Just Love Can

21 Capítulo 21 - Madri


Notas iniciais
Boa noite. Uma bom início de semanas a todos. Queria agradecer os comentários e dizer que gosto de todos. Continuem me mantendo informada de estão gostando, sugestões são bem-vindas também. Boa leitura. Anne.

MADRI

Chegaram em Madri lá pelas onze da noite estavam cansadas e as crianças dormiam e o dia seguinte não seria moleza, foram direto para o hotel e assim que chegaram caíram no sono. Dormiram os quatro na cama de casal, na manhã seguinte acordaram com Valentina chorando a pequena queria mamar. Clara levantou preparou a mamadeira da pequena e voltou para a cama. Assim que a filha acabou de mamar, levantou e pegou a pequena foi se sentar na varanda do quarto e deixou Marina dormindo com Ivan, ela sabia que a fotografa estava cansada e deixaria ela dormir e Ivan também não passava longe correu muito no dia anterior no parque em Paris.

Quando era onze da manhã Marina acordou e viu que o pequeno estava na cama com ela, foi tomar um banho rápido e foi atrás da noiva e da filha e encontrou elas na varanda do quarto.

Marina: — Está admirando a vista amor?

Clara: — Oi amor, bom dia. Estou sim muito bonita, você sabe escolher as melhores vistas.

Marina: — Nenhum mérito para mim, foi a Flavinha que escolheu.

Clara: — Ela sabe mesmo escolher.

Marina: — Sabe mesmo, ela é boa em pesquisas. Sempre acerta.

Clara se levantou e beijou Marina.

Clara: — Está bem amor?

Marina: — Estou sim só com um pouco de dor de cabeça.

Clara colocou a filha no carrinho e fez sinal para Marina se sentar a sua frente.

Clara: — Vem cá senta aqui. Vem?

Marina se sentou entre as pernas de Clara e a morena começou a fazer carinho na cabeça da fotografa.

Clara: — Está melhor?

Marina: — Melhorando.

Clara: — Você esta preocupada, eu sei. Já te conheço bem pra saber. O que esta te preocupando?

Marina: — Esse vôo que atrasou e nos atrasou um dia, sei que vai querer que eu vá na galeria.

Clara: — Não se preocupe e vou com você, Flavinha e Gi ficam com as crianças.

Marina: — Você está falando sério?

Clara: — Claro amor, eu quero aprender a te ajudar. Quero estar com você em tudo. Beijou Marina. — Passou a dor de cabeça?

Marina: — Está melhor graças ao seu carinho.

Clara: — Está com fome

Marina: — Não muita, mas acho melhor comer né?
Clara: — É sim, quero minha noiva bem fortinha. Vou lá pedir o nosso café. Você fica com a Valentina?

Marina: — Fico sim. Pegou a filha no colo. — Aproveito pra curtir essa pequena um pouco.

Clara: — Está bem, vou ver se o Ivan acordou.

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Clara chegou ao quarto e o filho estava acordado vendo televisão. Pegou o telefone e se deitou ao lado do filho. Assim que ela desligou o filho disse:

Ivan: — Bom dia mamãe. Cade a ma e a maninha?

Clara: — Bom dia pequeno, estão lá na varanda. Porque você não levantou?

Ivan: — Fiquei com preguiça.

Clara: — Mais olha só acho que essa preguiça passa por osmose. Porque olha...

Ivan: — Passa pelo que mãe?

Clara: — Nada não filho. Quiz dizer que isso passa de um pro outro entendeu?

Ivan concordou com a cabeça. Clara ficou ali com o filho até que trouxeram o café ela abriu a porta e pediu para que servissem na varanda. Fez o filho levantar e tomar banho e foi pra varanda. Tomaram café junto e lá pelas duas tarde Flavinha e Gisele apareceram pra uma visita.

Flavinha: — Oi meninas, dormiram bem?

Marina: — Dormimos sim.

Marina estava com uma cara meio emburrada e Flavinha sabia o porque, então falou logo para a amiga:

Flavinha: — Marina não precisa ficar irritada não temos que ir na galeria, só no dia da exposição e depois voltamos para casa.

Gisele: — Essa é a parte ruim, voltar pra casa.

