Notas iniciais
~PARADOS AÍ LEITORES QUE DESCEM DIRETO PRO CAPITULO~ Yo... Por favor, atenção ao que direi agora. Eu tenho uma péssima noticia pra contar a vocês.... É com pesar que anuncio que Karakuri Burst está a um fio de não ser mais atualizada por um tempo indeterminado. PUTA MERDA, CARA. Sweety tá quase chorando. Leitores: WHAT?! *Pânico* COMO ASSIM SUA FDP?! ...Ah... Os haters devem estar celebrando agora....Deixe-me explicar. Vocês já estudaram/estudarão que as coisas hoje em dia não são feitas pra durar. Elas tem um prazo e se estragam, de modo que sempre iremos comprar mais. Infelizmente, usando os últimos minutos de energia do meu precioso notebook, eu os uso para postar. Leitores: *Respirando fundo* Era só isso? Nos assustou. E não para por ai. O problema é que foi o carregador do meu notebook que estragou. Meu notebook nunca mais irá se ligar. Meu notebook é uma edição rara, a Hp fez somente uns mil, 5 mil, sei lá, dele. Não há outro carregador pra comprar. E além disso, dentro do meu note, o compartimento de bateria também se estragou. E qual o real problema? Tudo meu está aqui. KB está nesse note que nunca mais irá ligar. Foda né? Então nesses últimos minutos que me restam com o meu melhor computador, eu posto o capitulo 44, e faço o Backup dos meus arquivos. SÓ QUE A MERDA SE TRIPLICA. Sem meu notebook = Sem atualizações de Karakuri Burst. Como irei escrever? Como irei editar imagens? Como irei postar? Sabe quando você perde no GTA V e aparece um "Se fodeu" na tela? Pois é. SWEETY TÁ TENDO UM COLAPSO! *Começa a chorar, se joga no canto da depressão* Watermelon Candy, agora você assume! Watermelon Candy ( Luke ) Puta merda, essa garota... Bem, sabemos que chegamos a 500 comentários, mas a Sweet tá que nem uma otária morrendo no escuro da casa, e como o notebook está tendo os últimos suspiros, não conseguimos preparar nada especial, nossas sinceras desculpas, quando reaparecermos, faremos tudo correto ^-^ A maradiwa vitotome acertou perfeitamente a frase e o diálogo, estrela de ouro pra ela. Se querem muito saber, vão nos comentários do capitulo passado ^-^ *Watermelon Candy repara a cara de surpresa dos leitores e depois olha pra otária...Cof...Cof.. Sweet* CHEGA DE DRAMA NESTA CARALHA ! Sweet, essa fic é tua, assuma essa bagaça como uma verdadeira líder! *Sweet retorna* QUER SABER? *Soco na mesa* SE EU FUI A DEMENTE QUE POSTOU NO NATAL E ANO NOVO ROTEANDO NET DO CELULAR PRO PC, ATÉ PARECE QUE ISSO VAI ME DERROTAR! >:( Ainda há uma última esperança! O note da minha mãe. Eu sei, é um verdadeiro cu mexer no pc dos pais, ainda mais a minha mãe, que não sabe da fic, mas eu consigo! Talvez não tenha capítulo próxima quarta, mas podem ficar tranquilos, vou dar um jeito! Nunca irei decepcionar vocês ^-^

PIKO POV’S ON

Cerca de 11 meses atrás...

‘’Eu vou ter que ir no décimo sétimo, vou ter que ir no décimo sétimo.’’

–Mas que merda! – Bati com força nas paredes do elevador.

Estava dentro do elevador, saindo do vigésimo quinto andar para ir pro décimo sétimo. Acompanhei o decair dos números na pequena tela do elevador.

Isso é irritante. Só porque sou o superior das equipes de busca eu vou precisar ir falar com aquela gente. Sinceramente, não podia ser qualquer outro pateta?

Não Piko. Tem que ser você.

Se fosse qualquer outra equipe, repito, QUALQUER OUTRA, tava ótimo.

Mas não. Tem que ser a equipe 202.

A equipe dourada da Karakuri, aquela que consegue ocupar 75% do décimo sétimo andar só com a sala deles.

Primeiro, tem a Meiko. Aquela mulher que não vai hesitar em te meter uma porrada se falar qualquer coisa errada.

Segundo, a Luka. A Luka é uma pessoa que lê almas com aqueles olhos azuis fantasmagóricos, deixando a pessoa completamente sem jeito.

Terceiro, o Kaito. Esse cara não é normal. Não, não é normal mesmo. Além disso, é esquisito como de um segundo a outro ele deixa de ser uma pessoa retardada e vira uma pessoa fria.

E por último, se achando o mais importante, o Len. Líder desses outros três, tem a fama de pegador, e é esnobe pra caralho.

Eu ainda não tive o desprazer de conhecer esses quatro, ‘’ a brilhante equipe 202’’, mas pelo o que o pessoal do meu departamento fala, não podem ser boas pessoas.

Isso é, levando em conta o que é ser ‘’bom’’, hoje em dia.

