Karakuri Burst

25 A máscara cai.


Notas iniciais
Yo! Gente, lá vai meu desabafo semanal: ....EU TO TISTE! T^T 1. Quem vê Fairy tail viu que a Ultear morreu para salvar a vida não só do Gray, mas da Lucy, do Gajeel, do Sting, do Laxus, do Droy, do Bacchus, e.... ELA MORREU!!! Tio Hiro ( criador do anime ) COMO OUSA FAZER ISSO?! Mas aê a Lucy descobriu que se destruir o portão, Tudo volta ao normal, e como consequencia a Ultear volta, então Aêêêêêê! 2.Gente, eu tambem to chateada que a nossa querida NhaNha The Bunny perdeu a inspiração e deletou todas as suas histórias, menos Watashi No Jinsei No Hikari. Sei lá, EU QUASE MORRI QUANDO DESCOBRI! ( Sou stalker mesmo, já vi o perfil de cada leitor da minha fic. '-' ) Imaginem que a pessoa que te inspirou a tomar coragem e postar uma fic para de escrever? Sinceramente, eu estou triste, espero que ela volte logo. Ah, lembrei de outro paranaue, o Nyah ainda não descobriu que é domingo, então por hora eu continuo a ser Bonnibel. :v Que a pouco eu viro Sweet AHHHHHHHHH ME LEMBREI. Bastante gente vem me perguntando da Miku e talz, e SIM GALERA ELA VAI APARECER! Ela ta no PV, é obvio que ela vai aparecer, POREM, pam pam pam, Quando ela aparecer vocês vão rezar pra ela sumir. Ah, mais uma coisa! ( Caraca véi. ) Eu falei do Tiger Nyah, né? Mas ele mudou de nome e agora é Spark, e como ele não pode casar comigo ( T ^ T ) Vou fazer aquela festinha, só que sem casamento. OBRIGADA, SPARK! Obrigada pela recomendação!!!!

RIN POV'S ON

Abri meus olhos e os esfreguei. Len esqueceu de fechar as persianas de novo e a claridade da cidade que nunca dorme estava invadindo nosso quarto. Olhei para o relógio do criado-mudo, quase duas da manhã. Fechei os olhos de novo, tentando não me incomodar com as malditas luzes dos prédios vizinhos. Não tinha jeito, tinha que sair debaixo das cobertas.

Rastejei pra fora da cama com muita relutância e fui até a janela fechar a maldita persiana. Quando fui pegar na cordinha que as puxa para baixo, parei rapidamente. Fiquei imóvel. Tinha alguém no hall de entrada.

Imediatamente olhei pra Len, para pedir que verificasse se estava tudo bem. Mas não estava. Len não estava na cama. Por meio de uma suspeita obvia, só podia ser o Len no hall de entrada indo pra cozinha fazer o lanchinho das 5 pras duas da manhã. A porta do quarto estava entreaberta, com apenas um pequeno feixe de luz percorrendo o quarto. Caminhei até a porta na ponta dos pés, afim de dar um belo susto no Len, que provavelmente iria gritar feito uma bicha.

Quando cheguei na porta, coloquei meu rosto na porta e espiei o hall.

O que ele pretende?

Len estava vestido com seu uniforme de trabalho, só que todo preto. Em vez de usar seu sobretudo, usava um casaco camuflado escuro com um capuz. Além da katana, carregava uma adaga e um canivete. Meu revolver estava encima da mesa. Ele estava enrolando sua mão esquerda com uma atadura, apertando com força. Ele estava assustador. Estava com os olhos azuis em um tom tão escuro, que eu não sabia se era a claridade ou se ele tinha colocado lentes. Estava tão focado em amarrar a atadura na mão esquerda, que pensei que ele tivesse a machucado. Longe disso. Depois que ele terminou, deu um socos no ar para testar a pressão. Por Deus, ainda bem que o ar não sente nada. Ele pegou meu revólver e verificou a carga, COMO ASSIM ELE SABE USAR A MINHA ARMA?! Nem com aquelas espadas de balão que os palhaços fazem em festa de aniversário eu sei usar, então não dá pra copiar ele. Ele usando a arma foi uma visão tão...Irresistível. Cruzes, vou sumir com a katana dele a partir de hoje.

