Just Love Can

32 Capítulo 32 - Revelações


Notas iniciais
Boa tarde. Nesse capítulo cheio de emoções temos uma reviravolta, espero que vocês gostem. Boa leitura. Anne.

BRASIL/GOIÂNIA

Flavinha: — Felipe para de fugir desse assunto.

Felipe: — Eu não estou fugindo de nada. Já disse que vou esperar elas voltarem para contar.

Flavinha: — Desculpa. Saiu do quarto com lágrimas nos olhos.

Felipe: — Amor, volta aqui? Não sai assim não. Abraçou a namorada e deu um beijo em sua testa. — Desculpa. Eu só quero ter que contar essa história uma vez só.

Flavinha: — Deixa eu ir Felipe. Vou ver como as crianças estão.

Felipe: — Não vou deixar você ir está chateada.

Flavinha: — Você não confia em mim.

Felipe: — Não é isso, prometi para a Helena que vamos contar juntos. No jantar.

Flavinha: — Eu já entendi. Agora posso ficar com os meus sobrinhos?

Felipe deu um beijo em Flavinha que não se esquivou.

Felipe: — Nunca mais fale que eu não confio em você, por que isso não é verdade. Está bem?

Flavinha concordou com a cabeça e saiu para ver as crianças que estavam com Neuza.

Neuza: — Vamos voltar pro Rio amanhã?

Flavinha: — Sim, elas chegam no sábado e como hoje ainda é quinta da tempo de organizar o jantar que a Marina que dar para a sogra.

Neuza: — É sua sogra também.

Flavinha: — Esse jantar vai dar no que falar Neuza. Acredito que as verdades serão ditas.

Neuza: — Como assim?

Flavinha: — Eu ainda não sei, mas o Felipe anda estranho sempre conversando com a Helena.

Neuza: — Eles estão de segredo é.

Flavinha: — Revelações bombásticas vem por aí.

Neuza: — As crianças vão estar nesse jantar?

Flavinha: — É claro que não. Vão ficar no apartamento do Diogo.

Neuza: — É bom mesmo. Afinal não sabemos o que vai acontecer.

Flavinha: — Falta arrumar muitas coisas ainda?

Neuza: — Não das crianças já arrumei tudo, só deixei fora as coisas que ainda vão usar.

Flavinha: — As minhas coisas e do Felipe também já estão arrumadas.

Neuza: — Luiza vai conosco?

Flavinha: — Ela vai na sexta a noite depois da faculdade.

Neuza: — Ok.

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INGLATERRA/LONDRES

Marina estava sentada na cama com o notebook no colo vendo as fotos dos dias em que passaram em Atenas.

Clara: — Amor o que você tanto olha nesse computador?

Marina: — Nossas fotos, vão dar um álbum lindo.

Clara: — Você tirou excelentes fotos.

Marina: — A modelo que era ótima. Mais vem cá? Fez sinal para a morena sentar ao seu lado e Clara se sentou. — Olha essas fotos, o que me diz delas?

Clara: — Estão boas, mas eu acho que se tivesse tirado com um ângulo mais inclinado teria ficado melhor.

Marina: — E essas aqui?

Clara: — Aqui o problema esta na luz, não se ligaram que ficou meio escuro.

Clara não se deu conta do que Marina estava fazendo, ela estava testando a morena para ver se ela caia em si.

Marina: — Olha essas fotos de Londres, antes que pergunte não fui eu que bati, mas me diz o que acha delas?

Clara: — Deixa eu vê. A morena pegou o computador na mão de Marina e começou a passar as fotos. — Amor eles estão se parecendo com aquela referência que agente estava vendo outro dia, mas está faltando alguma coisa, que vê. Se levantou e foi até as malas em busca de um dos livros de Marina. — Aqui, está faltando isso aqui, acho que isso deve dar para ajeitar na edição final, apesar de achar que algumas deviam ser refeitas, de quem são essas fotos?

Marina: — De um amigo aqui de Londres, vou mandar um email pra ele. Com as referências que você deu. Essas fotos são todas dele.

