Just Love Can

48 Capitulo 48 - Família reunida


Notas iniciais
Boa tarde pessoal, Como prometido, mas um capitulo. Bom a primeira semana de prova já foi, agora só falta mais uma. Postarei esse final de semana e na próxima semana postarei na sexta feira. Boa Leitura. Anne.

JULHO

LONDRES

Marina: — Pai, deixa eu ir com você é o aniversário da minha filha.

Diogo: — Que coisa, você e a Clara são muito curiosas, sabia? A única que vai comigo é a Flavinha. Vemos vocês em uma semana.

Marina: — Mas pai?

Diogo: — Nada de pai. Até sábado.

Ele saiu, já que Flavinha já esperava no carro.

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Marina chegou no quarto com uma cara emburrada e Clara sorria pra ela.

Clara: — Eu disse pra você que ele não ia deixar.

Marina: — Pelo menos, eu tentei. A festa é domingo e vamos no sábado.

Clara: — Estou preocupada, sabia?

Marina: — Por que?

Clara: — Meu irmão chega na sexta, com a esposa.

Marina: — Eu tinha me esquecido ou pelo menos fingi esquecer.

Clara: — Amor, seu pai disse que é pra gente não ligar. Então seguiremos o conselho né?

Marina: — Manteremos os olhos abertos isso sim. E a sua irmã chega quando?

Clara: — Na terça. E Luiza foi dar uma voltinha em Paris e volta na quinta.

Marina: — Voltinha em Paris? Sorriu se deitando ao lado da esposa. – Quem dá uma voltinha em Paris?

Clara: — Modo de falar. Beijou a esposa. – Quer ver um filme?

Marina: — Vou buscar a pipoca.

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TERÇA FEIRA

Marina estava esperando Helena e Virgilio no aeroporto, Clara não foi com ela por que estava sentido um enjôo por causa da recente gravidez, mas ela levou a pequena com ela que já andava por todo lado.

Marina: — Filha assim a mamãe não agüenta você correndo pra todo lado, eu não tenho a sua energia. Fez cosquinha na filha. – O vôo da sua tida deve chegar em meia hora, acho que ainda vou correr muito por esse saguão atrás de você né mocinha? A pequena sorriu.

Já estava ali um tempo andando atrás de Valentina ate que a pequena esticou os bracinhos, pedindo colo.

Marina: — Cansou foi? Que bom pra mamãe, vamos sentar? A fotografa mexia na bolsa da pequena em busca dos biscoitos que Clara colocou. – Aonde sua mãe enfiou os biscoitos? Ela nem viu que os cunhados haviam chegado.

Helena: — Tenta no bolso do lado esquerdo.

Marina levantou a cabeça e sorriu.

Marina: — Cunhada, nem vi vocês saindo do portão. Marina achou os biscoitos no bolso do lado esquerdo. – Como você sabia?

Helena: — Algumas manias nunca mudam. Como essa pequena esta grande, uma mocinha.

Virgilio: — Verdade, uma princesa.

Marina: — Vamos? Disse pegando a filha no colo, mas logo a pequena quis andar. – Agora que descobriu o milagre do andar, dispensa o nosso colo, a não ser quando esta cansada e com sono.

Virgilio: — Igual a Luiza quando era pequena.

Marina: — Vocês sabem da Ju e do Nando?

Helena: — Eles chegam na quinta.

Marina: — Otimo, na quinta tenho que buscar a Lu também, então já faço uma viagem só.

Virgilio: — A Lu disse que o horário de chegada deles é bem próximo.

Marina: — Isso é ótimo. Vocês vão ficar quanto tempo?

Helena: — O mês todinho.

Marina: — A Clara vai amar.

Helena: — Ela está bem?

Marina: — Aqueles enjôos típicos da gravidez, por isso não veio.

Entraram no carro e quando chegaram em casa, Marina mostrou o quarto que o casal ficaria.

Marina: — Descansem um pouco, vou ver como a Clara esta.

A fotografa deixou a filha com a baba e subiu e passou pelo quarto do pequeno.

Marina: — Filhão, tudo bem por aqui? Cuidou da sua mãe pra mim?

Ivan: — Da minha mãe e dos meus irmãos, vim buscar outro filme pra assistir com ela.

Marina: — E qual você escolheu?

Ivan: — Super homem.

Marina: — Posso assistir com vocês?

Ivan: — Pode.

Foram juntos ate o quarto e a morena estava deitada na cama olhando um livro.

Marina: — Oi meu amor.

Clara: — Já chegou?

Marina: — Aham. Deixei eles descansando, depois você vai ver eles?

Clara: — Sim.

