Just Love Can
47 Capitulo 47 - A família vai crescer.
Notas iniciais
LONDRES
Clara beijou a amada com um desejo que Marina sorriu no meio do beijo.
Clara: — O que acha de esticarmos a noite? Disse abrindo o vestido da amada.
Marina: — Uma ótima idéia.
Clara despiu sua amada e a cada parte de pele que era exposta ela depositava beijos, ate que Marina ficou apenas com suas roupas intimas,
Marina: — Acho que agora é minha vez. Clara sorriu e Marina fez o mesmo com sua morena, tirou o vestido da esposa com toda calma do mundo e olhou para sua amada com um belo sorriso. – O amor não se apressa.
Clara: — Não mesmo. Beijou sua amada e se separaram quando o ar faltou, mas depois desse beijo o desejo que uma tinha pela outra se intensificou. – Meu amor, me faz sua?
Marina: — Não precisa pedir. Marina retirou as ultimas peças que estavam no corpo da morena e tirou as suas também, queria a sua pele em contato com a pele da amada. Começou a beijar o pescoço da morena e aproximou seus corpos. – Essa noite vamos ser um só, com a união de nossas almas. Clara apenas fechou os olhos e se deixou levar pelas sensações que sua mulher estava lhe proporcionando. Sentadas uma de frente para outra, com seus corpos bem próximos, não sabiam onde começava um e onde terminava o outro. Marina acariciava todo o corpo de sua amada e em determinado momento começou a acariciar o sexo da morena e pegou a mão da amada ate seu próprio sexo. – Essa noite iremos gozar juntas. E assim foi aquela, noite se amaram, ate que o cansaço chegou e com ele o sono.
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Chegaram em casa pela manha com um sorriso imenso no rosto, subiram direto para o quarto.
Clara: — Precisamos de um banho.
Marina: — E de mais umas horinhas de sono.
Clara: — Olha só dona preguiça.
Marina: — Preguiça não senhora, afinal a noite foi bem agitada.
Clara: — Agitada e ótima.
Marina: — Eu diria maravilhosa.
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Ao meio dia elas desceram as escadas e os filhos estavam brincando na sala e a pequena assim que viu as mães se levantou e caminhou ate elas esticando os bracinhos. Marina pegou a filha no colo e encheu de beijos a morena fez o mesmo. Depois se aproximaram de Ivan e também encheram o pequeno de beijos.
Flavinha: — Bom dia casal, que dizer boa tarde.
Marina: — Boa tarde. Amor vou ali no estúdio e já volto.
Clara: — Esta bem. Pensei que não íamos trabalhar hoje?
Marina: — É jogo rápido.
Flavinha: — Chegaram em casa pela manha né?
Clara: — Vigiando a gente é dona Flavinha?
Flavinha: — Não, eu já estava acordada com essa pequena aqui.
Clara: — Ela acostumou a acordar cedo não é?
Flavinha: — Bem cedo, isso ela puxou de você.
Clara: — É, mas a preguiça veio da Marina.
Flavinha: — Seu tio ligou.
Clara: — Meu tio Nando?
Flavinha: — Sim, ele disse que eles vem para o aniversario da pequena.
Clara: — Que bom, eu não vejo eles a um bom tempo.
Flavinha: — Sabia que você ia gostar.
Clara: — Vamos sair para passear?
Ivan: — Passear?
Clara: — Vamos ao parque e depois comemos alguma coisa, o que me diz?
Ivan: — Mas a minha mãe vai também?
Clara: — Claro que vai. Assim que se virou viu Marina saindo pela porta e correu com o objetivo de alcançar a esposa e gritou: — Marina?
Marina: — Vou dar uma saída e já volto.
Clara: — Aonde você vai que você ia sair escondido?
Marina: — Prometo que depois conto pra você.
Clara fez uma cara de quem não estava feliz com aquela situação.
Clara: — Nada que eu disser vai fazer você sair desse carro, vai?
Marina: — Não.
