Notas iniciais
Ui, chegamos a nossa ultima rodada?! MAS JÁ? Foi uma delicia apostar tudo por essa fanfic que meu deus, não quero soar clichê, mas sou uma Senpai clichê. Gente, foi um privilegio e a realização de um sonho fazer essa estória, de coração, obrigada A TODOS vocês por cada incentivo e amor que mandaram infinitas vezes pra mim e pra Panzoca. Vocês são fodas. É minha segunda long shot que finalizo então estou chorosa. Mas queria dizer pra Pan o quanto eu AMO ela e como já conversamos infinitas vezes, obg por confiar em mim e ter passado esses quase 1 ANO (sim, mds) aguentando meus surtos e escritas de caps até a madrugada. Já te disse tudo isso e muito mais milhares de vezes, mas não me aguento. OBRIGADA POR LIBERAR O MUSTANG PRA MIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM ♥ ASOISAOSOAIOSIAUUOSAIUISAUIOSAUISOAUIAS Obrigada a todos vocês, que sempre compreenderam nossas respostas escassas nos comentários, a gente tenta, eu juro! Mas é muita gente que frequenta esse cassino, por Deus! E que venham sempre mais XD SERIO SÃO MAIS DE 700 FAVORITOS, PELA MOR DE DEUS FAÇAM FILA QUE VOU ABRAÇAR CADA UM. Então, aqui estamos com o ultimo capitulo de Jogo pra Dois. ~boa leitura.

Ah, aqueles olhos.

Davam calafrios aos desavisados. Eram subestimada pelos grandes.

Olhos tão poderosos e cheios de persuasão.

As mãos estavam no bolso enquanto assistia aquela partida quase mortal no andar de baixo de seu cassino. Kakashi estava junto, ele parecia suar e isso fez Sasuke sorrir de canto.

Ajeitou sua postura e viu as mãos delicadas passarem pelas cartas com coordenação invejável, os olhos analisarem o seu redor à procura do que queria e precisava saber. O sorriso dele aumentou quando o dela despontou depois de ouvir um sussurro em seu ouvido.

Kakashi engoliu em seco e olhou para o lado. Sasuke teve vontade de rir, ele sabia a pressão que o velho homem estaria sofrendo naquele momento.

Olhos perspicazes, astutos demais para criatura tão frágil. Inteligentes para deixar quem os encara desconfortáveis.

Tirou o celular de seu bolso e verificou as horas, em breve teriam que ir embora.

Pegou seu blazer nas costas da poltrona e vestiu-o enquanto saia da sala. Cumprimento Neji com a cabeça ao encontrá-lo no corredor. Desceu as escadas ouvindo os gritos de felicidade. Então ela havia ganho…

— Mais uma…

Ouviu aquela voz. Como seu interior e enchia de ternura e amor só de ouvir, vê então o fazia querer prendê-la para sempre em seus braços e deixá-la ali, pertinho.

Ela iria protestar. Não era de se submeter à isso, a personalidade era forte demais, decidida demais, independente demais.

E mesmo que fosse assim, ele a amava.

Porque ela parecia com sua mãe. Parecia com Sakura.

— Mais uma, senhorita Uchiha? — Kakashi viu Sasuke se aproximar e sorriu nervoso.

O Uchiha se aproximou da mesa vazia, ainda não haviam aberto o Cassino, mas Kakashi tivera o azar de ir trabalhar de ônibus e ser sequestrado até ali pela pequena que olhava as cartas em suas pequenas mãos.

Sarada.

Ela sentava-se em uma caixa de plástico colocada ali para ficar na altura da mesa. Mexia os pezinhos impacientes destacando as meias de fadinhas em seus pés. O vestido vermelho ia até os joelhos e nos braços estavam as pulseirinhas delicadas que ganhava da avó a cada ano de vida. Haviam 4 em seu pulso, balançando enquanto ela tentava ajeitar as cartas iguais ao jeito que sua mãe segurava as dela.

O cabelo estava penteado para o lado, curtos e negros, assim como os do pai. Os olhos também eram negros, mas tinham a malícia para jogo iguais aos da mãe. Conseguia se transformar quando se tratava de jogos, de princesinha à rainha.

— Mais, Takashi! — a pequena bradou decidida.

— Ka-ka-shi, meu amor — Sakura corrigiu sorrindo ao ver o marido à seu lado. — Ela conseguiu fazer somas simples. — sussurrou orgulhosa.