Depois de verificar a carga, pôs a arma em um bolso interno do seu casaco. Ele transmitia tanta raiva, que o ambiente ficou hostil, mesmo pra mim, que vivo com ele.

Esse não era Len. Definitivamente não.

Pelo menos, não o que eu conheço. Com meus devaneios de como realmente Len era, esbarrei meu ombro na porta, que magicamente fez aquele barulho estridente de porta da casa da bruxa, estilo filme de terror. Ele rapidamente olhou pra porta, e eu gelei. Ele ficou encarando a porta por alguns segundos, e eu simplesmente não conseguia me mexer. Foi então que ele começou a dar passos rápidos até mim. Aparentemente ele não me viu, ou tinha acabado de ver, só sei que eu estava frita, então me joguei na cama, puxei os cobertores e enterrei minha cara no travesseiro. Só porque eu sou uma gênia.

Escutei o rangido da porta se abrindo e logo se fechando. Não sei o que está acontecendo, agora eu to até com medo. Eu tava com a cara tão enfiada no travesseiro que quase não dava pra respirar. Senti um peso na cama, Len não tinha deitado, parecia que estava sentado ao meu lado. Eu consigo sentir que ele está me encarando. Ah, fala sério, se você acorda com alguém armado e perigoso no meio da noite te observando qual é a primeira coisa que você faz?

Ele pareceu suspirar, e bagunçou meus cabelos antes de sair. Como eu odeio isso! Desde que ele tacou a almofada na minha cara lá na casa da Gumi ele tem essa mania de desarrumar meu cabelo. Escutei o barulho da porta principal sendo fechada e logo trancada. Levantei praticamente correndo e troquei minha roupa para meu kimono e meu vestido. Quando estava indo até o banheiro eu parei por olhar meu reflexo no espelho.

Como nos velhos tempos.

. Fui até o banheiro pegar minha flor e corri até a porta principal para pegar meus sapatos. Em um dos vasos da sala tem uma chave reserva, e é claro que eu a peguei. Sim, eu devia ter mais confiança no Len, mas eu consigo sentir que ele vai fazer uma idiotice daquelas...

Também não posso descartar a idéia de que ele foi atrás dele, mas eu prefiro acreditar que é uma missão noturna que ele recebeu de sua organização. Quando cheguei ao corredor que leva aos elevadores, escutei o barulho de elevador chegando, e suas portas se abrindo e fechando. Depois disso fui até em frente os elevadores, e acompanhei o decair dos números na telinha, mostrando que o elevador descia.

Suspirei. Descer 35 andares de escadas não é pros fracos.

Estou com a respiração ofegante. Se eu não quero perder Len de vista eu tinha que correr pra chegar na mesma velocidade que o elevador. Abri rapidamente a porta que leva a portaria, mas depois me arrependi. Len tinha chegado na mesma hora, então tive que puxar aquela porta pesada de metal numa velocidade anormal.

Espiei por uma pequena fresta o que ele iria fazer. Nosso porteiro estava dormindo, então Len andou até ele, deu a volta no balcão, e começou a digitar algumas coisas. Em menos de 2 minutos as camêras do nosso prédio foram desligadas. Aonde quer que ele fosse, não queria deixar rastros. Ele saiu de trás do balcão e olhou em volta, depois se dirigiu até a porta de entrada do nosso prédio e saiu.

E lá vou eu atrás dele. Ao sair ele puxou o capuz do casaco, o que deixou apenas alguns fios loiros caindo sobre sua face. Saí do meu esconderijo e fui até o porteiro, que carregava uma daquelas armas elétricas com ele. A tirei com cuidado do cinto dele e comecei a seguir Len. Se esse idiota não tivesse levado meu revólver eu estaria muito melhor, obrigada.

Ele começou a andar em direção a um beco mal iluminado, então me escondi nas sombras. Nada que eu não saiba fazer a tempos. Ele pulou a cerca que separava o beco a uma outra região de Tokyo e continuou andando. Len anda relativamente rápido, e eu tinha descido aqueles 35 andares correndo, ou seja, eu tava morrendo. Pulei a cerca e me escondi atrás de uma lata de lixo. Inclinei minha cabeça para o lado um pouco, e vi que ele continuava. Me levantei e continuei a minha torturante perseguição.

