Kalahari

14 Capítulo 13


Notas iniciais
Ei amadas! Como este capitulo estava pronto resolvi postá-lo, enquanto reviso Amigas e Cigana. Meu core está pulando de alegria pelas indicações de aoquadrado e Mi_lena. Obrigada amadas!

Kalahari

Capitulo 13

Roxa

—Edward Anthony Cullen, não seja infantil!

Era a cor daquele momento.

—EU QUERO SABER, dona Alice, porque o Besson pode sentar do lado da Bella e, eu não?!

Minha, de Alice e, principalmente, de Edward que não se limitava somente a não obedecer a irmã, como também, a proporcionar um escândalo digno de teatro.

—Eu organizei a disposição assim, não discuta comigo, isto é uma grosseria!

Alice permanecia com o dedo indicador apontado para a cadeira ao seu lado.

—Pro “escambal!”, desde quando se tem lugar certo para comer?! Não se enxerga Alice? Você já comeu farinha com feijão e ovo cozido no meio do deserto e agora vem com frescura pro meu lado?!

Alice rosnou?

—Neste exato momento, não estamos no meio do deserto! Estamos em uma casa, que foi construída sob o alicerce do amor e da harmonia e, não será um pé de vento desgovernado, chamado Edward Cullen quem vai me dizer o que eu posso ou não fazer na minha casa! Senta logo aqui, Edward!

Finalmente, a criatura deu a volta pela mesa, bufando muito e bem desajeitado, praticamente se jogou na cadeira ao lado dela, de tal modo que todos os objetos sobre a mesa, copos, pratos e talheres, tremeram. O marido de Alice, muito pacientemente segurou a uma taça de água com dois dedos e o barulhinho do cristal tinindo ecoou por toda a sala junto com a respiração pesada de Edward.

Eu parecia a uma estátua de tão dura que estava, até podia sentir os calombos doloridos nos meus ombros voltarem. Foi ai, que alguém limpou a goela perto de mim, o que foi o suficiente para chamar a atenção de todos.

Era o francês. Com todo o tumulto causado por Edward, eu havia me esquecido dele e me senti constrangida por isto. Afinal, ele não era um homem que se deveria esquecer assim com tanta facilidade. Comprovando a minha teoria, o homem, todo “lord”, com um movimento leve e elegante, puxou a cadeira e falou com uma voz fabulosa, até parecia um artista de revista e teatro:

—Permettez-moi, Mademoseille?

Moer o quê?!

Não entendi nada de nada, mas era tão bonito ouvi-lo falar comigo daquele jeito! Eu jamais imaginaria que isto aconteceria algum dia em minha vida! Isabella Marie Swan, fugitiva e encrencada, sentada em uma mesa divinamente posta no meio do deserto Africano e, ao meu lado, um legitimo francês! Oh!, e o som daqueles lábios finos falando comigo, naquela língua mágica e sedutora, alguém lá no céu resolveu olhar para mim, finalmente!

Minha boca ficou frouxa em um sorriso debilóide. O que eu podia fazer meu pai?! O homem transpirava charme e elegância, ai, ele fez um gesto com a mão e eu entendi. Feito a vaquinha do presépio eu acenei que sim, nem sei quantas vezes. Acompanhei toda derretida o sorriso encantador que ele me deu antes de se sentar divinamente ao meu lado.

Algo escorria da minha boca, eu estava babando?! Eu precisava me controlar, do contrário o francês iria me julgar como uma retardada!

Então, um ar quente foi soprado em minha direção com tamanha força que fez os meus pelinhos se arrepiarem. Olhei para frente e vi o brilho feroz no olhar de Edward, minha felicidade evaporou.

—Oh, Garrett, Eu sempre fico muito encantada com a sua educação! – Alice começou a falar alguma coisa sobre o charme do francês, mas eu só via a Edward que estava me fritando feito ovo na frigideira, só faltava o bacon.

O que eu fiz?!

Depois, ele sacudiu os ombros e colocou uma das mãos sobre o linho fino da toalha da mesa.

