Just Love Can

18 Capítulo 18 - Londres


Notas iniciais
Boa noite. Mais um capítulo para vocês. Queria agradecer a todos que estão acompanhado e também a todos que comemtam. Não tenho conseguido responder, mas leio todos. Boa Leitura! Anne.

LONDRES

Naquela manhã a primeira a acordar foi Marina que se surpreendeu ao ver o pequeno junto delas, se perguntou em que momento ele teria ido se deitar com elas que nem reparou. Desistiu de se questionar sobre e achou linda a cena. Pegou o celular e viu que era cedo resolver dormir novamente, mas seu sono não durou muito Valentina havia acordado, queria mamar.

Marina pegou a filha, Clara ainda dormia. A morena realmente estava cansada, geralmente acordava no primeiro choro da filha. A fotografa preparou a mamadeira da pequena e ficou ali observando a pequena e vendo como ela parecia com Clara, tinha o mesmo formato dos olhos, a cor do cabelo, mas uma coisa ela tinha de Marina o jeito manhoso e preguiçoso de ser. Estava tão distraída que nem viu quando a amada acordou.

Clara: — Pularam da cama foi?

Marina: — Não alguém estava com fome. Estava resmungando.

Clara: — Manhosa que nem você.

Marina: — Nisso eu concordo. Você viu que o Ivan dormiu com agente?

Clara: — Vi sim, nem percebi a hora que ele se deitou com agente. Meu sono estava pesado, nem escutei a Valentina resmungar.

Marina: — Até estranhei você não acordar, geralmente acorda no primeiro choro.

Clara: — Acho que foi o stress de estar no avião... Aquele tempo todo.

Marina: — Exagerada. Foram poucas horas.

Clara: — Amor, poucas horas nada.

Marina: — Foi um vôo tranquilo.

Clara: — Tranquilo para você, pra mim são sempre assim intensos.

Marina: — Acho bom você se acostumar com vôos e aviões...

Clara: — Por que?

Marina: — Estou sempre viajando e nem pense você que deixarei vocês no Brasil. Aonde eu for vocês vão sem discussão.

Clara: — Se você está falando. Eu apenas tenho que concordar. Beijou a noiva. — Já pediu o café?

Marina: — Ainda não, estava esperando você acordar. Para escolhermos juntas.

Olharam o cardápio, decidiram o que iam comer e esperaram por pelo menos uns trinta minutos até que entregassem. Terminaram o café e Ivan ainda dormia.

Marina: — Ele está mesmo cansado, geralmente acorda cedo com uma energia danada.

Clara: — Isso é verdade, mas deixa ele descansar. Se não já sabe...

Marina: — Mal humor o dia todo e lutando contra o sono, sem querer tirar uma soneca.

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Passaram a manhã no quarto junto com os filhos, vendo televisão. Marina estava mexendo em seu computador quando seu celular tocou:

Marina: — Alô!

Flavinha: — Oi chefinha, estão vivas?

Marina: — Estamos sim.

Flavinha: — Uma cidade linda lá fora e vocês aí nesse quarto. Você não esqueceu né? Que temos que passar lá na galeria hoje para você ver se estar tudo certo.

Marina: — Eu tenho mesmo que ir, achei que você poderia resolver tudo.

Flavinha: Não senhora, eles querem o seu ok.

Marina: — Tem que ser o hoje a exposição é só daqui a dois dias.

Flavinha: — Eu sei a senhorita não tem escolha. Se arruma e desce, os quatro. Agora.

Marina: — Está bem já que não tem remédio mesmo. Desligou com um desanimo e olhou para a noiva com carinha triste fazendo bico.

Clara: — O que foi que cara é essa?

Marina: — Temos que descer, tenho que passar na galeria para ver umas coisas.

Clara: — E por que esse desanimo todo.

Marina: — Essa é a parte mais chata.

Se arrumaram e encontraram Gisele e Flavinha no saguão do hotel. Marina ainda estava com cara de desanimo ia falar alguma coisa mais Flavinha não deixou:

Flavinha: — Não me olha com essa cara. É o nosso trabalho.

Marina: — Eu sei. Mais que è chato é...

Flavinha: — Eu Gisele tivemos um idéia.

Marina: — Idéia?

Gisele: — Sim, como eu, a Clara e as crianças não entendemos nada disso aí. Você e a Flavinha vão para a galeria fazem o que tem que fazer e nos. Apontou para a morena. — Vamos num parque próximo que tem por lá, assim o Ivan se distrai. Depois vocês se encontram com agente e comemos algo, o que acha?