Sasuke ergueu as sobrancelhas surpreso e olhou as cartas da filha. Teria que receber um 3 para fazer 21, as chances eram…

— Três, senhorita. — Kakashi virou a carta.

Sarada acertou os oclinhos no rosto. Nem havia dado atenção à seu pai ali ao lado. Seus olhinhos apertavam-se enquanto tentava fazer aquela conta complicada na cabeça. As bochechas estava levemente infladas e vermelhas, as cartas laterais quase caíam pendidas para o lado.

Mamãe. - sussurrou a pequena sem tirar os olhos de Kakashi.

— Você ganhou, meu bem.

— Ganhei? Ganhei! — mostrou as cartas para Kakashi dando um sorriso infantil e feliz.

— Ok, ok. Está querendo deixar o papai pobre? — Sasuke se refez depois da surpresa, imaginando que talvez Kakashi tivesse embaralhado as cartas para deixá-la ganhar, e a pegou no colo recebendo um forte abraço no pescoço.

— Eu ganhei a aposta, papa. O senhor viu? — ajeitou novamente o óculos no rosto e deitou a cabeça no ombro do pai.

— Aposta? — Sasuke riu ajeitando ela no colo e vendo Sakura pegar a mochila vermelha da filha.

— Pirulito. — respondeu sucinta. Característica que herdara dele e agradecia imensamente por isso.

Sakura se adiantou tirando os óculos dela e guardando na caixinha dentro da bolsa enquanto se dirigiam até a porta principal do prédio sentindo Sasuke entrelaçar suas mãos enquanto levava a filha no colo.

O mustang não estava há muitos metros dali e logo partiram com Sarada na cadeira infantil instalada no banco de trás do carro.

Sakura encostou a cabeça no banco do automóvel observando a filha que prestava atenção na paisagem da grande cidade, sentiu o toque em sua mão a fazendo voltar sua atenção para o marido que dirigia com uma mão enquanto a outra lhe fazia um carinho com o polegar.

Logo estavam em casa e sendo recebidos por Shin que girava em volta de Sarada arrancando as risadas que preenchiam o apartamento enquanto os pais observavam a bagunça da pequena com o pug.

Sakura, então, dei um tapinha no ombro do marido e sorriu travessa quando ele a olhou desconfiado. Sakura poderia admirá-lo por muito tempo, a idade fazia bem ao seu marido, que ao invés de perder o charme juvenil, aumentou isso com aquela beleza que parecia melhorar ainda mais com o tempo. Deu uma piscada e apontou a menina com a cabeça.

— Hoje é seu dia de dar banho na Sarada.

E saiu para a cozinha antes que Sasuke tentasse barganhar.

Sasuke abriu os botões do pulso da camisa social e as remangou liberando os braços, tirou o relógio do pulso e foi até a filha, pronto para a tarefa.

Sarada estava deitada no sofá, as energias da criança já estando ao fim depois do dia na escolinha e a bagunça no Sharingan, que sempre acontecia quando Sakura saía mais cedo do consultório e pegava a filha para encontrá-lo no escritório. Parou em frente à ela com as mãos nos bolsos e sorriu para sua pequena cópia, os olhos teimavam em ficar abertos mas estava sendo uma batalha difícil ali.

Abaixou-se até ela e colocou o rosto no pescoço sentindo o perfume infantil antes da risadinha da filha soar pelas cosquinhas.

— Papa! — Ela se contorcia rindo — Cos..quinhas.. Papa! -

Sasuke era um verdadeiro bobo desde que pegou Sarada nos braços pela primeira vez. Junto de Sakura, ela tornou-se seu motivo de felicidade, o maior prêmio que ele poderia ter ganhado em sua vida.

— Vamos pro banho! — Pegou a pequena risonha nos braços rumando até o banheiro, pegou a toalha da menina no cabide atrás do quarto da mesma.

— O aniversário da mamãe está chegando... — Sasuke comentou depois de colocá-la dentro do box e enquanto colocava a quantidade de shampoo nas mãozinhas da filha para que a mesma lavasse os cabelos, estava agachado em frente ao chuveiro auxiliando a pequena Uchiha que já teimava dizendo que poderia tomar banho por si só.

— Precisamos pensar no presente dela! — Sarada disse em tom baixo — Ai… Pai! — choramingou quando a espuma caiu nos olhos.

Sasuke prontamente a ajudou tirando o excesso com água rapidamente enquanto a pequena tentava segurar o choro, orgulhosa como a mãe, logo os olhinhos negros abriram-se um pouco avermelhados pela ardência.