Clara: — Vou sair com as crianças e com a Flavinha, assim que resolver seja sei lá o que me liga pra você encontrar a gente.
Marina: — Esta bem. Ligou o carro e saiu.
A morena voltou para dentro, lá no fundo ela sabia aonde a esposa ia, por isso não discutiu ela sabia que Marina queria resolver aquela situação logo.
Clara: — Crianças, já pro banho. Pegou a filha no colo e se virou para a amiga. – Saímos em meia hora?
Flavinha: — Claro. Flavinha não entendeu a situação, a amiga saiu do nada e Clara não brigou e nem tentou argumentar.
Depois de meia hora já estavam os quatro no carro e a morena deu a partida e saíram, logo chegaram no parque que gostavam de levar as crianças.
Clara: — Filho, você vai mesmo andar de bicicleta?
Ivan: — Vou mãe.
Clara: — Só não vai pra muito longe de nós, esta bem?
Ivan: — Ok, queria que a minha mãe estivesse aqui para me ver andar.
Clara se abaixou na altura do filho disse:
Clara: — Ela vai tentar, mas se ela não ver hoje, voltamos outro dia esta bem?
Ivan: — Esta bem. Disse sorrindo.
Assim que Ivan se afastou delas Flavinha disse:
Flavinha: — Esta tudo bem?
Clara: — Saberemos em breve.
Flavinha: — Aonde a Marina foi?
Clara: — Pierre. Nada mais precisava ser dito a amiga entendeu.
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Marina estacionou seu carro na frente da casa de seu amigo, ou melhor ex amigo. Bateu na porta e Pierre abriu.
Pierre: — Parece que o juízo voltou a sua cabeça. Entra.
Marina: — Não precisa, eu só vim dizer que a nossa amizade termina aqui.
Pierre: — Por que, por causa da esposinha sem sal?
Marina: — Não vou entrar nesse seu jogo, você não respeita a minha família, então não é bem vindo em minha vida mais.
Pierre: — Marina, isso é serio?
Marina: — Passou dos limites e quando se trata da Clara, a tolerância é zero. Ela me contou as coisas que você ficou falando. Não se aproxima da gente. Virou as costas e saiu sem olhar para aquele homem que agora não fazia mais parte de sua vida.
Pierre: — Desculpa, eu...
Marina já estava dentro do seu carro e respondeu:
Marina: — Posso ate desculpar, mas minha opinião continua a mesma.
Ligou o carro e saiu. Depois estacionou o carro e ligou para a sua amada.
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Assim que Marina chegou ao parque e Ivan viu ela ele saiu correndo em direção a ela.
Ivan: — Mãe que bom que você chegou. Ela beijou o filho.
Marina: — Desculpa a demora, meu pequeno.
Clara se aproximou da esposa e lhe deu um beijo.
Clara: — Bom mesmo que você chegou. Outro beijo. – Eu já estava com saudade.
Marina: — Eu pensei que...
Clara: — Que o que?
Marina: — Que você ficaria chateada.
Clara: — Já disse que confio em você para cuidar da nossa família, como sei que você confia em mim. Marina não disse nada apenas beijou a sua amada. – Pronta para um dia em família?
Marina: — Pra isso sempre.
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Duas semanas se passaram. Marina estava no meio de um ensaio e Flavinha ajudava a fotografa a ajeitar a luz e a colocar as modelos na posição certa.
Marina: — Agora ficou bom.
Flavinha: — Você e a Clara são muito parecidas sabia?
Marina: — Eu sei, buscamos a luz perfeita, para a foto perfeita.
Marina voltou a fotografar e se distraiu com o trabalho. Foi quando Clara entrou no estúdio com um sorriso imenso no rosto e fez sinal para Flavinha.
Flavinha: — Meninas, intervalo.
Marina: — Por que? Flavinha fez sinal para que ela olhasse para atrás e assim que viu a esposa ela sorriu. Ela sabia o que a amada tinha ido buscar. – Intervalo, meia hora. Olhou para morena. – Meia hora da tempo?
