Kalahari

13 Capítulo 12


Notas iniciais
Olá Amadas, esta autora infelizmente anda assim, adoentada....e com dificuldades para as postagens, mas nos momentos de uma injeção e outra....eu escrevo os capitulos e depois vou revisando....! Obrigada pelo carinho e pelas manifestações de posta logo! hihihih! Vamos,lá, vamos as sandices de Kalahari....antes gostaria de agradecer a liliswan e a Li_Cullen pelas indicações. Preparadas! Então boa leitura

Kalahari

Capitulo 12

Eu poderia dizer que o brilho daqueles olhos verdes eram hipnotizantes, mas, o que realmente chamava a minha atenção naquele momento tão surreal, eram os lábios, que pintados de vermelho faziam movimentos destoantes, daquele tipo quando alguém come algo que aprecia muito e depois lambe os beiços. E para confirmar minhas divagações, ela passou a ponta da língua por eles e depois esticou o bico, a espera.

Não vou negar que meu estado mental há muito havia ultrapassado a fronteira do abestalhado, afinal, não era todos os dias que eu recebia no meio da fuça uma pergunta como aquela. Alias, não era todos os dias que uma Alice caia feito um meteoro na minha vida e, nem mesmo na boate da Sue houve tal descaramento ou tamanha audácia como a que aquela mulher demonstrava com muita desenvoltura.

—Oiii! Entendeu a minha pergunta?!

Ela ainda queria a confirmação?!!!

Feito a vaquinha de presépio em abaixei e levantei meu queixo, sem conseguir coordenar ao menos duas palavras. Acho que Alice não percebeu meu estado, pois ela suspirou profundamente e colocou as mãozinhas juntas no peito antes de voltar a me bombardear com as suas sandices.

—Hum! Confessa que foi a melhor experiência da tua vida!

Oh, meu pai!

—É...!

—Tenho certeza que não dá para comparar com o meu Jasper, pois ele é incomparável! Mas, meu irmão, minha filha, modéstia a parte, humm... – ai ela revirou os olhos, ai que pavor, eu iria subir pelas paredes, ia sim! — ...olha se a gente não fosse irmãos...- depois do nada ela disparou — ...sabe que eu gostei de você?!

Hein?!

—De todas, acho sinceramente que você foi a melhor escolha que Edward fez e, espero que seja a ultima também! Pois não tenho mais paciência para choros todas as vezes que vou a cidade e, adoraria te esfregar como a Sra. Edward Cullen no nariz torto da pelancuda.

Todas?!?

Choros?!?

Sra. Edward Cullen e pelancuda?!?

—Agora me conte os detalhes...!

Aiê!

—Como foi a primeira vez de vocês? – ela apertou os olhinhos e quase pulou em cima de mim, aquela mulher não existia, ela era um pesadelo em forma de ser humano!

—Eu não disse nada...

—Claro que não, pois que não calei a boca até agora! Vamos, diga tudo para Alice, preciso dos detalhes mais picantes, mais molhados e febris!

As faces magras dela balançaram na hora de dizer febris, meu pai, e que conversa era aquela de pica molhada?!

—Eu... – engoli a minha saliva, com medo da reação daquela criatura quando ela descobrisse que estava falando com uma virgem que sentira o gosto da lingua de Edward somente duas vezes.

—Você...? – ela se intensificou para o meu lado, os olhos se arregalaram e a boca se abriu em um sorriso cheio de expectativas. Eu comecei a desconfiar que Alice não tinha muitas coisas para fazer naquele fim de mundo...

—...nãofiznadacomteuirmão! – tomei coragem e desembuchei de uma única vez. Acho que ela não entendeu, pois ficou ali, com a boca aberta, com aquele sorriso pervertido na cara e balançando a cabeça como se eu estivesse falando as coisas mais cabeludas do mundo.

—Sei, e o que mais? – depois ela agitou as mãozinhas.

—Mais nada! – a coragem foi embora em um momento muito critico da minha vida. Eu vi com pavor os olhos de Alice se focarem em lugar nenhum, como se ela estivesse assimilando as parcas e pobres palavras que eu dissera, depois, o sorriso pervertido se esvaneceu e, ela me focou novamente.