— Pronto — Sasuke passou a mão pelo rosto da filha — O que acha de no sábado irmos dar um passeio e procuramos alguma coisa, hun?

— Hai!

Pegou a toalha e a enrolou ali a pegando no colo e indo até o quarto vesti-la.

— Papa…

— Hm — Sasuke murmurou enquanto pegava as peças de roupa para ela.

— Sabe, eu tava pensando… Hoje a sensei disse que vai ter um bebê, parece que ela encomendou sabe — disse enquanto o pai a ajudava a colocar o pijama — Ai, eu pensei… Por que não encomendamos um bebê?!

— Ahn? — Sasuke levantou a cabeça confuso, a mente do Uchiha havia parado por alguns segundos.

— É! Porque você não encomenda um bebê para a mamãe de aniversário? Eu quero um irmãozinho!

Naruto o alertou sobre aquele momento, não achou que viria tão cedo.

— Sarada…

— Ia ser bem legal — Sarada colocou a mão no queixo pensativa — Por favor! Por favor! -

Encarou a menina que juntava as mãozinhas na frente do rosto em súplica, respirou fundo antes de sorrir para a grande ideia da filha.

— Vou conversar com a sua mãe, o que acha? — Respondeu secando os cabelos por fim.

— Faça o seu melhor papa! — Abraçou o pai, a mente inocente da menina alheia aos planos do Uchiha mais velho.

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Sasuke entrou rindo em seu quarto. Sakura lia um livro sentada na beirada da cama, com apenas uma perna estendida sobre o colchão e uma xícara grande do que deveria ser cappuccino. Ele havia acabado de sair do banho e enxugava os cabelos quando ela o olhou por um momento antes de voltar a atenção pro livro.

— O que ela aprontou dessa vez? — Sakura perguntou sem tirar os olhos do livro.

— Estava sugerindo algumas ideias que não deveria na idade dela… — Sasuke desfez-se da toalha e parou a meio caminho do closet.

Usava apenas a calça de moletom azul marinho, e Sakura pareceu perceber isso quando levantou os olhos curiosa para o marido e o viu de braços cruzados sobre aquele peito que ele mantinha definido. Sasuke parecia pensativo, olhando para fora, pela janela que mostrava as milhares de luzinhas na cidade.

— A inteligência dela me assusta, ás vezes — Sakura fechou o livro, sem desviar da expressão dele. Desde o início sabia que aquele jogador não podia ser ignorado quando parecia tramar algo. — Sasuke?

— Faz tempos que não fazemos um joguinho — ele a olhou de canto subindo os olhos pelas pernas dela sem disfarçar. Sakura sorriu mostrando-se escutar.

— Que tipo de joguinho, sr. Uchiha? — Sakura ergueu uma sobrancelha deixando aqueles olhos brilharem desafiando-o.

Sasuke sorriu de canto, jamais resistiria aqueles olhos selvagens que davam a vitória como certa. Andou até a beirada da cama ficando ao lado dela, as mãos foram até os cabelos rosas e e pararam atrás erguendo a cabeça dela para que ele chegasse bem perto dos seus lábios.

— Vamos fazer uma aposta, senhora Uchiha. Se você ganhar, eu falo o que a Sarada propôs. — ele sussurrou misterioso preso naqueles olhos. Sakura perdia toda a noção quando ele a tomava desse jeito e torturava tão perto.

— E se você ganhar? — ela perguntou deixando um delicado beijo na boca dele.

— Se eu ganhar — ele a deitou cobrindo-a com seu próprio corpo e deixando beijos pelo pescoço dela. Subiu até que os olhos se encontrassem e deu um sorriso sacana — Então fazemos o que ela pediu.

Fim.

Notas finais
Sasuke saliente nas perversão até no ultimo capitulo porque sim. Não sei nem o que dizer, muito menos sentir. Cristo, vou sentir tanta falta disso, puta merda. Obrigada a todos vocês ♥ Espero que continuem nos acompanhando, não esqueçam de nois ;-; Pan ta com uma fic uma tal de Ojos Así (a qual a beta é linda, cof cof.) e pelos olhos da Madara se vc não leu, corra para ler! E eu continuo com Dogma em reta final. E pra quem deseja saber, eu e dona Pan já estamos com um projetinho novo viu? ELA ESTA PRESA A MIM PARA SEMPREEEEEEEEEEEEE. Nem preciso dizer que as loucas já estão animadinhas para escrever ne? Então aguardem! Novamente, um beijo a todos e um obrigada dessas duas autoras que são viciadas em Bon Jovi, Aerosmith e mustangs. ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!