Juntos Pelo Acaso - Vondy

17 Capítulo 16 - Um Pouco de Champanhe e Droga: Loucura na Certa!


Notas iniciais
No filme, é vinho mais aqui na fic é champanhe ta? Quero dizer que não sou dessas coisas apenas me inspirei no filme hehe Espero que curtam o capítulo!

Quando Diego acordou, Roberta estava com a cabeça em seu peito. Logo ele lembrou-se da noite anterior, uma das melhores de sua vida.

– Como é bom receber um pouco de cafuné, logo de manhã! — Disse Roberta, erguendo a cabeça e dando um selinho nos lábios de Diego.

– Sabia que estou com preguiça de sair daqui... — Fala Diego.

– O que vamos fazer agora? – Roberta Pardo pergunta.

– Aproveitar o dia?

– Sugestões?

– Beber um pouco e... — Ele se aproxima dela e a beija. — Aproveitar o momento.

– É mesmo, vou pegar o champanhe! — E Roberta saiu do quarto enrolada no lençol.

– Hei! Quem mandou pegar o lençol? — Gritou Diego, colocando a cueca rapidamente e saiu correndo atrás dela.

– Vem me pegar! — Grita Roberta e vai até a cozinha.

Quando Diego finalmente chega à cozinha, Roberta já estava bebendo.

– Não acharia melhor ter colocado uma roupa antes? — Pergunta Diego, se encostando à porta.

– O Pietro pode acordar, não seria legal me ver nesses trajes! — Roberta pega o champanhe e sobe para o quarto.

– Só eu posso vê-la assim! — Sussurrou Diego.

Meia hora depois...

– Roberta, o que acha de... — Diego mostra um pacotinho com maconha.

– Onde conseguiu isso? — Pergunta ela.

– Os garotos que vieram montar os brinquedos para Pietro sempre tinham, eu peguei deles falando que isso não era bom pra eles e sei lá mais o que.

– Que horror! Não tenho coragem de usar uma coisa dessas, não.

– Nem misturado com alguma coisa?

– Pare de ter ideias, Dieguinho. — Reclama Roberta. — Vamos fazer um bolo para acompanhar o champanhe?

– Ta bom.

Eles começam a fazer um bolo de chocolate, sempre rindo e se beijando.

– Vamos misturar a droga no bolo? — Sugeriu Diego. — Ninguém vai perceber!

– Ta bom, ta bom. — Concorda ela. — Só quero ver no que isso vai dar! — E ela toma mais uma taça de champanhe.

Eles terminam de fazer o bolo, e depois Diego foi cuidar de Pietro — que acabara de acordar — enquanto Roberta bebia uma taça de champanhe a cada dois segundos.

– O bolo ta pronto! — Gritou Roberta, quando o forno anunciou que acabara de assar o bolo. — Vamos comer?

– Quente? — Diego aparece na cozinha.

– O que tem? — Ela riu. — Eu só quero experimentar o bolo, ué.

Diego corta o bolo e eles começam a comer.

– Quero na boca! — Roberta faz um biquinho.

– Folgada...

– Você também é! — Bufou ela.

– É brincadeira, sua chata. — Eles começam a se beijar.

– Vai com cama, bonequinho de plástico! — Fala Roberta, ao ver que o clima estava esquentando.

– Cama? — Diego riu. — Só de noite, Roberta.

– Idiota! — Ela dá um tapa no ombro dele. — Eu quis dizer calma, calma aí com seu fogo, ta?

– Uhum ta. — E eles voltam á se beijar. — Vamos assistir alguma coisa? — Perguntou ele.

– Desenho animado? – Sugeriu Roberta.

– Ta bom. — Diego vai pra sala acompanhado por Roberta, que já estava andando com as pernas cruzadas de tão bêbada.

Diego coloca Pietro no cercadinho, e senta-se no sofá abraçado com Roberta Pardo.

– Oba! Patati Patatá! — Roberta aplaude feliz.

– O que um pouco de champanhe e droga fazem! – Diego começa a rir. — Se controla, Beta!

– Vem Dieguinho! — Ela o puxa pelo braço e ele fica de pé juntamente com ela — Vamos cantar!

– Não, isso não está acontecendo!

– Por favor! — Ela faz a cara do gato de botas. — Se você me ama, canta e dança comigo!

