Kage no Õji
35 Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida!
Notas iniciais
HAZEL
Peguei meu prato e me servi, com salada e carnes, andei calma até o frank que estava sentado na mesa, me sentei ao lado dele depositando um beijo em suas bochechas.
Frank: Só vai comer isso?
Hazel: Não, depois eu pego mais! é que o que ocorreu tirou um pouco do meu apetite.
Frank: Está bem... hum.. Haz, ta tudo bem entre a gente né? -perguntou de cabeça baixa.
Hazel: Mas é claro! Por que não estaria? -olhou o filho de Marte que parecia triste.
Frank: Você tem andado afastada, cada vez mais nos vemos menos...
Hazel: Ah! Me desculpa, eu juro pelo estige que não vou mais me afastar, só... me deixei levar por uma coisa... -apertou as mãos fortes e ficou de cabeça aixa, mas logo se sentiu ser abraçada pelo namorado que afagou seus cabelos.
Frank: Tudo bem Haz! Eu te amo! Mas vamos comer! -soltou e sorriu para a morena que retribuiu e começaram a comer.
Depois do almoço eu fiquei conversando com Nico, ele me contou sobre várias coisas que aconteceram no Japão, até mesmo como ele foi salvo por Abel. Depois eu comecei a me sentir um pouco zonza e Frank me levou para o chalé de Ares, Abel ficaria com Nico no nosso chalé e não queria atrapalha-los, me deitei na cama de Frank e ele ao meu lado.
Hazel: Pode voltar se quiser...
Frank: Não! Eu vou ficar aqui, com a minha namorada.
Selou nossos lábios em um beijo calmo, pousei minhas mãos no peito dele o dando passagem e sua lingua entrando em minha boca, explorando cada canto dela. Ela passou a mão pelas minhas costas, explorando cada parte dela, indo com a mão até a barra da minha blusa e a levantando de vagar. Mordi de leve o lábio dele.
Frank: tem certeza...?
Hazel: Tenho!
Frank: mas você...
Hazel: Já estou ótima! -revirei os olhos.
Num piscar de olhos ele estava por cima de, distribuindo beijo por toda a curva do meu pescoço, causando-me arrepios bons. Levei minhas mãos até suas costas, passando-as por toda a extensão delas, reconhecendo cada musculo. Ele separou nossos corpos e começou a tirar minha camisa, levando seus lábios para o colo do meu peito e distribuindo os beijos por ali, tirando meu sutian, ficou acariciando meu seio com uma das mãos, enquanto chupava o bico do outro.
Suspirei baixinho com a sensação boa que me causava. Ele tirou o meu short com a mão livre, jogando ao lado da cama, soltei um gemido de surpresa ao sentir a mão dele entrar dentro da minha calcinha, seus dedos brincando pela minha intimidade, por cada parte dela, gemi baixinho, aquilo estava bom, ele tocou meu clitórix e uma onda de choque percorreu meu corpo, fezendo um gemido mais alto sair por meus lábios.
Ele não deixou passar despercebido e ficou brincando com aquela parte sensivel, a apertando e a alisando bem rápido, o que fazia meu corpo extremecer e gemer mais alto, parou de tudo o que fazia e se dedicou a tirar minha calcinha com a boca, , separou minhas pernas e ficou fitando entre elas, senti uma enorme vergonha, antes que pudesse dizer algo ele começou a lamber minha vagina, penetrando a língua e tirando-a bem rápido, tentava controlar meus gemidos para que não ficassem tão altos, mas aquilo era maravilhoso, ele parou lamber minha intimidade, o que me fez soltar um resmungo em reprovação, mas logo penetrou um dedo dentro de mim e ficou movendoo de vagar, gemia baixinho e depois de poucos momentos ele colocava outro dedo, no terceiro eu senti um incomodo, ele foi com movimentos mais lentos dessa vez.
Frank: Haz... -sussurrou meu nome, subindo seu rosto até a altura do meu e me dando um selinho- esta pronta?