—Bah, isto porque você é mulher! – quanto desdém! Primeiro ele arranja confusão com o francês, depois com o meu vestido e ai presenteia todo mundo com suas grosserias e maluquices!

—O que você quer dizer, Edward?

—Que até hoje, nunca conheci uma mulher que soubesse reconhece, mesmo que esfregando embaixo do nariz, a diferença entre honestidade e safadeza! Basta sorrir e estralar os dedos, que vocês fazem tudo o que queremos!

Misericórdia!

Eu estava em estado de choque! Eu ouvia e não acreditava. Edward sacudia os ombros enquanto soltava com sua boca grande as palavras mais absurdas do mundo.

—Hum, educação?! Desde quando isto enche a mesa? – ele gesticulava com as mãos enormes para frente.

—Sim, Momo, por falar em mesa, podemos nos servir? – e o estarrecedor de tudo aquilo, era o jeito alienado de Jasper Hale. Ele agia como se tivesse visto a muitas daquelas discussões, para impressionar-se. Já Alice tinha um bico esticado na cara e seus olhos não se desgrudavam do irmão, mesmo quando ela pegou com dois dedos a sineta a balançando e Haj adentrou a sala empurrando um carrinho cheio de travessas com comida.

O cheiro estava tão bom que até esqueci de Edward me aterrorizando, mas, Alice não deixou isto acontecer por muito tempo.

—Edward, eu me pergunto sempre, onde foram parar os anos de dedicação que mamãe deu para você? Cadê a tua educação, criatura, você a assassinou?!

Excelentíssima pergunta!

Com uma risada despojada o “chiquetoso” do francês pegou o guardanapo sobre a mesa e com um gesto magnífico ele o desdobrou de uma única vez, para depois o colocar em seu colo.

Que homem fino!

Eu peguei o meu e fui tentar imitá-lo, mas quase que consigo quebrar a taça de água. Senti minhas faces queimarem, pois o fino cristal somente não foi ao chão, porque os dedos ágeis dele o pegou a tempo e, fingindo ignorar aquele meu vexame, ele falou com muita tranqüilidade. Devo confessar, ele era um homem de talento e coragem.

—Talvez, Eduardo tenha feito um empréstimo aos búfalos! Aliás, ele vive tanto tempo em companhia daqueles animais que julgo, que tenham trocado de personalidade.

—É a minha personalidade que você quer ver, Besson? Vamos lá fora que eu te mostro!

—Mom ami, nada me tiraria a honra de saborear a este divino banquete!

—Sei, então fala menos e enche logo esta boca!

—Não antes, de discordar de um fato dito por você!

—Ah sim, você discorda de mim, verdade?!

—Pois sim! Eu acho, não, tenho certeza de que Deus em toda a sua sabedoria, dedicou o seu melhor ao fazer a mulher e dá-la de presente ao homem.

—Oh, Garrett, que assim ficamos constrangidas!

—Minha querida Alice, devo ainda frisar que o rubor somente as deixam mais encantadoras! No mais, nada seriamos sem o direcionamento e a atenção de vocês, não é mesmo, madre?

Eu?!

A minha boca se escancarou automaticamente. Eu deveria mesmo dizer algo? Que dificuldade, meu pai, Edward me olhando feito um assassino, o perfume daquele francês e o cheiro da comida estavam mexendo com as minhas idéias. Mas antes mesmo de coordenar uma frase, Edward se manifestou ao modo dele, espantosamente rude.

—Essa menina não sabe nada da vida! Não que isto fizesse mesmo, alguma diferença!

Hein?!

Depois, ele ignorou a toda e quaisquer boas maneiras e tomou das mãos de Haj a travessa de arroz, servindo-se também, das batatas e de um pedaço suculento de carne, enquanto continuava a me ridicularizar.

—Veja você, se Jacob, não a tivesse salvo no deserto, ela teria virado pasta de gente assada! Economiza teu bico doce francês, essa aí não vale a pena!

