Jogo para dois
26 O pagamento de uma aposta
Notas iniciais
Ela riu ao sentir as cócegas em suas costas. Sasuke deslizava o dedo indicador pela coluna e apertava um sorriso enquanto a ouvia rir e se encolher em seus braços. O edredom os protegia da noite fria de Tokyo, enquanto os corpos descansavam entrelaçados.
Sakura sentiu os dedos dele pararem em sua tatuagem, sentindo o carinho singelo que ele deixava ali. A respiração dele era a única coisa que ela ouvia abafada em seus cabelos, além dos beijos que depositava sem grandes intervalos.
Se sentia completa ali, dentro dos braços dele. Suspirou e deslizou seus dedos pelo peitoral dele, traçando os músculos delineados na pele branca dele e sentindo-o respirar fundo.
Seu coração acelerava só de vê-lo, ouvir sua voz a deixava um estado de bobeira indescritível, sentir o seu toque a fazia queimar, beijá-lo a fazia flutuar, tê-lo consigo em momentos de intimidade a fazia ter certeza de onde era seu lugar.
— Podemos doar seus móveis… — Sasuke sussurrou com um sorriso maroto no rosto enquanto ela se ajeitava para olhar nos olhos dele.
— Sasuke, isso é muito repentino. — Ela sussurrou de volta recebendo uma arqueada de sobrancelha como resposta.
— Você é teimosa — refletiu num suspiro.
Sakura riu se ajeitando mais no abraço dele e deixando um beijo em seu queixo.
— Você é mais — rebateu rindo sabendo que talvez ele estivesse revirando os olhos, mas sabia que absteria de uma discussão com ela.
Sasuke a puxou para baixo de si, colocando o peso de seu corpo sobre ela. Sakura suspirou quando a mão dele segurou a lateral de seu rosto possessivamente e a outra lateral foi atacada por beijos delicados e suspiros quentes. O lóbulo de sua orelha foi mordida e ele deixou sua respiração entrar lentamente antes de uma risada rouca que a estremeceu.
— Isso é tortura — ela gemeu agarrando-se aos braços dele enquanto ele se movimentava atiçando-a.
— Lembra daquele jogo de 21? — ele sussurrou indo para o maxilar dela e deixando um rastro de beijos no percurso.
— Não — ela respondeu debilmente jogando a cabeça para trás quando ele chegou em sua garganta.
— Nós fizemos uma aposta — subiu até o queixo dela e puxou o lábio inferior com os dentes delicadamente — Eu ganhei.
Sakura tentava acomodá-lo sobre si, mas ele parecia fazer um jogo torturante de sedução onde a privava de tocá-lo por inteiro e a fazia sentir-se queimando por dentro.
— Onde quer chegar com isso? — ela tentou beijá-lo, mas só conseguiu puxar-lhe o lábio antes que ele levantasse a cabeça com um sorriso de canto.
Sasuke umedeceu os lábios, via o jogo perigoso que estava fazendo com ela e gostou dos olhos verdes se tornarem felinos mais uma vez.
Apoiou o cotovelo direito enquanto sua mão se emaranhava nos cabelos rosados, a mão esquerda desceu pelas curvas do corpo dela parando em sua coxa.
— Você ainda me deve. — murmurou mordaz voltando sua mão pela lateral do corpo feminino.
— O que você quer de mim? — Sakura segurou os dois lados da cabeça dele, dobrando a perna esquerda para acomodá-lo melhor.
Os olhos verdes faiscavam de desejo enquanto os negros queimavam de excitação. Mas Sasuke sabia o que deveria fazer, era um jogo mais estratégico, deveria se concentrar e derrotá-la antes que ela conseguisse virar o placar à seu favor.
— Eu quero você. — Respondeu, e dessa vez não foi em tom malicioso, não foi feroz. Foi num sopro sutil e delicado, sincero no brilho dos olhos escuros que a olhavam com expectativa.
Sakura segurou a respiração, as mãos passearam pelos cabelos lisos dele até caírem em seus ombros. Olhava-o pasma, tentando entender corretamente o que dizia aquela mudança súbita de clima. Havia algo escondido nas palavras dele, algo que deveria estar explícito para uma mente que fantasiava demais, como a dela.
— Eu sou sua. — Ela respondeu sem desviar os olhos.
— Pra sempre.
Nada do que Sakura tivesse sentido até então se comparava ao turbilhão de coisas que passaram dentro de si naquele momento. Nenhuma máscara de indiferença ficaria intacta enquanto seu coração disparava daquela maneira.
Sakura elevou seu rosto até a altura do dele e iniciou um beijo lento, apaixonado. Sua mão pousada sobre o rosto dele e a outra em seu cabelo deixando um carinho até a nuca. Sasuke a correspondeu, deitando-se sobre ela e segurando as duas laterais do rosto feminino para o beijo mais doce e mais cheio de significado que jamais haviam dado.
