Kage no Õji
39 Thanapido - Bônus.
Notas iniciais
De volta ao palácio de Eros...
A deusa do amor acabará de sair, ficará o dia inteiro com o filho olhando os semideuses, desejava ficar mais perto do amado filho mas não teve como e precisou ir embora.
Eros: Finalmente!!! -se jogou no sofá cansado e ouviu uma risada que conhecia bem fechando a cara.
Thanatos: ahahaha, o que foi Eros? Não me diga que está chateado comigo, de novo? -logo o deus da morte surgiu sentado o outro sofá, trajando apenas uma toga que deixava seu peitoral definido a mostra.
Eros: Você sempra anda assim? -olhou fixamente a roupa que mostrava demais o deus, o mesmo deu de ombros e sorriu para o amado.
Thanatos: O único que me vê assim é você meu querido.
Eros: Hum... veio se desculpar? De novo! -falou um tanto irritado.
Thanatos: Eu tenho trabalhado demais Eros, me desculpe não ter sempre tempo para você, mas estou tentando... -suspirou e se levantou indo até o menor e se agaixando ao lado deste acariciando seu rosto.
Eros: Você nunca tem tempo para mim... Mas para ter filhos com humanas vocês tem! -esbravou nervoso e se levantou se afastando do moreno.
Thanatos: Como se você não tivesse seus filhos também... -resmungou baixinho e o anjo do amor o fuzilou com o olhar.
Eros: ENtão é assim... você... -ia falar algo mas se calou ao receber um olhar extremamente assustador de Thanatos e desviou o olhar, fechando os olhos com força e quando os tornou a abrir, o anjo da morte estava a sua frente, olho a olho, dourado e vermelho, penetrantes.
Thanatos: Quando é que isso vai acabar? Sempre fala assim, mas Eu não tenho filhos semideuses a nove anos, diferente de você que ganhou um novo filho semana passada. -disse de forma calma e olhando ainda profundamente nos olhos do anjo do amor que extremecia e sentia seu peito doer a cada palavra, percebia o quão cheia de tristeza estava a voz de Thanatos, isso o machucava demais.- não tem nada a dizer certo? Eis algo em que os humanos e os deuses tem em comum, quando são pegos em flagrante, não conseguem arrumar uma desculpa para encubrir o que fizeram!
Antes que Eros pudesse dizer algo em sua defesa, o deus da morte lá não estava mais, Eros se encontrava só naquela enorma sala novamente, foi para o quarto e se trancou no mesmo, desabando em sua enorme cama de casal, seu quarto perfumado por rosas e perfume de ambar, velas iluminavam o local, com um bater de asas, as velas se apagaram e tudo voltou ao normal, seu quarto se tornará gélido novamente e era tudo o que precisava, por que sua relação com Thanatos tinha de ser tão complicada? Era o próprio amor, as coisas deviam ser mais fáceis para si, mas não era bem assim.
Eros: Ele ainda me paga...
Fale com o autor