Just Love Can
42 Capitulo 42 - Nosso amor é mais forte.
Notas iniciais
Marina estava terminando mais um ensaio com a ajuda de Flavinha, faltava pouca coisa para acabar. Depois de uns vinte minutos ela acabou.
Marina: — A Clara já chegou da reunião dela?
Flavinha: — Ela disse que ia te esperar lá no jardim.
Marina: — Obrigado. Você...
Flavinha: — Guardo tudo. Pode ir.
Marina: — Você é um anjo. Beijou a bochecha da amiga.
E saiu correndo do estúdio indo em direção ao jardim e encontrou a morena sentada no banco com a câmera na mão. Marina se aproximou da amada bem devagar e quando se aproximou tampou os seus olhos.
Clara: — Oi amor.
Marina: — Assim não tem graça. Continou tampando os olhos da esposa.
Clara: -Desculpa. Quem será que é?
Marina: — Não sabe quem é? Quem sabe se você ganhar um premio por adivinhar?
Clara: — Essa voz?
Marina: — O que tem a minha voz?
Clara: — Eu conheço.
Marina: — É mesmo?
Clara: — Sim.
Marina: — E de quem é essa voz?
Clara: — Do amor da minha vida.
Marina: — Agora sim, irá ganhar o premio.
Clara: — E qual é?
Marina: — Um beijo do amor da sua vida.
Clara: — Que sorte a minha.
Se beijaram e só se separam quando o ar faltou.
Marina: — Estava com saudade disso.
Clara: — Eu também. Abraçou a esposa.
Marina: — Como foi a reunião?
Clara: — Otima, mas não quero falar de trabalho. Quero saber de você, do seu dia?
Marina: — Uma correria como sempre, nesses últimos tempos.
Clara: — Fiquei sabendo que você teve umas idéias para a nossa exposição, quer compartilhar?
Marina: — Só se me contar como anda a sua.
Clara: — Esta bem. Vamos pro nosso quarto que te mostro tudo, falta apenas uma semana.
Marina: — Eu sei.
Clara: — Quero sua opinião.
Marina: — Mesmo?
Clara: — Aprendi o que sei com você, quem melhor do que você para me aconselhar.
Marina: — Diz isso por que me ama.
Clara: — Claro, sou sua fã numero um.
Marina: — Olha só a minha fã numero um também é minha esposa.
Clara: — Somos muito sortudas.
Marina: — Eu concordo plenamente.
Clara: — Amor?
Marina: — Fala.
Clara: — Vamos pro estúdio.
Marina: — Vamos.
As duas foram para estúdio e Clara mostrou as fotos que havia selecionado para sua exposição e Marina ficou calada.
Clara: — O que foi? Esta tão feias assim?
Marina: — Pelo contrario estão ótimas.
Clara: — Quero que você selecione as 20 melhores.
Marina: — Eu?
Clara: — Você sim, meu amor.
Marina: — Será uma grande honra. Quanto tempo temos para mandar as fotos?
Clara: — Uma semana.
Marina: — Tempo suficiente.
Clara: — Sim, mas agora vamos subir?
Marina: — E as fotos e as idéias que você queria ouvir?
Clara: — Pode me contar depois. Agora eu quero outra coisa.
Marina: — E o que você quer?
Clara: — Eu quero você.
Subiram as escadas correndo e rindo pareciam duas crianças.
Clara: — Ainda bem que seu pai saiu com as crianças.
Marina: — Shiii... Quietinha. Beijou a amada e só se separaram quando faltou ar. Virou a morena e afastou o cabelo e beijou o seu pescoço. – Como eu estava com saudade de ficar assim coladinha em você.
Clara: — Eu também.
Marina voltou a beijar o pescoço de Clara e ela fechou os olhos, deixando que as sensações lhe invadissem, soltou um gemido quando a fotografa colocou as mãos por debaixo de sua cabeça alçando seus seios.
Marina virou a morena para ela e tirou a camisa dela e a empurrou para a parede mais próxima, não parou os beijos e deixava seu instinto fluir. Logo em seguida retirou o sutiã.
Clara: — Amor, vai me torturar é?
Marina: — Não é tortura estou curtindo você, sem pressa.
Voltou a beijar a morena nos lábios e abriu o zíper da calca da amada e acariciou o sexo dela por cima da calcinha.
Clara: — Amor, não faz assim.
Marina não queria torturar a amada, mas estava amando ver a morena pedir. A fotografa resolveu não tortura mais sua amada e tirou a calça da amada junto com a calcinha e sem nada dizer começou a beijar o sexo da amada que começou a soltar os gemidos que Marina tanto gostava de ouvir, não demorou muito e o gozo da morena chegou e assim que recuperou suas forças inverteu a situação e amou a sua mulher.
