" Morram sonserinos imundos ''

A frase estava a sangue no chão, o corpo brutalmente esquartejado com o rosto virado para o lado. Sangue estava estava derramado.

A ministra agachou-se do lado do corpo e queria abraça-lo.

Conhecia a aluna, já fora sua.

Todos estavam chorando.

Fafa e os aurores faziam a pericia sem muito a acrescentar.

— Foi ... o basilisco. — Disse Dan com os olhos marejados.

— Temos que enviar os alunos para casa Milord — Disse Bela de joelhos olhando o corpo inerte e sem vida da aluna. Ela fechou os olhos dela que ainda estavam abertos. — Hogwarts já nao é mais segura.

— " Morram sonserinos imundos '' — Disse Ana — Não faz sentido, a Ias era da grifinória.

— Talvez ela estivesse no lugar errado e na hora errada. — Disse o Diretor.

Jimmy estava chorando aos prantos e Lucca o consolava.

Lia chegou e chorou junto com o seu amigo.

— Meu raio de sol. Não pode ser — Lia pegou seu lenço azul do bolso e limpou os seus olhos marejados e levantou sua varinha em seguidas todos que estavam ali levantaram.

Atrás de si uma pessoa corpulanta chegou.

— Milord me disseram que ... santo Merlim- Disse Mari

— Olá Mari, não é o melhor momento para falarmos. — Disse o diretor.

— Como assim não é o melhor momento ? Eu até entendo, porém precisamos conversar.

A ministra que já estava sem paciencia se levantou e com dificuldade colocou a professora substitura contra a estante de livros.

— Escuta aqui, uma aluna morreu, vamos ter respeito, se o diretor disse que não é o melhor momento é porque de certo não é o melhor momento, então espere ele decidir ser o melhor momento, conseguiu entender ou quer uma pena pra você anotar pra não esquecer ?! — Vociferou ela bufando. Ninguém a impediu.

— Eu entendi. — Disse ela a contra gosto e a ministra afastou dando as costas.

— Professores, reuna os alunos no refeitorio. — Disse o diretor e os professores se retiraram dali.

— Eu vou para o ministério e comunicar a comunidade bruxa. — Disse ela — Milord, logo o profeta diário fará perguntas ...

— Eu conheço bem o editor, conversarei com o Cássio. — Disse ele se dando um abraço na amiga e se retirando.

— x —

Já era inicio de noite quando os alunos estavm reunidos no salão, começara a chover. Milord estava no pulpito para anunciar o fechamento imediato da escola em relação aos ocorridos. Denis, o centauro professor de adivinhação chegara perto do diretor.

— Milord, eu sei que o momento é inorportuno, mas eu achei desnecessário o banimento da professora Dolores, sei que você vai achar ...

— Denis ... não. Não mesmo. Depois conversamos sobre, não é prioridade. — Disse o diretor com toda calma possível.

— Como assim não é prioridade ? Ela esta hospitalizada por causa de uma brincadeira sem graça de algum ...

— Você ouviu o que eu disse ? Você percebe o que estamos fazendo aqui ? O que a escola está passando ? Não é o momento, pessoas estão morrendo. Uma aluna morreu e uma professora está petrificada.

— Eu fico muito triste pela aluna, mas quanto a Ias, sei lá o que ela fazia sozinha ali quando foi atacada ? Será mesmo ...

— Saia. Não quero ouvir. — Cortou o diretor

— Nao Milord, você deve ta entendendo errado, eu fico triste pela Ias e sei que vamos resolver isso. Ela é uma excelente professora e ...

— Obrigado, agora licença. — O diretor desceu os degraus e elevou a voz com um sonorus.

— Alunos e alunas, hoje uma aluna do .... — Ouve um trovão e a porta do salão se abriu, alguém entrou mancando.

O teto trofejou e os alunos começaram a gritar de medo.

Da varinha do bruxo que havia entrava saiu um lampejo prata até o teto, alguns professores se levantaram com a varinha a punho.

A pessoa caminhou pelo corredor principal.

— Eu sempre odiei este teto — Disse Eduardo e olhou para os professores — Sério isso ? Se preferirem eu peço pra chamarem os aurores lá foram, vão precisar de muitas pessoas para me desarmarem. — Disse ele e todos guardaram as varinha.

— Edu, venha ca. — Disse o diretor dando-lhe um abraço

— Estou aqui cara — Largou-lhe e foi mancando até a mesa e virou-se para o Levi — Tomei a liberdade de deixar a Upa Upa arainha lá na floresta

— Tudo bem, depois eu passo lá. — Disse ele contente por saber que teria de cuidar da aranha gigante do ex auror aposentado.

Eduardo tirou um cantil da sua bolsa de couro e o destampou bebendo o conteudo dentro. Rum talvez.

O diretor voltou-se para os alunos e os explicou tudo, que pela manhã seriam levados para as suas casas em segurança e que a escola ficaria fechada até resolverem aquela situação.

O jantar começou e todos brindaram a Rayane. A sonserina estava pesarosa.

Jimmy que geralmente alegrava a mesa dos professores mal tocara na comida e Lia nem sequer tocara na sua torta de framboesa azul.

— Quando que a Maia retorna da lua de mel Milord ? — Perguntou Ana.

— Amanhã ela retornará para a escola. — Disse ele e ouve-se um estrondo e pareceu que a escola tinha tremido.

Todos se levantaram e o diretor pediu que todos ficassem sentados.

Milord caminhou pelo corredor e foi até a porta principal que estava fechada, apontou a varinha e a porta permaneceu fechada. Como era o diretor tentou aparatar, mas não conseguiu.

— Estamos presos. — Disse ele perplexo.