As portas do elevador abriram. Suspirei pesado jogando meu corpo pra fora daquele elevador e indo em direção a sala deles. Bati três vezes na porta deles. Não houve resposta.

Ótimo, não tem ninguém. Agora é só eu voltar pro meu andar e...

Quando me virei pra trás, dando o primeiro passo pra dar o fora daquele andar, ouço a porta ser aberta.

–Não Meiko, até parece. Sabe muito bem que o Philip é o cara mais bundudo daqui, parece até uma mulher. Eu e o Len chamamos ele de popozuda.

Me virei pra trás com cara de ‘’poker face’’ e encarei aquele ser azulado.

Kaito, que estava virado pra trás conversando com Meiko virou pra frente e me encarou.

–Ah, oi Piko. – Ele sorriu. – Entra cara.

–Kaito, aquilo é uma doença, não zoa o cara, não. – Disse Meiko abrindo o frigobar e pegando uma garrafa de sake. – Você e o Len são dois retardados, e se a popozuda escuta vocês chamando ele assim e... Opa! – Ela pôs a mão na boca.

–Tá vendo? Até você chamou ele de popozuda! – Kaito riu fechando a porta atrás de mim.

–Cala a boca! – Ela gritou.

–Vem calar. – Ele respondeu com olhar de desafio.

Eles ficaram se encarando, e na boa, achei que eles ia se pegar.

–Desculpe. – Disse meio alto. – Mas eu quero saber porque me chamaram aqui.

–Ah, claro. – Kaito descontraiu completamente colocando as mãos na nuca. – Precisamos que você e sua equipe encontre o Len.

Não... Esse cara que se acha tanto se perdeu?

–Ele... Se perdeu? – Perguntei segurando o riso.

–NÃO INSULTE A INTELIGENCIA DO LEN! – Meiko deu um soco na mesa. – A culpa disso tudo... – Ela recolheu a voz. – É toda minha...

–Não se culpe, Meiko. Ninguém mandou a Kagamine atirar no seu pé.

–A Kagamine? – Perguntei meio surpreso. – Você quer dizer a...

–É. – Kaito deu de ombros. – Esse caso foi designado pra gente depois da falha de algumas outras equipes.

–Sério?

–Bitch please. De longe nós somos a melhor equipe daqui! – Meiko gritou.

Sei... E é por isso que perderam o Len e a Kagamine continua livre. Uhum, tá certo isso, jovem.

–Enfim, estávamos a perseguindo quando ela baleou a Meiko. Como a Luka estava... – Ele tentou arrumar uma palavra.

–Dispensada. – Disse e os dois me olharam surpresos. – O Philip descobriu e contou pra todo mundo.

–Maldita popozuda! – Kaito ralhou. – Bem, eu tive que cuidar da Meiko, e como o Len é teimoso pra caralho, não ia deixar escapar a oportunidade de prender a Kagamine. – Bufou. — Aquele idiota foi atrás dela sozinho.

Imbecil. Vai morrer.

–Simplificando, ache ele antes que ele ache ela. – Meiko disse.

–Isso era pra simplificar? – Suspirei de descontentamento. –Quanto tempo sem noticia dele?

–Umas... 14 horas.

Eles querem que eu faça o que?! JOGUE MAGIA DE GLITTER PELOS CÉUS?! Em 14 horas o Len pode estar morto e estirado numa vala!

–Tudo bem... Vou achar ele.

E jogar na cara dele como o meu departamento é melhor. Se ele estiver vivo, é claro.

Fui andando pra fora daquela sala.

–Ei, Piko! – Eles dois me chamaram, parei com a mão na maçaneta. – Obrigado pela ajuda!

Me virei pra trás e vi que eles me encaravam com um sorriso. Ou eles gostavam muito do Len, ou eles estão tentando me mimar.

A equipe 202 é estranha mesmo...

–Hey, se preparem. – Anunciei apertando minha escuta. – Hoje nós vamos ter um trabalho um pouco diferente.

//////

–E isso não vai ser impossível?! – Um dos caras reclamava.

–Não. Segundo o Kaito, tem um chip localizador nela.

–Ponto pra equipe 202. – Ele suspirou. — Então vamos ver aqueles nerds.

–Nerds? – Parei pra pensar. – Décimo quinto?

–Eles mesmo. Não sei o que acontece com a visão deles que só ficam no computador o dia inteiro.

–Cara, eles são hackers. – Dei uma pausa. – E se quer saber, sem eles, nem metade das prisões que efetuamos teriam funcionado.

–Tá... – Ele revirou os olhos.

Entramos no elevador e não muito tempo depois chegamos ao décimo quinto. Bati na porta três vezes, me deparando com Haku.

–Piko.

–Haku.

Ficamos em silêncio por alguns segundos.

–Erm... O Dell está? – Perguntei incerto.

–Ele... – Ela corou. Suspeito, muito suspeito. – Erm...

–Yo, Piko! – Lui estendeu o braço num canto daquela sala repleta de computadores e telas.

Andei até ele, tomando cuidado pra não tropeçar em um daqueles fios, fui andando que vi aquilo.