Clara: — Como assim referências que eu deu?

Marina: — Você nem reparou não foi? Clara fez sinal negativo com a cabeça. — Olha a nossa cama, quantos livros você pegou, e marcou as páginas e fez as referências e eu concordo com você. Amor, você leu esses livros mais que eu, está mais atenta que eu.

Clara: — Eu nem reparei mesmo.

Marina: — Você já viu as suas fotos de Atenas?

Clara: — Não.

Marina: — Estão melhores que as minhas.

Clara: — Nada a ver amor.

Marina: — Eu fotógrafo bem pessoas não paisagens, já você tem uma visão incrível. Já sabemos aonde investir, ou não?

Clara: — Se você esta dizendo.

Marina: — Você vai começar o curso de fotografia assim que voltarmos ao Brasil, não vamos deixar esse talento passar. Como você nunca viu isso meu amor? Esse seu talento?

Clara: — Eu não sei, desde pequena minha mãe sempre dizia que...

Marina: — Que o que?

Clara: — Que eu nasci apenas par ser mãe.

Marina: — Isso não é verdade e você sabe.

Clara: — Quem sempre nos incentivou foi meu pai. Pelo menos é o que a minha irmã me conta eu não lembro muito de como meu pai era, ele morreu eu era muito nova.

Marina: — Não quer falar disso né?

Clara: — Não, não quero. Marina abraçou a esposa. — Estou com saudade dos nossos filhotes.

Marina: — Eu também.

Clara: — Vamos falar de coisa boa?

Marina: — Do que você quer falar?

Clara: — Continuemos com as fotografias.

Aqueles cinco dias em Londres foram maravilhosos, mas a saudade de casa já batia no peito. Não só a saudade de casa, mas dos filhos e amigos e da família. Marina sabia que Flavinha estava ansiosa, sabia disso pelas conversas ao telefone que a assistente fazia questão de desligar logo quando Marina perguntava da sogra. Ela não sabia o que estava acontecendo mais aquele jantar seria um ponto definitivo.

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BRASIL/RIO DE JANEIRO/ SANTA TEREZA

Marina não quis que ninguém fosse buscar elas no aeroporto queria que todos estivessem em sua casa para o jantar que deveria ser de comemoração, mas ela sabia que algo não estava certo, tentou tirar algo de Flavinha, mas ela também não sabia. A amiga tinha deixado o carro no estacionamento do aeroporto mais cedo, antes de irem para Santa Tereza deixaram as crianças em Copacabana com Neuza. Aquele jantar seria no mínimo estressante e a fotografa queria poupar os filhos daquilo, queria poupar sua esposa também, mas seria inevitável.

Diogo ainda não havia voltado o problema em sua empresa já havia sido resolvido, mas ele não podia se ausentar naquele momento. Chegaram a Santa Tereza e todos já estavam lá, poderia dizer que Helena e Felipe eram os mais nervosos e ansiosos. Assim que bateu os olhos nos irmãos Clara reparou que algo estava errado e brincou:

Clara: — Isso tudo é saudade, esse nervosismo todo.

Helena: — Oh minha irmã. Está tudo bem.

Clara: — Mentira, nesses últimos dias em Londres Marina estava nervosa e vocês estranhos no telefone, o que está acontecendo?

Felipe: — Clara fica calma minha irmã.

Clara: — Você que que eu fique calma quando esta todo mundo agindo estranho?

Felipe: — Eu só te penso paciência.

Clara: — Eu não quero saber de jantar nenhum. Vou subir para o meu quarto. Olhou para Marina e disse. — Não vem atrás de mim, não quero descontar em você.

Felipe olhou para Helena e disse:

Felipe: — E agora?

Helena: — Eu não sei.

Marina: — Gente o que está acontecendo aqui?

Helena: — Hoje é o dia das revelações. A Clara tem que saber a verdade.

Marina: — Mais que verdade?

Helena: — Pra isso precisamos dela aqui. Não é nenhum bicho de sete cabeças Marina, mas ela precisa saber.