Deixou dois selinhos antes de se afastar completamente, deixando as testas coladas e os olhos penetrados nos dela.
Sakura ficou hipnotizada, esquecendo-se de tudo à seu redor e se fixando no bater forte de seu coração, das borboletas que voavam frenéticas em seu estômago e nas palavras macias que deslizaram por sua garganta.
— Eu te amo.
Antes que tivesse tempo para esconder seu rosto, antes que a vermelhidão fosse vista por ele, antes que gaguejasse tentando esconder o que havia dito em seu modo impulsivo, teve sua boca tomada mais uma vez por ele, seu corpo abraçado com força e sua cabeça sendo acomodada no pescoço dele sentindo ele virar-se de costas para o colchão levando ela junto em um abraço protetor. Sasuke respirava rápido, olhando para o teto enquanto ela se escondia com medo do que aconteceria em seguida.
Sasuke não saberia dizer em palavras o que estava sentindo naquele momento, na verdade conseguiria expressar em um único sentimento. Sua garganta fechou-se e um sorriso tomou-lhe o rosto. Afagou o cabelo dela e a sentiu suspirar.
Lembrou-se do dia que declarou-se para ela no hospital, quando deu conta de tudo o que aquela mulher significava para si.
Virou a cabeça e tirou os fios que ocultavam o rosto dela, fazendo-a olhar de esguelha para ele. O rosto de Sakura estava tingido de vermelho, enquanto seus olhos teimavam em desviar-se falhando facilmente.
— Eu já te falei uma vez — ele sussurrou rouco tendo a atenção dela para si — Mas você não estava comigo para ouvir.
— Eu…
— Você agora não tem mais motivos para fugir de mim — ele ergueu a mão dela para deixar um beijo suave — Vem morar comigo — disse calmo a encarando, mostrando nos olhos negros todo o sentimento que existia ali.
Sakura sentiu-se arrepiar, o silêncio ali era quebrado por suas respirações e o som do trânsito lá fora, mas que não era capaz de invadir a bolha na volta deles.
Ele a encarava sereno esperando sua resposta, mordeu o lábio inferior enquanto o olhar dele não a permitia desviar de seu.
— Sim.
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6 meses depois
Sakura observou o papel que Neji depositara em sua frente, mal podia acreditar que havia trabalhado pouco mais de nove meses no Sharingan, assinou onde ele indicara não reprimindo o sorriso e também o suspiro desanimado. Não tinha dúvidas que sentiria falta daquela rotina turbulenta e agitada que o cassino tinha todos os dias.
Não que ela esperasse que o hospital seria diferente, mas o cassino marcara sua vida para sempre e de uma maneira inesquecível, visitaria o Sharingan sempre que pudesse certamente.
— Bem… Eu me demito — Sakura disse roubando uma risada do Hyuuga que assinou na última folha.
— Assim que acaba quando se assedia o chefe — Neji brincou conferindo o contrato — É isso Sakura, hoje foi oficialmente seu último dia como empregada do Sharingan, vai fazer falta mulher.
— Eu também, parece que faz tão pouco tempo — Sakura abraçou-se — Trocando doses de wisky por bolsas de sangue — fez uma careta e logo se levantou para abraçar Neji.
— Ainda faz parte da equipe, você sabe disso — Neji disse a acompanhando até a porta de sua sala — Nos vemos amanhã?
— Obrigada Neji-kun!- Sakura sorriu emocionada — Mas é claro! Que bom que você e a Tenten vão ir! Buscaria os dois pelos cabelos se não fossem conhecer nosso apartamento.
— Estaremos lá! — Neji piscou para ela e Sakura seguiu pelo corredor.
Passou a mão pela maçaneta da porta do escritório de Sasuke, como se fosse sentí-la pela última vez. Sorriu um pouco com este pensamento e respirou fundo ao empurrar a porta e dar o primeiro passo.
Sasuke estava de costas, havia tirado o blazer chumbo e vestia somente a camisa azul enquanto observava os jogos de sua janela grande. Nenhum som do cassino entrava ali, mas era quase palpável o clima de festividade e boa sorte, era quase palpável os gritos de felicidade ou frustração.
Sakura alargou o sorriso deixando os saltos de lado e andando sobre o carpete fofinho, Sasuke havia colocado as mãos no bolso e ainda não mostrara estar ciente de sua chegada. Aproveitando-se disso, ela o observou e não conseguia acreditar em como, depois de tantos meses, ainda conseguia se sentir uma boba diante da presença dele. Toda perdida, querendo saber o próximo passo e acabando por se surpreender com as jogadas inusitadas dele.