Eu dei um pulo sem sair do lugar.

—Não entendi! – não havia nada mais assustador do que aquelas duas palavras, ditas assim, com um dedo no queixo e um olhar percrustador, aquele que te mira dos fios dos cabelos até a unha do pé, com o detalhe de fechar lentamente a uma pálpebra e mirar com um olhão, bem grande e brilhante.

—Repete! – ela soletrou, lentamente...

Eu transpirava o suco do Haj em cada poro do meu corpo, o que era aquilo meu pai?! Aquela mulher, aquelas palavras, aquele olhar?

Limpei a garganta e abri a boca, mas um dedinho dela em riste me fez fechá-la novamente.

—Antes, pense bem o que você vai me dizer!

Como uma voz tão dócil podia ser tão ameaçadora?!

—Eu nem sei o que tenho para te dizer! – eu já me encontrava a beira das lagrimas — ...o que você quer de mim? Já falei que sou uma fugitiva e que,...!

—Tá, ta! Pode pular esta parte que eu já entendi! O que eu não entendi foi a parte de você e meu irmão não terem nada! Nada?! Nadinha?!

Ficamos balançando as duas a cabeça e por fim eu falei.

—Nadinha!

Alice ficou com a boca aberta, como se houvesse recebido a noticia mais espantosa do mundo. Depois ela falou, assim, meio desconcertada.

—Mas, eu não costumo me enganar com as coisas...

—Que coisas?!

—...eu tinha a certeza de vê-lo muito inclinado para você! Como quem já comeu do melado e se regalou!

Quê melado, meu pai?!

—Hein?!

Ai, ela se ergueu e andou pelo quarto coçando os cabelos escuros, para depois se voltar com aquele ponto de interrogação na face.

—Isabella?

—Eu! — Alice revirou os olhos com impaciência, oh meu pai?! O que seria de mim na mão daquela louca?!

—Eu sei que é você, mas não é isto o que estou perguntando.

Ela se aproximou de mim com uma mão na cintura e um dedinho ainda em riste.

—Você esta tentando me dizer que não fez nada com Edward? Nada mesmo?!

—É... – eu olhei para as minhas unhas e antes de falar a maluca gritou.

—Eu sabia! Fizeram sim!

—Não, não fizemos nada!

—Então porque esta cara de culpada?

—Eu, culpada?!

—Sim, pois que esta com uma cara de quem se regalou e agora quer esconder os beiços!

Coloquei dois dedinhos na boca, que situação!

—Bom, assim... – eu não conseguia lembrar o motivo de dar tantas explicações para ela e quando voltei a erguer as minhas vistas, descobrir que com Alice, não precisa ter motivos.

—Sim?

—Na verdade, teu irmão me beijou!

—Pode confessar, ele te agarrou?

—É... bem...eu não sei dizer ao certo, pois da ultima vez eu desmaiei!

—Então foi mais de uma vez?

—Oh, meu pai?! Você é pior do que a policia! Sai da minha frente, eu vou me entregar para os mafiosos!

Eu me levantei da cama, mas as mãozinhas dela em meus ombros me fizeram voltar ao lugar.

—Não ouse tirar esta bunda empinada dai! Então, Edward te beijou mais de uma vez? Estranho...

—É estranho ele querer me beijar?!

—Não, é estranho ele somente ter te beijado!

—Ah, mas ele acha que eu sou freira e,

—Não?!

—O quê?!

—Ele acreditou mesmo na tua mentira?!

—Acho que sim.

Ela bateu a mão com força na coxa miúda, o mulher vibrante!

—Mas isto explica tudo! – depois, Alice gargalhou e eu fiquei com cara de besta quadrada.

—Menina, se me contassem esta história ontem, sem eu ter posto meus olhos em você, eu iria rir tanto que teria que trocar a minha calcinha!

Qual era a graça mesmo?!?

—Quem diria, Edward Cullen está apaixonado! – ai ela se voltou para mim, com um brilho na face como se houvesse descoberto ouro.

—E o melhor, pela pessoa mais absurdamente inusitada do mundo!

—Você está me chamando de absurda?!

—Mas é claro que estou! Isabella, você tem noção de quantas mulheres já passaram na vida de Edward?

Eu?!