Marina: — Vocês estão me assustando com isso sabia? Por que pediram para deixar as crianças em Copacabana?

Nesse momento Chica chegou e saiu entrando e dando um abraço em Marina que ficou sem entender.

Chica: — Cade a Clara?

Marina: — Esta no quarto.

Chica: — Vou subir para vê-la

Marina: — Eu não acho que seja uma boa idéia, ela... A sogra a interrompeu.

Chica: — Você cala a boca, por que da minha filha cuidou eu.

Marina: — A senhora esta na minha casa e vai respeitar a minha vontade.

Chica: — Até parece que vou ouvir alguém como você.

Helena: — Mãe chega, já chega.

Chica: — Voce também não se mete, vou ter uma conversa com a Clara e tirar ela daqui essa brincadeira já acabou.

Marina: — Do que a senhora está falando?

Chica: — Eu andei conversando com o Cadu, ele ainda ama a minha filha e que voltar pra ela.

Felipe: — A senhora o que?

Helena: — Eu disse que ela estava aprontando.

Chica: — Ele já está livre e que voltar pra família dele.

Marina já estava nervosa com aquela situação, começou a andar de um lado pro outro. Como assim o ex de Clara estava solto e queria voltar pra ela? Como assim quando isso aconteceu que elas não viram?

Marina: — A senhora só pode está ficando louca? A Clara se divorciou dele, ela não quer nada com ele.

Chica: Isso é o que você colocou na cabeça dela, mas hoje ela vai embora comigo.

Marina: — Você não pode fazer isso... E antes que a fotografa terminasse de falar recebeu um tapa no rosto. Nesse momento todos ali viram o quão grave era a situação. Flavinha olhava para Felipe quase que implorando para que ele fizesse algo, mas ele não podia Clara teria que passar por aquilo para descobrir. Enquanto Helena amparava a cunhada sua mãe subiu as escadas.

Marina: — Felipe faz alguma coisa? Sua mãe está louca.

Felipe: — Eu sei, mas Marina a Clara precisa ouvir algumas coisas está bem? Eu prometo que é para o bem dela.

Marina: — Sua mãe infernizou ela durante esses meses e você ainda quer que ela passe por mais?

Felipe: — Precisa ser assim, ela precisa descobrir...

Marina: — Descobrir o que?

Helena: — Você já vai saber... Espera.

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Chica entrou no quarto da filha sem bater a morena estava na varando olhando aquela paisagem que a acalmava, ela já ia descer para se desculpar com Marina quando viu sua mãe.

Chica: — Vamos embora. Agora, acabou a palhaçada. Você vai voltar pro seu marido.

Clara: — Como que é? Eu não estou ouvindo isso. Eu não vou a lugar nenhum, aqui é minha casa. Minha família está aqui.

Chica: — Sua família sou eu sempre foi. Eu sempre cuidei de você.

Clara: — Eu sei mãe, mas agora eu tenho a minha vida. Meus filhos e tenho a Marina.

Chica: — Não fala esse nome.

Clara: — O que aconteceu com você e que história é essa de eu voltar com o Cadu?

Chica: — Ele já foi solto, ele não fez aquilo por mal. Ele te ama filha. Eu visitei ele na cadeia e contratei um advogado.

Clara: — Você está louca ou o que? Eu não entendo.

Chica: — Eu realmente fui louca no momento em que aceitei você em minha casa. Isso aí que você tem deve ter vindo dela, daquela vagabunda.

Clara: — Do que você está falando? Como assim me aceitar? Eu...

Chica: — Não ouse falar que você saiu de mim, por que não saiu. Filha minha não é assim como você...

Clara: — Mãe? O que é isso tudo?

Chica: — Você é uma ingrata eu criei você como se fosse minha e agora você me paga assim.

Clara: — Mãe? Eu não estou entendo.

Chica: — Se você voltar pra casa eu te perdôo.

Clara: — Eu não vou voltar, eu já estou em casa.

Chica: — Você vai voltar sim.