Balancei a cabeça afirmando, ele tirou os dedos de mim, ficou de joelhos na cama e começou a tirar a roupa, fiquei hipnotizada olhando no meio de suas pernas, seu membro era grosso e bem grande, deuses eu vou morrer... Ele corou ao perceber o que eu encarava, pegou algo no bolso de sua calça que estava no pé da cama e abriu o pacotinho verde, tirando a camisinha e ageitando-a em seu membro, se deitou sobre mim novamente, tomando meus labios em um beijo calmo, passei meus braços pelo seu pescoço e ele segurou minhas pernas as separando mais e colocando em sua cintura, sentindo a cabeça de seu membro roçar em minha vagina fazendo um choque percorrer meu corpo. Forçou seu membro contra ela e aos poucos foi me penetrando, aquilo era dolorido, na verdade, uma dor horrivel, separei-nos do beijo e tentei controlar para gritar de dor.
Frank: Eu vou ter que ir de uma vez Haz...
Arregalei meus olhos, ele tomou meus labios novamente e depois disso, uma forte onda de dor percorreu o meu corpo, arranhei suas costas com força e mordi o labio dele, de forma que começaram a sangrar, lágrimas silênciosas desciam por meu rosto. Ele as secou com delicadeza, em momento algum movendo seu quadril, ou fazendo movimentos bruscos.
Quando a dor basicamente passou, movi minha cintura para ele ir, Frank logo entendeu e começou a se mover de vagar, fazendo seu membro entrar e sair lentamente. Logo a dor que eu sentia foi substituida por prazer, ele foi aumentando a velocidade com que me penetrava, meus gemidos mais altos e clamava cada vez para ir mais rápido. Gemia seu nome e movia meu quadril para que fosse mais dentro de mim, nossos corpos suados, o cheiro de puro sexo no ar, já não aguentava mais, meu corpo estava em combustão, uma onda percorreu-me por inteira e cheguei ao meu limite, assim como Frank que deu uma ultima estocada forte, arqueei minhas costas e desabei na cama ofegante, ele tirou seu membro de dentro de mim e se deitou ao meu lado, me trazendo mais para si.
Hazel: Eu... te amo.. -disse quando minha respiração já estava mais regular e me alinhei melhor em seus braços, com ele me fazendo carinho.
Frank: Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida Haz...
Depositou um selinho em meus lábios e continuou com os carinhos, sorri satisfeita, esse está sendo um dos melhores dias da minha vida.
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TRISTAN
Estava frio, mais frio do que de costume e isso me forçou a vestir roupas basicas de frio. O loiro estava com roupas de frio até demais, estavamos fazendo as compras do mês, ultimamente ele tem comido doce demais, ainda não sei como não engorda, mas ignoro e fico apenas guiando o carrinho enquanto ele o enche de coisas que na maioria das vezes nem sei o nome. Bocejo pela milésima vez, querendo ir para casa.
Newton: Tris eu to ficando melancólico te vendo assim! -ele inflou as bochechas me olhando.(N/A: Viro moda isso agora?)(N/T: Vai saber!)
Tristan: É chato fazer compras ué! -resmunguei cobrindo minha cabeça com o capuz, enquanto algumas garotas passavam, depois foi a vez de alguns homens passar por ai.
?????1: Nossa! que bundinha em garoto! -assobiou para o New que corou violentamente.
?????2: Olha que fofo, ficou todo corado...
Tristan: Oe! Parem de mecher com ele se não quiserem morrer! -rosno para eles e os mesmo me olham.
?????2: Que é o garoto, fica fora disso!
Tristan: façam o que eu disse... -uma aura prateado começou a surgir ao meu redor e meus olhos ficaram com uma cor identica ao do gelo- Não. Se. Aproximem. Do. Que. É. Meu. -nisso eles já estavam se cagando de medo. Balançaram as cabeças frenéticamentes e sairam correndo.
Newton: Não devia ter feito isso aqui Tris! Se as pessoas vissem...
Tristan: pouco me importo! Vamos logo terminar as compras e ir para casa, não quero mais nenhum vagabundo dando em cima de você!
Newton: Hum... Okay.. -ele virou o rosto.
Eu realmente quero saber o que acontece na cabeça do New, ele age de uma forma e depois age de outra, bipolarismo é uma coisa foda.
Quando chegamos em casa, estavamos cheios de sacolas, levamos todas para a cozinha e começamos a desempacotar tudo, New foi guardando todas as coisas, enquanto eu amarrava as sacolas e guardava em um cesto, quando me virei na direção dele o mesmo encarava um pote de morango caramelado, pensando se guardava na estante ou se mandava tudo boca a dentro.