Marina ia responder, mas Clara tomou a frente.

Clara: — Eu acho uma ótima idéia meninas.

Marina: — Apesar de não concordar eu aceito.

Depois de combinarem tudo lá partiram elas cada uma com seu destino.
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GALERIA

Marina caminhava pela galeria falando do que gostava ou não e Flavinha fazia as anotações para passar para os organizadores. Sabia que a chefe era exigente e perfeccionista e apesar de saber que ela não queria estar ali e que reclama dessa parte com ardor, também sabia que a fotografa lá no fundo gostava de resolver cada detalhe. Afinal Marina era apaixonada por seu trabalho e o fazia com maior dedicação, mas agora ela tinha outra coisa que também era apaixonada e tomava o seu tempo e que por ela, só daria atenção a eles sua família.

Marina: — Flavinha já acabamos? Diz que sim...

Flavinha: — Ainda não, falta alguns detalhes.

Marina: — Você não pode resolver?

Flavinha: — Não senhora, para de resmungar que terminamos mais rápido.

Marina apenas concordou com a cabeça e continuou o seu trabalho. Queria que aquilo terminasse logo, queria estar logo ao lado de sua noiva e das crianças. Quando terminaram já era quase cinco da tarde e para a sorte de Marina o parque era bem próximo a galeria.

Logo que chegaram no parque avistaram Clara e Gisele e Ivan correndo atrás da bolha de sabão que a mãe estava fazendo. Quando ele avistou Marina saiu correndo em direção a fotografa, nem prestou em Clara falando para ele não correr. Chegou perto de Marina e lhe deu um abraço e disse:

Ivan: — Você demorou Ma.

Marina: — Estava trabalhando. Mas agora estou aqui, pra brincar com você.

Ivan abriu um sorriso lindo. Voltou correndo em direção a mãe puxando a fotografa pela mão. Assim que se aproximaram de Clara ela já estava falando com Valentina no colo:

Clara: — Caramba filho já não disse pra não correr assim.

O pequeno apenas olhou para mãe e concordou com a cabeça e disse:

Ivan: — Podemos continuar brincando mãe? Agora que a Ma chegou vai ficar mais divertido.

Clara: — Podemos sim, se você prometer não sair correndo assim por aí. Promete?

Ivan: — Prometo.

Antes de brincar com o filho Marina deu um beijo em Clara e fez carinho na filha que estava acordada. Ficou ali alguns minutos até que disse no ouvido da noiva:

Marina: — Senti sua falta, na próxima vez trocamos Flavinha fica com as crianças e você vem comigo. Clara sorriu e respondeu:

Clara: — Eu super apoio essa idéia.

Ivan estava ansioso para brincar e não deixou que elas conversassem muito. Ficaram no parque por mais uma hora e depois foram comer algo em um restaurante próximo ao hotel. Quando chegaram ao quarto Marina ficou responsável por cuidar de Valentina e Clara de Ivan.
A morena deu banho no pequeno, colocou o pijama e deixou que ele visse um pouco de televisão.
Marina também deu banho na pequena e estava dando a mamadeira, quando Clara entrou no quarto do casal.

Marina: — E o pequeno?

Clara: — Vendo um pouco de televisão daqui a pouco dorme. Correu a tarde toda.

Marina: — Essa aqui também daqui a pouco dorme. Ela podia dormir com agente de novo o que acha?

Clara: — Hoje não. Hoje ela dorme no berço, estou com saudade da minha noiva.

Marina abriu um sorriso e olhou pra filha:

Marina: — Vou colocar ela pra dormir. Já volto.

Clara concordou com a cabeça. Alguns minutos depois ela voltou.

Marina: — Os dois já estão dormindo. Eu liguei a baba eletrônica.

Clara: — Não esqueceu nada?

Marina: — Trancar a porta do nosso quarto.

Tomaram banho juntas e terminaram na cama o que começaram no chuveiro. Dormiram abraçadas de conchinha.

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Os dias que antecederam a exposição Marina levou Clara para conhecer Londres, alguns lugares elas não teria tempo de mostrar tudo.

Marina: — Estamos turistando amor, queria te mostrar os lugares que os cartões postais não mostram.

Clara: — Amor, estou com você o lugar tanto faz. E não é você mesmo que anda dizendo que vamos voltar com mais calma.

Marina: — Isso é verdade. Deu um beijo na amada.

Estavam se divertindo com Ivan e resolveram voltar para o hotel.

Clara: — Animada para amanhã?

