Notas iniciais
Espero que gostem :)

Joe’s pov

Eu e a Demi estávamos sentados nos balanços no fundo da casa dela, o sorriso dela estava triste hoje. Ela acabava as “piadinhas” dela e seu olhar ia direto em direção chão. Eu não sabia o que ela tinha ou o que eu deveria fazer, eu queria abraça-la e conversar sobre isso, mas ela detesta essas coisas, ela tem essa ideia de que chorar é coisa de gente fraca! Nesse momento eu só queria que ela não fosse tão cabeça dura, mas eu a entendia. Fiquei a olhando encarar o chão por algum tempo e me deu um aperto no peito, odiava vê-la assim. Me arrisquei em perguntar.

Joe: -Trace?

Ela fez que não com a cabeça sem nem tirar os olhos do chão, ela estava quase chorando.

Joe: -Então o que é? Me fala Dem, por favor!

Ela respirou fundo e me olhou triste, lágrimas desceram pelo seu rosto enquanto ela falava.

Demi: -Eu tenho medo Joe, medo de que o problema não sejam os caras que eu saio e sim eu. Eu tenho medo de morrer sozinha tá legal?! Eu não sou uma pessoa fácil de lidar, eu sou super problemática, controladora e...

Joe: -Você é perfeita!

Um sorriso se formou no rosto dela enquanto eu a olhava nos olhos. O sorriso dela me fez sorrir e eu levei a minha mão ao rosto dela enxugando suas lágrimas. Ela me puxou pra um abraço e eu a abracei forte dizendo que tudo ficaria bem.

Demi: -Obrigada!

Ela falou sem me soltar do abraço, eu senti o cheiro do cabelo dela enquanto ela me abraçava e sorri como um tonto, depois fiquei confuso por ter cheirado o cabelo dela e sorrido como um tonto. Ela se soltou do abraça falando brava.

Demi: -Se você contar pra alguém que eu chorei eu te mato entendeu?!

Eu ri e concordei, ela e essa mania de querer ser forte. Mas estava feliz de ter minha Demi de volta!

*Alguns dias depois- Demi’s pov*

Comecei a bater na porta da casa do Joe com muita raiva, aquele garoto ia morrer hoje! Ele abriu a porta com maior cara de sono e eu o fuzilei com os olhos.

Demi: -VOCÊ TEM MERDA NA CABEÇA???

Joe: -Alguém acordou de mau humor!

Ele disse risonho e eu revirei os olhos e cruzei os braços.

Demi: -VOCÊ FALOU PRO NIALL QUE EU TO GRÁVIDA??

Joe: -Ahm... Sobre isso... Eu... Er... Ahm... Bom...

Ele começou a gaguejar nervoso e aquilo fez meu sangue ferver, mas ao mesmo tempo eu tive vontade de rir, era impossível ficar brava com ele de verdade. Eu tentei falar brava, mas acabei falando meio risonha.

Demi: -SUA MULA! Já pensou se isso chega no meu pai?

Joe: -Me desculpa, é só que... Ah o garoto não saia do seu pé!

Demi: -E por que você se importa?

Joe: -Pela mesma razão que você não quer que eu saia com a Ashley!

Eu arregalei os olhos assustada e fiquei vermelha como um pimentão, tá, nós morríamos de ciúmes um do outro, mas não falávamos isso em voz alta. Ficou um silêncio estranho entre nós dois naquele momento. Eu dei um suspiro e o olhei com um pouco de medo.

Demi: -Joe eu...

Nesse momento ele me puxou pra ele pela cintura e selou nossos lábios em um beijo passivo, passei os braços ao redor do pescoço dele enquanto os braços dele pressionavam forte meu corpo contra o dele. Ele tinha lábios convidativos e assim que sua língua tocou meus lábios eu os abri deixando assim nossas línguas começarem a batalhar em nossas bocas, o beijo foi ficando mais intenso, eu senti meu rosto se avermelhar com o calor, mas aquilo não me importava, o Joe desceu suas mãos da minha cintura para minha bunda enquanto as minhas deslizaram por seu peitoral e entraram por debaixo da camisa dele sentindo sua pele quente tocar a minha. Ele me segurou pela cintura me tirando do chão e, sem quebrar o beijo, nos levou pra dentro de casa, fechou a porta com o pé e logo eu tirei a camisa dele e ele a minha. Nossas roupas foram ficando pelo caminho até o quarto dele e quando nos demos conta já tínhamos ido longe demais pra voltar atrás. Nossas respirações estavam curtas, a barriga dele deslizava suada sobre a minha, eu gritei o nome dele que ecoou pelo quarto e nossas respirações finalmente ficaram mais leves, ele me abraçou apertado e nossos corpos se relaxaram por completo. Ambos tínhamos sorrisos estampados em nossos rostos, mas então nossos olhares se cruzaram e palavras não eram necessárias, nossas expressões diziam claramente o que se passava em nossas mentes “o que foi que a gente fez?”.

CONTINUA...

Notas finais
Não tenha medo de criticar, criticas me ajudam a melhorar então, por favor, fique a vontade!
Obrigada, beijão :*