Just Love Can
43 Capitulo 43 - A exposição
Notas iniciais
LONDRES
A morena levantou aquela manha sem acordar a esposa, tomou seu banho e se vestiu. Passou pelo quarto dos filhos e o seu pequeno já estava acordado, ele desceu com ela para tomar o café da manha. Ficou um pouco com Ivan e depois correu para o estúdio para pegar a sua câmera, já que estava atrasada para sua aula.
Depois que mãe saiu o pequeno foi brincar no jardim e depois de uma hora Marina já estava falando ele ir tomar banho que ela iria levá-lo na escola. O pai da fotografa que sempre lembrava, mas nesse dia ele teve uma reunião cedo e a pequena ainda tinha a natação. Logo que escutou sua mãe chamando, ele foi direto pro banho.
Marina: — Bom dia meu pequeno. Já tomou café?
Ivan: — Já. Minha mãe mandou te dar um coisa.
Marina: — O que?
Ivan: — Você tem que abaixar para mim pode te entregar.
Marina se abaixo e sorriu e o pequeno lhe deu um beijo na bochecha.
Ivan: — Missão cumprida esta entregue.
Marina: — Bom a encomenda foi entregue, agora já pro banho.
Ivan: — Já to indo mãe.
Marina estava tomando seu café e tentando fazer Valentina comer algo, mas a pequena só queria brincar. A fotografa então resolveu fazer a mamadeira e dar pra ela, por que assim sabia que a filha comeria algo. Depois de meia hora, Marina estava colocando as crianças no carro e conseguiu sair. Deixou Ivan na escola e disse a ele que Flavinha que iria buscá-lo e seguiu para aula de natação da pequena.
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Após a aula de natação da pequena, Marina passou no parque com a filha se sentou um pouco na grama e ficou brincando com a pequena. Depois de um tempo ali com a filha voltou pra casa, pois tinha que resolver algumas coisas no estúdio. A pequena estava com sono, então a fotografa colocou a pequena para dormir e depois foi para o estúdio, pegou seu computador e começou a ler seus emails.
Flavinha: — Já trabalhando? Hoje não tem ensaio marcado.
Marina: — Eu sei. Só estou lendo alguns emails. E você não tem aula?
Flavinha: — Só a tarde hoje.
Marina: — Na verdade hoje comecei a trabalhar bem cedo.
Flavinha: — Como assim?
Marina: — Alem de fotografa sou mãe sabia?
Flavinha: — Eu sei. E quando vão encomendar mais um herdeiro?
Marina: — Vamos esperar um pouco, a Valentina é muito pequena ainda.
Flavinha: — Você tem razão.
Marina: — Pelo menos a diferença de um ano.
Flavinha: — Faz sentido, se não o bebê perde o trono não é?
Marina: — Algo assim. Você esta de saída?
Flavinha: — Tenho que passar na galeria e pegar uns papeis para a Clara assinar.
Marina: — Ela não precisa ir lá né?
Flavinha: — Não, agora só na inauguração.
Marina: — Que bom.
Flavinha: — Vocês vão sair hoje?
Marina: — Vamos almoçar e passar a tarde juntas. E você não vai esquecer de buscar o Ivan em?
Flavinha: — Até parece que vou esquecer o meu sobrinho, depois da aula vou levar ele no cinema.
Marina: — Está bem.
Flavinha: — Agora deixar eu ir. Tchau.
Marina: — Tchau.
Assim que a amiga saiu voltou sua atenção para o computador.
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Marina passou o resto da manhã resolvendo algumas coisas do estúdio e se animou na hora que viu que já estava na hora de buscar a sua amada. Se arrumou e saiu de casa e pegou um taxi, já que a morena estava com o carro dela. Abriu um sorriso quando viu a esposa esperando por ela, desceu do taxi e foi correndo para perto da amada e a abraçou.
Clara: — Oi amor, isso tudo é saudade?
Marina: — E bota saudade nisso.
Clara: — Como foi com as crianças de manha?
Marina: — Tranquilo.
Clara: — A pequena ficou com a baba?
Marina: — Sim e Flavinha vai buscar o Ivan. Então temos a tarde livre para nos duas.
Clara: — Já escolheu aonde vamos almoçar?
Marina: — Bom, eu pensei em ir no japonês novo que abriu aqui perto. O que me diz?
Clara: — Deixa eu ver? Comida japonesa, minha esposa... perfeito.
Almoçaram juntas e depois foram ao museu ver uma exposição que Marina estava doida para ver. Passaram uma bela tarde juntas.
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EXPOSIÇÃO
O dia da exposição de Clara finalmente chegou e não é preciso dizer que a morena estava uma pilha de nervos.
Marina: — Meu amor se acalma, vai dar tudo certo.
Clara: — Eu sei. Abraçou a esposa. – Você vai ficar lá comigo não vai?
Marina: — É claro que vou, mas que insegurança é essa?
Clara: — Eu não sei.
Marina: — Meu pai disse que fica com as crianças. Assim posso ficar coladinha em você.
Clara: — Coladinha em mim é?
Marina: — É coladinha em você. Agora vamos nos arrumar se não daqui a pouco seu sogro derruba aquela porta.
Clara: — Esta bem.
A fotografa tomou banho junto com a esposa.
Clara: — Você está linda amor.
Marina: — Você também.
Clara: — Sabe o que mais me assusta?
Marina: — A entrevista depois da exposição?
Clara: — Isso mesmo.
Marina: — É só agir com naturalidade, afinal você é uma Meirelles ou não?
Clara: — Sou. Abriu um sorriso.
Marina: — Então todo Meirelles sabe lidar bem com as câmeras.
Clara: — Você é uma boba sabia?
Marina: — Uma boba que você ama.
Clara: — Amo muito.