Ele sentado na cadeira, e Mayu no colo dele.

–Erm... – Comecei. Não quero nem saber o que acontece aqui quando a equipe 314 tá sozinha. Não quero mesmo. –Ah... Bem, é que...

–Quê foi? – Mayu olhou pra mim com inocência.

–O chip...

–Ah, claro! – Lui abriu uma gaveta e tirou um tablet de lá. Espera, o quê? – Me deixa só configurar aqui... Firewall... Firewall... Tá, beleza. – Ele me entregou o tablet. — O ponto azul são vocês, e o vermelho é ela. Você pode configurar as camadas de rota, podendo mostrar a visão do satélite, e a partir de mapas.

–Okay. – Olhei aquilo. Ela estava á uns 17 quilômetros daqui. Se ela estava com o Len é outra dúvida. Se não estivesse, tudo seria a toa, pois eu tenho que achar o Len, não ela.

Comecei a tentar sair da sala, mas antes de cruzar as portas, virei pra trás e acenei para eles.

E daí Mayu deu aquele sorriso de yandere dela.

Boa coisa não vinha.

Ela meteu a mão num teclado próximo, e todas, todas mesmo, caixas de som, na droga do volume máximo gritaram:

–AS DEFINIÇÕES DE VÍRUS FORAM ATUALIZADAS.

Eu vou ficar surdo. Maldita yandere.

/////

–Parem nessa curva aqui. – Ordenei a todos pela escuta.

Sim, talvez tenha sido exagero meu trazer vinte carros só pra achar uma pessoa a talvez prender outra, mas é melhor prevenir do que remediar.

Estávamos na curva de uma bifurcação. Repassei o plano com meu pessoal. Seguindo essa curva direita, era onde supostamente a Kagamine deveria estar. Me esgueirei pelas paredes das casas que haviam por ali. Inclinei a cabeça.

Eu vi Len, vi a Kagamine, e uma menina de costas, com cabelo verde.

Voltei a me camuflar. Olhei para o esquadrão que trouxe comigo e assenti com a cabeça.

Sinal de confirmação.

Levantei dois dedos e balancei minha mão em indicação ao telhado.

Vamos cerca-los.

Mandei eles se posicionarem nos telhados, e deixei uns poucos perto de mim.

Respirei fundo. Era a assassina mais procurada de Tokyo ali.

Ah, e o Len.

Levantei três dedos e baixei um após o outro numa contagem regressiva.

Sai do meu esconderijo e fui andando até os três, que se encolheram na parede do final da rua.

–Seguindo as ordens de Kaito Shion. – Droga de procedimento padrão, ainda não me acostumei a falar desse jeito. – Temos a ordem de procura do agente Kagamine Len, desaparecido há 14 horas na missão de perseguição e apreensão a Kagamine Rin.

Ele bufou.

–Eu estou aqui não esta vendo? Pode se retirar.

Eu sabia que esse garoto era esnobe, mas não sabia que era um filho da puta.

O esquadrão começou a murmurar, e fala sério, é de mim que estão falando.

–CALADOS!

Suspirei. Eles só querem me ferrar assim que eu falhar... Sinceramente.

–Chefe é ela!

E A GRAMA É VERDE, CAPITÃO OBVIO.

Tá o Len, ta vivo. Ótimo e talz, mas...

PORQUE O LEN E A KAGAMINE ESTÃO DESSE JEITO? QUE INTIMIDADE É ESSA?

Len estava protegendo ela? Mas que porra? E... Como é que... Quanto tempo eu dormi?!

Não pude deixar de escapar um sorriso de canto quando vi ela. Se eu efetuasse essa prisão no lugar dele, só queria ver como a equipe 202 iria reagir.

Se bem que, Kaito e Meiko pareciam legais.

Popozuda, não.

Quando dei esse sorriso de canto, olhei pra ela que franziu as sobrancelhas. Depois olhei pra Len.

PORQUE ELE TÁ COM ESSE OLHAR ASSASSINO?!

Ah, não.

Eu sabia. A Kagamine fez algo com ele. Será que ele tá drogado? Só pode. Ou ele é maluco, aliás, ele veio atrás da Kagamine completamente sozinho, então concluo que com droga ou não, Len não é uma pessoa que bate bem da cabeça.

–Ouçam homens! – Apontei pra Kagamine. – Essa mulher drogou o agente ou o persuadiu para usá-lo a seu favor! Não hesitem. A capturem e a levem a julgamento!

–Mas você é tão lindo!

QUÊ?

Pisquei com força. A menina de cabelos verdes estava quase respirando o mesmo ar que eu.

–Oi, meu nome é Gumi, e o seu?

Ah... Que droga. Eu sou uma negação com mulheres. Força Piko, você é um homem, não uma popozuda, você consegue.

–M-meu n-nome é Utatane Piko.

Eu gaguejei?! EU NÃO SOU UMA POPOZUDA FEITO O PHILIP.

Força. Força, Piko, força.

–Desculpe, mas você tem idéia de quem são esses dois? – Perguntei pra ela.