Tristan: Sem doces antes do jantar lembra? -digo, já pegando o pote das mãos dele e guardando na estante, o mesmo fazendo bico e olhando para o lado oposto- Hum... sobre aquilo que aconteceu no mercado...
Newton: Você só queria me proteger, eu sei Tris, mas tente se lembrar... -ele olhou profundamente nos meus olhos- eu também sei me defender!
Tristan: Eu sei New, mas...
Newton: Eu vou deitar! -disse já se virando.
Segurei ele pelo pulso e o virei para mim.
Newton: Me solta Tristan! -suspirei baixinho, mas não o larguei.
Tristan: Quando você vai entender que tudo o que eu faço é por amor a você? -olhei fundo nos olhos dele.
Ele ficou me fitando, um tanto surpreso, mas principalmente sem reação. Soltei o pulso dele e fui para a geladeira pegando os legumes e tudo mais que precisaria para fazer o jantar.
Tristan: Vá tomar um banho e relaxar, quando voltar o jantar vai estar pronto!
Newton: Tris... -ele segurou na barra da minha camisa a puxando de leve e me virei para encarar ele.
Olhar baixo, bochechas rosadas, ombros encolhidos, dedos inquietos, será que... Não, essa cria de Balder nunca me deu bola, por que daria justo agora?
Newton: me desculpa... agir assim, é que... -suspirei baixinho, fechando meus olhos com força.
Tristan: Tudo bem New, não precisa dar desculpas nem nada. -dou o meu melhor sorriso.
Ele abaixa a cabeça, me viro para a geladeira novamente, mas sou puxado com força pelo loirinho, ele fica na pota dos pés e sela meus lábios aos dele, me surpreendendo com tal ação dele. O beijo não dura muito, foi apenas um selinho demorado.
Newton: O que eu quero dizer é que eu Te Amo, Bakaaa!!
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PERCY
Depois do almoço fui até o chalé de Atena, precisava conversar com a Annabeth, a forma com a qual ela agiu foi horrivel, nunca pensei que a Anne fosse tão racista. Chegando na frante do chalé dela, bati de leve na porta, não ouvi resposta, bati novamente, só que com mais força, nada novamente, vi Hazel e frank sairem da floresta e caminharem para o chalé de Ares.
Fiquei impaciente e entrei no chalé, sem me importar com as consequências, esperando que ela estivesse no banho, mas vejo que estava na cama lendo um de seus livros, revirei os olhos e me sentei de frente para ela. Anne levantou os olhos para mim, fechando o livro e colocando de lado.
Annabeth: Percy, eu juro que não entendo aquilo! Nem sei como você pode aceitar! -já disse um pouco exaltada.
Percy: Anne! "Aquilo" é a escolha deles, se eles são felizes com quem estão, deixe.
Annabeth: Mas Percy! Iso é... -moveu as mãos e ficou em silêncio tentando achar a palavra certa.
Percy: Anne, isso não é lá tão ruim! Você está sendo racista assim, agindo dessa forma, sinceramente? Eu não te reconheço mais, cade a sabidinha que conseguia passar por cima de tudo e se dava bem com todos? Ou como o Leandro disse, só ta assim porque descobriu que o Nico não estava a fim de você? — ela ficou de boca aberta me encarando.
Annabeth: Eu não acredito que vai ficar do lado Deles, Percy! Você é meu namorado! Tem de ficar ao meu lado!! -já gritando as palavras, bufei nervoso e me levantei do beliche e fiquei em pé de frente para ela.
Percy: Não dessa forma Annabeth. Melhor cada um seguir seu caminho a partir daqui! -o rosto dela empalideceu, ficou de boca aberta me encarando.
Annabeth: Percy... vocês está... -disse receosa.
Percy: Estou terminando com você Annabeth! Acho que no final, sua mãe estava certa, até mais!
Annabeth: Percy!!
Não dei ouvidos e segui para fora do chalé de Atena, assim que sai, ouvi gemidos vindos do chalé de Ares, será que...? Bom, pelo menos alguém esta se divertindo.
Sai correndo em direção a praia, precisava pensar e os gemidos da Hazel não iam deixar. Fiquei caminhando pela areia fina, com os pés descalços, olhando a água, olhei para o seguimento de rochas, aonda as ondas batiam com calma e avistei um vulto loiro sentado na pedra mais alto.