Como assim, não valia a pena?! Espera lá!

—O que o senhor esta querendo dizer?!

Se era guerra que Edward Cullen queria, guerra ele teria!

E será que aquela casa era de malucos?! Pois enquanto eu era metralhada na mesa, Jasper e Alice se serviam das travessas de comida, e, Edward já abocanhava ruidosamente ao bife o mastigando.

Nada impressionava aquela gente?!

Eu nem sei por que ainda me assustava, principalmente quando ele retrucou.

—Que você, é a mocinha das batinas e que não sabe nada da vida?! Prova disto, é que se deixou sorrir feito a uma hiena vesga, só porque esse francês de merda, falou duas palavrinhas embromadas e sentou ao teu lado!

—Edward, poderia moderar teu vocabulário chulo, enquanto estiver sentado à minha mesa? – Alice falou calmamente enquanto cortava o pedaço de bife em seu prato, assim, como se pedisse que lhe passassem o sal.

E ele me chamou do quê, mesmo?!

As travessas chegaram até as minhas mãos, eu me servir de batatas, da carne, arroz e salada, tudo junto e amontoado. Minha raiva era tamanha, que passei a bater no monte de comida que se formou diante dos meus olhos, imaginando que fosse a cara dele, antes de me voltar e treplicar.

—Isto porque, sei muito bem como reconhecer a diferença entre um perfeito cavalheiro e um jegue!

Frisei bem o jegue! Hiena vesga é?!

O Sr. Besson riu baixinho ao meu lado e, isto atraiu a atenção de Edward que ergueu seus olhos do prato e ficou com uma imagem na cara que eu jamais esqueceria. Com uma bochecha, apenas uma, que estava tão cheia que parecia que tinha uma bola de baseball ali e, com um olho meio fechado e o outro bem fixo em mim.

Não me deixei intimidar, ninguém iria me ridicularizar perto daquele francês cheiroso!

—Mas, contudo, não posso negar que pouco sei da vida, pois que passei algum tempo em colégios internos, sendo que o ultimo foi o convento. Mas, a boa educação, a ”finesse”, vem de berço e não do curral! E posso garantir que dinheiro nenhum no mundo pode comprar a esta boa impressão, que um verdadeiro cavalheiro, causa em uma dama!

Eu via que Jasper Hale olhava de mim para Edward, mas foi Alice quem me deu apoio.

—Palavras muito bem colocadas, madre Bella! Eu sempre digo que um belo porte nada é se não vier com algo a mais... – Alice desceu o garfo na beira do prato e inalou do ar, como quem busca mesmo, inspiração — ...um olhar acalentador, uma delicadeza ao puxar a cadeira ou abrir a porta... – ela ia falando e gesticulando com uma mão, parecia um maestro — ...e nem preciso mencionar a higiene ao se portar perto de uma dama, rosto limpo, corpo asseado, cabelos arrumados...

Ela serviu-se de um pouco de água para limpar a garganta antes de dar o seu parecer final.

—Hum! Mas isto é algo raro, destinados a poucos! Minha querida madre Bella, seja indulgente com Edward, pois que meu irmão passa tanto tempo em meio aos bichos dele, que esqueceu-se destas pequenas coisas! Aliás, sempre que posso e, como dever de irmã, eu o alerto que se assim continuar, nunca vai arranjar a uma boa esposa. Pois uma mulher de verdade, não se deixa impressionar pela força bruta! Mas mudando de assunto, a senhorita nunca cogitou largar a batina? Afinal, o mundo dos homens ainda tem salvação, não é mesmo, Garrett?

— Se dependesse de mim, querida Alice, a bela madre, somente pisaria em uma igreja para casar-se, comigo!

—Oh, vejam só! Uma proposta, que encantador!

Alice riu fininho, parecia um sino. Senti as pontas das minhas orelhas queimando, o que era aquilo mesmo?! Enquanto eu cogitava lentamente toda aquela agitação, ouvi o barulho de uma cadeira se movendo e a voz de Edward que nos pegou a todos de surpresa, se erguendo repentinamente e se retirando da sala.

