James Pigam
1 James Pigam e o Tempo Real - Prólogo: A Maldição
Era quase meia noite e ainda estava em seu escritório, o relógio acompanhava sua pulsação e as mãos seguravam a cabeça. Pensava em um monte de coisas, pensava realmente em um turbilhão de pessoas, objetos e fatos, a leve sineta tocou, e com a voz baixa disse um pequeno \"Entre\". — Senhor, boa noite — Disse Jeff Craham seu mordomo gentil. — Nem tão boa Jeff — Disse James — Ligue para o Broekiev, mande preparar o Fênix. O Fênix era um navio lendário, era velho, clássico e ainda moderno e charmoso, dizem que atravessou uma gigantesca com um sistema de espátulas, uma história totalmente fantasiosa que constava em uma biografia não autorizada do jovem empresário. James Pigam tinha vinte anos, possuía a maior fortuna do mundo, conseguida atráves de conseguir gerar energia a medidas mundiais para todo o mundo, sem poluentes, rápida, de graça para as pessoas e o melhor de tudo, eterna. Nenhum especialista conseguia explicar.Mas ninguém entenderia mesmo. Pensando nisso soltou uma leve faísca de raio de sua mão.Sentiu o poder, o raio, a adrenalina dos velhos tempo, o raio branco neve se tornava amarelado, e depois atingiu uma coloração negra, seus olhos começavam a ficar mais pretos, todo seu corpo estava segurando aquela energia, e só conseguiu dizer uma coisa antes: — Saia da frente Jeff...saía... E Toda aquela energia saiu de seu corpo, de um dedo ao outro saindo pelo indicador de sua mão direita, o raio passará exatamente no lugar onde Jeff estava a menos de sete segundos, o raio negro cortou a parede e atravessou todas da Eletric Pigam, até se dissipar no seu de Londres. Poucos funcionários se feriram e pouca — quase nenhuma — informação fora dada sobre o incidente. E Jeff era o único que sabia de tudo.Da força obscura, do excesso de poder, da pedra do raio em cima de um anel em seu dedo. O Fênix zarpava um dia depois daquilo direto para e estação marítima da Eletric Pigam, uma pequena parada lá para um assunto casual de negócios, e depois algo deveria ter feito. No convês do fênix, uma outra fagulha saia dos seus dedos, concentrou-se, o raio se tornava preto enquanto seu cérebro se concentrava em não torna-lo assim, era uma força incontrolável, saiu do seu corpo e se sentiu aliviado, porém estava com raiva daquele infeliz raio, puxou-o novamente para si, seu dedo estava se tornando negro, até que a escuridão se expandiu em sua mão, o raio permanecia em seu corpo, não sentia mais nada alémde sua consciência, logo a perdeu, um extintor atingia sua cabeça. E Era ele, seu mordomo, o havia salvado de sua própria maldição, quando sua mente se fechou com o desmaio a magia se esvaiu para o ceú. Assim que acordará sentiu. A Magia incontrolável A Magia Negra. A Maldição. Ainda vivia em seu corpo.
Fale com o autor