Clara: — Estou amando a viagem, mas devo confessar estou com saudade do nosso cantinho. Abraçou Marina.

Marina: — Isso é verdade, estou com saudade do meu estúdio. Do nosso recanto artístico.

Ivan: — Estou com saudade da escola.

Clara: — Isso é muito bom filho.

Ivan: — Adoro estudar mãe, mas estou com saudade dos colegas de classe.

Marina: — Voltamos pra casa em alguns dias, mas devo admitir essa viagem foi boa e fez bem a todos nos.

Clara: — Principalmente para mim, estava precisando mudar de ares mesmo. Estou ansiosa para o nosso casamento.
Marina: — Eu também, mas assim que chegarmos lá vamos ver o batizado da pequena o nosso casamento é no final do mês.

Gisele: — Então teremos duas comemorações no mês que vem?

Clara: — Sim Gi. E vão se preparando viu? Por que agora como madrinhas a responsabilidade aumenta.

Gisele: — Estamos preparadas. Né Flavinha?

Flavinha: — É estamos sim.

Marina: — Responsabilidade máxima. Riram do que Marina disse e passaram o resto do dia conversando amenidades e fazendo plano para o dia seguinte a exposição era só em três dias.

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No dia seguinte Clara e Marina acordaram cedo e saíram para passear com as crianças encontrariam o pai da fotografa para almoçarem juntos, optaram por ir em um shopping já que ali tinha de tudo diversão, alimentação tudo num lugar só.

Ivan: — Mãe posso ir naquele brinquedo?

Clara: — Pode sim eu e sua mãe vamos ficar sentadas aqui. Marina olhou pra Clara e sorriu. A morena olhou pra noiva e perguntou: — O que foi?

Marina: — Nada, primeira vez que você diz pra ele que sou mãe dele.

Clara: — Eu não preciso dizer ele sabe.

Ivan estava ouvindo tudo e antes de no brinquedo se aproximou dela e disse:

Ivan: — Eu tenho um plano.

Marina: — Um plano pequeno, qual?

Ivan: — Vamos combinar assim eu chama a minha mãe de mamãe e você de mãe. Assim vão saber quem eu estou chamando o que acha?

Clara: — Eu acho uma ótima idéia.

Ivan se afastou delas sorrindo e foi ao brinquedo. Lá pelo meio dia Diogo chegou e Ivan ainda estava brincando.

Diogo: — Oi minha filha.

Marina se levantou e abriu um sorriso lindo para o pai.

Marina: — Oi pai, que saudade. Muito tempo que agente não se vê.

Diogo: — Eu sei minha filha, vou tentar não sumir mais, afinal agora tem meus netos. Cade eles e a minha nora?

Marina: — Calma, a Clara foi buscar o Ivan ele não saiu dos brinquedos a manhã toda.

Diogo: — Estou doido para conhecê-los, mas enquanto eles não vem me diz como você está minha filha?

Marina: — Estou bem meu velho, não poderia estar melhor. Tenho uma família linda.

Diogo: — E vocês pensam em aumentar a família?

Nesse momento Clara se aproximou com as crianças e Marina não respondeu a pergunta do pai. Marina apresentou a noiva para o pai, ele abriu um sorriso e a morena abraçou Marina ficando do lado dela.

Diogo: — Minha nora é muito linda. E essa bebe posso pegar? Valentina não é?

Marina: — É sim, e esse pequeno aqui é o...

Diogo não deixou a filha terminar e disse:

Diogo: — Eu sei esse pequeno é o Ivan.

Ivan: — Quem é esse mãe?

Foi a primeira vez que Ivan chamou Marina de mãe e ela ficou meia confusa no primeiro momento, mas abriu um sorriso e respondeu:

Marina: — É seu avô.

Ivan ficou super animado e abraçou Diogo e o encheu de o avô de perguntas e ele respondeu tudo. Depois ele pegou Valentina no colo e a pequena se aconchegou no colo dele.

Clara: — Vamos almoçar? Marina e Diogo concordaram com a cabeça. — O que vocês preferem?

Marina: — Comida japonesa.

Clara: — Ótima idéia, acho que leu os meus pensamento. E beijou Marina.