Depois de mais 45 minutos o seguindo, tudo que eu queria era que Len parasse de andar por pelo menos 30 segundos. Eu estava agachada atrás de algumas caixas de papelão, recuperando o maldito folego, não foi só pelos 35 andares ou ele andar rápido, foi o fato dele começar a correr, e depois roubar uma bicicleta.

Ele parou de andar do nada, e eu quase gritei É PRA GLORIFICAR DE PÉ, IGREJA! Mas não. Ele virou a cabeça bem devagar, olhando exatamente para onde eu estava. Ferrô. Eu estava bem escondida, eu tenho certeza! Será que eu fiz algum barulho, ou algo assim?. Enquanto pensava nisso, eu tinha virado meu corpo pra frente, para descansar. Quando voltei a olhar Len, o canivete passa voando e quase me acerta. As pontas de alguns fios de cabelo caem no chão. Elas foram cortadas. A ponta do canivete tinha ficado presa na parede, então sem duvida ele vai vir buscar.

–Você. – Gelei. – Saia. Está me seguindo desde o primeiro beco que passei.

AHHHHHH E ELE ME FEZ SEGUI-LO MESMO ASSIM? PERDI UNS 7 QUILOS SÓ NISSO.

–Saia! Ou quer que eu vá te buscar?

Len estava tão ameaçador. Me tratando como antigamente. Parece que eu voltei no tempo e estou vivendo como tudo era antes da Bifurcação da Noite.

Saí do meu esconderijo com as mãos levantadas.

–Pelo visto você não saiu pra ir na padoca comprar pão, né?

–O que você está fazendo aqui?! – Ele veio até mim. – Vá embora pra casa!

–Não. Além do mais, vai deixar mesmo uma garotinha inocente e sua bebezinha voltarem sozinhas para o outro lado de Tokyo nesses becos escuros com gente esquisita?

Sem contar que, eu já fiz isso. Mas deixa quieto.

Len bufou. Ele estava irritado.

–Passa pra cá. – Estendi a mão pra ele. Ele me olhou estreitando os olhos. – Ah, não vai devolver minha arma não?

–Toma.

–O que você veio fazer? Eu sei que você não é qualquer um, mas não é a atitude mais prudente sair no meio da noite para.. – Olhei onde estávamos. Porto. Ah não. – O QUE VOCÊ VEIO FAZER?

–Eu te disse, Rin! Com ou sem ajuda eu vou acabar com isso!

–Não! Vamos pra casa!

–Você só vai me atrapalhar, Rin. Você vai e eu fico.

–Engraçado, porque sem você eu não vou!

–Escuta, eu vou te colocar num táxi e você vai!

–EU JÁ DISSE QUE EU NÃO VOU IR SEM VOCÊ!

Claro, 20 pras 3 da manhã e eu to gritando na entrada de um porto antigo e abandonado. Super e completamente seguro.

–Hoje não é você quem manda, Kagamine Rin. – Len agarrou meu braço bruscamente, apertando com força.

–Me solta, Len! – Olhei pra ele assustada. Porque ele estava agindo assim? – Você não consegue ver que está me machucando?!

–Se você não quer ir, vou te levar a força!

Eu queria fugir. Queria fugir de Len. Eu não sei porque ele estava me tratando daquele jeito, mas eu sentia que a qualquer momento ele poderia me bater. Isso me assustava. Eu já passei por isso uma vez, e não vou passar de novo. Ele não é assim. Ele não é meu Ex.

Tentei usar minha mão livre para soltar a de Len. Percebendo o que fazia, não soltou meu braço, determinado a me tirar dali. Ele começou a me puxar em direção a parte mais escura, adentrando naquele porto velho. Eu tentava soltar meu braço em direção oposta a onde ele me puxava. Tentava parar, e gritava para ele parar, mas ele não me ouvia.

