Just Love Can
30 Capítulo 30 - Grécia
Notas iniciais
GRÉCIA
ATENAS
História, ilhas paradisíacas, sol, praias lindas, boa comida e vinhos de primeira formam o cenário perfeito para um casal apaixonado curtir a lua de mel e desde sempre Marina sabia disso, ouvia histórias sobre o lugar desde muito nova. Seu pai sempre tentou levá-la pra conhecer aquele pais, mas ela tinha prometido a si mesmo que só iria lá com o amor se sua vida o que estava acontecendo naquele momento, essa viagem ao lado de Clara para Marina tinha um belo significado a conclusão de um sonho e o começo de muitos.
O vôo apesar de longo e cansativo, foi tranquilo afinal foram quase quatorze horas de vôo. Marina já estava acostumada, mas sua esposa ainda estava entrando no ritmo. Ela dormiram a maior parte do vôo, assim que desceram do avião a morena agradeceu que estava em terra firme, não pelo medo, apenas pelo fato que passar tanto tempo no avião havia sido muito cansativo, ela queria dormir, mas em uma cama aconchegante ao lado de sua esposa.
Marina: — Depois você diz que eu que sou dorminhoca.
Clara: — Vai me dizer que você também não quer tomar um banho e cair numa bela cama?
Marina: — Isso é mesmo verdade. Estou moída.
Clara: — Está vendo. Amor, pra onde vamos agora?
Marina: — Seu sogro pensou em tudo, deve ter alguém nos esperando.
Pegar mas malas e Marina estava certa, assim que saíram havia um rapaz esperando por elas com um placa escrito Meirelles. O nome do rapaz era Jonas, ele trabalhava para Diogo e morava em Atenas. Elas se aproximaram dele que logo abriu um sorriso.
Jonas: — Você deve ser a filha do senhor Diogo.
Marina: — Sim, sou Marina e essa e minha esposa Clara.
O rapaz concordou com a cabeça e as cumprimentou com apertos de mão.
Jonas: — Vou levá-las para o hotel, vocês vão adorar a vista que vão ter do quarto.
Marina: — Obrigado e seu nome é?
Jonas: — Que cabeça a minha acabei esquecendo de me apresentar me chamo Jonas.
Jonas as levou até o carro e seguiram até o hotel, ele as ajudou no chekin do hotel e se despediu deixando o número do telefone para caso elas precisassem de algo.
Elas subiram para o quarto e ficaram encantadas com a vista que dava para ver o mar, a morena caminhou até a varanda se debruçando e ficou ali admirando a vista. A fotografa se aproximou e a abraçou por trás depositando um beijo em seu pescoço, que fez Clara se arrepiar com o toque. A morena se virou apoiando seus braços nos ombros de Marina e a fotografa continuou com os braços na cintura da amada. Marina a puxou para mais próximo de si lhe dando um beijo apaixonado, só se afastaram quando o ar faltou.
Clara: — Vamos tomar um banho e cair nessa cama? Marina fez que não com a cabeça. — E por que não?
Marina: — Por que agora eu estou afim de outra coisa, acho que foi a vista que me inspirou.
Clara: — E o que que a minha esposa tem em mente?
Marina: — Será que a minha bela esposa não sabe? Depositou mais um beijo no pescoço da morena. — Será que ela não suspeita? Marina já estava puxando a amada para próximo da cama.
Clara: — Não sua esposa não sabe e não suspeita, eu acho que você vai ter que mostrar pra ela.
Marina: — Será um prazer mostrar pra ela o que está se passando em minha mente. Voltou a beijar a morena, assim que Marina deu uma atenção maior ao pescoço da amada já podia ouvir os gemidos abafados de Clara que ela tanto gostava. Retirou a camisa que a esposa usava, depositando beijos carinhosos, a fotografa não estava com pressa queria amar a sua esposa da forma mais intensa possível. Marina beijava e fazia carinho na pele exposta, até que resolveu tirar o sutiã, ela parou uns instantes para admirar aqueles belos seios de sua amada, depois começou a depositar beijos, mas não resistiu por muito tempo, começou a lamber e a sugar e os gemidos de Clara só tornavam as suas investidas mais calorosas. Continuou a beijar só que agora beijava o abdômen da amadas e com uma de suas mãos acariciava uns dos seios que já estavam excitados, com a outra mão livre abria a calça jeans da amada e para conseguir tirá-la parou de acariciar os seio da amada. Assim que ela retirou a calça da amada depositou um beijo no sexo da amada por cima do tecido e sorriu ao constatar que Clara estava bem molhada. Subiu novamente, depositando beijos até chegar ao ouvido de Clara e dizer:
Marina: — Linda, gostosa e só minha.