Marina: — Sempre fico animada e nervosa.

Clara: — Que horas que começa amanhã?

Marina: — As sete. Você e as crianças vão ficam por uma hora e depois voltam por hotel. Eu tenho que ficar até o final.

Clara: — Só por uma hora.

Marina: — Sim, não quero vocês lá muito tempo. Não quero a imprensa em cima da minha família fazendo especulações.
Clara: — Está bem.

Marina: — Depois temos mais um dia livre e aí voamos para Paris.

Clara: — Avião denovo não.

Marina: — Você tem que perder esse medo amor, se não viajo com as crianças e deixo você em casa. Disse rindo e Clara a olhou com olhar de reprovação. — Eu estou brincando, não vivo sem você e você sabe disso. Beijou a morena.

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EXPOSIÇÃO

O grande dia havia chegado e Marina estava nervosa. Todo mundo já havia conversado com ela, mas não adiantava, elas sabiam que esse nervosismo era temporário. Bastou ela entrar na galeria e pronto, assim que entraram veio aquela chuvarada de fotos e perguntas, a fotografa respondeu todas as perguntas, menos aquelas que envolviam a sua vida pessoal.

Como combinado Clara e as crianças ficaram apenas uma hora e depois voltaram para o hotel, Gisele foi com a morena.

Clara: — Falei com a Marina para deixar você lá, você quase não curtiu nada.

Gisele: — Não se preocupa. Adoro ficar na sua companhia e na das crianças. Entendo por que a Marina não gosta de ficar longe.

Clara: — É mesmo?

Gisele: — Sim. Vocês transmitem paz.

Clara: — Que isso. É só reflexo da felicidade que a Marina traz para a nossa vida.

Gisele: — Isso que é amor.

Valentina estava no berço acordada e Ivan vendo televisão.

Clara: — Só mais um pouco em filho? Escutou né?

Ivan: — Escutei mãe.

Gisele: — Posso pegar ela um pouco.

Clara: — Pode sim, por que essa pequena só vai dormir na hora em que a mãe chegar.

Gisele: — Mesmo?

Clara: — Sim, é um grude só essas duas. Desde que ela estava na barriga. Um amor só.

Gisele: — Você não tem ciúme?

Clara: — Não, amo ver a Marina com ela e o Ivan. Ciúme dela seria bobagem. Ela é mãe deles também.

Gisele: — Eu nunca imaginei sabia? Clara olhou com cara curiosa. — Não me olha assim, ela nunca disse que queria filhos, mas admito que é lindo ver a relação dela com as crianças. E com você...

Clara: — Ela sempre me fala que nunca pensou em ser mãe, mas no dia em que me viu isso mudou. Tem horas que ela lembras de coisas que eu esqueci e vice versa. Vivemos um sincronia perfeita.

Gisele: — Você quer mais filhos?

Clara concordou com a cabeça, ficaram ali conversando amenidades e distraindo a pequena. La pelas onze da noite a morena viu que a filha já lutava contra o sono.

Clara: — Está vendo como ela está lutando contra o sono, não querendo dormir.

Gisele: — Tudo isso para esperar a mamãe.

Logo Gisele terminou de falar Marina e Flavinha entraram no quarto. A fotografa logo correu para pegar a filha e deu um cheiro.

Marina: — Oi amor. Deu um beijo em Clara e perguntou: — Ela já mamou?

Clara: — Ainda não estava esperando você.

Marina: — E o Ivan?

Clara: — Está dormindo e como foi lá?

Marina: — Foi ótimo. Passou rápido, estava doida para vir para cá.

Clara: — Saudades.

Gisele: — Estamos indo viu?

Clara e Marina concordaram com a cabeça e nem viram quando as duas assistentes saíram pela porta.

Clara: — A mamadeira está pronta, vou esquentar.

Marina: — Está bem.

Mariana deu a mamadeira para Valentina e trocou a frauda. Cantou para a pequena que logo dormiu. A fotografa olhou para Clara e disse:

Marina: — Vamos nos também?

Clara olhou curiosa e perguntou:

Clara: — Nos o que?

Marina: — Dormir...

As duas riram e foram dormir, estavam mesmo cansadas.

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O último dia em Londres foi divertido, o vôo era só a noite. Aproveitaram para comprar algumas coisas. Se divertiram juntas e conversaram sobre a próxima exposição e o que esperavam dela.

Próxima parada Paris...

Notas finais
E aí gostaram? Comentem... P.S.: se passou algum erro me desculpem. Anne.