–Ah... – Ela me encarou com aqueles olhos verde-esmeralda. Sim, verde-esmeralda. Eu tava olhando tanto pra ela que sabia o tipo de verde que era os olhos delas, já o cabelo... – Eles são a Rin e o Len, o meu mais novo shipp!

Shipp?

NÃO. Ele... Ela... Eles... COMO ASSIM?!

–Não...

–Sim... – Ela disse sorrindo.

–Não...

–Sim... – Ela repetiu.

–Se pegaram....?

–Sim!

–... – Olhei para o cabelo dela. É, NUM MOMENTO DESSES É SÓ ISSO QUE DÁ PRA FAZER.

Ela sorriu divertida.

–Jujuba de limão. – Ela disse pegando uma mecha. – Ou chiclete de menta, você que escolhe.

–Jujuba? Chiclete?

–É. – Ela corou um pouco. – Quero que você escolha. Eu sei, não são cores normais, mas... Eu também não sou normal. – Sorriu.

–Erm... Jujuba, então. Jujuba de limão, a mistura de opostos, doce e azedo. Então Jujuba.

–Então você é um docinho! – Ela gritou.

–Quê?! – Corei na hora. – Não eu...

–Seu cabelo. – Ela apontou pra mim. – É como doce de coco –Ela baixou a cabeça, corando. – É o doce que eu mais gosto...

–A-ah... Obrigado

PARE DE GAGUEJAR, HOMEM.

–Eu acho que... – Ela levantou a cabeça, estava com um rubor evidente no rosto. – Eu acho que eu...

Ela não pode terminar a frase, pois, o Len e a Kagamine... Espera, ele também não é outro Kagamine? Okay, a Kagamine e o Kagamine, não... Volta. Os Kagamines passaram correndo que nem condenados e arrastaram Gumi junto.

Fiquei um tempo parado processando o que aconteceu.

A Gumi... Ela... Bem, foi por tão pouco tempo, mas...

SÓ UM SEGUNDO.

–ESSES DOIS ESTÃO FUGINDO! – Me referi aos Kagamines, gritando pro esquadrão que instantemente desceu dos telhados.

E estão levando ela.

Corri atrás deles, só a tempo de ver o Len arrancado que nem Velozes e Furiosos.

E AQUELE FILHO DA MÃE LEVOU UM DOS MEUS CARROS.

–Adeus meu amor! – Gumi gritou beijando o vidro de trás.

Ah... M-meu amor?

GAGUEJANDO ATÉ NOS PENSAMENTOS? PÔ PIKO, PIOR QUE BICHA.

–Eu vou te encontrar! – Gritei de volta.

Os caras que me acompanhavam me mandaram olhares maliciosos.

–Quatro, Treze, Oito! Reúnam-se com as Dezenove, Quinze, Sete e Cinco e formem uma barreira na ponte da Avenida Principal utilizando os atalhos da Rua 23!

Aquele garoto pode ser maluco, e/ou drogado pela... Como a Gumi disse mesmo? O nome da Kagamine é Rin? Enfim, ele pode ser demente, mas ele não vai colidir contra uma barreira de carros. Não vai mesmo. E é por isso que eu mandei essas equipes fecharem a ponte que dá ligação a Karakuri.

–Seis! Avisem agora sobre as mudanças do trânsito! Mandem fechar a Avenida Principal, nem que seja por 1 minuto! Eu não quero saber como o centro de Tokyo é movimentado, só faça! – Dei uma pausa. — Doze. – Eles bateram continência. – Venham comigo.

Entrei no primeiro carro que eu vi e esperei a doze entrar também. A merda é que essas equipes são formadas por quatro pessoas. Então um dos caras teve que ficar na mala.

Acelerei seguindo o mesmo caminho que Len, tentando ir mais rápido que ele. Como eles roubaram um carro da nossa frota, eu podia me comunicar através do rádio-escuta que nós tínhamos no carro.

–Aperte o botão vermelho. – Ordenei pro... Ah, fulano no banco do carona. — Altere o número para Dois. Esse foi o carro que eles levaram.

O rádio-escuta começou a chiar.

–Oi aqui é o disk pizza... Você está falando com a Aline, posso anotar o pedido?

Espera... Essa é a Kagamine?!

–Pô... – O fulano do meu lado comentou. – Tô com mó fome...

–Uma calabresa agora hein... – Um ciclano de trás comentou. – Assim mata papai...

–PAREM DE BRINCAR VOCÊS DOIS! — Perdi a paciência. -ENCOSTEM O CARRO E SE ENTREGUEM PACIFICAMENTE ANTES DE ENTRARMOS EM PERSEGUIÇÃO!

–Docinho?

Era ela.

Era a Gumi.

Fiquei olhando o rádio-escuta feito um retardado, e quando voltei a mim eu estava quase acertando um poste. Virei o carro bruscamente e continuei na cola daqueles dois.

–Jujubinha?

Os caras do meu lado me olharam com aquela cara de: ‘Tô sabendo, hein. ’’

De repente eu só escutei um chiado horroroso.

Será que eles chegaram na barreira?