Passando pela mesa, ela deslizou os dedos pelo tampo de vidro, mordeu o lábio vendo as plantas e projetos de decoração que os dois estavam estudando mais cedo. Ali estava o desenho do apartamento em que moravam há meio ano, o lugar que adotaram como lar e aos poucos o transformavam no que poderia ser a representação de cada um deles.
Nos desenhos, ela viu a cozinha, onde ele lhe preparava cafés da manhã esporádicos e fazia caretas fingindo não gostar da comida dela. Depois a sala, onde abraçados assistiam algo banal na TV só para sossegar as mentes cansadas e esquecer um pouco das responsabilidades da vida adulta. O banheiro onde banhos eram compartilhados e momentos simples, como escovar os dentes, eram levados como detalhes divertidos para começar ou terminar bem o dia. O quarto do casal, onde as maiores juras de amor eram ditas no silêncio de um olhar demorado, num beijo casto na testa, num toque ousado de mãos apaixonadas, no movimento de corpos acalorados. Então, o segundo quarto…Bem, ela estava curiosa sobre o que o futuro faria com aquele cômodo.
— Foi rápido.
Sakura puxou a mão com rapidez e olhou para Sasuke. Ele a olhava com um sorriso misterioso, e ela congelou ao imaginar o que podia estar passando na cabeça dele sobre o que passava na cabeça dela enquanto olhava aquele cômodo vazio.
— Ah, sim… — passou a mão pelos cabelos e deu uma risada sem graça. — Adorei essa… coisa aqui. — apontou a esmo ouvindo a risada de Sasuke.
Sasuke fechou a persiana da grande janela e voltou-se para ela novamente, cruzou os braços em frente ao peito enquanto a via olhar as plantas em sua mesa mais uma vez. Ela já não usava o uniforme do Cassino, e nas mãos segurava os papeis que Neji lhe dera como cópia do término do contrato. Então, se aproximou e retirou os papeis da mão dela se encostando na beirada da mesa e a trazendo junto num puxar suave na cintura.
— É estranho, sabe? — ela sussurrou colocando as mãos por sobre os ombros dele — Mesmo que eu tenha um plano e saiba que vou fazer o que gosto, ainda fica aquele vazio estranho de estar deixando este lugar. — confessou baixinho fazendo um pequeno bico seguido de um riso.
— Não precisa sentir saudades, aceito que faça trabalho voluntario aqui se quiser. — ele gracejou e Sakura balançou a cabeça rindo.
— Isso é abuso! — deu um selinho subindo as mãos para o rosto dele e absorvendo cada pequeno detalhe que não se cansava de admirar.
Sasuke sustentou um sorriso a puxando para mais perto, num abraço que já se acostumaram a dar nas noites estreladas na varanda. Seria estranho não ter a presença dela por perto à todo momento, mas talvez fosse até saudável para ambos. Teria que se acostumar à parar de olhar pela janela a cada momento atrás dos cabelos rosas no meio das pessoas.
Absorveu o cheiro dos cabelos dela e desceu as mãos pela coluna parando em cima da tatuagem que tanta gostava. Um arrepio subiu pela coluna de Sakura, mas ela não fez nenhum movimento. Sasuke a soltou e deu a volta indo até a porta, Sakura o olhou sem entender, sentando-se na beirada da mesa enquanto ele olhava pelo corredor e voltava para dentro trancando-os.
Sasuke voltou para ela encaixando entre as pernas dela que o encarava com um sorriso tranquilo no rosto, antes de fechar os olhos para sentir os lábios dele roçar nos seus provocativamente, fazendo um arrepio correr por toda sua espinha quando a boca abriu para recebê-lo e a língua de Sasuke trazer o sabor dele para si.
Sakura suspirou levando sua mão até a nuca de Sasuke, enquanto a outra repousava no peito coberto pela camisa azul escura podendo sentir os batimentos do Uchiha que a segurava possessivamente na cintura a prendendo a si. Levava seus lábios pelo pescoço, que ele tanto adorava, deixando-a queimar por onde passava, era lento, cada toque tinha toda a dedicação dele a amá-la, o som dos lábios contra a pele era excitante para ambos que sentiam suas respirações pesarem em seus pulmões.
— Sa… Sasuke — Sakura apertou o ombro dele.
Sem pressa, assim como desceu até sua clavícula, Sasuke subiu novamente deixando uma mordida no queixo e traçou toda a mandibula de sua rosada até o ouvido dela onde soltou sua respiração quente a fazendo se encolher em seus braços e o fazendo sorrir de canto antes de mordiscar o lóbulo da orelha roubando um suspiro de aprovação de Sakura.
— Sabe… Eu sempre quis tomar você aqui- Sasuke murmurou no seu ouvido.
— Sasuke- Sakura tentou o repreender mas a voz não continha nenhuma gota de irritação e ele sabia.