Marina: — E o enjôo já passou?

Clara: — Já sim, estou na cama por preguiça mesmo.

Marina: — Posso compartilhar dessa preguiça?

Clara: — Pode sim, e a pequena?

Marina: — Com a baba, me deu uma canseira naquele aeroporto, corria de um lado pro outro.

Clara: — Eu te disse que ela ta uma espoleta.

Marina: — Assim que é bom meu amor, esbanjando saúde.

Ivan: — Posso da play no filme mamães?

Clara: — Pode sim, vamos ficar quietinhas.

Ivan sorriu e sentou no meio das mães.

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Já era hora do lanche da tarde quando a morena desceu para ver a irmã e o cunhado, lancharam juntos em clima de risos. Marina foi mostrar o jardim para Virgilio, deixando Helena e Clara sozinhas por um instante.

Helena: — Esta preocupada com a chegada do nosso irmão não esta?

Clara: — Estou, não vou mentir, não sei como a Marina vai reagir ao ver essa mulher de novo.

Helena: — Estamos todos apreensivos, disse ao Felipe que era melhor ele vir sozinho, mas se sabe ele é cabeça dura e a Marina disse que não tem problema.

Clara: — Ela quer a família toda aqui, ela fala amor eu sempre quis uma família grande, agora eu tenho graças a você e não tem problema se ela vem no pacote. Minha esposa é incrível, mas o Diogo já reservou o hotel pra eles.

Helena: — Tenho uma coisa pra te entregar, vou buscar. Helena se levantou indo buscar algo para a morena, nesse momento Virgilio e Marina voltavam do jardim.

Marina: — Cadê a minha cunhada?

Clara: — Foi buscar algo pra mim.

Ficaram conversando e Helena retornou com um pacote em mãos.

Helena: — É pra pequena, foi a...

Clara: — Mamãe que mandou?

Helena concordou com a cabeça e a morena pegou o pacote e abriu, assim que abriu ela deu um sorriso e havia um cartão e a morena leu:

Clara,

Sei que ainda pode ser cedo para que você queira falar comigo depois dessa história maluca, mas eu não podia deixar de lembrar do aniversario de Valentina. Lembro que quando você era pequena tinha um desses, então pensei em mandar um para a sua pequena, para que ela tenha um amigo igual ao que você tinha. Abraços, Chica.

A morena passou o cartão para a esposa ler e foi buscar a filha, com a pequena no colo ela mostrou o urso de pelúcia para a pequena.

Clara: — Quando a mamãe era pequena ela tinha um desses, não é bonito? A pequena sorriu. – Presente da sua vó. A pequena pegou o ursinho e abraçou e a morena não evitou as lagrimas que insistiam em rolar.

Marina: — Acho que é um bom recomeço.

Clara: — Eu também.

Helena: — Parece que ela gostou?

Marina: — Acho que não larga mais.

A pequena esticou os braços para Marina, mas sem soltar o ursinho.

Marina: — Acho que alguém quer dormir, eu já volto.

Marina colocou a filha para dormir e os adultos retornaram a conversa animada.

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QUINTA FEIRA

Acordaram cedo por que iriam buscar Luiza, os tios de Clara no aeroporto, as crianças ficaram em casa com Helena e o marido.

Marina: — Você quer dirigir?

Clara: — Pode ser.

Marina: — Não esquecemos de nada não é?

Clara: — Não esquecemos, a cadeirinha para o meu priminho esta ali, estamos prontas.

Marina: — Quanto tempo de diferença entre ele e a Valentina?

Clara: — Quando a pequena nasceu que a Ju descobriu que estava de três em meses, então agora ele está com seis meses.

Marina: — Qual o nome mesmo?

Clara: — Arthur. A morena deu partida. – Amor, você já pensou em algum nome?

Marina: — Já pensei em alguns, mas ainda nada concreto, quero saber os sexos primeiro.

Clara: — Andei pensando que se for menina podemos colocar o nome da sua mãe, o que acha?

Marina: — O nome da minha mãe? Acho que se fizermos isso meu pai se debulhara em lagrimas.

Clara: — Então esta combinado, que ser for menina é o nome da sua mãe?

Marina: — Claro. Sorriu para a esposa.

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Entraram no saguão do aeroporto procurando saber se os vôos estavam no horário certo, Luiza chegaria primeiro e os tios de Clara depois.

Marina: — Como faremos amanha?

Clara: — Virgilio vira com o motorista pegar os dois.

Marina: — Você pensa em tudo não é?

Clara: — Só veremos eles no domingo, não precisamos conviver mais que isso e Felipe não pode demorar muito por causa do hospital.

Marina abraçou a morena.