Nesse momento alguém bateu na porta.
Diogo: — Vocês estão prontas ou eu vou te que derrubar essa porta?
Clara: — Já estamos indo meu sogro.
Diogo: — Estamos esperando no carro.
Marina deu um beijo na esposa.
Clara: — Acho melhor a gente ir.
Marina: — Se ele voltar aqui estamos fritas.
As duas riram e saíram de mãos dadas do quarto, foram direto ate o carro e assim que entraram o pequeno disse:
Ivan: — Ate que enfim.
Marina: — Como que é menino?
Ivan: — Vocês meninas demoram muito para se arrumar. Acho que a Valentina é a única que não se atrasa.
Clara: — Não estamos atrasadas.
Ivan: — Quase. Hoje é um dia importante.
Marina: — E quem te disse isso?
Ivan: — Tia Flavinha.
Clara: — E por que é importante?
Ivan: — É o seu dia mamãe. Tia Flavinha disse que você trabalhou muito.
Clara: — Isso é verdade. Na verdade todas nós trabalhamos.
Ivan: — Vô já podemos ir.
Diogo: — Claro pequeno.
Diogo ligou o carro e saíram.
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GALERIA DE LONDRES
Assim que a família chegou na frente da galeria os flashes começaram, já que toda imprensa estava curiosa para ver o trabalho da esposa da famosa fotografa Marina Meirelles.
Clara entrou e sorriu para todos, cumprimentou a todos que estavam ali no salão. E logo Flavinha estava chamando ela para a abertura para que as fotos pudessem ser reveladas.
Flavinha deu um microfone na mão da morena e por alguns segundos ela ficou muda, então Marina se aproximou dela e segurou a sua mão e disse em seu ouvido:
Marina: — Eu estou aqui.
Clara abriu um sorriso e apertou a mão da esposa mostrando que não queria que ela a soltasse.
Marina: — Eu não vou soltar, coladinha em você lembra?
Clara fez que sim com a cabeça e começou a falar.
Clara: — Boa noite a todos. Queria agradecer a presença de todos aqui. A morena parou de falar e olhou para Marina.
Marina: — Contiua... ta tudo bem.
Clara: — Eu quis retratar com essa exposição a simplicidade da vida, já que muitas vezes não é o que chama a nossa atenção. O bater da asa de uma borboleta ou apenas um simples sorriso de alguém, coisas que passam despercebidas por nós. Eu creio que as coisas simples é que são realmente importante. Obrigado.
Os aplausos foram ouvidos pelo salão e a morena abraçou a esposa.
Flavinha: — Agora é só conversar com o pessoal e depois a entrevista.
Clara: — Amor, não sei como você consegue?
Marina: — Anos de pratica e a Flavinha do meu lado.
Clara: — Ainda bem que eu tenho vocês duas.
Flavinha: — Casal, circulando por favor.
Marina: — Sim, senhora chefinha.
Marina andava com Clara por todo salão conversavam com todos e paravam para as fotos, uma foto em família foi tirada. Depois disso Diogo levou as crianças pra casa.
Marina: — Amor?
Clara que conversava com uma de suas colegas de classe respondeu:
Clara: — Oi amor?
Marina: — Esta na hora da entrevista. Vamos?
Clara se despediu da colega e seguiu Marina. A fotografa entrou com a esposa e se sentou ao seu lado o rapaz que iria fazer a entrevista já esperava por elas, ele se chamava Eduardo.
Eduardo: — Boa noite meninas. Clara parabéns pela exposição.
Clara: — Obrigada.
Eduardo: — Podemos começar?
Clara: — Sim.
Eduardo: — Clara quanto tempo levou a preparação da exposição?
Clara: — Dois meses.
Eduardo: — E da onde surgiu essa idéia? Da onde vem sua inspiração?
Clara: — Esta sentada aqui do meu lado.
Eduardo: — Assim. Você esta fazendo o curso de fotografia não é mesmo?
Clara: — Sim, um curso de aperfeiçoamento.
Eduardo: — Agora um curiosidade que acho que todos tem. Como é ter uma fotografa como esposa?
Clara: — Bom, é ótimo. Nos vivemos a fotografia é a nossa arte favorita. Somos colegas de trabalho e companheiras da vida. Eu acho que não poderia ter relação melhor que essa.
Eduardo seguiu fazendo outras perguntas sobre o trabalho da morena que agradeceu quando e entrevista acabou.
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Marina: — Você se saiu muito bem. Estou orgulhosa.
Clara: — Só por que você estava ao meu lado.
As duas entraram em casa e estava um silencio, elas estranharam.
Marina: — Essa casa esta muito quieta.
Clara: — Olha lá, a luz do estúdio esta acesa.
Marina: — Esqueceram de apagar.
Assim que chegaram lá sorriram com o que viram;
Marina: — Isso é coisa do meu pai.
Clara: — Tem um cartão.
‘’Minhas meninas,
Hoje é sexta feira e eu e as crianças viemos para casa de campo a noite é de vocês. Esperamos vocês amanha. Beijos Diogo.
p.s: Parabéns minha nora.
Marina: — Meu pai é terrível.
Clara: — Final de semana no campo parece uma boa.
Marina: — Ele pensou bem, já que terça é feriado.
Clara: — Verdade, eu não estava lembrando disso.
Marina: — Então vamos abrir esse champanhe?
Clara: — Vamos.
A morena abriu a garrafa e Marina colocou uma musica. Elas brindaram e Marina disse:
Marina: — Me concede essa dança?
Clara: — Por toda minha vida.
Marina: — Parabéns meu amor sua exposição estava linda.
Clara: — Não mais linda que a nossa exposição juntas ficará.
Marina: — Isso é verdade, já que nós duas juntas somos imbatíveis.
Clara: — Imbativeis.
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