Segui até lá e vi que era um dos filhos de Apolo, ele parecia triste, encarando o mar, mas parecia em outro mundo.
Percy: Thomas?! -chamei-o, com o mesmo se assustando, dando um pequeno pulo, o que me fez rir, ele virou para mim.
Estava usando a camisa laranja do Acampamento, com uma bermuda jeans, os pés descalços. Sua pele era branca, um pouco queimada de Sol, seus olhos eram de um azul lindo, como um céu sem nuvens, num dia ensolarado, seus cabelos loiros e lisos estava um pouco bagunçados, mas nada que tirasse o charme dele.
Percy: o que está fazendo aqui? Achei que todos os campistas tinham ido para suas casas ou para o Júpiter. -me sentei ao lado dele o mesmo voltou seu olhar para céu.
Thomas: Não quis ir para o Júpiter, as flihas de Afrodite iriam ficar me acediando, não fui para casa por que minha mãe esta viajando e não gosto de ficar sozinho... -escondeu o rosto entre os braços.
Percy: Mas você não estava namorando? -perguntei olhando ele.
Thamos: Descobri que o canalha tava me traindo... -apertou o punho com força e sua voz saiu embargada. Senti uma pontada no peito e levei minha mão até seus cabelos, fazendo cafuné nele.
O mesmo levantou a cabeça e ficou a me encarar, depois fechando os olhos e apenas sentindo o carinho.
Percy: Se não deu certo com ele significa que ele não era o certo para você! Você vai encontrar alguém que você ame e que lhe ame também!
Ele sorriu, senti meu coração aquecer com o sorriso que ele me deu, Thomas balançou a cabeça concordando.
Thomas: Tem razão! Mas acho que... quem eu estou amando, não será possivel... -suas bochechas ficaram um pouco rosadas, ficou tão fofo assim.
Percy: E quem é o sortudo? -sorrio, parando o cafuné e ele desvia seu olhar do meu, coçando a nuca.
Thomas: Segredo... Mas, como estão as coisas com você e Annabeth?
Tentou mudar de assunto rapidamente, fiz uma careta olhando diretamente para a água, um assunto delicado esse agora.
Percy: Terminei com ela agora pouco, não estava mais dando certo, ela estava diferente e o que eu sentia por ela não era mais o mesmo... No final Atena estava certa sobre meu relacionamento com Annabeth... -fique olhando o céu azul limpido, desviando meu olhar para Thomas, encontrando seus olhos, bem abertos, com um misto de surpresa, felicidade e angustia.
Thomas: Desculpe... Eu não sabia... -abaixou a cabeça, segurei no rosto dele, levantando com carinho.
Percy: Nem tinha como saber, por que aconteceu agora pouco! E pare de abaixar a cabeça, por que com a cabeça baixa, não para ver seus lindos olhos! -sorrio e ele fica com as bochechas bem avermelhadas.
Thomas: Se..se você diz... -sorriu de leve.
Soltei rosto dele e ficamos olhando o mar juntos, em um silêncio bom,mas logo lembrando que tinha que voltar para o piquinique.
Percy: Levanta, você vai vir comigo! -me levantei limpando minha calça e calçando meu tênis.
Thomas: Aonde? -perguntou confuso.
Percy: O pessoal ta fazendo piquenique, devem estar preocupados, por que eu apenas ia falar com a Annabeth. E como não quero te deixar sozinho, você também vai! -ele calçou o chinelo.
Thomas: Acho que vou voltar ao meu chalé...
Percy: Se quiser ficar ouvindo os gemidos que vem do chalé de Ares... -dei de ombros, como ele me encarando- fique avontade.
Thomas: Gemidos... isso quer dizer que a... -ele apontou em direção aos chalés e apenas ri balançando a cabeça positivamente- acho que Piquenique é uma boa! Vamos lá!
Ele saiu apressado na frente e eu apenas cair na gargalha.
Percy: é para o outro lado! -o puxei pela gola da camisa para a direção certa.
Caminhamos em silêncio todo o caminho, vez ou outra, eu olhava para elepelo canto do olho, as bochechas dele ainda avermelhadas, lindo.
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