Juro solenamente não fazer nada de bom
10 Avada ... Keda ...
Ele não acreditava que poderia estar perdido. Será que os caminhos poderiam mudar ? Ele estava atrás do Augusto. Decidira que iria chamar ela.
Pegou o mapa dos marotos, mas não iria adiantar nada.
Pouco tempo uma fantasma apareceu, de perto Tiago viu que ela era cinza. Tiago tremeu e demonstrou que não tinha medo dela.
— Você se perdeu. — Disse Helena Ravenclaw zombando . — Patetico.
— Eu só quero sair daqui eu segui o Augusto para alerta-lo ...
Os olhos de Tiago ficaram cinzas e sua boca aberta, seu corpo ficou imovel e a fumaça da fantasma entrara dentro dele.
— Tenho que fazer tudo sozinha por aqui. — Disse Helena pela voz do Tiago e tomou uma direção.
Era um quarto fechado, sem janelas e todo cinza inclusive a cama ao qual ele estará deitado. Era frio, muito frio. Tiago começou a chorar. Não poderia lutar contra. Ele estava sozinho ali, nada o impedia de chorar. Sempre ria, falava besteiras, mas era vuneravel, poucas pessoas o entendia. Muito poucas.
— ME DEIXA SAIR DAQUI. — Gritou ele e ele o viu em sua frente.
— Você vai ficar quieto e me deixar fazer aquilo que você não tem capacidade. — Disse Helena na forma de Tiago. — Incarceros.
Tiago caiu no chão, com o rosto virado para o piso frio.
— x —
— Herdeiro ? — Disse Augusto.
Salazar começou a caminhar com as mãos viradas.
— Sim, meu herdeiro. Você é o ultimo sonserino de sangue puro existente e preciso da sua ajuda.
— Salazar sonserina precisa da minha ajuda. — Repetiu ele sem acreditar no que dizia.
— Escuta aqui ser verme, não tenho tempo pra isso. Uma fastasma se apossou do corpo de um colega seu e está matando aluno por aluno da sonserina. Você precisa dete-la. — Disse Salazar.
— Mas como eu posso dete-la ? Sou só um aluno. — Retrucou Augusto.
— Você pode controlar o basilisco. Soemente um herdeiro pode olha-lo nos olhos sem receber a morte instantanea. Use isso ao seu favor. Mate todos os sangues ruins e se vingue por mim.
— Pera, você quer que eu acabe a matança com outra matança ? É isso ?
— Sim é isso. — Salazar vibrou de energia.
— Desculpe, mas eu passo. Não vou matar meus colegas. — Augusto se afastou e o Basiisco o seguiu.
— O que você vai fazer então ? — Perguntou Salazar.
— Irei impedi-la.
— Você ? Você vai me impedir. — Disse uma voz saindo das sombras e ao ouvir aquela voz o basilisco saiu dali indo para o tunel ao lado.
— Tiago. — Disse Augusto.
— Nao é seu amigo, é helena.
— Helena ? — Perguntou ele.
— Helena Ravenclaw — Disse com a voz de Tiago — Olá Salazar, vejo que resolveu aparecer para a festa.
— Vadia imunda. — Disse Salazar e cuspiu no chão. Mas não saiu cuspi algum. — Como vai a gorda da sua mãe ?
— Vamos apelar para as nossas mães agora ? — Disse Tiago
— Você é a mulher cinzenta. — Afirmou Augusto.
— NÃO OUSE ME CHAMAR POR ESTE NOME SONSERINO IMUNDO. — Gritou Tiago
Augusto levantou a varinha, porém foi desarmado.
— Patéticos. Todos vocês são pateticos. — Disse Tiago.
— Helena, você nao ouse ... — Salazar foi interrompido pelo aceno de varinha do Tiago que o fez desaparecer
— Finalmente silencio... onde eu estava mesmo ? Ah me lembrei...
Tiago foi rapidamente até Augusto e o levantou pelo pescoço.