— Shh — Ele lambeu o lóbulo dela sentindo as unhas de Sakura cravarem nas suas costas — E agora você não trabalha mais aqui, não tem nada que nos impeça — Sasuke correu sua mão pelas pernas a mostra pela saia, apertando a coxa de Sakura.
— Vão nos ouvir — ela suspirou jogando a cabeça para trás quando seu pescoço foi tomado pelos beijos que a enebriavam em qualquer hora.
Sasuke não as respondeu, segurou a nuca dela enquanto deixava beijos quentes pelo maxilar e subia para a boca. Sakura desabotoava a camisa masculina enquanto Sasuke descia o zíper de sua saia, a tirando de cima da mesa e deslizando a mão pela pele dela retirando a peça com furgor.
Os dois sabiam onde tocar um ao outro para dar prazer, se conheciam ao ponto de conseguir gemidos sem se esforçar muito. Sasuke chegou até o ouvido dela e suspirou enquanto a sentava na mesa novamente, ouvir aquele sopro sempre a deixava em êxtase.
— Shiiii — Sasuke sibilou perto da boca dela a beijando de forma selvagem.
Sakura o acompanhava enquanto deslizava as mãos pelo ombro dele, retirando a camisa recém aberta e liberando o peitoral definido e os braços fortes. Sasuke abriu os primeiros botões da camisa dela, invadindo o espaço com uma mão até encontrar o seio médio e quente enquanto terminava de abrir o restante com uma mão. A acariciou roçando-se com sensualidade e beijando toda pele que encontrava.
Sakura jogava a cabeça para trás enquanto desfrutava dos carinhos daquele homem. Cruzou as pernas em torno dele grudando ainda mais os corpo viciados um no outro.
Sasuke tornou-se felino em sua investida, apertando a lombar dela e descendo as mãos para suas coxas.
— Isso é insano — Sakura comentou segurando um gemido quando a boca dele encontrou seu mamilo entre a camisa aberta e o sutiã preto.
O Uchiha levou as mãos até as costas dela abrindo o fecho da lingerie negra que caiu sobre a mesa.
A sensação da boca dele a sugando e a língua contornando seu mamilo em um movimento enlouquecedor, fazia seu íntimo contorcer-se pedindo para que seu desejo fosse saciado ao mesmo tempo que ela aproveitava dos beijos dele em seu seio, mordeu o lábio quando desceu seu olhar para ele, os olhos fechados enquanto mais uma vez sua língua passava no mamilo entumecido e massageava o outro com a mão livre. Sentiu-se latejar pela visão, ainda mais quando Sasuke abriu os olhos e prendeu o círculo rosa entre os dentes, roubando dela um gemido.
Sasuke desceu pelo vales dos seios até a barriga de Sakura enquanto se apoiava nos joelhos para deliciar-se nas coxas dela, apertava, beijava e mordia sentindo seu membro doer dentro de sua calça, estava tão duro por ela e a visão da calcinha rendada logo a frente fazia todo o controle restante abandonar a mente dele. Sentia sua garganta secar por aquela mulher.
Lambeu a parte de dentro das coxas e suas mãos seguraram as pernas dela quando Sakura tentou as fechar.
— Não — Sasuke disse rouco sem encará-la, subindo propositalmente até seu objetivo.
Mordicou a pele fina da coxa cada vez mais próximo da virilha, onde Sasuke passou o nariz em uma carícia coberta de luxúria, enquanto os dedos se enrolavam no elástico fino da calcinha deixando Sakura com a respiração pesada a cada gesto do Uchiha até que todo o ar dos seus pulmões lhe faltou ao toque quente que se seguiu.
— Oh — Sakura arfou e os dedos se fecharam na borda da mesa.
Sasuke deixou sua língua tocá-la por toda a extensão de seu sexo por cima do tecido fino da calcinha, que não o impedia de sentir a essência de Sakura que já umedecia a peça intima, sentiu-se latejar quando o gemido de Sakura chegou aos seus ouvidos o dando liberdade para seguir com a caricia em sua mulher. Sugou mais uma vez antes das mãos puxarem para baixo a calcinha de Sakura e sem delongas ele pode se afundar com sua boca nela.
Apertou as coxas dela, o sabor dela o viciava tanto quanto qualquer outra parte de seu corpo, Sakura definitivamente era sua perdição, um abismo de prazer infinito para ele e que Sasuke dedicaria tudo de si para saciar cada gota de desejo dela.
O beijo intimo não era menos apaixonado quanto os outros, Sasuke prestava atenção em cada reação que saía de Sakura e a deu o que ela tanto ansiava, seus lábios se voltaram ao clitóris inchado e ele o rodeou com a língua. A satisfação o preencheu quando ela gritou e agarrou seus cabelos, sentia as pernas de Sakura se contorcerem em suas mãos enquanto dava atenção o ponto inchado dela.