—Já até desisti de contar e, em um belo dia de sol, me aparece você! Jovem, na flor da idade, com pele de fruta suculenta me dizendo que não levou uma dentadinha se quer na bunda de Edward.

Por que ele iria morder a minha bunda?!

Alice se afastou e foi até a penteadeira e pegou um frasco de perfume o abrindo e inalando, eu estava tão zonza que deslizei meu corpo e pendi na manta colorida. Mas logo veio o meu desassossego, pois ela voltou a falar.

—Eu mesma, tentei casá-lo. E pensar que joguei Victoria em cima de Edward! Até mesmo com a irmã de Jasper, mas Rose tem um gênio do cão, eles se matariam antes de trocarem um beijo – então ela se voltou para o meu lado — ...mas já você? Humm...Já foi agarrada duas vezes por ele!

Aquela mulher era impossível!

—Humm..... Conta para mim, foi de língua?

Oi?!

—Eu conheço meu irmão, ele não deixa serviço mal feito, não senhor! Foi bom não foi?

—Eu...não quero falar sobre estas coisas com você.

—Ai que fofíssimo!

O que era agora?

—Você é virgem!

—Descobriu isto só agora?

—Veja só, estava tão empolgada com o interesse de Edward Cullen em você que nem notei este detalhe! Está estampado na tua cara! Há, Edward deve estar subindo pelas paredes!

—A minha cabeça está doendo!

—Oh querida! Logo poderá tomar um banho e esta sensação vai passar, enquanto isto, vamos continuar conversando.

Mas aquilo não era uma conversa!

Então alguém bateu na porta e Alice correu a atender.

—Obrigada Haj!

—Adivinha só?!

Eu precisava mesmo?!

—Teu banho te espera...

Enfim uma ótima noticia!

—...e, Edward está lá fora, feito ao cachorro que foi chutado da sala! Menina você o pegou de jeito!

—Não foi intencional, foi um acidente e, eu já falei para ele que tudo é mentira, mas acho que ele não entendeu e...

—Você contou a verdade para Edward?

—Contei!

—E ele não acreditou em você?

—Acho que não!

—Claro que não! O cérebro do meu irmão é igual ao dos búfalos fedidos que ele cria.

Pelo menos em uma coisa nós concordávamos.

—Edward gosta de coisas difíceis, por isto a pelancuda nunca conseguiu pegá-lo e tão pouco Victoria teve talento para tal, ela é muito oferecida...!

Voltei a sentar na cama e coloquei dois dedos em minhas têmporas, tentado me encontrar.

—Olha, eu não quero nada com teu irmão, eu quero pegar meu dinheiro e dar o fora deste país escaldante, só isto!

—Só isto?! Mocinha, você conquistou o homem mais cobiçado destas paragens e me fala que é só isto?!

—Eu...não pedi nada disto!

—É claro que não! Mas, eu vou te ajudar!

—Em quê?!

—Bem, primeiro, eu tenho que ter a certeza de que Edward ainda pense que você é freira.

—Mas...

—Calma, o mundo foi feito em sete dias, lembra-se? Depois, vamos descobrir o que você sente por ele.

—Eu não sinto nada, eu...

—Isto, nós veremos!

—Alice, por favor!

—Isabella, eu vou te ajudar! Se, de fato eu desconfiar que meu irmão não deseja nada mais com você além de uma bela e gostosa trepada, eu mesma, te mando para longe daqui e, com segurança! Mas, se eu o conheço bem, acho que Edward está de quatro, o que resta descobrir somente, o que você, mocinha, sente por ele!

—Você descobriu tudo isto somente nesta hora? – sim, eu estava impressionada!

—Hummm.....até um cego veria isto! O modo como ele te olha....

—E como ele me olha?

—Você não entende nada de homens, não é mesmo?! Vamos com calma, vem, vou levá-la ao seu banho.

As palavras mágicas me deram forças para sair daquela cama, eu me ergui e tomei dos dedos finos de Alice. Quando ela abriu a porta nos deparamos com ele.

—Edward, o que você está fazendo parado ai?

—Eu queria ter a certeza de que ela estava bem.

—Mas é claro que sim, ela está comigo! Edward, se ela não fosse freira eu sinceramente estaria desconfiada de algo.