Parei o carro a pelo menos 15 metros de distancia deles. Eles haviam feito um drift, e nesse momento se encontravam parados. Coloquei meu braço e cabeça pra fora do carro e observei o que eles iam fazer. Claramente iriam se render, pois estavam cercados.

Destravei o carro, me preparando pra sair, mas então eu vejo o Len manobrando o carro.

Apertei com força o volante.

Encarei o e ele me encarou por um mero momento.

Ele deu um sorriso de canto, com aquela cara de debochado.

Dei aquele típico olhar de ‘’Vai à merda. ’’

E eu juro, JURO, que naquele olhar que ele me devolveu eu vi um:

‘’Hasta la vista, baby.’’

Ele terminou de fazer a manobra e começou a dar ré, depois arrancou em direção a barreira.

–Ele não vai fazer isso...

–Vai sim... – O fulano disse abismado.

–Ele não vai fazer isso... – Repeti.

–Vai sim. – O ciclano disse.

–Ele... – Olhei a velocidade que ele tomou. – Ele vai fazer isso. – Apertei o botão vermelho e mudei o número de 02 para 00, comando em que todos os carros escutariam. – TREZE, QUINZE, CINCO! DISPERSAR, AGORA!

–Chefe, ele não vai fazer isso. – Um dos carros respondeu.

–ELE VAI FAZER ISSO! – Gritamos eu, fulano e ciclano.

Tenho que aprender o nome deles.

Treze, Quinze e Cinco eram os carros que estavam bem no meio da rota de colisão, e se eles não saíssem, era merda na certa.

Len conseguiu sua passagem e foi embora direto pra Karakuri.

Mas uma coisa me intriga... Se ele estava protegendo a Kagamine, porque tá levando ela pra Karakuri? Isso tudo é teatrinho? Puta merda, e eu só fui um peão? ESPERA, E ELE QUER LEVAR A GUMI JUNTO? Ela é inocente, até que se prove o contrário! Não se prende ninguém assim do nada, é negligencia!

–E agora que eles escaparam... – Fulano começou. – A gente pode ligar pra Aline e pedir uma pizza?

–Deixa, por favor... – Ciclano terminou.

–NÃO EXISTE NENHUMA ALINE! É A RIN! – Gritei furioso.

–Tá, mas a gente pode ligar pra Rin e pedir pizza, assim mesmo?

–NÃO TEM NENHUMA PIZZA!

–Poxa...

–Escuta... Precisamos ir buscar ela. – Disse sério.

–Ela quem? – Perguntou fulano.

–Jujubinha... – Murmurei.

–Cara... – O ciclano começou a rir junto com o fulano. – Cê sabe que a gente se come jujuba, né?

–Ah. – Sorri. – Engraçado, eu sou seu chefe, e isso que você chama de emprego pode desaparecer a qualquer minuto. Quer ver?

///////

–Talvez eu estivesse meio errado a respeito deles...

–O NOME DISSO É AMOR VERDADEIRO! – Gumi começou a gritar. — E É O AMOOOOOOOR!

–Calma Gumi. – Pus a mão na boca dela enquanto eu a arrastava pra fora da Karakuri. Já não bastava eu estar arrastando uma mulher junto comigo, essa mulher precisava estar gritando, conseguindo olhares de todos. – Nesse momento, calar a boca é o melhor pra você.

Assim que saímos da organização, soltei a boca dela.

–É Piko, você estava completamente errado sobre a remédio pra tosse, sobre a bife de boi, sobre o smurf gigante e sobre o gema de ovo!

–Erm... Você quer dizer a Luka, a Meiko, o Kaito e o Len?

–Ué, você não entendeu na primeira vez?

–Claro que entendi. Só estava confirmando. – Menti. – É, eles são pessoa legais mesmo. Afinal, ir contra praticamente todas as regras da Karakuri não é pra qualquer um.

–E TUDO POR ISSO É PELO AMOOOOOOOOR!

–É... Quer dizer, isso não é normal... Nem certo...

–O que você classifica como certo? – Gumi perguntou. – Len está indo contra tudo e todos por amor, acha isso errado?

–Mas... Ela é uma assassina...

–Ela é uma pessoa! – Gumi fez bico. – Sim, o que ela fez não dá pra negar, mas antes de ser uma assassina ela é uma garota! Deixa ela, ué. Assassina é um rótulo pra ela. E como você sabe, ninguém se interessa pelo rótulo. O que importa é o que esta por dentro. Não é assim? Sei lá, posso ter me confundido...

Okay. Eu não sabia o que dizer.

–Erm, Gumi, a propósito, quando eu cheguei lá, antes deles me explicarem tudo, p-porque v-você pulou em mim?

Piko, encontrei seu problema. Tu é gago.

–Ah... – Ela disse vermelha. – Pelo mesmo motivo que você me chamou de ‘’Minha metade da laranja’’.

–Ah... – Botei a mão atrás da nuca. – Pra eles acreditarem que você é do ‘’Bem?’’

Ela olhou pra mim com um leve ar decepcionado.

–É... – Ela sorriu. – Foi por isso mesmo...