Chupou, lambeu e assim como ela gostava distribuiu mordiscadas a deixando sedenta por mais, a língua trabalhava insaciável por mais, assim como sua garota pedia por mais de si.
Sasuke por uma última vez lambeu toda a intimidade dela, e sorriu de canto pelo gemido de lamentação que ela dera, sabia que tinha a levado a instantes do clímax e de fato ele poderia tê-lo feito, mas sua mente já vagou por tantas vezes por aquela fantasia com a Haruno que ele sentia-se queimar.
A boca continuou seu trajeto de volta aos seios e depois até a boca de Sakura que se surpreendeu ao toque dos dedos do Uchiha.
— Diga-me o que quer — Sasuke disse rouco.
Os dedos tomaram o lugar da língua e circularam o clitóris de Sakura, que apertou com força os ombros de Sasuke.
Contornavam em uma perfeita mistura de força e velocidade. Ele sabia tocá-la, sabia como sua rosada gostava de ser acariciada e não podia deixar de sentir seu ego inflar por vê-la ali para ele, e o sorriso não foi contido quando afastou o rosto para poder encará-la já com os olhos fechados e a boca entre aberta.
Pressionou com um pouco mais de força e aumentou a velocidade, Sakura abria a boca mas nada além de murmúrios desconexos e seu nome saía, sentia a umidade dela aumentar cada vez mais facilitando a carícia.
— Não se contenha — Sasuke grunhiu em seu ouvido novamente — Peça o que quer, sabe que lhe darei — disse introduzindo um dedo.
— Sasuke… — Sakura ofegou.
— Estou tão duro por você- Sasuke mordeu o lóbulo dela sem gentileza — Diga!-
— Ah — Sakura gemeu — Eu quero...Mais … Sasuke!-
Sasuke sorriu ao pedido dela e ele jamais a negaria esse pedido.
Aumentou a velocidade dos dedos, voltou ao clitóris e com dois dedos pressionando o botão inchado dela o estimulou até Sakura contorcer-se para si e o gemido dela anunciar o orgasmo.
Sakura segurou os dois lados do rosto dele, ainda ofegava enquanto via as pupilas escuras dele dilatadas em sua direção. Puxou o rosto dele em um beijo sôfrego enquanto seu coração bombeava maluco e suas pernas tremiam de excitação.
O abraçou pela cintura com as pernas e o puxou com força para perto de si, ele quis deitá-la sobre sua mesa, mas Sakura separou os lábios para negar e dar uma mordida cheia de sedução no lábio inferior.
A visão do peito dele era muito excitante, os toques dele eram abrasadores, a forma como a estimulava e dava atenção para seu prazer eram coisas que a faziam sentir um fogo subir por seu interior e escapar por seus poros, queimando todos os seus conceitos de racionalidade e a transformando numa leoa.
Desceu as mãos pelo peito dele e pelo abdômen, as unhas pretas deixando seu rastro enquanto Sasuke refazia seu sorriso de canto. Mordeu seu próprio lábio quando chegou ao cós da calça social.
De todas as coisas que Sasuke fazia por si, coisas que a deixavam maluca de paixão, nenhuma se comparava à ser tomada por ele.
Soltou o lábio com lentidão enquanto abria o botão da calça e deslizava o zíper sentindo a protuberância elevando-se pelo tecido.
Sasuke a agarrou num beijo mordaz enquanto deixava um riso rouco escapar entre os lábio colados. Umas das mãos masculinas a segurou pela nuca, ela amava quando ele fazia isso em seus momentos íntimos, com tanta posse e força, a outra apertou o lado esquerdo de seu quadril, deixando todo seu desejo ser transbordado no beijo sedutor que somente ele sabia dar.
Desceu a cueca sem olhar, assim que a calça escorregou pelas pernas dele, estava com os olhos virados para cima enquanto beijos lascivos eram deixados de forma enlouquecedora em seu pescoço e sua orelha era mordiscada e beijada.
Gemeu, deixando que seu prazer fosse ouvido por ele.
Deslizou os dedos pelo membro ereto até chegar em sua base, o sentiu estremecer e voltar para sua boca. A mão que a segurava o quadril voltou para seu clítoris e Sasuke deu um passo para frente colando os corpo ao limite. Ela o sentiu roçar-se em si e não segurou o movimento involuntário de refletir os dele.
— Ai, Sasuke… — gemeu no ouvido dele quando este voltou a beijar-lhe o pescoço.
Apertou os lábios e fechou a mão em volta do membro endurecido, fazendo movimentos de sobe e desce enquanto era investido por dois dedos ágeis e famintos. Os dois ofegavam cheios de tesão, implorando com os olhos para que aquilo finalmente atingisse proporções maiores de prazer.
— Você me deixa maluco… — ele segredou com os dentes apertados.