Clara: — Não, vou ter que seqüestrar você.
Flavinha: — Isso é serio? Você vai levar a Marina.
Clara: — Acho que ela também esta ansiosa para ver o nosso bebê.
Marina: — Deu certo?
Clara: — Sim e marquei uma ultrasson pra hoje, fiz mal?
Flavinha estava ainda sem palavras.
Flavinha: — Bebê? Vocês estão grávidas?
Marina: — Bom a Clara esta, que dizer estamos.
Flavinha: — Vou ganhar mais um sobrinho?
Clara: — Vai.
Flavinha: — Mais isso é maravilhoso e vocês escondendo esse tempo todo.
Marina: — Queríamos esperar para ver se ia dar certo.
Flavinha: — Bom, a Marina já praticamente terminou eu acho que já temos um material bem bom, podemos dar o ensaio como terminado.
Clara: — Então minha fotografa esta liberada?
Flavinha: — Liberadissima.
Clara e Marina saíram e Flavinha ficou para auxiliar as modelos.
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Chegaram ao consultório do medico em menos de vinte minutos.
Joseph: — Tudo bem?
Clara: — Depois desse resultado positivo. Estamos ótimas.
Joseph: — Então vamos ao ultrassom e ver esse bebê?
Marina: — Sim.
Entraram no consultório e o medico começou o exame.
Joseph: — Três semanas aproximadamente certo?
Clara: — Isso.
O medico começou o exame e deu um sorriso e Marina perguntou:
Marina: — Esta tudo bem?
Joseph: — Esta sim. Agora uma pergunta, estão prontas para aumentar a família?
Clara: — Não me diga que são?
Marina: — O que?
Joseph: — Parabéns, mamães são gêmeos. Agora o sexo só conseguiremos ver com doze semanas.
Marina: — Gêmeos. E sorriu.
Clara: — Isso não é maravilhoso meu amor?
Marina: — Mais que maravilhoso. Apesar de achar que vamos pirar um pouco, mas estou muito feliz. Obrigado por mais esse presente meu amor. Beijou a morena.
Saíram do consultório e estavam no estacionamento.
Clara: — Acho que devíamos passar no consultório do seu pai.
Marina: — Eu também, não quero ter que esperar ate a noite para contar.
Já dentro do carro a morena disse:
Clara: — Amor?
Marina: — O que foi? Você esta sentindo alguma coisa?
Clara: — Calma, estou bem. Você me agradeceu por esses dois presentes que estão aqui. Pegou a mão de Marina e colocou sobre a sua barriga. – Eu que quero agradecer pela honra de ser a mãe dos seus filhos. Eu te amo.
Marina: — Eu também te amo, muito. Se beijaram e Marina ligou o carro.
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Chegaram no escritório de Diogo e logo foram anunciadas e sua entrada liberada, assim que entraram o pai da fotografa encheu elas de perguntas:
Diogo: — Esta tudo bem? É alguma coisa com meus netos?
Marina: — Calma, pai. Esta tudo ótimo, não poderia estar melhor.
Clara: — Meu sogro deixa eu mexer no seu computador?
Diogo: — Claro. Ele se afastou um pouco para que a morena tivesse acesso ao computador e Clara colocou o DVD de sua ultra ali e logo o sogro deu um sorriso. – Isso é o que eu estou pensando?
Marina se aproximou do pai e sorriu:
Marina: — Seus netos.
Diogo: — Netos? São gêmeos?
Marina: — Mais dois pequenos a caminho.
Clara: — Quem sabe em breve não tenhamos uma mini Marina correndo pela casa.
Diogo: — Que noticia ótima. E vocês duas esconderam por que?
Marina: — Só íamos contar se desse certo.
Diogo olhou pra Clara e tinha lagrima nos olhos.
Diogo: — Eu posso? Apontou para a barriga da morena.
Clara: — É claro.
Diogo: — Vamos agora pra casa e contar para os pequenos.
Marina: — Pai o Ivan esta na escola.
