Notas iniciais
Bom, por favor, não me culpem por escrever essa One horrível , culpem minhas mãos que a digitaram!
Eu tive a ideia de escrever ela quando eu ouvi a música Safe & Sond. Se eu gosto da Taylor Swift? NÃO! eu só gosto dessa música U_U
E eu queria desejar um feliz aniversário pro meu bias amado que está fazendo 17 anos (18 na Coréia), o nosso líder JR!
Até o final!

Tudo começou no início de 1946, quando Choi Minki e Kang Dongho se conheçeram na escola. Minki fora apelidado de Ren e Dongho de Baekho. Ren era tímido e não expressava muito seus sentimentos, já Baekho não era tão timido quanto o menor e sabia expressar melhor tudo o que sentia. No primeiro dia de aula a professora pôs os dois sentados juntos. Esse seriam seus lugares até o fim do ano. Consequentemente os dois criaram um laço de amizade. Depois das aulas eles ficavam na escola conversando até seus pais ligarem pra lá preocupados com a demora de irem para casa. Eles trocavam segredos e confiavam muito um no outro, eram melhores amigos, de fato inseparáveis. Os pais de Ren travalhavam e, como o mesmo já era bem crescido, ficava sozinho em casa todas as tardes, então Baekho sempre ia lá para lhe fazer companhia.

Já haviam se passado 3 anos desde que se conheceram. Já estavam prestes a se formar e iriam se separar. Cada um ia para uma faculdade diferente. Só de pensar que ia ficar longe de seu melhor amigo, Baekho sentia seu coração doer, então foi aí que percebeu que o que sentia pelo mais novo era mais que amizade, ele estava apaixonado por seu amigo. Ficou muito confuso, pois como poderia um homem se apaixonar por outro homem? Ele preferiu manter isso em segredo.

Na festa de formatura, Baekho não saia de perdo de Ren tempo algum. Queria aproveitar os ultimos momentos com seu amado amigo. Quando estava indo embora, Ren o chamou e o levou até o jardim dos fundos. O menor disse tremendo e em lágrimas que o amava e que não queria ficar longe dele, só de imaginar lhe doia o coração. Baekho não conseguiu se segurar e beijou os lábios do menor. Depois disse que sentia o mesmo. No dia seguinte os dois já partiriam para suas faculdades, onde iriam passar 5 anos de suas vidas. Mas combinaram de fugir juntos antes de partirem.

Baekho, que já estava com todas as suas malas feitas, saiu de casa dizendo pra mãe que ia pra faculdade. Se despediu emocionadamente da mesma, já que, provavelmente aquela seria a última vez que a veria, e seguiu para onde havia marcado para se encontrar com Ren. Quando chegou, lá estava o menor com suas malas, que largou-as no chão e correu de encontro a Baekho que o abraçou fortemente. Os dois ficaram alguns minutos naquele momento. Depois Baekho pegou parte das malas e Ren pegou as que sobraram e seguiram viagem. Derrepente Ren se deu conta que que não tinham lugar para ficar, mas Baekho já havia planejado tudo: ele perdera seu pai em um acidente de trabalho quando tinha 7 anos, então a empresa devia uma indenização ao filho e a esposa. Baekho só poderia pegar sua parte quando completasse 18 anos e, como havia completado essa idade há 3 meses já podia pegar o dinheiro. Ren perguntou quanto dinheiro era e o maior disse que era a quantidade suficiente pra eles comprarem uma casa (Baekho já havia pesquisado e comprado uma casa) e se sustentarem até que arrumassem um emprego.

Quando chegaram ao seu destino (a casa) pegaram suas malas e entraram. A casa não era muito grande, pelo contrário, era pequena, mas de tamanho suficiente pros dois. No dia seguinte Ren foi ao mercado para fazer as compras e Baekho foi procurar um emprego, e teve sucesso! O trabalho era como segurança de banco. Para ele, foi fácil ser aceito no emprego porque ele lutava des do primário e era alto. Quando chegou em casa deu a notícia a Ren, que ficou muito feliz.

Tudo estava muito perfeito pro casal, até Junho de 1950. Os dois estavam evitando ao máximo sair de casa para não serem vistos, mas não adiantou. Ren entrou em desespero quando viu a carta no correio: Baekho fora convocado pelo exército para a Guerra da Coréia. O maior não teve escolha, tinha que se apresentar ao exército de seu país e defendê-lo na guerra, então acalmou Ren e prometeu que logo logo iria voltar e eles voltariam para suas vidas como se nada tivesse acontecido.

No dia seguinte, chegou a hora de ele ir. Ren não parava de chorar, pedindo para que ele não fosse, mas Baekho se despediu do menor com um beijo apaixonado e o deixou sentado no chão da rua, ainda chorando, e gritando. Ele não conseguia anexar a idéia de seu amado ir pra uma guerra e nem ter certeza se ele iria voltar com vida.

Os dias iam se passando e Ren mal conseguia nem comer nem dormir de tanta apreensão. Dava pra perceber que tinha emagrecido, pois suas roupas estavam mais largas. Embaixo de seus olhos haviam enormes olheiras. Não recebia nenhuma notícia. Só lia os jornais e via a quantidade de mortos que não parava de aumentar. Ele orava para que ele não estivesse entre eles e voltasse logo, para que seu pesadelo maior pesadelo acabasse.