Os seus lábios se encontraram em um beijo apaixonado e urgente. Continuou a beijar a amada e a fazer carinhos. Até que em meio as gemidos saiu quase que um sussurro de Clara:
Clara: — Amor, tira a sua roupa também quero sentir a sua pela na minha.
Marina prontamente atendeu o pedido de sua amada e voltou as carinhos e beijos, não resistindo mais ela desceu até próximo a virilha e depositou beijos e retirou a calcinha da morena e beijou sexo da amada e sem mais muita demora deu toda a sua atenção aquele local e quanto mais ouvia os gemidos e as palavras sem nexo que a morena soltava, mas Marina se excitava e queria da prazer a sua mulher e num momento sem avisar ela penetrou a morena com dois dedos, com estocadas leves, ela queria prolongar o prazer se sua amada. Em um determinado momento quando ela sentiu que o orgasmo da amada estava próximo ela acelerou os movimentos e não demorou muito para que Clara tivesse um orgasmo arrebatador, mas Marina não estava satisfeita mesmo sem Clara ter se recuperado ela reiniciou os movimentos fazendo com que Clara tivesse um segundo orgasmo tão intenso quanto o primeiro e com a morena com a respiração ainda descompassada a fotografa subiu depositando beijo e se deitou por cima do corpo da sua esposa, escondendo o rosto entre os cabelos da amada.
Clara: — Amor, está querendo acabar comigo?
Marina: — Só se for para acabar com você de tanto de dar prazer.
Clara: — Eu amei amor, mas sério você acabou com as minhas energias reservas.
Marina: — Jura amor? Eu queria mais?
Clara: — Você esta brincando né? Marina abriu um sorriso.
Marina: — Claro que estou, agora só quero ficar aqui coladinha em você.
Clara: — Depois que agente descansar, vai ser a minha vez.
Ficaram ali um tempo trocando carícias até que adormeceram do jeito em que estavam abraçadas.
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Naquela manhã Clara acordou e viu que sua amada ainda dormia, então começou a depositar beijos no pescoço da fotografa, que começou a resmungar.
Clara: — Acorda amor.
Marina: — Ah não. Só mais um pouquinho, por favor.
Clara: — Vamos meu amor, quero aproveitar essa cidade linda com você.
Marina: — Só mais um pouquinho.
Clara: — Esta bem. Vou tomar banho, mas quando eu voltar você levanta, está bem?
Marina: — Ok. A fotografa voltou a dormir e Clara deu um sorriso e foi tomar seu banho, quando saiu Marina estava dormindo e a morena ficou com pena de acordar a esposa. Resolveu pedir o café no quarto e com seu inglês conseguiu fazer o pedido, meia hora depois o café chegou, ela pediu para que servissem na varanda do quarto. Ela se sentou e tomou seu café e ficou admirando aquela paisagem e deixou a sua mente viajar e lhe fazer lembrar do dia em que conheceu Marina e os momentos que viveu com ela até agora e o quanto estava feliz. Foi quanto sentiu uma mão e seu ombro.
Marina: — Bom dia meu amor, não me acordou?
Clara: — Eu bem que tentei né amor?
Marina: — Você deixou eu dormir denovo?
Clara: — Te acordei e você pediu para dormir mais um pouco, eu disse que ia tomar banho e quando eu voltasse te chamava, mas você estava num sono tão tranquilo, parecia cansada que deixei você dormir mais. Já pedi o nosso café.
Marina: — Olha só tem coisa boa.
Clara: — Claro o melhor para o meu amor.
Marina: — Vamos sair? Ir a praia, o que me diz?
Clara: — Perfeito.
Marina tomou o café e tomou um banho e elas saíram para dar uma volta na praia, a fotografa carregava a sua câmera na mão e não parava de tirar fotos da amada e da paisagem.
Clara: — Precisamos tirar fotos suas também.
Marina: — Toma. Você tira. Disse entregando a câmera na mão de Clara.
Clara: — Não vão ficar boas quanto as suas mais, vamos tentar.
Num primeiro momento Clara parecia tímida com a câmera na mão, mas logo se soltou e batia as fotos, Marina fazia caras e bocas e poses para sua amada e morena se deixou levar pela brincadeira, estava gostando da sensação de ter uma câmera em sua mão.
Marina: — Amor você devia tentar sabia?
Clara: — O que fotografar?
Marina: — Sim.
Clara: — Você acha?
Marina: — Acho. Podíamos passar uma temporada em Londres na casa do meu pai. Assim você fazia um curso eu me atualizava nas novas tendências. Não precisa ser agora... Agente pode...
Clara: — Amor eu amei a sua idéia. Podemos ir no começo do ano. Assim o Ivan começa o ano letivo lá.
Marina: — Você toparia passar um tempo lá?
Clara: — E por que não toparia? Meu amor, você agora é a nossa família, aonde você for eu e os seus filhos vão também.