Marina: — Eu amo você.

Clara: — Eu amo você.

Ficaram conversando quando avistaram a sobrinha saindo do portão de desembarque.

Marina: — Como foi a voltinha em Paris?

Luiza: — Voltinha?

Marina: — Sua tia me disse que foi dar uma voltinha em Paris.

Luiza: — Na verdade, fui ver uma pessoa em Paris.

Clara: — Namorado?

Luiza: — Amigo. Ele estava com uma exposição de quadros lá se eu não fosse ia ficar chato e também convenhamos Paris é um charme.

Clara: — Cidade luz.

Luiza: — Cidade dos apaixonados.

Marina: — Você esta apaixonada sobrinha?

Luiza: — Posso dizer que foi difícil vir embora?

Marina olhou para Clara e disse:

Marina: — Parece que agregaremos mais alguém a família.

Ficaram conversando e Luiza foi buscar algo para comer enquanto esperavam os tios. Meia hora depois e lá estava eles saindo do portão. Clara abraçou Juliana e o tio.

Clara: — Que saudade de vocês.

Nando: — Também estávamos com saudade.

Ju: — Esse é seu priminho.

Clara: — A cara do Nando.

Ju: — Não exagera, ele já se acha e você ainda vai aumentar mais o ego dele.

Marina: — Mas é a pura verdade, a cara do pai.

Ju: — Novidades?

Clara: — A família vai crescer.

Ju: — O que, você esta...?

Marina: — E são gêmeos.

Nando: — Gêmeos?

Marina: — Aham.

Ju: — Quanto tempo?

Clara: — Um mês e pouquinho.

Ju: — Isso é ótimo. Achei que vocês iriam esperar mais?

Marina: — Não resistimos. E vocês vão parar num só?

Nando: — Estamos planejando mais um, mas deixa esse pequeno crescer mais um pouco.

Luiza: — Vamos pra casa, quero dormir?

Clara: — Dormir, essa hora da manha?

Luiza: — Noite agitada em Paris, preciso dormir.

Marina: — Nos entendemos.

Logo chegaram em casa e Clara mostrou aos tios o quarto aonde ficariam ate irem para a casa de campo. Estavam na sala e logo uma pequena espoleta veio correndo pedindo colo para a mãe. Clara pegou a filha no colo.

Ju: — Como ela cresceu.

Nando: — Uma princesinha.

Ju: — Ela já fala?

Marina: — Ainda não, mas corre como ninguém.

Nando foi para o jardim junto com Virgilio, já que tinham um tempo que não se viam e as mulheres se sentaram pela sala e desataram a conversar.

Ju: — A Valentina faz alguma atividade?

Clara: — Natação e aula de musica e ainda tem a brinquedoteca que ela começou a ir a pouco tempo.

Ju: — E o Ivan?

Marina: — Na escola ele tem de tudo, natação, xadrez, ele escolhe as atividades, mas meu pai leva ele no futsal e ele adora. E o seu pequeno?

Ju: — Natação e Yoga para bebes.

Marina: — Yoga?

Ju: — Eu levo na yoga e o Nando na natação.

Clara: — Isso é ótimo.

Ju: — Já pensaram como vão fazer com quatro crianças?

Marina: — Bom aqui em casa somos quarto então cada um é responsável por um.

Riram juntas.

Helena: — Meninas, vamos almoçar? Marina você tem um ensaio hoje, as três.

Marina: — Eu sei. Marina olhou pra esposa.

Clara: — Eu ajudo você.

Marina: — Obrigado.

Almoçaram e Clara e Marina foram arrumar o estúdio, o ensaio correu super bem.

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Marina: — É ótimo ter a casa cheia.

Clara: — Também acho.

Marina: — Valentina esta amando, você viu ela com o priminho?

Clara: — Super carinhosa, acho que não teremos problemas.

Marina: — Também acho.

Ficaram conversando ate que pegaram no sono.

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SEXTA FEIRA

A morena acordou primeiro que a esposa, teria que passar na universidade a pedido de Flavinha para renovar a matricula da amiga e aproveitar para ver se já podia renovar a dela, as aulas voltariam em setembro.

Virgilio foi buscar o cunhado no aeroporto a pedido de Clara e os deixou no hotel.

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Marina chegou na cozinha e a mesa já estava cheia, ela estava amando ter a família da esposa ali presente.

Marina: — Alguém sabe o paradeiro de minha esposa?

Luiza: — Foi na universidade renovar a matricula dela e da Flavinha.

Marina se sentou para tomar o café e Ivan se sentou em seu colo.

Ivan: — Mãe?

Marina: — Oi meu filho.