—Com licença!

Levou-se a três segundos em completo silencio, onde observamos o porte alto e reto dele saindo, sem voltar-se e dar-nos maiores explicações.

—Será que ele está chateado? – meu peito ficou apertado de repente.

—Não creio! – Jasper finalmente se manifestou com uma expressão contemplativa – talvez que algo lhe tenha caído estranho no organismo.

—O que poderia ser? Acho mesmo que poucas coisas neste mundo fariam mal a Eduardo, o homem tem mesmo a um estomago de avestruz!

—Mas que do jeito que falam, até parece que minha comida está estragada! – Alice se manifestou muito indignada.

Eles passaram a cogitar sobre as inúmeras possibilidades de Edward ter largado ao prato de comida e saído assim, sem qualquer satisfação.

Eu também tinha a minha teoria.

—Eu acho que ele não gostou do que Alice disse.

—Oh querida, de fato não! Que digo estas coisas a Edward sempre que posso e de todas as formas possíveis e, elas nunca surtiram ao menor efeito, ainda mais de o fazerem largar a um suculento pedaço de bife! – Alice olhou pensativa para o prato de Edward, na verdade já se passara a cinco minutos e ninguém mais voltou a comer, pois que todos lançavam suas opiniões a cerca da postura estranha de Edward.

—Que eu o tenho achado um tanto estranho, não acha momo?

—Estranho como, querido?

—Distante, por exemplo, desde que chegou, Edward nada me disse sobre os búfalos.

—Eu acho isto muito bom! Sabe madre, meu irmão não pensa em mais nada além daqueles animais. Realmente enfadonho!

—De fato, eu também estranhei a Eduardo desta vez, ele está mais agressivo.

—Só se for com você, que vive a perturbá-lo!

—Que nada fiz, minha amiga!

Aquela conversa toda estava me deixando chateada também, pois no fundo ninguém queria saber onde ele estava e, quando já estava colocando o guardanapo na mesa, Edward voltou a sala de jantar. Desta vez não foi somente a minha boca que se escancarou, pois que todos ficamos assim, estupefatos com o que vimos. Edward havia trocado de camisa, lavado o rosto e molhado os cabelos. Não parava ai, ele passou o pente nos cabelos os colocando para trás e aquilo lhe revelou muito do rosto másculo com a barba loira por fazer.

—Perdoem-me!

Quem era aquele homem?

Ele deu a volta na mesa, com toda a dignidade e puxou silenciosamente a cadeira se sentando.

O que ele fez com Edward Cullen?!

Depois, com a ponta dos dedos, Edward desdobrou ao guardanapo de pano calmamente o colocando preso abaixo do pescoço.

—Mon Dieu bonne!

Eu não sabia o que o francês havia dito, mas entendi o significado. Então, meu coração quase que pulou da minha boca.

—Acho que assim fico mais apresentável! Desculpe Alice, pelos meus modos. – ele dizia sem olhar para o lado, nossos olhos estavam presos um no outro, eu senti um calor subindo pelas minhas pernas e se alojando no meu ventre.

—Oh, Edward! Que surpresa maravilhosa!

—Estou bestificado, meu irmão! – de fato, todos nós estávamos.

—Isto porque não é muito difícil deixá-lo assim, Jasper! Hum, Alice, após o jantar, tocaria para nós?

—Que alegria! Mas é claro que sim!

Eu via tudo acontecendo perifericamente, pois ainda estava com os olhos presos em Edward que sorriu de leve em minha direção, como eu nunca o havia visto sorrir assim antes?

—Depois, se Isabella permitir, eu a tirarei para dançar.

—Maravilhosa idéia Edward, ainda mais que nesta noite teremos a duas damas.

—Sabe, madre, sempre que Edward e Garrett aparecem, nós dançamos, mas de fato, com você aqui fica mesmo melhor, pois eu sempre acabo dançando com todos eles, mais de uma vez, e...