Marina: — Eu sei, fico tão feliz em ter vocês comigo. Essa praia esta uma delícia não está?
Clara: — A melhor parte é tirar fotos suas. Você está sempre atrás das câmeras.
Marina: — Só você pode tirar fotos minhas.
Clara: — Que honra a minha. Deu um beijo na amada.
Marina: — Você que continuar andando ou que se sentar na areia?
Clara: — Acho de devemos sentar um pouquinho.
Marina: — Vamos tomar um sorvete?
Clara: — Só se for de limão.
Marina: — Isso é claro. Não poderia ser outro.
Passaram praticamente todo o dia na praia e ao final da tarde voltaram para o hotel e antes de subir para o quarto Marina fez reserva num restaurante escondido da esposa queria fazer uma surpresa. Subiram tomaram banho, Marina tomou banho primeiro e assim que a morena saiu do banheiro a fotografa disse:
Marina: — Acho melhor você se arrumar.
Clara: — Me arrumar? Vamos sair?
Marina: — Sim, vamos sair. Eu já estou pronta.
Clara: — Por que não me disse?
Marina: — Vamos amor se arruma, você vai gostar.
A morena se arrumou e foram no restaurante que Marina havia feiro a reserva. Ao chegar lá era um local bem aconchegante e romântico com comida local, elas olharam o cardápio e pediram comida e bebida típica do local. Lá também havia música ao vivo.
Clara: — Amor que lugar lindo, como você descobriu?
Marina: — Perguntei na recepção do hotel.
Clara: — Que horas que eu não vi.
Marina: — Naquela hora que você estava conversando com aquele rapaz no saguão, antes da gente subir pro quarto.
Clara: — Você é terrível sabia?
Marina: — Terrível de uma forma que você ama.
Clara: — Amo mesmo. Segurou a mão da amada. — Amo muito.
Marina: — Eu também te amo.
Jantaram e conversaram amenidades e ficaram ali ouvindo a música do local, estavam curtindo aquela noite que estava super agradável.
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BRASIL/ RIO DE JANEIRO
COPACABANA
Diogo estava um pouco preocupado com Valentina a pequena quase não dormia a noite, ele sabia que era saudade das mães. Durante o dia ela ficava super bem, mas a noite ela caia num choro. Neuza até estava dormindo no apartamento de Diogo para ver se conseguia resolver, mas a pequena não demonstrava sinais de que aquilo iria resolver.
Diogo estava com a neta no colo conversando com a pequena em plena madrugada.
Diogo: — Você sabia que a sua mãe Marina também fazia isso, não me deixava dormir. O vovô não esta reclamando eu sei que está com saudades, mas o vovô vai te contar uma coisa. As suas mamães precisavam de um tempo só delas sabe, para elas se curtirem um pouquinho, coisa de gente grande.
Diogo escutou alguém bater na porta do quarto dos pequenos e ele disse.
Diogo: — Pode entrar.
Flavinha: — Ainda acordado?
Diogo: — Sim, nossa pequena não quer dormir.
Flavinha: — Ela está assim, desde da noite de núpcias dela. Ela está sentindo falta.
Diogo: — Você tem alguma idéia?
Flavinha: — Sim, eu pensei em ficarmos na casa de Santa Tereza, quem sabe ela não estranha menos?
Diogo: — Você tem razão, vamos amanhã para lá.
Flavinha: — Pode funcionar, vamos tentar né? Vai dormir eu fico com ela.
Diogo: — Está bem.
Diogo entregou a neta para Flavinha e saiu desejando boa noite para a madrinha da pequena. Flavinha se sentou na poltrona olhando a pequena e disse:
Flavinha: — Sabe pequena eu não sei explicar como é possível, mas você é a cara da Clara, mas o seu jeito e seu humor são da Marina. Muitas vezes eu vejo em seu rostinho as expressões dela, isso é incrível. E saiba que não é só você que esta com saudades, eu também. Só que temos que ter paciência elas só estão a um dia fora ainda faltam quatorze. Sua tia esta aqui para cuidar de você e o seu tio também, vai ficar conosco lá em Santa Tereza o que me diz?
Quando Flavinha olhou a pequena já dormia, a assistente sorriu.
Flavinha: — Agora já sei o truque, você gosta de conversar, mas não vou contar para o seu avô. É segredo nosso, coisa de menina.
Flavinha levou a pequena para dormir com ela em seu quarto e assim ela conseguiu fazer com que a pequena tivesse uma noite tranqüila se sono e pela manhã quando acordou já viu uma bebezinha desperta ao seu lado. Levantou indo em direção ao quarto das crianças e cuidou da pequena, deu banho e vestiu a roupa. Depois foi até a cozinha e preparou a mamadeira, estava dando de mamar para a pequena, quando alguém entrou na cozinha.
Neuza: — Você vai nos contar o segredo de como fazer essa pequena dormir?
