Karakuri Burst

41 Brisa gelada.


Notas iniciais
Yooooo! NÃO ME MATEM, NÃO ME BATAM, APENAS ME AMEM ( ~'3')~ Sim, eu sei, é verdade... Atrasei. MAS A CULPA NÃO FOI MINHA!!! É que, eu e meu mozão tivemos problemas.....Sim, ele mesmo, meu notebook. Ele não queria carregar de jeito nenhum! Sem bateria = sem funcionamento. EU ACHEI QUE TINHA QUEIMADO O PC! TEM IDÉIA DO MEU DESESPERO, JOVEM??? Mas agora tá tudo bem. Bem... Mais ou menos. EU TENHO UMA PERGUNTA LÁ EMBAIXO, E É EXTREMA URGENCIA QUE ME RESPONDAM. Mas leiam primeiro. Hey! Eu e o Watermelon Candy vigiamos todos vocês, okay? Não fiquem em desespero ou panico só porque atrasei UM dia. Não é bloqueio nem nada, é só culpa do meu mozão. Watermelon Candy: Codinome pro Luke. TEMOS DOIS ANIVERSARIANTES!!!! Parabéns atrasado princesakory! ( 14/12 ) Sim, eu sei que foi teu niver! Tá vendo só? Eu e o Watermelon Candy vigiamos vocês. Acreditam agora? Mas PARABÉNS!!!!!! Parabéns adiantado para Akihito-kun! ( 19/12 ) Well, pra mim ainda é 18. MAS, PARABÉNS!!!!!!! Vocês dois são obrigados a me enviar uma fatia de bolin pelo correio ^-^ Sério. CHEGA DE FALAÇÃO.

RIN POV’S ON

Tirei os braços de Len que envolviam minha cintura. Dei um passo atrás e admirei o céu, que agora não passava de um nublado chato. Sério, essa chuva só veio pra fazer um clichê.

E é claro, molhar as minhas roupas.

–Ótimo, agora vamos ter que trocar de roupa. – Len resmungou. – Anda, vamos.

–Ah não. Eu não quero subir tudo de novo só pra trocar de roupa!

–Você vai pegar um resfriado desse jeito. – Ele insistiu. – É rápido, deixa de ser preguiçosa.

–Deixa eu te explicar uma coisa: Preguiça não é só um estado, é um modo de viver! E porque só eu pegaria resfriado? Você também...

–Não sou eu que estou de vestido. – Ele me cortou.

Olhei pra ele, que estava de calça jeans, uma blusa comum e jaqueta. Que lindo, até em quesito roupas ele quer tirar vantagem.

–Até porque, você iria estar muito sexy de vestido, realmente. — Ele revirou os olhos. – Nossas roupas só estão um pouco úmidas, então tá tudo bem!

–Não venha ficar reclamando quando estiver doente, tossindo, espirrando e com catarro escorrendo do nariz. – Len cruzou os braços. – Se insiste, vamos logo.

Cruzei os braços e empinei o nariz. Ele se acha muito, sempre achando que é o dono da razão, que ele sempre tá certo, isso e aquilo... Essa parte do Len me irrita muito.

Ele foi na frente e abriu o portão que separava o prédio da calçada, deixando espaço para eu passar na frente. Passei sem olhar para ele, que notou meu estado irritadiço. Continuei andando sem esperar por esse retardado. Ele fechou o portão do prédio e veio com passos rápidos até mim.

Fingi estar olhando qualquer coisa no outro lado da rua, apenas para não olhar ele.

Primeiro ele deu um longo suspiro, que logo foi acompanhado de uma risadinha.

–Você é muito infantil, Rin. – Ele comentou.

–NÃO SOU, NÃO!

–Claro que é. Vai ficar emburrada só porque eu disse que vai ficar doente se continuar com a roupa molhada desse jeito. E pra completar, está frio e você está de vestido.

–E o que você sugere, Len? Quer que eu deite na calçada, faça a posição estrela do mar e o sol maravilhoso me seque?!

