Kamy Naio - A caçadora de demônios.

6 Capítulo 6 - Voltando de viagem.


Depois de muito tempo trabalhando, mais um boato tomou conta da escola de Shakiu, eu estava super feliz de poder voltar lá, pois eu já estava ficando maluca sem ele, felizmente eu consigo separar a vida pessoal do meu trabalho.

5h eu já estava no avião de volta para mais um caso, a ansiedade tomava conta de mim, eu queria beijar Shakiu como nunca beijei antes, estava morrendo de saudades. Minha matricula foi feita novamente, como Shakiu era mais novo, ele continuou na escola, eu queria tanto vê-lo!

No dia seguinte, eu fui à escola, minhas pernas estavam trêmulas, eu estava nervosa, quando pisei no portão, meu mundo desmoronou, vi Shakiu beijando uma menina de cabelos cor-de-rosa, do jeito que ele me beijava, pegando na minha cintura e alisando meus cabelos. Meus livros caíram, fazendo com que eles se separassem, os dois olharam para mim, eu estava chorando, porém eu sou bugada, só choro pelo lado esquerdo, Shakiu quase derrubou a menina para vir até mim, ele tentou me abraçar mas eu não deixei, olhei-o nos olhos, vendo tudo embaçado.

– Kamy...– Ele se aproximou para pegar em minha mão, eu rapidamente coloquei-a para tráz. — Kamy por favor. — Eu soluçei baixinho, empurrei ele e saí correndo até o banheiro feminino, escutei ele gritando para mim abrir a porta, não respondi, só chorava.

– Kamy, eu estou ouvindo seus soluços, abre a porta para mim!– Eu até pensei em abrir a porta, mas estava entre a emoção e a razão, eu queria abrir a porta, esquecer tudo que eu vi, mas infelizmente é impossivel. Limpei minhas lágrimas, abri a porta e o empurrei, voltei para pegar meus livros e procurar minha sala, para o meu azar, eu estava novamente na mesma sala que Shakiu, eu não vou suportar, mas eu posso tentar!

Eu me sentei na cadeira do fundo na janela, o maldito traste do Shakiu se sentou ao meu lado, no decorrer das aulas ele susurrava meu nome, mas eu não dava importância, estava decidido, nunca mais irei falar com Shakiu, meu sentimento pode até ser de amor, mas também é ódio. Ele que fique com aquela lambisgóia de cabelo-chiclete, não vou ligar, amor é cilada mesmo.

No refeitório, ele se sentou na mesma mesa que eu, mas eu saí, me sentei debaixo da arvore, eu queria paz, não queria falar com ninguém, infelizmente ele veio atraz de mim denovo.

– Kamy fala comigo, você é sempre tão alegre e feliz, por favor me dá uma chance de me explicar.– Minha boca formou um ''sim'' , mas antes do som sair, o sinal bateu, eu o olhei com um sorriso irônico e voltei à sala, ele me cutucava com o lápis as vezes, mas eu nem ligava, fiquei naquela escola por bastante tempo, e não consegui descobrir porcaria nenhuma sobre a nova morte. Para o meu azar, aquela menina que Shakiu estava (~NaomiVomitando~) beijando veio conversar comigo.

– Ei menina!– Ela puxou meu braço — Tenho que falar com você! .

– Me solte! Eu não tenho nada para falar com VOCÊ– Eu soltei meu braço.

– Mesmo que você não queira me ouvir, eu vou dizer mesmo assim.– Eu fui andando tentando ignorá-la, mas ela foi atraz tagarelando.

– Aquele beijo foi uma aposta! Se Shakiu não me beijasse ele teria que dançar com aquela diretora escrota cheia de pereba!– Eu parei, e a olhei por cima dos ombros, não pensei em porra nenhuma, saí correndo e gritei um ''Obrigada'' para ela. Eu corri por todos os corredores todas as salas procurando Shakiu, eu o achei na biblioteca sozinho, ele me olhou.

– Shakiu... eu...– Eu não sei se enfiava minha cara em um buraco ou ia para Nárnia.

– ... — Ele soltou o livro e veio em minha direção, ele me abraçou apertado.

– Me d...– Eu nunca pedi desculpas à ninguém, sempre que eu falava a palavra desculpas eu travava.

– D... ?

– D–de-scul-p-pe...

– Eu te desculpo princesinha. — Ele beijou minha cabeça, me pegou no colo e me beijou, mas era um beijo diferente, um beijo selvagem, ele deitou no sofá e eu fiquei por cima, ele até tentou enfiar a mão por dentro da minha blusa mas eu não deixei, eu tirei sua camisa, nossa o seu ''tanquinho'' era maravilhoso, eu lambi seu pescoço, pude ver os pelos da nuca se arrepiarem. Ele apertou a minha bunda com força, eu alisei sua barriga, quase coloquei a mão naquele lugar, eu subi a mão bem rápido, mas ele à segurou e desceu novamente, estava duro, meu Deus, uma vergonha possuiu meu corpo, mas eu deixei a mão lá. Ele me beijava até perder o folêgo, várias vezes eu não deixei ele por a mão por dentro da minha blusa, mas ele foi esperto, desabotuou meu sutiã e alisou minhas costas, eu até pensei em impedir, mas deixei , alisou meus seios e apertou com bastante delicadeza . Senti um volume na minha mão, até eu me ligar que ainda estava naquele lugar, e estava BEM mais volumoso, ele novamente segurou a minha mão e apertou... tirou as calças e inverteu a situação, agora ele estava por cima, me beijou denovo pressionando seu corpo contra o meu, só paramos porque estavamos quase nus e sem oxigênio. Ele cochichou em meu ouvido :

– Você é bem safadinha hein, rsrs.

– Não sou!– Fiz uma cara emburrada , ele riu e deu um beijo na minha bochecha, quando nós saímos já estava na hora de ir para casa, nos beijamos e cada um foi para sua casa.