Diogo: — Nós buscamos, não tem problema.
Clara: — Então tá.
Diogo: — Vocês vão na frente que eu busco ele e nós encontramos em casa.
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O casal chegou em casa e Flavinha esperava por elas na sala.
Flavinha: — Quero saber de tudo não me escondam nada.
Marina: — Pronta para mais dois?
Flavinha: — Dois? Serio?
Clara: — Sim.
Flavinha: — Isso é uma maravilha.
Clara pegou a filha e sentou no sofá com ela e estava contando para a pequena a novidade.
Clara: — Amor, vem cá senta aqui com a gente. Marina se sentou e a morena continuou. – Pequena, eu e a sua mãe temos uma coisa para te contar. A pequena olhava para as mães como se entendesse tudo. – Você e o seu irmão vão ganhar, dois irmãozinhos, que estão aqui na barriga da mamãe.
Valentina sorriu e olhou para Marina e depois para Clara.
Marina: — Você acha que ela entendeu?
Clara: — Ainda é cedo, mas temos que ir preparando ela não é?
Marina: — Ela sorriu, acho que ela entendeu.
Clara: — Eu também.
Nesse momento Ivan entrou correndo pela sala.
Ivan: — Meu avô disse que vocês tinham uma noticia importante. Vamos nos mudar de novo?
Marina: — Não filho, dessa vez não é isso? O que acha de ganhar mais irmãozinhos?
Ivan: — Irmãozinhos?
Clara pegou a mão do pequeno e colocou em sua barriga.
Clara: — Vai ajudar a cuidar deles como você cuida da Valentina?
Ivan: — Vou ganhar mais irmãos?
Clara: — Vai, você esta feliz?
Ivan: — Isso que dizer que a minha mãe vai embora?
Clara olhou para Marina assustada, na verdade todos ali na sala ficaram. A morena pediu para Flavinha levar a pequena.
Clara: — Não sua mãe não vai embora, ninguém vai embora. Marina não dizia nada, na verdade pela primeira vez ela não sabia o que dizer, então apenas ficou ao lado da amada. – Por que você acha isso?
Ivan: — Foi isso que aconteceu da outra vez, quando você contou pro meu pai que a Valentina ia nascer, ele foi embora.
Clara sabia que um dia o filho tocaria no assunto a psicóloga dele no Rio avisou que uma hora ou outra o pequeno levantaria tais questionamentos, mas a morena não estava preparada, na verdade ela achava que nunca estaria, afinal ela não gostava de lembrar.
Clara: — Filho, aquela vez foi diferente, seu pai não queria que a mamãe tivesse a sua irmã. Você ainda é muito pequeno para entender, quando você e a sua irmã forem maiores vocês vão saber, mas não precisa ficar com medo que ninguém vai embora.
Ivan: — Você promete?
Clara: — Eu prometo. A morena abraçou o filho. – Que tal brincar agora?
Ivan: — Esta bem. O pequeno foi para o seu quarto e a morena começou a chorar. Marina vendo o estado da esposa apenas abraçou e disse:
Marina: — Vai ficar tudo bem. Acho que temos que...
Clara: — Levar ele de volta ao psicólogo. Eu pensei que esse dia nunca fosse chegar, mas chegou não foi?
Marina: — Meu amor, nós já sabíamos que mais cedo e mais tarde, isso iria acontecer.
Clara: — Eu sei, mas isso é tão difícil.
Marina: — Um dia ele vai entender.
Clara: — Sabe o que me acalma?
Marina: — O que?
Clara: — Por que sei que você vai estar ao meu lado no dia em que eu for contar essa historia. A morena deu um beijo em sua amada.
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Três dias se passaram desde da pergunta do pequeno e Clara ainda estava meio triste com aquilo, ela estava sentada no jardim lendo um livro. Marina estava na porta da cozinha que dava para o jardim e observava a esposa de longe.
Diogo: — Oi filha. Abraçou a filha. – O que você esta olhando? Marina apontou para a morena. – Você quer que eu converse com ela?