Quanto mais entravamos na escuridão, mais eu temia pelo o que podia acontecer. Eu não podia simplesmente puxar a arma do porteiro e eletrocutar Len, como também não podia atira-lo. Achava que estava confiante, quando decidi sair da cama e segui-lo. Eu me olhei no espelho e vi quem eu costuma ser. Eu mudei. Mudei por ele. Deixei de fazer o que fazia, deixei de fazer o que gostava, porque a coisa que eu mais queria era viver do lado da pessoa que eu amo. A antiga Rin de kimono branco e vestido vermelho não tinha medo de um loiro fardado de katana. Eu sei que ele não está bem, sei que está alterado, sei que deve ter tomado alguma coisa para deixa-lo desse jeito. Eu já temi diante de um homem que estava disposto a me bater quando quisesse, na hora que quisesse. Mas agora é diferente. Se a antiga Rin não tinha medo do Len, eu também não vou ter.

Quando entramos completamente no porto velho e abandonado, o barulho das ondas se chocando contra as pedras próximas encheu meus ouvidos. Estávamos um nível antes de das docas, e a aérea não tinha nenhum barco, além de uma embarcação grande e escura. Não estávamos na praia, pois não havia areia nenhuma por lá. Apernas embarques e desembarques de navios que hoje estão com buracos no casco, abandonados pelo tempo.

Len continuava a me arrastar, segurando firme no meu braço, enquanto eu tentava me livrar de sua mão. Comecei a usar minhas unhas e arranhar os seus dedos. Quanto mais eu gritava mais eu sentia olhos me observando. Eu estava chamando atenção, mas eu não queria que alguém fizesse algo que prejudicasse Len. Esse idiota inconsequente. Escutava barulhos, e a sensação de estar sendo observada me assombrava.

–Len! –Gritei pela vigésima vez essa noite.

Ele nem se deu ao trabalho de virar a cabeça para trás. Continuava agarrando meu braço, me levando aonde quer que fosse.

–Para! Você está me machucando!

Mais uma vez ele me ignorou. Segurei em um pilar que sustentava um dos galpões que existiam pelo lugar, o que fez o seu ritmo constante parar. Ele me olhou com um olhar frio, e com a voz embargada de raiva.

–Solta isso, agora.

–Não! – Enrosquei meu braço ainda mais no pilar. – Por favor Len... Esse não é você...Porque está fazendo essas coisas?

–Porque?! Quer saber porque?! Porque a minha namorada está agindo feito uma perfeita idiota! Porque ela é egoísta, e não consegue perceber que vai matar a minha filha fazendo essas besteiras! Porque você Rin...Não passa de uma loira burra! Como não consegue perceber que as merdas que você faz não só afetam você, como afetam a mim?! E agora, afetam a Aya!

Minha respiração falhou um pouco.. Eu simplesmente não pensei no que iria fazer a seguir. Eu soltei minha mão do pilar, e levantei minha cabeça para encara-lo. Eu olhei naqueles malditos olhos azuis e me limitei a deixar algumas lágrimas rolarem pelo meu rosto e descerem de encontro ao chão. Não teve nem um momento de hesitação. Eu levantei minha mão o mais alto que pude, e...

Dei o tapa mais forte que consegui.

O barulho ecoou por todo lugar, espantando alguns bichos noturnos. A cabeça de Len estava virada, com o cabelo cobrindo seu rosto, que agora, deve estar vermelho, e com a marca de meus cinco dedos na bochecha esquerda.

–VOCÊ É UM IDIOTA, LEN! – Respirei ofegante, pronta para acerta-lo novamente

–Eu...

–E eu tenho mais uma lista repleta de elogios pra você! –Via meus ombros subindo e descendo de tão ofegante que estava. -UM VERDADEIRO IMBECIL! UM DEMENTE, UM OTÁRIO, UM LOIRO DE FÁRMACIA, UM RIDICULO, UM OXIGENADO, E PRINCIPALMENTE UM MENTIROSO! Quem é você para dizer que eu sou burra?! Que eu sou idiota?! Que eu sou egoísta?! Eu mudei a minha vida inteira por você! VOCÊ é um mentiroso! Eu não sou egoísta, eu estava disposta a morrer por você! Mas você não faria o mesmo! Você é só um maldito metido e esnobe que só pensa no próprio nariz e não vê que as merdas que você fala me afeta! E sabe o que mais?! Eu...Eu..EU TE ODEIO!

Levei minhas mãos a boca.

Não...Eu não quis dizer isso.

Len que estava de cabeça baixa rapidamente a levantou. Ele me olhou nos olhos, e ele viu o brilho dos meus olhos marejados.

–Rin...