Clara: — Você está escutando o que você está falando eu não estou entendo nada. A morena desceu as escadas chamando pelo irmão que logo apareceu no pé da escada. — Você sabe que história é essa de eu voltar pro Cadu? De eu voltar pra casa? De ela ter me aceitado? Eu não estou entendendo nada. Felipe me da uma luz? Abraçou o irmão.

Felipe: — Cade ela?

Clara: — Está lá em cima. Ao mesmo tempo que parecia que ela falava comigo parecia que não, ela disse que eu não sai dela. Que história é essa?

Felipe olhou para Helena como que pedindo autorização para contar, a irmã mais velha assentiu com a cabeça.

Helena: — Eu vou buscar a mamãe. Eu não acredito que isso está acontecendo denovo.

Clara: — Como assim denovo?

Felipe: — Você era tão linda quando chegou lá em casa, você tinha um ano. Clara arregalou os olhos. — Me escuta e depois você fala está bem, Marina você também vem cá senta aqui com ela.

Clara: — O que foi isso no seu rosto?

Marina: — Não foi nada esta tudo bem.

Clara: — Como assim está tudo bem seu rosto está vermelho. Beijou o local avermelhado.

Marina: — Já passou. Felipe continua.

Felipe: — Então, papai entrou trazendo você no colo com um belo sorriso no rosto e nos apresentou para você. Mamãe não ficou nada feliz com aquilo, lembro que ela perguntou que criança é essa? E ele respondeu com todo orgulho: — Minha filha. Ela ficou transtornada e pior foi quando ele disse que queria o divórcio, então ela disse que se ele fizesse isso ela sumiria comigo e com Helena no mundo. Papai ficou com um olhar triste ele amava a sua mãe, ela era bailarina e fazia turnês pela Europa, papai a amava muito e já não amava mais a nossa mãe, ele queria partir com nós três e a sua mãe Clara, mas a minha mãe Dona Chica ameaçou ele disse que não daria divórcio e sua mãe tinha que viajar logo, você se parece com a sua mãe. Papai entrou em desespero, disse que ia entrar na justiça para conseguir o divórcio e a nossa guarda. Ela o ameaçou com dinheiro que nossos avós tinham e que ele nunca ia conseguir isso. Ele se levantou pegando você no colo, dizendo que ia levar você para a sua mãe, só que na briga dos dois você caiu do colo do nosso pai e bateu a cabeça no chão, sangue sai dos seus ouvidos, nunca vi nosso pai tão desesperado, ele gritava para Helena ligar para emergência, estávamos todos assustados, mamãe entrou em estado de choque. Meu pai foi com você na ambulância e conseguiu falar com sua mãe, mas ela teve que partir para a turnê, não podia perder essa chance, papai prometeu a ela que assim que você melhorasse levaria você até ela, mas isso não aconteceu, os médicos fizeram os exames e disseram que você ficaria bem, era uma criança forte.

Felipe passou a mão na cabeça Clara já chorava não acreditando naquilo que ouvia e ele continuou, se parasse não teria coragem.

Felipe: — Em menos de um mês, você estava alegre e saudável, e o médico recomendou que você só viajasse dentro de alguns meses. Só que durante esses meses, papai ficou doente e infelizmente não resistiu. Mamãe não gostava de você, não mesmo, mas ela tentou gostar, mas ela olhava pra você e via a sua mãe. Isso tudo em Goiânia, depois viemos pro Rio, só agora eu sei que quando você já tinha uns três anos sua mãe te procurou ela queria você de volta, mas nossa mãe não devolveu você para ela, queria fazer ela sofrer, como ela faz com você agora, ela acha que machucando você esta machucando a sua mãe.

Clara: — Eu não acredito nisso, como assim a minha vida era uma mentira? E tem mais não tem?

Felipe: — Tem. O Cadu.

Clara: — O que tem ele?

Felipe: — Ele se casou com você por que a minha mãe pediu. Ela sabia como ele era e fez de tudo para casar vocês dois.

Clara: — Meu Deus e isso tudo para se vingar do meu pai que já morreu e da minha mãe que nem sabe que isso tudo aconteceu. Ela é doente.