Já havia se passado 1 mês desde que Baekho havia ido pra guerra, que já estava próxima de onde moravam. Ninguém mais saia pra rua e tinha o toque de recolher das 5 da tarde até 10 da manhã do dia seguinte. Já não tinha mais nenhum homem no bairro todo, foram todos convocados, com exceção de Ren, que parecia uma garota, então ele usava essa fato á seu favor, usando vestidos para passar despercebido pelos outros e dava muito certo.

No final de Setembro de 1950, Baekho finalmente voltou. Ren quase não acreditou quando o viu entrando em casa.

- BAEKHO! VOCÊ VOLTOU! -gritou com um sorriso enorme enquanto corria de encontro ao maior, que o abraçou, o erguendo do chão, o beijando logo depois. Como ele sentia falta de beijar aqueles lábios. Então manteve o beijo até o oxigênio se tornar escasso.

- Sim, meu amor, eu voltei! Eu prometi que ia voltar, e aqui estou eu! -disse o maior, que observou Ren dos pés á cabeça e percebeu que ele havia emagrecido muito, estava quase esquelético, e não deixou de notar suas olheiras- Meu Deus Ren! Como você está magro!

- Eu fiquei tão preocupado que mal conseguia comer ou dormir... -disse Ren, desviando o olhar.

- Mas agora que voltei eu vou fazer você comer muito bem! -exclamou Baekho com um sorriso no rosto.

- Eu te amo tanto, Dongho!

- Eu também te amo muito, Minki -disse e o Beijou.

Aos poucos foram aprofundando o beijo, que não só parecia desesperado, era de fato desesperado. Ren passou as mãos pelas costas do maior, que adentrou uma de suas mãos pela camisa que o outro usava, masageando um de seus mamilos. Ren deixou um gemido escapar no meio do beijo. Depois Baekho levou sua outra mão até o membro de Ren, o massageando por cima da calça e desceu os beijos até seu pescoço.

Os dois continuaram com as carícias por mais alguns momentos e depois seguiram para o quarto, pois já estava anoitecendo, e aquele dia tinha sido cansativo pra ambos.

Na mahã seguinte, por volta das 6h o sono do casal foi interrompido por um estrondo infernal. O barulho foi muito alto. Ambos levantaram assustados e olharam pela janela. Uma bomba havia explodido na esquina da rua. Ren ficou logo assustado, mas logo Baekho tentou acalmá-lo. Foi ouvido mais um estrondo, e em seguida barulho de tiros que pareciam vir de longe. Os dois correram para o porão da casa. O mais velho lembrou que tinha armas na casa, então deixou Ren escondido no porão e subiu.

- Dongho! Volta! Fica aqui comigo! -gritou Ren em desespero.

Poucos segundos depois se ouviu outro estrondo. Em menos de um piscar de olhos a casa foi destruída e Baekho foi arremeçado pra longe. Uma outra bomba havia acabado de cair ali. Ren não estava com ferimentos graves, apenas alguns arranhões. O porão estava coberto de entulho, mas Ren foi conseguindo retirar o que cobria a portinha do porão e saiu. Assim que viu Baekho coberto por entulho correu até ele. Ren, chorando, foi tentando tirar o que tinha sobre o maior, que acordou.

- Ren... -disse ele.

- Baekho! Por favor, aguenta firme! vou te tirar daqui! -disse Ren entre as lágrimas.

Tudo envolta estava completamente destruído e os inimigos estavam se aproximando devagar em tanques. Baekho pode perceber que eles estavam pegando os sobreviventes, os estuprando e os torturando antes de os matarem. O mais velho sabia que nem Ren nem si próprio conseguiriam fugir e não queria de jeito algum que outra pessoa tocasse em seu Choi Mink. Como Baekho tinha uma arma em mãos, pensou em uma possibilidade.

- Ren, pare!

- Porque? Eu vou tirar nós dois desse inferno!

-Pare, Ren!

O menor finalmente parou.

- Eu posso te pedir um favor? -perguntou Baekho.

- Sim! O que você quiser! -disse o menor ainda chorando

Os tanques estavam se aproximando cada vez mais, e Baekho estava perdendo suas forças para se manter vivo.

- Você quer percenter a mim pra sempre? -perguntou o mais velho

- Sim, vou ser sempre seu!

- Então... Apenas feche os olhos... -pediu a Ren

Ren obedeceu e fechou, enquanto segurava uma das mãos de Baekho, que juntou as forças e apontou a arma pra cabeça do mais novo.

- Eu te amo, Choi Mink! -disse chorando e fechou os olhos.

Baekho puxou o gatilho e sentiu algo cair sobre si. Ele sabia muito bem o que era. Em seguida apontou a arma para si e atirou.

Notas finais
Não me matem por dar esse final trágico aos dois, mas é que deu vontade e me desculpem por cortar o Lemon '-'
Se não sabe o que foi a Guerra da Coréia, é só pesquisar no Wikipédia ;)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!