— Vem…
Sasuke deixou um gemido satisfeito quando a ouviu falar daquele jeito, o desafiando como sempre fazia quando se sentia ao extremo de sua confiança. Aparentemente a fantasia dele estava afetando ela tanto quanto à ele, e aquilo fazia tudo fica ainda mais prazeroso.
Sakura deslizou a mãos uma última vez e apoiou-se em um dos ombros dele com a mão, e os pés no chão. Sasuke desfez-se da calça e da cueca puxando a perna direita dela com brusquidão para sua lateral. Apertou firme sua coxa e com a outra mão conduziu seu membro até a entrada dela.
Estava lubrificada, pronta para ele, e foi facilmente acomodado levando os dois ao delírio quando em fim chegou ao ponto máximo dela. Sakura gemia, tentando segura-se inutilmente, falhando quando Sasuke entrava mais uma vez e a apertava contra si.
Ela tentou apoiar uma das mãos na mesa atrás de si, mas o suor nela a fez escorregar, então Sasuke a segurou dos dois lados e a levantou em seu colo sem qualquer problema e sem se separar dela.
Sakura riu e o beijou, enquanto ele os levava para o sofá ao canto do escritório e a deitando sobre o couro negro do estofado antes de se colocar por cima dela e, deixar que um sorriso cúmplice se formasse nos lábios dele antes de penetrá-la mais uma vez.
Os corpos se chocavam um contra o outro, Sasuke arrematava-se para dentro de Sakura em um ritmo onde podia sentir e passar para ela todas as sensações e sentimentos cabíveis ao momento, podia sentí-la o acomodar dentro de si e recebê-lo de forma prazerosa quando a invadia roubando sussurros de Sakura.
O ritmo foi aumentando conforme o calor entre os corpos já se tornava torturoso para o casal.
Sakura cruzou as pernas em volta da cintura de Sasuke o permitindo estocar mais fundo e o contato fez com que o Uchiha apertasse a cintura dela e aumentasse o ritmo trazendo ondas de prazer em que os dois afundavam-se ali.
Sakura apertou as unhas contra a pele dos braços dele, Sasuke a beijou e deixou-se derramar dentro da mulher que o recebia com tanto desejo. Continuou com um ritmo mais lento, mas ainda sensual, beijando-a a no pescoço e voltando para a boca feminina. Sakura grunhiu e essa foi a deixa para Sasuke dar o comando para seu corpo cansado e aumentou o ritmo freneticamente até que ela gemeu satisfeita chegando ao seu clímax.
Ficaram alguns segundos, conectados de corpo e alma naquela troca de olhares intensa. O dois suavam, seus cabelos grudavam nas testas e os rostos estavam vermelhos, mas para cada um o outro nunca parecera mais belo.
Sasuke saiu de dentro dela, mas deixou que sua boca deslizasse pelo pescoço suado e beijasse o lóbulo da orelha esquerda. Sakura sorriu letárgica, sentindo a respiração dele voltando lentamente ao ritmo normal contra a sua pele.
Ele ficou ali, entre a pele perfumada de sexo e cereja, e o cabelo rosa cheirando levemente à flores. Absorveu tudo aquilo sem querer que aquilo tudo acabasse tão rápido, queria mais e sabia que ambos logo estariam prontos para se provarem mais uma vez. Respirou fundo, o cheiro o fez entorpecer e sua língua correu até a orelha dela mais uma vez.
Foi tão baixo, um sopro exausto que chegou até o ouvido dela, um murmúrio de uma boca perto demais para que ela não entendesse errado. Sorriu quando ele repetiu mais uma vez, mais claro e mais calmo.
— Eu amo você.
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— Estarei entrando em contato com eles, não se preocupe — Sasuke segurava o celular enquanto recusava uma dose de vinho oferecido por Shikamaru — Qualquer divergência pode me ligar. Obrigado pela ajuda, pai. — desligou se sentando ao lado do irmão no sofá da sala, deixou um aceno ao sorriso que sua mão lhe deu.
— Tudo bem? — Itachi perguntou curioso para o irmão.
— Sim, ele vai fechar o contrato amanhã com os investidores e o terreno é nosso — Sasuke deu um pequeno gole na tentativa de esconder o sorriso — Deve voltar pra Tokyo ainda amanhã.
Itachi sorriu abertamente para o irmão jogando-se contra o sofá passando a mão pelo rosto aliviado.
Sakura recolhia alguns pratos da mesa com a ajuda de Hinata enquanto ouviam Naruto e Gaara contar alguma situação do serviço que roubou uma gargalhada de Itachi e Mikoto, que escutava atentamente como se os dois homens falassem algo muito sério.
— Eu me surpreendo com o tempo que você têm para observar esse tipo de coisa — Itachi comentou passando o braço pelo ombros de uma morena que sorria de forma doce para a sogra — Talvez pudesse ser gasto, não sei… talvez.. trabalhando?
