensei que... – Meiko parecia se recuperar.

–O que tem de bom pra comer? – Gumi pulou no sofá. – E que roupas lindas são essas?

–Ah... – Pus a mão na cabeça. – Eu vou pedir umas pizzas.

Peguei o telefone móvel animado. As coisas estão tão boas... Mas tudo dando tão perfeito, é sinal que algo está errado.

Dois meses depois...

–Não Len! Não vou comer caramujo!

Estamos no momento em um restaurante francês em Tokyo. Aqui na mesa estão Luka e Gakupo, Gumi e Piko, Kaito e Meiko, e por fim, eu e Rin.

–Não é caramujo. – Talvez – O nome é escargot. É um prato muito famoso lá na França.

–Estou no Japão, não na França! Como irei usar hashi nisso daí?

–Se usa garfo, para comer isso.

–Isso é coisa do ocidente! Só vou usar hashi e pronto.

–Verdade Rin. De quem foi a idéia de vir num restaurante francês, pra inicio de conversa? – Gakupo perguntou.

–Minha é que não foi. – Rin cruzou os braços.

–O que é França? – Gumi perguntou.

–Não olhe pra mim. – Piko ergueu os braços.

–Luka que me ligou avisando que viríamos aqui – Me pronunciei.

–Mas foi porque a Meiko propôs. – Luka se defendeu.

–Mas foi o Kaito que...

Todos olhamos para Kaito.

–Que foi? Paris é na França! E Paris é a cidade do amor! Como o Sr.Romance não iria provar comida francesa?

–KAITO! – Gritamos.

–Eu não estou me sentindo bem... – Rin falou.

–Você nem provou essa gororoba esquisita! – Gumi falou.

–Sério... Eu não me sinto bem...

–Toma esse champanhe que melhora. – Luka empurrou a taça até ela. Rin olhou para a bebida e acompanhou as bolinhas de gás explodirem ao chegar no topo da taça.

–Não quero beber álcool. Eu... Não to bem...

–Vai no banheiro molhar o rosto, Rin.

–Tem razão, Meiko. – Rin olhou pros lados e viu um garçom. Fez sinal com as mãos e veio até nós. – Com licença, onde fica o toilette?

O garçom apontou onde Rin deveria ir.

–Mais alguém viu a Rin falar russo? – Gumi perguntou.

–O quê? Só porque eu não quero comer caramujo não quer dizer que eu não saiba falar banheiro em francês.

Rin levantou da mesa e foi até a porta onde o garçom indicou.

Depois disso, deu tempo de chegar a comida, e o garçom trazer mais algumas bebidas.

–A Rin tá demorando, né? – Luka perguntou.

–Um pouco...

–Bastante, você quis dizer. – Kaito falou.

–Quer que eu veja se ela está bem? – Meiko perguntou.

–Não precisa, olha ela ali. – Gumi apontou.

Rin veio até nossa mesa, mas não sentou.

–Rin... Você enfiou a cabeça no saco de farinha? – Gumi perguntou.

–N-não.... Porque?

–Você tá pálida!

–Eu s-só preciso d-de ar...

Rin começou a ir em direção a saída do restaurante.

–Ela não tava brincando quando disse que não tava bem. Eu vou atrás dela. – Me levantei e a segui.

Ela saiu do restaurante, e não fiz contato de imediato com ela. E como estava de noite, fiquei escondido atrás de um poste e a fiquei observando. Alguma coisa estava errada. Ela deu alguma voltas, então parou do nada e correu para um beco. Saí do meu esconderijo não tão secreto e corri atrás dela. Quando cheguei na curva que dá para o beco, Rin estava com a cara enfiada numa lata de lixo. Vomitando.

–Rin. A quanto tempo isso vem acontecendo? – Perguntei sério, preocupado dela correr o risco de desidratação.

–M-mais ou menos... uns 3 dias... S-sempre a noite.

–E porque você não me contou?

–PORQUE VOCÊ IA ME LEVAR PRO HOSPITAL! – Ela emburrou – Sabe que eu não gosto de hospitais...

–É exatamente pra onde eu vou te levar, Rin.

–Não! Eu não quero...

–Problema seu. Anda. – Comecei a puxar pelo braço. Abri a porta do meu carro e abri as janelas. Fomos até o hospital, e mandei uma mensagem para avisar que estou levando/arrastando a Rin pro hospital.

Chegamos no hospital, que já posso chamar de segunda casa, e levei Rin para o PS. SeeU veio nos atender, e não teve aquele ataque que ela sempre tem quando nos vê. Ela pediu um exame de sangue e de urina, e Rin foi fazer o que tinha que fazer. Agora estamos na sala de espera, esperando os resultados dos exames. Estou preocupado com Rin, ela realmente parece mal.

–Rin, Len? Será que podem vir aqui? – SeeU estava com um sorriso gigante na cara. Eu fiquei com medo daquilo. Não sabia que humanos riam daquele jeito.

Eu e Rin fomos até uma sala qualquer do hospital que não tinha ninguém. Rin estava andando apoiada em mim, e naquela sala tinha uma cama, parecia que estávamos na pediatria.

–Gente, porque não me contaram? – SeeU não parava de rir.

–Hum? Contar o que? – Perguntei.

–Como assim o que? – SeeU continuava a sorrir – Gente, vocês sabem! Seus safadenhos.

–SeeU, a gente não tá entendendo. – Rin falou.

–Oh... – O sorriso desapareceu. – Vocês não sabem?

–Não...

–A razão de você vomitar...

–Não, SeeU. – Falei sério.

–Rin... Len... – SeeU juntou as mãos animada. — Vocês vão ter um filho!

Eu olhei pra Rin e Rin olhou pra mim, e quase instantaneamente falamos:

–O QUÊ?!

Notas finais
Ah!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Quem ficou com um sorriso na cara ao ler esse final levanta a mão, e comenta que sorriu! Postei no dias dos pais, porque o Len vai virar papai, sou um doce né? MAS. Vocês sabem como eu sou né? Vai rolar umas tretas, é claro. Gente, as palavras do meu word e do Nyah não conferem, parece que tem uma palavra intrusa nesse bololo, então se acharem me avisem, ok? Vejo vocês nos reviews! E obrigada mais uma vez!