Ele ficou me encarando por um tempo.

–Quero.

–Era retórico... – Olhei pra frente, observando o fluxo de pessoas que iam e vinham pela calçada. – O que quer fazer primeiramente?

–O que você quer fazer?

Olhei em volta e vi do outro lado da rua aonde queria ir.

–Farmácia.

Apenas coloquei um pé no asfalto, que Len me puxou pela cintura repentinamente.

–O que você pensa que está fazendo?! – Ele ralhou. – Você é maluca? Está vendo isso? – Ele apontou pra frente.

Fiquei olhando para o outro lado da rua, pra ver se ele estava falando de alguém de cosplay, ou qualquer outra coisa, quando minha vista foi obstruída por um caminhão que passou assustadoramente rápido e rente à calçada.

–Viu isso?! – Ele insistiu. – Você não acha que minha cota de te impedir de morrer, não já deu, não?

–Desculpa. – Murmurei.

Inclinei minha cabeça por um momento para ver se o ritmo de carros havia diminuído. Assim que houve uma brecha, arrastei Len pela rua até chegarmos à calçada. Fui até a porta de vidro da farmácia, que continha um sensor de movimento. A porta se abriu e eu e Len entramos na farmácia.

Estremeci quando senti aquele ar condicionado encima de mim. Cerrei meus punhos, tentando me controlar. Eu não quero o Len jogando na minha cara um: ‘’Eu te avisei. ’’

Enquanto ele se entretinha com qualquer coisa alheia da farmácia, eu saí de perto dele e fui até o farmacêutico, e pedi pra ele o que queria com os olhos fixos em Len. Parecia até que eu estava cometendo um crime.

E dessa vez, não estava!

Quando o farmacêutico retornou, peguei a caixinha da mão dele, e quase gritei ‘’precioso, meu precioso. ’’ Eu devo ter problemas.

Quando voltei a olhar o Len, percebi que ele não estava no mesmo lugar. Fixei meu olhar naquela área, achando que ele voltaria ali. Suspirei, achando que tinha o perdido de vista.

Aí eu virei a cabeça para o lado.

–LEN! – Eu vou morrer de ataque cardíaco, aqui, e agora. – NÃO FAÇA MAIS ISSO!

Len se teleportou das profundezas do inferno e brotou aqui do meu lado. E eu, como uma pessoa completamente calma e controlada, dei aquele gritinho fino de menina e joguei a caixinha pra cima como reflexo do susto.

Ele só esticou a mão pra cima, e nem sequer desviou o olhar de mim quando pegou a caixinha, no que friamente calculada, caiu exatamente na mão dele.

Ele deu aquele sorrisinho de ‘’Ninguém me supera. ’’

Comecei a pular pra pegar a caixinha da mão dele. E ele, se aproveitando da sua altura, esticou ainda mais o seu braço, apenas pra eu não conseguir alcançar. Comecei a puxar o braço dele, então ele jogou a caixinha pra sua outra mão.

E é claro, estávamos fazendo isso numa farmácia.

Quando me dei conta do fato, parei de pular e olhei em volta, vendo todo o povo da farmácia encarando a gente.

Então... Como posso dizer... Se eu não morrer de ataque cardíaco, eu vou morrer de vergonha.

–LEN! Me devolve!

–Somente com uma condição. – Ele disse me encarando. – Você tem que dizer... – Ele começou a forçar uma voz de mulher. – Ó Len, grande maravilhoso ninja das farmácias alheias...

–Len, você já pode se travestir. – Conclui cortando sua narração. – Sua voz parece mesmo de menina!

–Cala a boca. – Ele abaixou a cabeça. – Argh! Toma aqui a sua preciosa... Caixinha... – Ele foi falando de modo mais lento a partir que começava a ler a embalagem da caixinha.

Tentei pegar a caixinha de suas mãos, mas ele deu um passo pra trás no momento em que eu tentei pegar a caixinha.

