Jaylily - um amor quase impossível
7 Desmascarando a verdade
Notas iniciais
P.O.V. Coral
Eu levantei, fiz minha higiene matinal e fui para o quarto dos marotos, que, pra variar, estavam tentando acordar o Padfoot.
— Bom dia, garotos — disse.
— Bom dia Coral — responderam em uníssono.
Como minha paciência não está das melhores, eu simplesmente lancei um aquamenti no Six. Ele acordou se afogando, enquanto os garotos riam.
— Porra, Coral! — exclamou ele.
— Cala a boca, Sirius, que eu tô sem paciência hoje!
— Ok.
Ele foi no banheiro se trocar e eu fiquei conversando com os meninos.
— Então, Coral — James me chama — ,tudo certo pra hoje a noite?
— Sim — respondi. Ontem à noite, James nos mostrou as lembranças que o amigo do Diggory deu a ele. E eu tenho um plano para desmascara — lo.
— Perfeito — elogiou James, quando eu falei o plano — agora vamos tomar café e ir pra aula.
O dia passou rápido, e quando nos demos conta, nós estávamos indo ao Salão Principal para o jantar. É chegada a hora de pôr o plano em prática.
P.O.V. Lily
Lá estava eu, jantando e conversando com as garotas, quando o Professor Dumbledore se levanta e o Salão silencia.
— Muito bem, o jantar está quase acabando, mas antes eu queria fazer uma... revelação, é isso mesmo?
— Sim, Professor — disse Potter.
— Muito bem, será que teria como os senhores e a senhorita vierem aqui?
Eles se levantaram. Dumbledore foi áuma sala atrás da mesa dos professores, enquanto os marotos iam até diante da mesma, de frente para as outras . Dumbledore voltou com uma bacia de pedra, que eu já ouviram falar. Uma penseira.
— Bom agora é com vocês, garotos — disse Dumbledore.
— Bom — começou Potter — quero pedir para que a senhorita Evans e o senhor Diggory se levantassem, sim?
Eu e Amos nos levantamos , eu estava confusa e ele também, pelo visto.
— Bom, venham até aqui — disse Coralina. Eu fui junto com Amos — Diggory, nós recebemos uma coisa de alguém, que não vamos falar o nome, que nos diz algumas coisas que são inadimissíveis para nós marotos.
— Exato — Remy tomou a palavra — e eu tenho certeza que para os outros alunos também. James, por favor.
O dito cujo despejou o conteúdo prateado de um frasco.
— Evans, você vai precisar ser forte — disse ele enquanto sacava a varinha. Ele apontou- a para a penseira e jogou na porta do Salão, que eu nem percebi que tinha se fechado. Apareceram imagens ali. James ficou do meu lado e segurou minha mão, não sei por que, mas não me desvencilhei.
Ali estava Amos e seus amigos, brincando de verdade ou desafio. Chegou a vez de Amos.
— Verdade ou desafio? — perguntou Caster.
— Desafio — respondeu Amos.
— Iludir uma garota — desafiou Caster.
— Que garota? — perguntou Amos, parecendo interessado.
— Lilian Evans — respondeu Caster.
— Fechado — respondeu Amos. Nesse momento,meus olhos se encheram de água.
— Mas isso não é errado? — perguntou Michel.
— Não na nossa visão meu caro Michel — respondeu Caster.
— Além do mais é temporário — disse Diggory. Não consigo chamá — lo pelo nome mais.
— Na verdade — complementou Caster — , eu pensei em vocês namorarem até ela dizer chega.
— Quê? — questionou Diggory — Sério isso?
— Sim — respondeu Caster.
— Tá bom então, né
*****
Diggory estava em uma sala de aula vazia. Mas não estava sozinho.
— Amos — chamou uma garota da Sonserina.
— Sim, Grace — respondeu Amos, beijando o pescoço dela.
— E a Evans?
— O que tem ela? — questionou, traçando beijos pelo colo dela.
— Sei lá, vocês tão namorando e...
— Na verdade é só uma brincadeira minha e dos meus amigos — respondeu ele.
— Humm...
E assim se sucedeu várias lembranças do Amos. Quando acabou todos olhavam pra mim. Eu sequei as lágrimasque haviam caído e dei uma risadinha.
Me virei para Amos sorrindo minimamente, com intenção de assustar, e deu certo.
— Até eu dizer chega, não? — falei — Pois bem. CHEGA!!!
Eu apertei a mão do Potter como se dissesse para me seguir, pois não queria falar com ninguém neste momento, queria companhia e queria agradece — lo.
Saí do Salão Principal e subi calmamente as escadas. E ele me seguia...
Fale com o autor