–Então... A gente se vê por aí, né? Até mais.

Comecei a me afastar de Gumi, visando voltar pra Karakuri e encerrar o dia.

–Espera. – Gumi segurou minha mão, me fazendo parar de andar. – Eu tenho um favorzinho muito pequenininho, super insignificante pra te pedir, Doci....Piko.

Me virei para ela e a encarei.

–Você pode me chamar de ‘’Docinho’’ quando quiser. Afinal, é a cor do meu cabelo. – Sorri.

DEZ PONTOS PARA MIM QUE NÃO GAGUEJEI NESSA FRASE.

–Será que... Você poderia me ajudar a achar meu irmão? – Não me deu tempo pra responder. – POR FAVOR DOCINHO, EU ATÉ TE APRESENTO PRO NICODEMOS.

Nicodemos? Quem é esse cara? Porque a Gumi parece falar com empolgação a respeito dele?

Tsc, cresça Piko. Por um momento isso até pareceu ciúmes.

–Ah Gumi... Como eu posso dizer ‘’não’’ pra você?

–OBA! – Gumi voou em mim. Repetindo, voou em mim.

Para um abraço.

//////

Definitivamente eu estava louco.

Eu estava fazendo uma busca atrás de um moleque que há alguns anos atrás vivia em Kyoto. E essa busca era simplesmente para uma garota que eu conheci não faz nem seis horas.

‘’-Tem certeza que quer fazer isso? – Ela perguntou.

–Isso vai ser o melhor pra você.’’

Sim, é pelo melhor dela.

Ficar com a família, é o melhor pra ela.

Pode ser loucura, ou um ato inconsequente, mas acho que vale a pena.

–Como faz pra trocar o canal? – Gumi começou a perguntar.

Estávamos dentro do carro, o meu carro. Ele tem algumas modificações justamente por culpa do meu trabalho, para que eu sempre esteja em contato com eles caso ocorra alguma emergência, ou alguma pessoa até então desaparecida esteja numa área próximo a mim.

–Não tem como trocar de canal. – Manti meus olhos na estrada.

Viajar de noite é sacanagem, mas eu não ia deixar Gumi esperando. Porém, eu não quero criar nela expectativas falsas. Kyoto é uma cidade grande, e procurar justamente por um garoto especifico vai ser uma verdadeira merda.

‘’Agulha no palheiro’’. Belo, a gente sabe que tá lá, mas não consegue achar.

–Como pode uma coisa dessas?! Isso é um absurdo. – Gumi cruzou os braços.

–Isso é um GPS. – Fiz uma curva leve com o carro. – Nunca vai trocar de canal.

–Que chato... – Ela suspirou. – Hey, Piko...

Franzi o cenho. É meio esquisito ela falar meu nome.

–Pode falar.

–O que você sente por mim?

Sútil feito alarme de carro.

Desviei meu olhar da estrada por um momento e encontrei o olhar de Gumi. Pra variar, ela estava séria.

–...Ah, eu... Sei lá, você é divertida, eu gosto de você.

–Hum... – Ela virou para o lado. – A propósito, olha pra frente.

Voltei meus olhos a estrada. Eu estava quase batendo na traseira de um caminhão.

Era verdade, Gumi era divertida. Me fazia rir, tinha um toque de bipolaridade... Tá bom, ela era polipolar, mas isso deixava ela interessante. De vez em quando faz uns escândalos, tem uns surtos, e faz umas perguntas inocentes meio engraçadas... É, eu gosto dela.

Gosto...Dela.

Do meu jeito, mas ainda sim, gosto dela.

Eu só não sei se esse sentimento vai durar muito.

Gostar é relativo, tem pessoas que entendem que gostar é ‘’amar’’ e tem gente que gostar, é simplesmente gostar.

Eu conheço ela só umas 6 horas.

E esse ‘’gostar’’ que eu sinto é...

...

Existe um meio termo?

–Vamos parar aqui. – Anunciei freando o carro. – Dirigir a noite é muito chato, e mais cedo ou mais tarde vou pegar no sono. Então vamos parar aqui.

–Piko...Hotel de estrada? – Ela perguntou sem expressão.

–Erm, sim, tem algum problema?

–Piko... Hotel de estrada....

–E?

–Não existe hotel de estrada, Piko... – Ela ficava com um sorriso pervertido. – O nome disso é Motel.

Corei na hora.

–Espera, não é isso que... – Balançava minhas mãos freneticamente, negando. – Eu não sou pervertido! É que precisamos parar e...

–Hahahaha! Aquilo é uma pousada, Piko! Hahahaha, precisava ver a sua cara!

Suspirei.

–Droga Gumi, não faça mais isso!

Ela parou de rir e baixou olhar.

–D-desculpe...

Isso Piko. Muito bem.

–Ei... – Coloquei a mão no ombro dela. – Não leve tão a sério as coisas que eu digo... – Conserta o estrago, conserta o estrago. – Jujubinha.

Ela deu aquele sorriso-trinta-e-dois-dentes. Cruzes. Foi fofinho, mas...Que isso.