–Rin. O que é isso? – Ele perguntou sério perdendo todo ar brincalhão. – Eu sei a resposta, mas eu quero ouvir você dizer.

–É... – Abaixei a cabeça. – São pílulas anticoncepcionais, Len.

–Por quê? – Ele elevou a voz. – Porque, Rin?!

Levantei a cabeça encarando ele e cerrando os punhos.

Porque eu não quero cometer o mesmo erro mais uma vez!

Respirei pesado, voltando a abaixar a cabeça.

–Erro?! Você disse ‘’erro’’, Rin?! – Ele deu uma pausa. – Você chamou a nossa filha de erro?!

Abri a boca para falar, mas não produzi nenhum som.

Qual é seu limite de idiotice, Rin?!

–Toma. – Ele me jogou algumas notas de yenes em mim. – Te espero lá fora.

E assim como o que senti quando o ar condicionado entrou em contato comigo, Len foi frio.

Suspirei enquanto me agachava no chão para pegar as notas que não consegui segurar. Comecei a pegar uma ou duas notas quando uma mãozinha pegou uma nota e me entregou.

Levantei minha cabeça e vi um pequeno ser na minha frente.

Pra ser mais exata, uma criança.

–Aqui, moça. – Disse o menino com voz doce.

Não agradeci nem algo do tipo, e parecia que o menino também não esperava que eu fosse fazer tal coisa. Ele passou reto por mim, que no momento estava meio paralisada.

Me levantei do chão e olhei em volta, percebendo se ainda havia algum público assistindo a todas essas cenas.

Sim, tinha.

Apenas uma pessoa, mas tinha.

No canto da porta da farmácia, olhando através do vidro, estava Len, que corou por ter sido pego no flagra e saiu de perto. Esbocei um meio sorriso e fui até o caixa pagar.

Saí da farmácia com uma pequena sacola contendo a caixinha dentro.

Fui até Len, e começamos a caminhar sem trocar olhares ou palavras.

Andamos por cerca de quinze minutos, até uma forte brisa gelada passar por nós dois. Estremeci de frio, mas mordi meu lábio inferior numa tentativa de me conter. Len ao menos se abalou, e continuou andando normalmente.

Isso é macumba do Len. Sabe quando sua mãe manda levar guarda-chuva, dizendo que vai chover, e você fica: ‘’Não, não, não vai chover não, mãe. ’’ E daí parece que vamos todos morrer afogados com a chuva que aparece magicamente do nada? Então. Macumba de Len isso.

Apressei meus passos para voltar a andar no mesmo ritmo que ele. Então, outra brisa gelada passou por nós, com mais força essa vez, o que fez eu me esforçar ao máximo para não demonstrar meu frio.

–Eu avisei. – Ele disse.

–Hm?

–Eu disse que era pra trocar suas roupas.

Len se virou pra mim e me jogou a sua jaqueta. Segurei ela com dificuldade, e olhei pra ele confusa.

–Coloque. – Ele virou pra frente e recomeçou a andar. – Está me dando nervoso você fingindo que está bem. Aposto que está congelando. Ou será que estou errado?

Coloquei a jaqueta de Len, que claro, ficava grande em mim. As mangas quase cobriam inteiramente minhas palmas.

–Não. – Murmurei. – Obrigada.

Você está certo como sempre, Len.

Ele parou e me esperou chegar perto dele e recomeçou a andar.

–Ei... – Tentei começar. – Ei, Len... Eu... -Ele se virou para mim. — Me desculpa!

Saiu num grito.

–Você teve... Seis meses, Rin. Seis meses pra esquecer. Eu tenho quanto? Um dia? 12 horas? – Ele fechou os olhos como se controlasse. – Só pare.

–Mas...

–Pare. — Suspirou. — Me deixe sozinho com meus pensamentos, Rin.

Ele recomeçou a andar, me deixando pra trás, estática.

Não. Isso não é certo. Não é o que devemos fazer.