Felipe: — Eu sei, eu e a Helena estamos tentando levar ela no médico a muito tempo.

Clara: — Por que não me falaram antes?

Felipe: — Depois daquilo com o Cadu vocês pareciam tão bem? Eu e Helena achamos que aquilo tinha passado que com os anos ela havia...

Clara: — Me amado... Só que isso nunca aconteceu.

Felipe: — Clara?

Clara: — Chega eu não quero ouvir mais, não quero.

Felipe: — Você precisa ouvir minha irmã.

Clara: — Irmão. Disse num tom de súplica de quem já havia ouvido muito para um dia.

Felipe: — Eu sei, mas eu preciso te contar tudo.
Clara: — Outro dia, por favor.

Felipe: — Está bem. Vou lá em cima atrás da Helena.

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Felipe chegou no quarto da irmã e viu que a mãe chorava, quando Chica viu ele levantou.

Chica: — Você contou pra ela?

Felipe: — Claro, é a história dela.

Chica: — Você não tinha o direito.

Felipe: — Mãe nós cansamos desse joguinho e a Aurora quer conhecer a filha.

Chica: — E como ela sabe da Clara?

Felipe: — Pelas revistas, ela tentou entrar em contato com Marina através de Flavinha, mas eu pedi para a minha namorada que eu cuidasse disso eu reconheci o nome.

Chica: — Mas como você sabia o nome dela?

Felipe: Meu pai me contou antes de morrer.

Chica: — Aurora Mendes.

Felipe: — Vamos embora.

Chica: — Eu não vou embora, a Clara tem que saber de mais uma coisa.

Felipe e Helena não conseguiram impedir que Chica fosse atrás de Clara. Ela desceu as escadas igual a um furacão, parou na sala e não viu a morena.

Chica: — Aonde ela está? Cade a Clara?

Marina: — Chega Chica, por hoje chega.

Chica: — Se você não falar eu vou procurar.

Marina com medo da reação da sogra disse que Clara estava nos jardins, ela passou por Marina igual um furacão. Assim que avistou a morena começou a falar:

Chica: — Eu tentei gostar de você juro que tentei, mas você me lembrava ela. Eu não consegui te amar, como eu amo seus irmãos, não mesmo. Também como conseguir, não era sangue do meu sangue.

Clara: — Por que não me devolveu pra ela?

Chica: — Vingança. Queria me vingar do seu pai e da sua mãe. E a forma que encontrei foi fingindo que eu amava você e depois te vendo sofrer o que eu sofri. Quando você casou com o Cadu eu vi a chance de te destruir.

Clara: — Você que me apresentou ele, eu vivi um inferno. Me ver passar por aquilo te trouxe algum alívio?

Chica: — Se que saber sim, mas algo mudou depois que o Ivan nasceu. Naquele momento eu consegui gostar de você, mas aí depois daquilo tudo com o Cadu você conheceu essa mulher e...

Clara: — Não ouse falar dela e se quer saber, vai ser um alívio não ter você em minha vida. E eu realmente espero que minha mãe biológica seja melhor que você. Agora vai embora, você já conseguiu estragar a noite não é? Não é isso que você queria?

Chica: — Se prepare por que eu não acabei e o Cadu vai recuperar os filhos dele.

Clara: — Quero ver ele tentar.

Chica saindo batendo o pé e gritando para Clara que ela ia se arrepender de ter nascido.

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Todos estavam em estado de choque naquela sala e logo que Clara entrou procurou pelos braços de Marina.

Marina: — Eu sinto muito que você tenha que passar por isso.

Clara: — Agradeço por você está aqui comigo.

Marina: — Felipe disse que ainda precisa falar com você, mas que amanhã vocês conversam com mais calma.

Clara: — Vamos pro nosso quarto. Amanhã eu converso com todos. Esse dia foi uma loucura. Eu ainda não estou acreditando.

Marina: — Vai passar meu amor. Eu estou aqui com você.

Notas finais
E aí gostaram? Comentem... P.s.: se passou algum erro me desculpem. Anne.