Estacionei o carro e fomos andando até a pousada. Acertei os detalhes com a recepcionista e pedi por um quarto. Sim, um. Na hora que a mulher declarou que eu e Gumi éramos um casal, ela já tinha fechado todos os detalhes sobre a nossa estadia, o que significava dormir no mesmo quarto. Tentei argumentar, mas a Gumi começou a me chamar de Cordélios, e me empurrou em direção aos quartos.

E agora, aqui estou eu. Paradinho feito um otário com meu moletom, esperando a Gumi sair do banheiro pra gente dormir.

Gumi saiu com um pijama de mangas compridas e colocou sua roupa na mochila que ela trouxe pra nossa ‘’viagem’’.

–Erm... Boa noite. – Disse ao apagar o abajur.

Suspirei fechando os olhos e afundando minha cabeça no travesseiro.

E aí eu sinto algo agarrar meu braço. Algo não, alguém.

–Gumi?

–Hm?

–Pode me dizer porque está praticando estrangulamento com meu braço?

–Eu não sei...

–Vai soltar ele então?

Estava estranho. Muito estranho. Eu estava na mesma cama que a Gumi, e pra piorar ela ainda se fixa no meu braço. O que ela quer com isso?

–Não.

–Arrume uma razão decente pra agarrar meu braço que eu deixo quieto.

Ela ficou em silencio por alguns segundos.

–Tá frio...

/////

–WIGGLE, WIGGLE, WIGGLE!!! – Gumi gritava.

–Põe o cinto, Gumi. – Gumi estava se remexendo igual uma centopeia drogada. –Eu vou acabar batendo desse jeito... E se eu bater? Põe logo que é melhor pra você.

Já estávamos no centro de Kyoto, procurando pelo Ryuto.

Eu já estou uma semana com a Gumi. Quero dizer, com a companhia da Gumi.

Não que de Tokyo a Kyoto demore uma semana, chegamos bem antes, porém achar esse menino não tá sendo fácil. E nessa semana que eu passei com a Gumi eu percebi uma grande merda.

Eu estou começando a gostar dela.

Gostar, gostar.

Merda.

Eu não tinha planejado por isso.

Aliás, quem planeja... Gostar mesmo de uma pessoa?

Droga de sentimento.

Olhei pra Gumi, pelo canto do olho.

Isso não é bom. Não é mesmo.

–Dociiiinho, dança comigo!

–Dentro do carro? Dispenso.

–Chato. – Gumi cruzou os braços e fez biquinho. – Tá me devendo uma dança.

Parei o carro. Sinal vermelho.

Suspirei abaixando o vidro e colocando o braço pra fora.

Gumi estava entretida com uma borboleta roxa do lado de fora do carro. Gumi ficava metendo o dedo contra o vidro umas 20 vezes só pra saber que a borboleta tava de fora.

Gumi, Gumi,Gumi...

O que eu faço com você?

–Ô tio, ô tio. Cê tem um trocadinho pra me dar?

Fui arrancado dos meus devaneios por um menino.

Não.....

Olhos verde, cabelo verde... Cor de jujuba de limão.

Puta merda, cara.

–Gumi... – Cutuquei ela. – Esse individuo aqui é o teu irmão? – Apontei para o garoto e depois pra ela.

Gumi inclinou a cabeça e o garoto também, ao mesmo tempo e se encaram.

Gumi não falou nada, na verdade, paralisou.

Respirei fundo.

–Entra no carro.

/////

Estávamos os três num quarto de hotel. Eu tava lá de enfeite, Gumi tinha morrido e o corpo ficou paralisado daquele jeito, e o moleque tava sem expressão.

Chega disso.

–Gumi... – Comecei.

Ela levantou da cama que estava sentada e deu um soco no Ryuto. Sim, isso mesmo. Muitas pessoas reagem de diferentes maneiras ao encontrar entes queridos, já a Gumi, soca eles.

–Ah, porque fez isso? – Ryuto dizia com dificuldade, provavelmente trazendo o nariz de volta pro lugar.

–SEU FILHO DA PUTA! – Gumi gritou.

–Mas... Vocês são irmãos... – Argumentei baixinho.

–FODA-SE! RYUTO SEU FILHO DA PUTA, PORQUE VOCÊ NÃO PROCUROU POR MIM? – Ele ia abrir a boca. – NÃO INTERESSA, EU SOU SUA IRMÃ, SABE O QUANTO EU FIQUEI PREOCUPADA?! SEU INSENSIVEL.

–M-mas... Gumi...

–MEU IRMÃOZINHO! – Agora Gumi começou a abraçar/sufocar o garoto. – Eu senti tanto a sua falta! – Okay, agora Gumi chorava a ponto de sair catarro do nariz dela.

–Ah, que nojo Gumi. – Ele reclamava.

Sorri com a situação.

Estar com a família. Realmente era o melhor pra ela.

/////

Dentro do carro, Gumi e Ryuto não paravam de falar por um segundo. Era assustador, eu entedia no máximo umas 15 coisas das 150 que eles falavam.