Flavinha: — Não conto, eu prometi pra ela.
Neuza: — O Ivan já acordou?
Flavinha: — Acho que não, mas é melhor arrumar as coisas dele. Vamos para Santa Tereza.
Neuza: — Está bem.
Flavinha: — É melhor que ela estranha menos, estava muitos dias longe de casa. Acho que pode ser isso e ainda a saudade das mamães. Fica até mais fácil por causa da escola do Ivan.
Diogo: Bom dia meninas.
Deram bom dia e Flavinha viu que Diogo não estava com um cara muito feliz.
Flavinha: — O que aconteceu?
Diogo: — Vou ter que viajar.
Flavinha: — Viajar? Por que?
Diogo: — Problemas nos negócios, eu não posso deixar de ir.
Flavinha: — Tudo bem eu fico com as crianças. Neuza me ajuda.
Diogo: — Você sabe qual é a minha preocupação, não sabe?
Flavinha: — Sim, que a Chica não espere a Clara voltar e tente ver as crianças. Quanto tempo você irá ficar fora?
Diogo: — Bom, vou hoje a noite e só volto quando conseguir resolver o problema.
Flavinha: — É um problema grave?
Diogo: — Não grave, mas complicado.
Flavinha ficou ali conversando com Diogo, afim de achar uma solução.
Diogo: — Felipe já foi pra Goiânia?
Flavinha: — Sim, ele foi na noite de terça e ia voltar amanhã.
Diogo: — Ele embarcou no mesmo dia das meninas né?
Flavinha: — Sim, que cara é essa? O que você está pensando?
Diogo: — O que acha de passar uns dias em Goiânia com seus sobrinhos e namorado?
Flavinha: — Sério? E a pequena?
Diogo: — Bom, você conseguiu fazer ela dormir acho que da conta, o que me diz?
Flavinha: — Eu vou adorar e o Ivan também.
Diogo: — Então amanhã vocês vão e a Neuza vai com você. Afinal duas crianças não são moleza.
Quando Diogo contou ao neto que ele ia viajar o menino ficou feliz, mas se lembrou que a mãe disse que ele não podia faltar a escola.
Ivan: — Vô não posso faltar a escola a mamãe vai ficar brava.
Diogo: — Deixa que vou conversar com as suas mães, ok?
O pequeno concordou com a cabeça.
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GRÉCIA/ATENAS
Clara: — Amor olha pra cá. Marina coloca as mãos no rosto para que Clara não tirasse a foto. — Vamos amor deixa eu bater?
Marina: — Não, já disse que só tiro essa foto com você do meu lado.
Clara: — E como vamos fazer isso?
Marina: — Vamos pedir para alguém bater.
Clara vencida pelo sorriso da esposa acabou concordando e pediram a uma moça que ali passava para tirar a foto. Depois de baterem a foto pararam em uma barraquinha daquela feira para fazer um lanche e se sentaram em uns dos bancos.
Marina viu que o pensamento de Clara estava longe e chamou:
Marina: — Amor? Nenhuma resposta. — Amor? Aonde anda essa cabeça em?
Clara: — Esta com você.
Marina: — Comigo?
Clara: — Sim, sempre que me pegar aérea pode ter certeza que estou pensando em você. Meu pensamento e meu coração sempre estão com você.
Marina: — Eu te amo.
Clara: — Eu também.
Continuaram caminhando pela feirinha comprando algumas lembranças e coisas para as crianças, quando o celular de Marina tocou, a fotografa atendeu no segundo toque.
Marina: Oi pai, tudo bem por aí?
Diogo: — Na verdade eu tive que viajar, problemas na empresa.
Marina: — E as crianças?
Diogo: — Vão para Goiânia com Flavinha. Vão ficar na casa do Felipe a Neuza foi junto. Fiz mal minha filha em mandar seus filhos pra lá?
Marina: — Não pai, está tudo bem, mas avisaram na escola. E quanto tempo eles vão ficar lá?
Diogo: — Até vocês ou eu voltar. O que acontecer primeiro.
Marina: — Está bem.
A fotografa desligou o telefone e viu a cara de curiosa de Clara.
Clara: — O que aconteceu?
Marina: — Meu pai teve que viajar.
Clara: — E as crianças?
Marina: — Vão hoje pra Goiânia.
Clara: — O Ivan vai adorar passar um tempo com o tio.
Marina: — Esta tudo bem?
Clara: — Sim, eu sei por que seu pai mandou eles para Goiânia. No lugar dele eu faria o mesmo. Agora vamos curtir a nossa viagem, a nossa lua de mel.
Marina: — E o que a senhorita tem em mente?
Clara: — Pensei em voltarmos pro hotel. Abraçou a esposa pela cintura.
Marina: — Estou gostando da idéia.
Clara: — Então vamos meu amor...
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