“Se você me ama?” — Repetiu Diego nos pensamentos.

– E você me ama?

– Claro que te amo! — Ela riu. — Vamos cantar! — Ela grita.

Assim eles começaram a cantar:

Se você quer sorrir, é com Patati

Se você quer brincar, é com Patatá

Se você quer sorrir e brincar, Patati Patatá!

Quando a música terminou, eles se jogam no sofá e começam a rir feito loucos.

– Falemos tanto da Mia e do Miguel, e estamos fazendo igual á eles! — Disse Diego, beijando o rosto de Roberta.

– No fundo, todos nós temos um lado criança! — Disse ela. — Até você! — Ela riu, lembrando dele quando estava cantando e dançando a música da dupla de palhaços. — Está tão bom ficar aqui com você! — Ela o beija.

– Também acho — admitiu Diego.

Eles voltam a se beijar, e quando o clima estava esquentando, a campainha toca:

– Quem é a desgraça que está aqui, agora? — Questionou Roberta.

– Fica aí, vou lá ver quem é e já volto! — Ele dá um selinho nela e vai atender a porta.

Diego vai até a porta sorrindo, ao lembrar-se da noite que passara com Roberta. Ele abre a porta, e tem uma surpresa:

– Darlene? — Ele diz, ao ver a assistente social em sua frente. — O que faz aqui? — Ele sorriu.

– Vim vê-los. — Responde a mulher, sorrindo.

– Só um minuto! — Diego bate a porta na cara dela. – Roberta Pardo você tem cinco minutos pra tomar um banho de água fria, agora!

– Por que, hein seu lindo? – Roberta riu.

– A assistente social está aí.

– Droga, ferrou!

– Vai logo. — Ordena ele.

Roberta começa a andar cambaleando, e erra o caminho.

– A escada é mais a esquerda! — Diz Diego.

– Ta eu sei, só estou fingindo que não sei! — Mentiu Roberta.

– Acredito! — Diego segura o riso, ao ver Roberta subir de quatro as escadas. — Pietro... — Diego o procura e vê ele no cercadinho o encarando. — Vamos enfrentar ela?

Diego volta e abre a porta para Darlene, ela entra na casa e fica observando o local: organizado, Pietro está ali, só falta Roberta Pardo.

– E a Roberta, onde está? — Pergunta Darlene, sentando-se no sofá.

– Estou aqui! — Roberta aparece do alto da escada. — Estava descansando, senhora. — Ela desce da escada e quase caiu.

– Ai meu Deus! — Murmurou Diego. — Venha Roberta! — Ele pega na mão dela, e ambos vão sentar no sofá.

– Cadê o Pietro? — Roberta olha pro lado e não o encontra. — Ah está ali! — Ela sente suas bochechas esquentarem, ao perceber o erro.

– Pois bem. — A assistente social começa a dizer. — Como andam vocês?

– Com as pernas. — Resmunga Roberta, segurando o riso e Diego a belisca. — Aí! Digo, está muito bem. — Ela olha para Diego.

– Sim, está tudo muito bem entre a gente. — Concorda Diego.

– Já se acostumaram com Pietro? Com a nova vida? — Perguntou Darlene.

– Sim, com certeza. — Roberta sorriu para Diego. — Nunca estivemos tão bem!

– Já se acostumemos com Pietro, assim como ele se acostumou com a gente. — Falou Diego.

– Sei... — Resmungou Darlene.

Eles ficam em silêncio, Darlene os analisava: Roberta e Diego não paravam de se olhar e sorrir.

– Ah, por favor! — A mulher quase gritou. — Admitem de uma vez que transaram!

– O que? — Roberta arregalou os olhos.

– Se decidem! — Exclamou Darlene. — Resolvam a situação de vocês, outro dia eu volto para saber a decisão de vocês! — Ela levanta-se do sofá. — Posso pegar um pedaço? — Ela pega um pedaço do bolo que Roberta e Diego fizeram.

– Não! — Gritou Diego, e fez o bolo voar da mão da mulher para o chão. — Ele ficou queimado, não está muito bom! — Justificou.

– Ta- ta tudo bem! — Fala a mulher e vai até a porta. — Passar bem! — E ela sai da casa deles.

Diego senta-se do lado de Roberta, eles se olham seriamente e depois começam a rir feito loucos.

Notas finais
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