–Hey Piko, vamos fazer uma aposta? – Gumi me perguntou. – Vamos fazer o seguinte: Vamos voltar pra Tokyo, e vamos enganar a Rin e o Len que você me engravidou e...

–Não. – Respondi seco.

–Porque? – Ela perguntou confusa.

–Porque não.

–‘’Porque não’’ não é resposta! – Ela retrucou.

–E quem foi o idiota que te disse isso? (N.A: Desculpa mãe. Desculpa mães dos leitores, é o Piko, okay? ) – Respondi grosso.

–Qual o problema com você? – Gumi franziu as sobrancelhas e se inclinou em minha direção.

–Qual é o seu problema? Esse tipo de brincadeira dá impressão que a gente se gosta, ou pior! Parece que nós somos namorados!

A rodovia estava mais movimentada agora, o que em outras palavras, é sinônimo de trânsito.

Gumi começou a respirar pesado diversas vezes, e eu sabia o isso significava.

Ela iria chorar.

Mas isso seria o melhor pra ela.

Olhei para ela por um mero momento, e vi o que ela iria fazer. Tentei travar as portas, mas não deu tempo.

Gumi abriu a porta do carona e saiu correndo.

Merda.

–GUMI, ESPERA!

Gritei, mas ela agora corria pra longe. Ela é maluca, se eu estive indo rápido ela poderia morrer ou se esculhambar toda na merda do asfalto quente, ainda combinado com a velocidade do impacto.

Mas nesse momento, foda-se as especulações.

Abri a minha porta e saí correndo atrás dela. Ela não é normal, mas ela não é uma paciente que fugiu do sanatório pra atravessar a rodovia feito uma surtada. Ela estava correndo pelo acostamento.

E pra quê? Eu não sei. Fugindo de mim? Sei lá. Ela saiu sem mais nem menos do carro. Pode ser que ela saiba que eu sou tão otário a ponto de correr atrás dela.

Mas é isso mesmo, sou um otário.

–Espera!

E como ela é uma garota e eu um garoto, é óbvio que eu corro mais rápido que ela. Mas eu tenho que relevar que ela é uma ladra. Nunca vi ladrões serem lerdos.

Quando cheguei perto, agarrei o braço dela, exatamente como ela fez comigo na pousada.

–O que você quer?! – Ela gritou.

–Quero que pare e me escute!

–NÃO, agora é você que vai me escutar! – Ela fechou os olhos com força. Devia estar doida pra me bater. – Porque você fez isso?! Porque falou aquelas coisas?!

–Porque eu...

–Justo agora! – Ela me cortou. – Justo agora que eu ACHEI que você estava começando a gostar de mim!

–E EU GOSTO DE VOCÊ! – Gritei irritado. Essa merda toda é só por ela.

–Então porque?!

–PORQUE ISSO É O MELHOR PRA VOCÊ! – Gritei. – Você não entende que isso tem tudo pra dar errado?! Eu, você?! Não parou pra pensar o que nós vamos passar?! Rin e Len, tenta imaginar, só tenta, a quantidade de problema que é eles dois juntos! Eu não quero nada disso pra você! Eu TENTEI Gumi, juro que tentei não criar falsas expectativas em você, porque eu não queria que fosse se decepcionar comigo! – Respirei pesado. – Eu e você juntos... Não dá certo. Se nós dois estivermos separados... Vai ser o melhor pra você.

Um estalo alto.

Um tapa no meu rosto.

–É VOCÊ QUE NÃO ENTENDE! – Ela ofegava pela corrida, por tudo. – Essa viagem inteira você ficou me dizendo o que era e o que não era melhor pra mim! Já chega! Acha que nos separar o é o melhor pra mim,

Mas o melhor pra mim é você.

Notas finais
Conversei um pouco com minha mãe, e.... VOU GANHAR UM NOVO PC!!! Leitores: Então esse infarto do miocárdio que a gente teve lá encima foi a toa?! Não. Porque eu não sei ao certo quando ele vai chegar. Mas eu disse que não decepcionaria vocês, certo? Quando eu estava viajando, eu lutava pra postar, mas eu fiquei pensando: Tem umas 60 pessoas contando comigo ( Pessoas que tinham visualizado a pergunta do cap 41 ) e eu não posso decepcionar nenhuma dessas 60 pessoas! Elas estão contando comigo, agora mesmo que eu não posdo falhar. EU NÃO VOU FALHAR. No máximo, semana que vem eu não estarei aqui, mas não passará disso! Como o Len disse no capítulo 14: Eu nunca falho. Ah, eu tinha tanta coisa pra contar pra vocês, sobre quando as tretas iriam voltar, sobre os 500 comentários, sobre o capitulo 43, até da imagem dele... Mas sabe, eu não tô com cabeça pra isso. Agora, eu só quero aproveitar os últimos, no que um dia foi o meu melhor notebook. O "guardador" do primeiro capitulo de toda a nossa aventura. Obrigada por me servir durante esses anos, meu notebook♡ Por hora, bay. ^-^ Vejo vocês nos reviews! PS.: Não é do meu feitio falhar ♡