—O que você que dizer?

—O que você acha?!

—Alice, Isabella é filha de Rennee, eu, neste momento sou responsável por ela.

—Sei, e agora você virou pai dela?

—Claro que não, não tenho idade para ser pai de Bella!

—Pois está parecendo que deseja este cargo!

—Eu apenas estava preocupado, sei bem como você é!

—E como eu sou? – Alice colocou duas mãos na cintura e bateu um pé.

—Descarada, só para começar. Sem mencionar sua falta de pudor.

—Falta de pudor a tua! Que agarrou a pobre moça, sem se importar que ela tem um chamado a cumprir. Edward Cullen, estou muito envergonhada!

Coloquei minhas mãos sobre a boca e engoli o grito que embolou na minha garganta. Edward parecia uma criança, que é pega em flagrante!

—Bem, é que, escapou...

—O que escapou exatamente, Edward Cullen?

Ele colocou as mãos enormes a frente, bem acima, bem acima...

—Quando eu vi...

—Quando você viu, já estava com os beiços grudados nela! Francamente, ela é uma mulher proibida para você!

Edward me olhou, eu vi aflição nos olhos dele.

—Bom, tudo na vida tem um jeito...

—Só não existe jeito para a falta de vergonha na tua cara!

—Pelo amor, Alice, porque você está me esculachando deste jeito?

—Eu te conheço! Vou proteger a madre Bella de tuas mãos grandes e tua boca pidonha. Venha querida!

Ela me arrastou pelo corredor, eu ainda passei bem perto dele que me olhou de um modo muito desconcertante.

Alice abriu uma porta e eu quase não tive tempo de falar.

—Estou de fato impressionada, vai ser muito interessante.

Eu estava muito cansada, caminhei feito um zumbi até a banheira, o cheiro da espuma me atraiu e comecei a tirar a roupa grudenta do meu corpo sem me importar com Alice, que estava atrás de mim, maquinando suas idéias mirabolantes. Assim que eu me recuperasse, partiria daquele lugar, eu não desejava ficar louca. Entrei na água que me recebeu morna e gostosa, até suspirei, mas, sem forças, não tive animo para me esfregar.

Alice ficou falando feito papagaia e pegou uma esponja para esfregar as minhas costas. Ela dizia algo sobre roupas, lavar os cabelos e dar um corte nas pontas. Eu, por mim, ela poderia pintar o rosto de azul e dizer que era lunática. Fechei meus olhos e cochilei.

—Isabella?

A voz suave me trouxe de volta.

—Acabamos, venha!

Olhei para cima, ela estava parada com uma toalha aberta me esperando. Me ergui e me enrolei na toalha que era muito macia.

—Você é muito bonita! E tem uma inocência deliciosa.

Tive que rir com aquele comentário.

—Se não se importar, separei algumas roupas limpas.

—Eu trouxe umas mudas.

—Sim, Haj trouxe a sua bolsa, mas, nada muito bom. Não se ofenda, apenas que desejo vê-la mais bela do que já é.

—Eu desejo dormir, apenas isto!

—Oh, querida, logo após o jantar.

É uma refeição seria boa.

Assim que me enxuguei vesti a roupa que Alice me ofereceu. Era um vestido lindíssimo, de um tecido muito leve em tom lavanda.

—Este tom de cor lhe cai muito bem. – enquanto ela falava me colocou sentada em um banco e passou a escovar meus cabelos.

—Eu teria lavado seus cabelos, mas você estava dormindo, faremos isto amanhã! Pronto, assim, agora, coloque umas gotinhas deste perfume.

—Eu agradeço por tudo, obrigada!

Alice ainda me deu uma sandália de tiras que serviu bem em meus pés e nós saímos em direção as escadas. As vozes dos homens eram bem pronunciadas, eles pareciam estar em uma conversa bem animada. Repentinamente eu parei, não sei dizer, mas não me senti confortável para ficar entre eles.

—O que foi Isabella?

—Não sei, você acha que eu estou vestida como se deve, para um religiosa?

Antes que ela pudesse responder, uma voz masculina, muito jovial soou atrás de nós.

—Olha, se todas as religiosas forem como você, o paraíso vai lotar!