Corri até ele, pensando em todas as falhas que cometi. Nos tombos que precisei levar até levantar. Nisso tudo, eu só queria ter alguém comigo.

Abracei Len por trás, não me importando com os olhares que recebíamos por fazer isso na rua. Sinceramente, que se foda as outras pessoas. Len parou de andar, mas não se virou para falar comigo.

–Não... – Segurei ele com mais força. – Não é assim... Não é o certo.

–E o que é certo e errado? – Ele perguntou ainda fixo pra frente.

–Não sei... Mas... Tudo o que fizemos foi juntos, por isso, eu não posso te deixar fazer isso sozinho! Não é o certo... Não me peça pra desistir! Porque se eu te deixar sozinho... É como se... Eu desistisse.

Ele se virou para mim e me abraçou.

–Desistir sempre será a última opção. — Olhei para ele que me fitou sorrindo. — Tudo bem, Rin. Estamos juntos nessa. Ah, a propósito, eu te amo, ladra de quinta.

–Ah é, assim, do nada eu lembrei que te amo, policialzinho da katana. – Sorri. – Esquisito, não?

–Muito.

Recomeçamos a andar.

–Pra onde estamos indo?

–Precisamos tomar café da manhã, lembra? – Ele disse e depois começou a murmurar. – Claro que lembra, me esqueço como essa garota é esfomeada...

–Como é que é?!

–Que foi? Ainda me lembro que lá na casa da Gumi você ficou que nem um guaxinim selvagem procurando comida pela casa! Só ficou quieta quando ela trouxe o ramen!

–Ah tá! – Falei e comecei a murmurar. – Ele se acha tão inteligente, mas disse guaxinim selvagem, me explica quem é que tem um guaxinim de estimação?! Todos são selvagens!

–De tudo isso que eu falei, você só prestou atenção no guaxinim selvagem?!

–Sim! Que tipo de guaxinim você acha que eu sou?!

Não espera... O que quê eu acabei de dizer?

–Ei, olha. – Ele apontou para uma lanchonete gigante que ficava na esquina. – Vamos ali, pequeno guaxinim.

Fomos andando até a porta da lanchonete, onde uma recepcionista abriu a porta para nós e indicou em que mesa sentar. Eu e Len fomos até a mesa indicada e começamos a olhar o cardápio.

–Já decidiram o pedido? – Escutei uma voz perto de nós, era provavelmente a garçonete. Engraçado, essa voz não me é esquisita, mas agora eu estou decidindo que hambúrguer eu vou fazer o Len pagar.

–Eu quero um hambúrguer. Aquele que vem tudo. – Disse, enquanto procurava o que beber pelo cardápio. – E porque sou uma pessoa extremamente saudável, quero um suco de laranja pra acompanhar.

–E eu quero um crepe de chocolate com banana. E coca sem gelo. – Len disse sem tirar os olhos do cardápio.

–Okay, volto já com seus pedidos. – A garçonete disse e partiu.

Len baixou o cardápio com força, criando um vento em mim.

–Muito saudável você, hein? Hambúrguer de café da manhã?

–Ih, você não pode falar nada, querido senhor ‘’Chocolate e banana’’.

Conversamos por mais 5 minutos quando a garçonete chegou.

No caso, quando o milk-shake voador atingiu o Len, juntamente com um grito fino e alto. Virei para a garçonete que fez isso e quase tive um treco. Len olhou para a camisa manchada de Milk-Shake de morango, e depois encarou a garçonete.

–LUKA?! – Gritei.

–LUKA?! – Ele gritou.

–LEN! – O resto das coisas que estavam na bandeja caíram no chão. – LEEEEEEEEEN! Eu estou vendo espíritos... Eu estou vendo espíritos... Pai nosso que estás no céu...

–Luka. – Len chamou. – Ô Luka, as pessoas estão olhando.

–Ei, Luka. – Tentei falar com ela.

Ela olhou pra mim e piscou os olhos com força.

–RIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIN! (N.A: Meus olhos bugaram aqui.) – Ela colocou a mão no meu rosto. – Você saiu de casa! Você... SAIU DE CASA?! E mais uma coisa... – Ela sussurrou no meu ouvido. – Você também está vendo o Len ali?

–Sim. — A tranquilizei. – Tudo isso não passa de uma história muito complicada.

–Ah Luka, o que foi que você jogou em mim? – Len reclamava. – Isso é pegajoso.

–Desculpa, é que foi no susto e... Len... Achei que nunca mais ia te ver! – Ela gritou e começou ir até ele.

–SEM ESSA APROXIMAÇÃO DESNECESSÁRIA. – Surgi ali no meio dos dois. – PELO MENOS UM METRO DE DISTANCIA, DONA LUKA.

–Nossa Rin, eu só estava indo abraça-lo. VOCÊ ATIROU NO GAKUPO E EU NÃO POSSO ABRAÇAR O LEN?!

–Shhhhh! – Len colocou o indicador sobre os lábios.

Olhamos em volta, só uma criança de aparentemente cinco anos prestou atenção na conversa e começou a chorar.

–Tá. – Disse emburrada. – Mas só por cinco segundos.

Luka abraçou o Len por somente 3 segundos, sim estava contando, e depois se distanciou.

–Então Luka. – Sorri confiante para Len. – Cansou de ser policialzinha da katana pra virar garçonete que dá mais lucro, não dá?

Eles dois me olharam como se fossem me matar. Luka pegou a bandeja que estava segurando e bateu com ela na minha cabeça.

Então... Se eu não morrer de ataque cardíaco, ou vergonha, vai ser de traumatismo craniano.

–Ai... – Choraminguei.

Len começou a rir da minha cara, mas Luka logo bateu na cabeça dele com a bandeja também.

–E você! – Luka gritou com Len. – Vai deixar as pessoas agredirem ela desse jeito?!

Len pegou a bandeja da mão da Luka e preparou pra acertar ela.

–M-mas Len... – Luka disse nervosa. – Aí já é covardia...

–Deixando isso de lado... – Len jogou a bandeja em algum canto da lanchonete, e acidentalmente atingiu uma pessoa. – O que você está fazendo aqui? Desse jeito?

–Estou... – Luka desviou o olhar. – Infiltrada...

–O que houve com vocês? – Len perguntou preocupado. – Porque estão pegando missões de nível tão baixo?

–Ah Len, sem você, a equipe 202 nunca mais foi a mesma coisa...

Precisamos que você volte!

Notas finais
Rin, sua retardada. Bem, vou direto ao ponto, pois o espaço de notas finais é muito limitado. É o seguinte: Viajarei. Se você está lendo isso sexta, nesse exato momento eu estou numa cidade que fica 7 horas de distancia da minha cidade natal, então o bagulho tá foda :T Seja o que for, minha fic SEMPRE é atualizada semanalmente, não importando se estou em época de provas, atrasada pra qualquer bagulho, foda-se, toda semana estou aqui. Então a pergunta é: Querem que eu poste no Natal e no Ano Novo? RESPONDAM COM SIM OU NÃO. Deve ter net no lugar que eu vou. DEVE. Mas eu quero me programar. Não, não é incomodo. Só respondam com SIM ou NÃO. Por favor. Estou postando quarta, e se olharem no calendário, as seguintas quartas serão 24/12 E 31/12 FAMOSOS NATAL E ANO NOVO. Tá certo que 24 é véspera.. Mas by the way.. SIM ou NÃO? Tá, é isso. UhUHUHUHUHU Estou animada que nem um guaxinim selvagem para as fics que terão de aniversário da Rin e do Len, POR ISSO, É MEIO QUE UMA ORDEM SEREM TODAS RINXLEN! Uhuuuuuu! Vejo vocês nos reviews!!! E RESPONDAM A MINHA PERGUNTA! Ò.Ó