–Me solta. – Falei cabisbaixa, não aguentando o encarar. – Por favor, me solta.

Ele soltou devagar o meu braço.

–Rin...Eu...Por favor...Eu não te peço que me perdoe...Mas por favor...Não me odeie...

Levantei a cabeça. Parecia que ele poderia desabar a qualquer momento.

Eu não aguentava ver Len daquele jeito. Naquela noite, nenhum de nós pareceu medir o peso das palavras. Sim, talvez eu seja idiota, egoísta ou até burra. Mas eu não o odeio. Eu nunca odiei. Nem quando ele queria me prender. Eu sempre enxerguei através daquele olhar de raiva que ele me direcionava, quando nos esbarrávamos nas nossas famosas perseguições. Ele sempre me fazia corar, mas eu fazia de tudo pra esconder. Eu tentava me convencer que ele era o inimigo, um idiota, um patético. Mas no fundo, eu sonhava em um mundo perfeito em que talvez, só talvez, eu pudesse ser feliz com ele. Desde que eu o vi eu sempre soube que não haveria ninguém além dele. Eu não o odeio. Nem hoje. Nem nunca.

Me atirei nos braços de Len, o agarrando forte. Enterrei minha cabeça em seu ombro, enquanto ele me apertava contra seu corpo. Ele encaixou sua cabeça próximo aos meus ouvidos e falou roçando seus lábios na minha orelha, me fazendo arrepiar.

–Me desculpe, loirinha.. – Ele afagou meu cabelo. -.Eu não quis realmente dizer aquelas coisas...Eu só...Só peço que não me odeie. Eu não aguentaria viver num mundo onde eu sou odiado pela pessoa que mais amo.

–Len... – Me soltei dele. – Eu...

–Mas que palhaçada é essa que estão fazendo, no meu porto? – Uma terceira voz se presente. .-Mais importante ainda, Kagamine Len. O que está fazendo com a minha mulher?

Virei imediatamente para onde a voz vinha. Eu sabia muito bem quem a possuía, mas eu não sabia como ele conhecia Len.

Estreitei os olhos procurando ver melhor. Uma a uma, luzes foram se acendendo. A figura que carregava a terceira voz continuava a andar, sempre um passo antes das luzes o atingirem.

–Sério, Rin? Revil? Revil com sobrenome ‘’O’’ ? — A figura jogou uma prancheta com informações de busca, iguais as quais a equipe do Piko carregam. –Você não tinha nada pior pra inventar, não?

Me virei para Len, preocupada com ele. Ele não parecia piscar, parecendo acompanhar a movimentação nas sombras.

–E você, Len. Sempre se gabando de ser ‘’o mais inteligente’’. – Deu uma risada seca. Parecia falar o nome de Len com o mais profundo desgosto. – Mas foi idiota o suficiente para não perceber que ‘’Revil O.’’

É Oliver ao contrário.

Notas finais
Esse capitulo foi em oferecimento de: Sweet Geek (Bonnibel ) , trollando as pessoas desde que completou 4 anos. MUAHAHAHAHAHAHAHA! Vocês acharam mesmo que eu ia colocar o nome de Revil? Velho, vocês devem estar se esquecendo que eu sou uma gênia não descoberta pela.... Literatura???? ENFIM. Teve gente que falou que Revil era um PQP de nome, teve gente que curtiu esse nome, teve gente que falou que era EVIL de Revil, teve gente que falou que o sobrenome ''O'' seria Revil ''O''liver. MAS NINGUEM PERCEBEU QUE ERA OLIVER AO CONTRÁRIO, então... YEEEEEEEEEEEEEESSSSSS! Consegui!!!!! Gente, eu adoro tretar. ( Percebe-se. ) ENTÃO QUE AS TRETAS COMEÇEM! AGORA SÓ VAI TER TRETA, RECHEADA DE TRETA, COM TRETA PÁRA ACOMPANHAR. Mini spoiler do cap 25: E... Vai ter uma treta muito séria. Vocês vão me xingar de tudo quanto que é nome. MUAHAHAHAHAAHAHAHA! Eu to rindo que nem uma surtada! MUAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHA! Aqui só tem inovação, rapazeada! Vou colocar todos os tipos de zueira! Inicio, meio e fim tensos, huh? Vejo vocês nos reviews!