Me virei em direção a ele e, me deparei com um par de magníficos olhos azuis.

—Garret Besson, seu criado.

Ele era Francês? – com muita elegância pegou minha mão e beijou meus dedos.

—Oh, Garret, chegou faz tempo?

—No tempo certo, para conhecer a esta bela moça!

—Ela não é para o teu bico, Francês! – Nos voltamos os três para a voz grosseira de Edward, que passou pelo homem que ele acabara de chamar de Francês, sem qualquer cerimônia e tomou meu braço em seus dedos rígidos, me puxando para o seu lado. Tudo era acompanhado com muito interesse por Alice.

—Mom Ami!

—Mom Ami o cacete!

—Edward, sinceramente! — Havia muita indignação na voz de Alice.

—Nem vem Alice, este Francês de bosta ta me devendo uma gaita preta e agora estica este beiço molhado pro lado da Bella, comigo por perto não urubu!

—Madre Bella, perdoe os modos bruscos do meu irmão!

—Madre? – olhei abestada para Garrett.

—Tão moça, tão formosa?! Mas que mundo é este que permite que alguém tão délicate, seja confinada na religião?

—É melhor ela ficar nas batinas, do que perto do teu bico doce!

—Mom ami, por favor, o que a jovem e bela madre vai pensar de mim!

—O que tiver de pior para pensar!

—Nunca te vi assim, Eduardo, o que você tem?!

—Uma mão bem grande para tacar na tua cara! Fica longe dela, não vou avisar de novo!

Dito a ameaça, Edward me rebocou para longe do Francês.

—Não precisava ter sido tão grosseiro assim com o Sr. Besson.

—“Sr. Besson” !

Foi ridículo de se ver, Edward tentando imitar o tom da minha voz.

—Era só o que me faltava! – depois ele passou a resmungar baixinho -Alice também! Ela não tinha nada que te vestir assim, onde já se viu?!

—O que tem de errado com a roupa que estou usando?

—Nada! Para ficar vestida assim, era melhor estar pelada!

—Tudo bem, vou já tirar o vestido.

Já falávamos aos berros.

—Olha aqui, “madre”, não começa a me desafiar, por favor! Já vou ter muito trabalho para manter o beiçudo do Francês longe de você!

—Não contratei você como meu guarda costas! No mais, eu sei me dar o respeito!

Edward começou a rir, escandalosamente!

—Tô vendo!

—O que você esta insinuando?

—Nada!

—Acho bom mesmo, Sr. Cullen!

Como aquela criatura conseguia me irritar tanto? Eu me desvencilhei dos dedos dele e passei a frente, entrando em uma sala ampla e bem decorada. A mesa estava posta e a cabeceira estava o dono da casa, Jasper Hale.

—Oras, se Alice não opera milagres! Seja bem vinda a minha casa, madre Isabella!

Eu fiquei sem jeito com aquele comentário. Mas por muito pouco tempo, pois Alice entrou seguida pelo Francês, enquanto Edward ficou parado atrás de mim, feito sombra horripilante!

—Hum, cuidado Momo, sou ciumenta!

—Não tenho olhos para outra que não seja você, Momo.

—Claro, pois se o fizesse, eu os arrancaria!

—Vê madre, que família de irmãos ciumentos, fomos nos meter!

Ele estava me incluindo?!

—Alguém poderia me dizer, qual o grau de parentesco da madre com Eduardo? -a pergunta pareceu irritar e muito Edward e, como desforra eu falei sem pensar direito.

—Ele está mais para um padrasto! – sem me importar, sentei a mesa e ouvi os passos pesados de Edward, ele colocou a mão grande na cadeira ao lado e já ia se ajeitar quando Alice se manifestou.

—Edward? Por favor, você senta do meu lado.

—Porque?!

—Por que eu sou a dona da casa e decidi que quero assim!

—O Besson vai sentar aonde?

—Ao lado da madre, como meu convidado.

Continua...

Notas finais
Quem pode com Alice! Bella já sacou que ela não tem nada o que fazer da vida, além de sexo selvagem com Jasper e, agora ela vai se divertir com a falsa madre e o irmão grosseiro..... Já adivinharam quem é a pelancuda? Bjus!