— Um rostinho tão bonito, pena que eu irei matar você e todos os sonserinos que zombaram da minha mãe e de toda essa escola. — Disse ele acariciando o rosto de Augusto.
— Porque está fazendo isso ? — perguntou ele.
Tiago arremessou Augusto na cabeça de Salazar e Augusto caiu no chão e em seguida Tiago sentou-se em cima dele e deu-lhe um tapa na cara.
— Vou te dar um desconto por ser sonserino. — Tiago colocou a varinha no rosto de Augusto, mas antes que pudesse usar algum feitiço percebeu que alguém estava ali e saiu rapidamente de cima de Augusto.
Um feitiço passou por cima de Augusto, por pouco poderia atingi-lo.
— Milord ? Finalmente. O basilisco estava aqui ai então...
— Já pode parar Tiago, ou melhor. Helena. Eu ouvi seu discurso de vilão. — Disse o diretor se aproximando e Tiago mudou o semblante e começou a rir.
A risada ecoava por todo o lugar.
Um feitiço saiu da varinha de Tiago e o diretor defendeu-se e contra atacou, usou a agua que estava ali para prender Tiago.
Finalizou o feitiço e Tiago ficou esticado no chão, enxarcado.
— Não quer matar seu proprio aluno Diretor ? O que foi ? Tem medo de perde-lo ? Teria algum motivo especifico para não mata-lo ? Claro que tem. — Tiago apontou sua varinha e foi desarmado.
— Helena, você nunca ganharia de mim em um duelo. Apenas se renda. — Disse o diretor.
— Eu não, mas ele sim. — Disse Tiago virando o rosto e apontando para atrás do diretor.
Milord não olhou para trás, mas com um aceno da varinha fez uma fenix aparecer, essa subiu na cabeça do Basilisco e comeu os seus olhos. A cegando.
— Nãooo — Ouviu-se um gritinho rouco do Augusto do chão.
Tiago consegiu se levantar e pegou a varinha e apontou pra si.
— AVADA ... KEDA ...
Milord apontou a sua para ele e gritou silencio.
Tiago ficou mudo em seguida Milord gritou ESTUPORE e Tiago foi arremessado contra a parede perdendo a consciencia.
Da sua boca saiu uma fumaça cinza que criou forma de uma bolinha brilhante e saiu dali, Milord tentou usar outro feitiço porém o basilisco foi de encontro a ele e o jogou no chão.
A varinha do diretor rolou para o lado e os dentes enorme da cobra já estavam a vista, essa salivava de ódio. Quando as presas estavam indo de encontro ao diretor ...
— sheussshaauuushaaa sheeshauu
O basilisco parou e virou-se para o Augusto que estava sentado, uma de suas maos apertando uma costela.
Milord se espantou com a cena.
O basilisco saiu dali, outrora batendo a cabeça na parede para achar o caminho, usaria o faro já que sua visão estava gasta.
Milord se levantou e foi até o Augusto e o ajudou a ficar de pé. Em seguida ambos foram até o Tiago que estava inconsciente no chão. O diretor estalou os dedos e a Fenix que estava na cabeça da estatua desapareceu. Em seguida o diretor aparatou dali com os dois.
Já era meio dia. Tiago e Augusto estavam na enfermaria.
Augusto olhou para o canto e viu ali uma estatua de quatro, possivelmente Milord tinha retornado para buscar a Vi.
Michele entrou na enfermaria e viu seus dois pacientes.
— Coma isso, bolinho vegano de Mandragora. Vai ter fazer melhor. — Disse ela.
Augusto mordeu o bolinho e achou o gosto aterrorizante.
Lia estava sentada ali perto e pegou o Bolinho que era verde e o comeu.
— Olá Augusto, tudo bem ? — Disse ela.
A enfermeira tinha saído da sala.
— Pobre Tiago, tão novo, cheio de vida ... Pena que não vão se realizar, não é mesmo ? — Disse Lia apertando suas unhas no braço de Augusto.
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