Diogo: — Cade Flavinha e Gisele?

Marina: — Ficaram no hotel curtindo a piscina.

Diogo: — Estou com saudade delas também.

Clara: — Pode ir com agente pro hotel, assim pode ver elas.

Marina: — Pai a Clara tem razão.

Diogo: — Então esta combinado.

Almoçaram em clima de alegria, Diogo estava feliz em ver que sua filha estava feliz e ver o amor das duas era algo lindo. Depois que terminaram o almoço ainda deram mais uma volta no shopping. Diogo comprou presentes para os netos e foram para juntos para o hotel.

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Chegaram ao hotel e Clara subiu com as crianças para colocar Valentina dormir e tentar fazer com que Ivan tirasse uma soneca e Marina dói atrás de Flavinha e Gisele para que Diogo matasse a saudade das meninas.
Marina ficou com o pai e as meninas até sete da noite quando resolveu subir para o quarto para ver como Clara e as crianças estavam, ao chegar no quarto gostou da cena que viu a morena estava dormindo com os filhos na cama de casal. A fotografa tomou um banho e deitou junto da esposa e das crianças e só acordaram na manhã seguinte.

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Essa manhã foi um pouco diferente, quando acordou Marina foi até a sala em busca de seu celular e viu que o café da manhã estava servido, estranhou aquilo e pensou ser coisa de Flavinha e Gisele. Voltou para o quarto e Valentina estava ensaiando em acordar ela pegou a pequena e preparou a madeira, quando alguém bateu na porta, era seu pai.

Diogo: — Bom dia filha, acordei vocês?

Marina: — Não pai, acabei de acordar e essa pequena também. Entra vou dar a mamadeira pra ela.

Diogo: — Você dando a mamadeira?

Marina: — Porque o espanto? Dou mamadeira, troco frauda e dou banho. Faço de tudo viu? Não duvide.

Diogo: — Nada filha, mas digamos que você nunca gostou de fazer essas coisas.

Marina: — Pode ser, mas agora eu amo. E aprendi e estou aprendendo com a melhor. Estamos uma entrando no universo da outra, criando um universo nosso.

Diogo: — E a Clara e o Ivan?

Marina: — Dormindo. Você que mandou servir o café?

Diogo: — Foi sim queria tomar café com vocês. Animada para a exposição?

Marina: — Estou sim, mas vou confessar estou com saudade de casa.

Diogo: — Eu ainda não conheço a sua casa no Brasil né filha?

Marina: — É sim pai me mudei para lá no início desse ano, aconteceu tudo tão rápido. Eu vou casar e tenho dois filhos.

Diogo: — Você esta muito feliz né filha?

Marina: — Estou sim, a Clara e as crianças trazem uma leveza pra minha vida e uma certeza que é isso o que eu quero uma família.

Diogo: — Acabou que ontem você não me respondeu que se vocês planejam ter mais filhos?

Antes que Marina responde Clara entrou na sala e respondeu a pergunta do sogro:

Clara: — Bom dia meu sogro. Bom dia amor. Beijou a fotografa. — Pode ter certeza meu sogro que em breve teremos uma marininha correndo por aí.

Marina: — Uma marininha?

Clara: — Sim amor, uma cópia sua correndo pela casa.

Marina: — Mais vamos esperar um pouco né? Ivan e Valentina ainda estão muito pequenos.
Clara: — Sim.

Tomaram o café e Clara estranhou que Ivan não levantou foi ver o filho e viu que ele estava com um pouco de febre e chamou Marina. A fotografa concordou que ele estava meio quentinho mesmo.

Marina: — Vou falar com meu pai que agente não vai sair com ele hoje, vamos ficar aqui.

Clara: — Não amor, vai com ele e leva a pequena aproveita o dia eu fico aqui com ele.

Marina: — Você tem certeza?

Clara: — Tenho, você tem que curtir o seu pai. Se depois ele melhorar encontramos vocês.

Marina: — Está bem. Então vou arrumar a pequena e a bolsa dela eu já estou pronta.