Marina: — Pode tentar, mas acho que ela não vai querer falar com você. Ela não quer falar nem comigo, que dizer, não sobre isso.
Diogo: — Ela não gosta de falar e é compreensível. Igual a você que não gosta de falar daqueles dias em que passou com a Vanessa em Nova York.
Marina: — Pai, não vamos pra esse lado.
Diogo: — Por que não se senta ao lado dela e fica apenas em silencio. Eu fazia isso com sua mãe e costumava funcionar.
Marina: — Pode ser. Vou voltar pro estúdio.
Diogo: — Você não vai tentar?
Marina: — Vou voltar pro estúdio. Tenta conversar com ela.
Diogo: — Marina?
Marina: — Oi?
Diogo: — Vocês estão bem?
Marina: — Claro que estamos. Por que não estaríamos?
Diogo: — Só verificando.
Marina: — Só estou dando um pouco de espaço a ela. As vezes é preciso.
Marina voltou ao estúdio e Diogo seguiu em direção ao jardim e se sentou ao lado da nora.
Diogo: — Belo dia não é?
Clara: — Oi meu sogro. Verdade, bonito dia.
Diogo: — Você esta bem?
Clara: — Preocupada com o Ivan.
Diogo: — E a Marina preocupada com você.
Clara: — Eu sei, ela está um tempão me olhando. Sei que ela esta cuidando de mim.
Diogo: — Ela me disse que estava te dando espaço.
Clara: — Isso é bem dela mesmo, ela costuma fazer isso quando estou meio distante.
Diogo: — Vou fazer a você a mesma pergunta que fiz a ela, vocês estão bem?
Clara: — Eu diria que estamos na melhor fase de nossas vidas, mas por que pergunta isso?
Diogo: — Só verificando, se as minhas meninas estão bem. Agora do Ivan deixa que eu cuido disso, esta bem?
Clara: — Tem certeza?
Diogo: — Eu converso com ele.
Clara: — Conversa de homem pra homem.
Diogo: — Isso mesmo, agora vai lá ver a sua esposa. Vou dar uma saída com o Ivan esta bem?
Clara concordou com a cabeça.
Clara: — Ela esta no estúdio?
Diogo: — Esta sim.
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Clara parou na porta do estúdio e viu que Marina estava olhando algumas fotos e sorria.
Marina: — Por que você não entra?
Clara: — Como sabia que eu estava aqui?
Marina: — Eu sempre sei, como sei que você também sabe quando eu estou admirando você. A morena se sentou ao lado da esposa lhe dando um abraço.- Meu pai falou com você?
Clara: — Seu pai sempre tentando resolver tudo, ele achou que...
Marina: — Que estávamos brigadas. Eu sei, mas eu nunca iria deixar isso acontecer, na verdade, nós não íamos não é?
Clara: — Nós nunca brigamos.
Marina: — Flavinha que diz isso. Que somos o casal perfeito.
Clara: — Temos sincronia e não resolvemos nossos problemas se magoarmos uma a outra. A conversa é melhor do que gritos, você me ensinou isso.
Marina: — Eu sei. Nada de brigas nessa casa. Resolvemos as coisas na base do dialogo.
Clara: — Seu pai vai sair com o Ivan, para conversar.
Marina: — Acho que pode ser uma boa idéia, mas isso não vai impedir de levarmos ela na psicóloga não é?
Clara: — Não, vai fazer bem pra ele e quem decidi somos nós.
Marina: — Amor? Tenho uma coisa pra te dar.
Clara: — O que é?
Marina se levantou e pegou um álbum.
Marina: — Nosso álbum de família, bom na verdade o primeiro. Fiz pra você.
A fotografa entregou o álbum e Clara abriu, ali Marina colocou os melhores momentos vividos ate agora e ficaram ali rindo e lembrando daquelas coisas.
Clara: — Eu amei, obrigada.
Marina beijou sua amada.
Marina: — De nada.
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