Alice tagarelava sem parar, já eu, não sabia mais em que mundo estava. O clima na mesa do jantar mudou como água para vinho, tudo na mais completa harmonia e sorrisos. Eu sentia um leve agitamento por dentro e mal consegui comer a montanha de comida em meu prato, feita em um momento de fúria. Então, quando Alice pediu para que a sobremesa fosse servida, agradeci enormemente. Edward continuava com seu jeito novo, cordado e gentil, a todo o momento eu o olhava para ver se não estava alucinando e sempre ficava presa na força daquele olhar.

—Madre?

Eu me sentia flutuando em outro mundo, um mundo perfeito e verde, cheio de calor e atração, cheio de Edward Cullen.

—Madreeee?

Dei um pulo da cadeira.

—Hein?!

—Nossa, eu a chamei duas vezes, até parecia que não era você, por um instante! Veja querida, já organizei tudo, Jasper irá tocar o piano na primeira rodada e, eu dançarei com Garrett, não me esqueci da ultima vez, seu francês!

Alice apontou um dedinho para o Sr. Besson que riu alegremente, então se eles iriam dançar, a outra dupla seria...

—Você e Edward farão o outro par, o que você prefere querida, polca?

—A francesa? Seria ótimo!

A minha alegria transbordou repentinamente! Se havia uma coisa na vida que eu gostava era de dançar! E a animação tomou conta de todos e logo saímos da mesa em direção a uma sala ampla, onde havia um magnífico piano. Jaspe Hale se dirigiu sorrindo até o instrumento e começou a dedilha experimentando as teclas, para logo em seguida dar inicio a uma alegre musica que teve a um efeito contagiante. Eu não consegui parar de sorrir, fazia tanto tempo que eu não ouvia nada tão alegre, então me virei para o lado e dei com o nariz no peito do francês.

—Alice, minha querida! Perdoe-me, mas está primeira dança a terei com a jovem madre, não posso perder a oportunidade de impressioná-la!

—Oh, Sr. Besson, estou muito feliz somente pelo fato de poder dançar novamente! – era verdade, com aquela musica dançaria até mesmo com um búfalo e, por falar neles.

—Por mim tudo bem, se querem dançar os dois juntinhos... – olhamos para Edward que ignorou os bracinhos de Alice e se dirigiu até uma poltrona se jogando nela, antes de voltar a falar- ...é até melhor mesmo que você a tire primeiro, Besson, só vou dar um aviso, não a aperte demais.

—Mon Dio!

—Não é por nada não, mas do jeito que ela comeu hoje, não duvido nada que logo, logo, o ar fique pesado demais para se respirar!

—Edward Cullen! – Alice gritou!

Eu estava muito vermelha, mas não deixaria que aquela criatura, das trevas, estragasse a minha noite, então, eu girei pela sala em uma perfeita sincronia de pernas e braços. A música parou momentaneamente e, eu sabia, todos me olhavam abestados. Eu iria mostrar naquela noite quem eu era de verdade! Então eu joguei uma das minhas pernas para o ar, aquele movimento vez a barra do vestido bailar ao redor do meu corpo e disse com um sorriso enorme.

—Muito bem, Sr. Besson, estou pronta para dançar!

Duas coisas aconteceram ao mesmo tempo, um barulho estrondoso, de Edward caindo no chão e as palminhas de Alice.

Eu dançaria sobre o ar pesado de Edward Cullen, há, há!

Continua...

Notas finais
ai está...Edward está mordido de ciumes!Amadas tenho que dizer, não esperem pelo Edward gentil e educado, aqui ele é força bruta! E Alice, vai se aproveitar que o irmão está de quatro pela bela e ingenua freira! Logo teremos mais emoções e mais personagens tbm...! Mas vamos curtir aos poucos este começo de envolvimento de Bella e Edward, não é mesmo? Vamos fazer a madre dançar para o grosseirão e, quem vai peidar e de raiva, será ele! Bjus! P.S.: espero q tenham gostado!