Meia hora depois Marina saiu com o pai e Valentina. Clara ficou tentando acordar Ivan, quando conseguiu deu um banho no filho, pediu uma vitamina para ele deu o remédio da febre e ele voltou a dormindo denovo. Clara estava vendo televisão e fazendo carinho no filho.

Clara estava preocupada a febre não baixava e Ivan só queria dormir e ligou para Marina no segundo toque a fotografa atendeu:

Clara: — Oi amor.

Marina: — Tudo bem? Ele está melhor?

Clara: — Não essa febre não baixa, estou preocupada.

Marina: — Fica calma, já estou voltando pro hotel. Assim que eu chegar aí vamos pro hospital, ok? Liga pra Flavinha ficar com a Valentina.

Clara: — Está bem.

Assim que desligou o telefone Clara ligou para Flavinha e ela logo foi para o quarto da morena para esperar por Marina. Meia hora depois a fotografa chegou.

Clara já havia arrumado Ivan. E logo saíram em direção ao hospital e assim que chegaram lá o pequeno foi encaminhado para fazer alguns exames.

Clara: — Segunda vez que vai ao hospital em poucos dias.

Marina: — Isso é normal amor, ele é criança. Não vai ser nada de vez você vai ver.

Clara: — Será que tem algo a ver com o tombo que ele levou.

Marina: — Acho que não, talvez seja a mudança na rotina a correria desses últimos dias. Tudo tão corrido até a pequena tem estranhado um pouco.

Clara: — Ainda bem que estamos voltando pra casa. Estou amando viajar, mas estou sentindo tanta falta do nosso cantinho.

Marina a abraçou e ficaram ali na sala de espera por pelo menos uma hora. O médico retornou e disse que já tinha os resultados, fez perguntas para Marina que respondeu tudo ela já conhecia muito bem o filho. O médico disse que ele estava com amigdalite e que o recomendado era que ele ficasse internado e recebesse o medicamento por soro, pelo menos por três dias.
Clara: — Se ele está falando amor é melhor mesmo, depois continuamos o tratamento em casa.

Marina: — Eu não vou deixar você aqui sozinha com ele.

Clara: — Mais você tem que ir na exposição.

Marina: — Amor nem pensar, vou ligar pra Flavinha ela vai no meu lugar e explica tudo e a Gi fica com a Valentina. Nós vamos ficar aqui no hospital com o nosso pequeno. Clara concordou com a cabeça. — O bem estar do meu filho é mais importante que essa exposição. Minha família em primeiro lugar.

Clara: — Esta bem. Eu concordo com você. Nossa família em primeiro lugar.

Marina ligou para Flavinha a exposição era no dia seguinte, a assistente sabia que os patrocinadores iriam chiar, mas iriam aceitar afinal agora Marina tinha uma família e essas coisas acontecem.

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Clara e Marina passaram a noite no hospital com Ivan que dormia quase o tempo todo, o médico disse que era normal, uma reação do organismo para se recuperar mais rapidamente. Gisele passou lá pela manhã para deixar algumas coisas para ela e para o pequeno, contou que Valentina estava sentido a falta delas, mas que Flavinha conseguiu acalmar a pequena. Também disse que Flavinha representaria Marina na exposição e que os patrocinadores não reclamaram entenderam muito bem a situação da fotografa.

No terceiro dia de internação Ivan já estava bem melhor, mas o médico disse que achava melhor ele terminar o tratamento no hospital, Marina e Clara concordaram com ele queriam o melhor para o filho. Pediram para que Flavinha remarcasse a viagem para dali a dez dias.

Naqueles dias que se passaram elas revezaram entre o hospital e o hotel. Cada uma ficava com um dos filhos. No dia de Ivan receber alta, o pequeno estava bem melhor. Melhorou bem e o médico ficou satisfeito por elas terem mantido o pequeno ali e zelado pelo bem estar dele. Nesses dias em que ficou internado Ivan encantou a todos no hospital, mas no dia de sua alta estava doido para ver a irmã.

Quando chegaram ao hotel ele correu para perto de Flavinha que estava com Valentina no colo e disse:

Ivan: — Voltei maninha e agora estou forte para cuidar e brincar com você.

Notas finais
E aí gostaram? Comentem... P.S.: se passou algum erro me desculpem. Anne.