Ivan: — Essa noite eu tive um sonho.

Marina: — Um sonho? E como foi?

Ivan: — Eu estava no parque com uma moça bonita e ela me disse para te falar uma coisa.

Marina: — E o que ela disse? Perguntou sorrindo.

Ivan: — Que ela tem orgulho de você. O pequeno saiu do colo da mãe e saiu correndo em direção ao jardim, mas antes dele sair Marina perguntou:

Marina: — Filho? O pequeno olhou pra ela. – Qual o nome da moça bonita?

Ivan: — Mariana, ela se parecia com você.

Marina sorriu e um lagrima escorreu.

Helena: — Tudo bem?

Marina: — Tudo sim. a fotografa pegou a xícara de café e foi para o estúdio.

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A morena chegou em casa e encontrou o filho brincando no jardim e assim que entrou na sala avistou todos na sala jogando cartas.

Clara: — Olá família, cadê a Marina?

Helena: — No estúdio.

Clara: — Eu já volto.

Helena: — Ok.

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Clara parou na porta do estúdio e viu Marina chorando. A morena se aproximou da esposa e a abraçou.

Clara: — Por que o amor da minha vida esta chorando? Depositou um beijo no pescoço da fotografa.

Marina: — Saudade.

Clara: — Quer me contar o que aconteceu?

Marina: — Essa manha o Ivan me disse que sonhou com uma moça bonita e que ela mandou ele me dizer que ela tinha orgulho de mim e quando perguntei a ele o nome e você sabe o que ele me disse?

Clara: — Mariana?

Marina concordou com a cabeça.

Marina: — Nunca falamos dela pra ele, como ele ia saber? Isso mexeu comigo.

Clara: — Algumas coisas não se explica. Apertou o abraço. – Vem vou preparar um banho para você.

Marina: — Vai tomar banho comigo?

Clara: — Claro.

Subiram as escadas e foram para o quarto e tomaram banho juntas.

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Mais tarde naquele mesmo dia, Marina convidou todos para irem ao parque que ficava ali perto da casa e podiam ir caminhando. Todos amaram a idéia, uma tarde em família. Estavam se divertindo quando o celular da morena tocou, entregou a filha para a esposa para atender o aparelho.

Clara: — Alô.

Vanessa: — Oi Clara, tudo bem?

Clara: — Quem é?

Vanessa: — A esposa do seu irmão.

Clara: — Vanessa. A morena ficou pálida. – O que você quer?

Vanessa: — Acha justo separar o seu irmão da família?

Clara: — O que você quer dizer?

Vanessa: — Todos no parque, numa bela tarde.

Clara: — Como você sabe?

Vanessa: — Eu sempre sei tudo que tem a ver com a Marina, ou você acha que eu realmente esqueci ela?

Clara: — O que você quer?

Vanessa: — Liga pro seu irmão e convida a gente.

Clara: — Não, nós vemos no domingo.

Vanessa: — Tem certeza?

Clara: — Você não vai chegar perto dela, nunca mais. Sua louca.

Vanessa: — Isso é o que vamos ver. A ruiva desligou

Clara estava pálida e se sentou e Marina viu que a esposa não estava bem.

Marina: — Você esta bem?

A morena disse que não com a cabeça.

Marina: — Quem era no telefone?

Clara: — Vanessa.

Marina: — O que?

Clara estava tentando respirar.

Marina: — Você quer ir para o hospital?

Clara fez que sim com a cabeça

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Quando o casal chegou ao hospital logo a morena foi atendida, Marina não pode entrar com ele teve que esperar na sala de espera e ligou para o pai contando o ocorrido e ele disse que resolveria.

Duas horas depois o medico voltou com noticias da morena.

Marina: — E então doutor?

Doutor: — Ela esta com a pressão alta e achamos melhor ela ficar em observação. Ela me disse que vocês tem uma viagem amanha, mas aconselho que ela não va, que fique de repouso.

Marina: — O que pode ter causado isso?

Doutor: — Um grande stress.

Marina: — Posso vê-la?

Doutor: — Pode sim.

Marina entrou no quarto e a morena estava meio sonolenta.

Clara: — Oi amor.

Marina: — Descansa, deram um remédio pra você dormir.

Clara: — Vai ficar comigo?

Marina: — Não sairei daqui nenhum minuto. Agora dorme.

Marina pegou o celular e disse para o pai que iria depois com Clara e as crianças, chegariam no domingo.

Notas finais
E ai gostaram? Comentem... Quero saber o que acharam do retorno da Vanessa na vida da Marina, contem tudo e não me escondam nada. P.s.: se passou algum erro me desculpem. Anne