Ficaram no quarto por algumas horas e depois foram atrás de algo para comer.
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Marina: — Amor, que tal um sanduíche?
Clara: — Você vai fazer?
Marina: — Só se você fazer o suco, o que me diz?
Clara: — É pra já.
Marina fez o sanduíche e Clara fez o suco estavam conversando e rindo quando o pequeno entrou correndo pela cozinha com Diogo logo atrás carregando Valentina. Ele pode ouvir a risada das duas.
Diogo: — Parece que um tempo a sós fez bem ao belo casal.
Marina: — E como meu pai.
Clara: — Amor? Deu um leve tapa em Marina.
Marina: — Eu não disse nada demais.
Clara: — Sei.
Diogo: — Minha nora relaxa. E podem se preparar.
Marina: — Se preparar?
Diogo: — As aulas de dança que vocês pararam.
Clara: — Não tem ninguém para ficar com as crianças sexta a noite.
Diogo: — Agora tem.
Marina: — Quem?
Diogo: — Eu.
Marina: — Vou amar voltar as aulas de dança.
Diogo: — E um jantar depois.
Clara: — Parece que meu sogro pensou em tudo.
Diogo: — Tudo pelas minhas meninas.
Clara: — Bom, então nós vamos subir.
Diogo: — Ok, pode deixar que o vovô aqui da conta dos pequenos.
A morena pegou a morena pela mão e subiram para o quarto.
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Se ouvia uma musica pela casa e vinha do estúdio.
Flavinha: — Eu não acredito, pleno sábado e vocês estão...?
Marina: — Dançando. Devia tentar.
Flavinha: — Meu par esta do outro lado do oceano, esqueceu?
Clara: — Não esquecemos, mas você pode fazer par com alguém da turma.
Flavinha: — Acho que ia ser uma ótima idéia. Cadê as crianças?
Marina: — Dormindo.
Flavinha: — Por isso estão fazendo bagunça.
Marina: — Claro que sim.
Flavinha: — Isso é contagiante.
Clara: — O que?
Flavinha: — A relação de vocês. Como andam os preparativos da exposição?
Clara: — Agora é com você.
Flavinha: — Mandaram tudo para o meu email.
Marina: — Sim.
Flavinha: — Então agora chega de reuniões para Clara agora é só relaxar.
Clara: — Mais ou menos, temos a outra exposição.
Flavinha: — Já pensaram no tema?
Marina: — Tivemos algumas idéias, mas nada definido ainda.
Flavinha: — Assim que tiverem me avisem, ok? Vou subir e deixar vocês com sua dança.
Clara: — Boa noite.
Flavinha: — Boa noite casal.
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Marina: — Agora que ela saiu que tal um beijo?
Clara: — Quantos você quiser.
Marina: — Eu te amo.
Clara: — Eu também.
Marina: — Eu não canso de dizer e nem de ouvir você dizer que...
Clara: — Que eu te amo, amo muito.
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Como Marina e Clara já haviam selecionado as fotos o resto era com Flavinha, mas o dia de ver como estava tudo na galeria.
Clara: — Agora consigo entender a chateação da Marina com essa revisões. Já é a terceira vez que venho aqui em dois dias.
Flavinha: — Faltam dois dias para exposição e queremos que de tudo certo.
Clara: — Fazem dois dias que não pego a minha esposa acordada quando chego e quando acordo ela já esta trabalhando.
Flavinha: — Pegou esses sintomas da Marina?
Clara: — Um pouquinho.
Flavinha: — A convivência.
Clara: — A convivência. Riram juntas. – Mas devo confessar que adoro esse lado dela.
Flavinha: — Isso por que você ama ela.
Clara: — E você também.
Flavinha: — Isso é verdade.
Algumas horas se passaram e tiveram um intervalo e a morena estava andando de um lado para o outro.
Flavinha: — Que bicho te mordeu?
Clara: — Saudade de casa.
Flavinha: — Já estamos quase acabando esta bem?
Clara: — Ok.
Ficaram na galeria por mais duas horas e quando chegaram em casa já passava das dez, a morena passou no quarto dos pequenos e deu um beijo em cada um e foi para seu quarto onde a amada dormia. Tomou um banho e colocou o pijama e se deitou ao lado de Marina e observou seu sono e abraçou a mulher.
Marina: — Que bom que você chegou.
Clara: — Achei que estivesse dormindo.
Marina: — Sem você eu não durmo bem.
Clara: — Acabamos hoje. Agora dorme, sei que seu dia também foi agitado.
Marina: — Amanha você...?
Clara: — Toda sua. Depois das aulas.
Marina: — Que bom. Beijou a esposa e adormeceram juntas.
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