— Não corta meu barato, Itachi! — Naruto reclamou e Itachi riu aconchegando Izumi em seu meio abraço.
— Obrigada, Hina!- Sakura sorriu para a morena antes de se sentar no sofá ao lado de Ino e abraçar a loira que apertou a amiga entre os braços.
— Testuda, você vai cedo no sábado, né?- Ino cochichou no ouvido da Haruno que sorriu abertamente.
— Claro que sim, porca!- Sakura a encarou — Estarei com você até a hora de você subir naquele altar e matar o cabeça de fósforo do coração, vai ser a noiva mais linda do mundo!-
As duas se olharam cúmplices, a cerimônia de casamente de Ino e Gaara seria em três dias e a Yamanaka fez questão de escolher cada detalhe enquanto Sakura, entre um turno do hospital e outro, sempre a acompanhava nas decisões. Ambas sentiram muita falta uma da outra com a mudança da Haruno, mas se mesmo o tempo não diminui a amizade entre elas, não seria a distância que faria isso.
— Minha nossa, olha o horário! — Mikoto exclamou — Itachi, vamos filho? — a matriarca Uchiha levantou-se indo até Sasuke que estava sentado no braço do sofá e deu um beijo no filho.
— Para de babar nesse moleque — Itachi resmungou pegando a chave do carro — Boa noite, cunhadinha — disse divertido para Sakura que levantou-se para se despedir.
— Ciumento — Sasuke resmungou de volta quando a mãe se afastou.
— Meninos — Mikoto disse com tom de voz sério antes de se despedir dos demais.
Todos riram da pequena cena entre mãe e filhos, já era de costume do grupo ver Mikoto ter que tratá-los como crianças em algum momento, o que apenas dava mais animação para os que assistiam.
Assim como os Uchihas, logo Ino, Gaara, Neji, Tenten, Temari e Shikamaru se levantaram para se despedir do casal, não economizando nos elogios pelo apartamento e parabéns aos dois.
— Ficou lindo querida, não poderia ser mais a cara de vocês!- Mikoto sorriu doce para Sakura em frente a porta — Muito obrigada, Sakura! Não sabe como é emocionante ver meu Sasuke tão feliz e construindo uma vida ao qual ele merece -
— Mi… Mikoto — Sakura sentiu o rosto esquentar — Obrigada, de verdade — abraçou a sogra sentindo aquela sensação de conforto que apenas o abraço de mãe trazia.
Em seguida observou o grande, e barulhento, grupo sair pelo largo corredor do prédio que levava até os elevadores, sorriu ao ouvir o palavrão que Tenten soltara para xingar o namorado, Neji, e logo depois pedir desculpas pela presença de Mikoto entre eles.
Sakura suspirou vendo a sala ficar vazia mais uma vez, Sasuke fez um sinal que voltava logo e saiu atrás de Naruto. Ela desabou no sofá branco e tirou os sapatos de seus pés. Havia sido um dia e tanto.
Encostou a cabeça no estofado atrás de si e passou os dedos levemente pelo textura aveludada do sofá. Lembrou-se da cara que fez quando viu o preço daquilo, quase arrastou Sasuke para longe daquela designer de interiores, era difícil viver aquela nova realidade.
Olhou para o teto, a bonita decoração em gesso que ela mesma escolheu, os vasos de flores artificiais, já que ela se sentia desengonçada o bastante para cuidar de algo com vida, a TV gigante onde assistiam os campeonatos de pôker nos domingos, a mesa de centro e ali o detalhe que a fazia sorrir sempre que via, a primeira foto dos dois quando finalmente trouxe a última mala.
A fotografia jazia em sua mão quando a porta se abriu pela metade, ergueu os olhos vendo Sasuke a espiar.
Sakura enrugou a testa desconfiada, levantou-se e não conseguia esconder a risada, era sempre engraçado quando Sasuke parecia estar aprontando alguma, os traços maduros dele se misturavam aos trejeitos de menino, mostrando uma faceta de Sasuke que poucos conheciam.
— Eu tenho algo pra você. — ele disse ainda oculto pela porta.
— Pra mim? — desfez a postura desconfiada mudando para extremamente curiosa. Fez menção de dar um passo para a direção dele, mas Sasuke negou com a cabeça se escondendo atrás da porta novamente.
Sakura esticou o pescoço, mas era inútil. Escutou o riso baixo do Naruto e teve que concordar que aquilo era preocupante.
Já mordia a ponta de seu polegar quando Sasuke apareceu mais uma vez antes de sumir novamente segundos antes da porta ser aberta por completo para que o Uchiha entrasse no apartamento deixando Sakura muda.
Encarou Sasuke com a boca aberta e encarou Naruto que sorriu para ela antes de acenar em despedida fechando a porta e deixando o casal na sala em silêncio, até que o latido a fizesse colocar a mão na boca emocionada.
— Kami-sama — Sakura andou devagar até Sasuke com receio de assustar a pequena bola de pelo nos braços do Uchiha — Sasuke! Eu não acredito! -
— Ei filhote, vai lá — Sasuke colocou o pequeno pug no chão sentando-se atras dele — Vai -
Sakura observou o filhote farejar o piso de madeira curioso com o novo ambiente, Sakura ajoelhou-se em frente delicada esticando a mão para o pequeno curioso.
— Ele é tão pequenininho — ela sussurrou encantada enquanto o cãozinho aproximava-se sem medo para farejar a mão estendida. Sem aguentar mais, ela o pegou no colo e deu o mais brilhante sorriso que Sasuke já viu. Ela revezava os olhares entre o pequeno animal que a cheirava com entusiasmo e Sasuke, que assistia tudo com os braços cruzados e um sorriso que não escondia. — Como é o nome dele? — perguntou sem tirar o sorriso.
— Ele ainda não tem — Sasuke respondeu ela acariciando a orelha do animal que estava no colo dela — Achei que você gostaria de escolher — o Uchiha piscou para ela.
Sakura colocou o animalzinho em frente ao seu rosto, como se segurasse uma criança. Sasuke foi a seu lado, olhando para o cãozinho que se mexia ansioso nas mãos dela. Sakura o analisava como se pensasse em algo crucial, de vida ou morte. Sasuke estendeu o dedo tocando o focinho do animal e voltando as mãos para o bolso enquanto ela pensava.
— Shin — declarou firme com o sorriso despontando novamente — Seu nome agora é Shin.
— Bem vindo à família, Shin — Sasuke afagou a cabeça do cachorrinho.
Ouvir aquilo deixou Sakura estática. Seu coração pulsou com o tom tão despreocupado que ele usara. Mordeu o lábio, juntou o cãozinho ao seu peito e pousou sua cabeça no ombro de Sasuke.
— Bem vindo à família, Shin.
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Um salto foi deixado no início do corredor, mais a frente um novo par masculino e uma gravata. Uma música suave saía do quarto do casal.
Um blazer jogado sem cuidado na poltrona do quarto. Uma echarpe enroscada na maçaneta, longe de sua dona.
Os lábios vermelhos se uniram e soltaram num movimento lento e sensual, ele acompanhou atento. A visão era assoladora e perigosa para a sua concentração.
Dos lábios, foi até os olhos. Era tão ferina e selvagem.
Ele umedeceu o lábio inferior e movimentou-se, ela observava cada detalhe, cada mínimo detalhe dele.
Sakura abriu a boca deixando um sopro sair. Seus olhos eram astutos.
Sasuke sorriu de canto, vendo uma falha na armadura verde daqueles olhos quando a seduzia assim.
Remexeu nas cartas em sua mão enquanto a observava comprar mais uma para si, os olhos ônix queimavam pelo jogo e por ela, que piscou para ele não desfazendo a faceta de jogadora que o fazia perder o eixo.
Shin estava deitado no chão, desistindo de acompanhar os donos e dormia tranquilamente alheio a tudo.
— É você — Sakura disse em tom baixo brincando com os sentidos do Uchiha.
Sasuke mordeu o canto da boca, Sakura desfez o sorriso aos poucos umedecendo os próprios lábios olhando para o movimento covardemente lento que ele fazia enquanto recolhia uma carta para si.
— Pronta?
Se arrepiou ao tom rouco que ele usou, retribuiu o sorriso de canto que ganhava proporções misteriosas.
As 5 cartas estavam viradas na mesa, menos as duas na mão de cada um.
Se encararam e com um acordo mudo entre eles, mais uma prova de como entendiam um ao outro, desceram as mãos lentamente depositando em cima do edredom as cartas restantes, prontos para virá-las para o outro.
— Boa sorte, amor — Sakura sorriu para Sasuke antes de revelarem as cartas.
“O amor e o poker tem muitas semelhanças em comum, tanto em um quanto no outro as pessoas jogam com probabilidades e riscos , e com o tempo você aprende que em ambos não existe o jogo perfeito (ou a pessoa perfeita), depois que você adquire experiência você aprende a jogar com mais inteligência e segurança, acaba aprendendo a desviar dos blefes que a vida pode te dar no meio do jogo e acaba descobrindo que precisa aprender a jogar com as cartas que tem na mão, e é exatamente por você construir a sua vitória , que ela tem um significado tão grande e especial.
Em ambos é sempre bem vindo um pouquinho de sorte , e sim se você jogar seu jogo com dedicação , paciência e competência você com certeza sairá com o pote de ouro no final, seja ele uma maleta de fichas em Vegas, ou melhor ainda , o prêmio final pode ser o amor da sua vida. E aí vai entrar nessa aposta? o risco é grande , mas a recompensa também.”
Igor Minor.
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