Jade No País Das Maravilhas
1 Capítulos 1 e 2...
Jade West repousava-se em baixo de uma árvore que ficava atrás do colégio Hollywood Arts. Sentada no chão e encostada no troco da árvores, lia um livro no qual ela tentava mantém a concentração em vão. O livro era entediante. Um livro sem gravuras e nem diálogo. Entretanto ela tinha que ler, pois essa livro fazia parte de uma nova peça feita pelo o professor Sikowitz, um fato que ela podia ignora, a não ser por um pequeno detalhe: A peça que era musical e seria assistida pelo amigo do Erwin, O senhor Bart D. Miller um grande produtor e caça talento. E essa poderia ser a chance de ela assinar um contrato com uma grande gravadora.
– Que saco. — bufou para se mesma.
– O que é ´´que saco``?. — Jade estava tão distraída que nem percebeu quando Beck tinha chegado. Ele estava em pé com as mãos no bolso ao lado da árvores onde Jade estava sentada.
– Está muito tempo ai?. — perguntou Jade sem tira os olhos do livro.
– Alguns minutos. Mas você não respondeu minha pergunta. — falou Beck se sentando ao lado da namorada — O que é ´´que saco``?.
– Esse livro. — respondeu Jade fechando o livo e mostrando para o Beck — De que serve um livro sem gravuras e sem conversa?. — Beck soltou um riso — Por que você está rindo?.
– Você parece a Alice.
– Quem é essa Alice?. — perguntou Jade um pouco enciumada, o que fez Beck rir mais ainda.
– Eu estou falando do livro de Lewis Carroll. — Jade olhou sem entender nada — Não me diga que você não conhece Alice nos pais da maravilhas. — Jade continuou a olha Beck sem entender nada. Por mais estranho que parece, Jade realmente nunca leu essa historia de Alice nos pais da maravilhas– Esquece. Um dia eu vou te dá o livro.
– Prefiro um beijo — disse Jade se curvando para beija Beck que respondeu, é claro.
Uma coisa que só Beck sabia, era o quanto Jade podia ser cariosa quando ela queria. Por isso ele sabia que essa coisa de ´´Eu sou uma pessoa malvada`` era uma forma de se esconder. E isso o perturbava. Mas do que ela tanto se esconde?
Jade afastou o seus lábios da boca de Beck e o olhou com o cenho franzido.
– O que foi?. — perguntou Beck.
– Que horas são?.
– Deixa eu ver — respondeu Beck olhando em seu relógio — faltam vinte para quatro.
– Merda, merda — disse Jade se levantando — Eu estou muito atrasada, muita atrasada.
– Mas do que?. — perguntou Beck também se levantando.
– Rachel disse para eu estar em casa as 3 horas.
– E? — perguntou Beck confuso. Jade nunca foi de se importa para regras imposta por sua mãe.
– E, a gente fez um acordou. Se eu for uma ´´bom menina`` — disse fazendo aspas em boa menina — Ela vai me dá permissão para a viajem de Nova York. Eu podia fugi, mas não quero que aconteça como na ultima vez que ela chamou a policia.
– Quer uma carona?
– Não precisa. Eu vim no meu carro. — dizendo isso deu mais um beijo no Beck e saiu apresadamente.
Jade chegou em casa. A casa dela era bem grande e confortável. Tinha um varanda e um jardim onde havia heuchera, e florescia margarida e gailárdia. Ela entrou correndo pela sala, onde encontrou sua mãe sentada no sofá, assistindo algum programa besta de TV fumando o seu cigarro.
– Está atrasada. — disse a Senhora West sem tirar os olhos da TV.
– Foi mal, Rachel – disse Jade. Ela sempre chamava sua mãe pelo o primeiro nome. A ultima vez que Jade chamou Rachel de mãe foi quando ela tinha 9 anos, um pouco antes de seu pai ir embora, e morar com outra família.
– Nós tínhamos um acordo — disse novamente sem tira os olhos da TV.
– E ainda temos — disse Jade friamente — Vou subir para o meu quarto.
Jade subiu as escadas correndo. Uma coisa que ela fazia sempre era correr, como estivesse sempre atrasada. Entrou no seu quarto e jogou sua mochila em cima da cama. Tomou um banho mas desta vez sem pressa, e depois colocou sua habitual roupa preta. Uns dos acordo para ela poder ir a Nova York era que ela passasse mais tempo em casa, então por isso ela não ia sair de casa hoje a noite. ficou trancada em seu quarto escutando suas musicas favoritas.
Era já noite e Jade ainda não tinha saído do seu quarto, ela não estava afim de sair do seu quarto e sem encontrar com Leslie, o seu padrasto. Leslie parecia ser um bom homem, tinha um bom emprego como advogado, porém tinha uma coisa na Jade que não deixava ela gostar dele. Talvez porque ela queria o pai dela de volta.
Jade foi até a janela, ao se lembra de quando era criança e seu pai estava por perto. Agora eles só se falavam por telefone em datas comemorativas. Dá janela dela dava para ver o quintal do vizinho. Um velho rabugento, que morava sozinha e não gostava ninguém na casa dele. Jade estava distraída olhando o quintal do vizinho, quando viu uma coisa lhe chamar atenção. havia uma coisa se mexendo entre os arbusto, parecia ser uma animal, parecia ser um coelho. Ele está de terno?. Não, não. Está escuro, sou eu que não estou vendo direito. Mas a curiosidade foi maior e Jade saiu do quarto pela a primeira vez deste que chegou naquela tarde. Ela saiu, desceu das escadas correndo, passou pelo Leslie porém sem dá um oi. E saiu pela porta correndo como sempre. Havia um buraco na cerca de madeira que dividia o quintal da Jade com o do vizinho, esse buraco foi feito pelo um cachorro que ela tinha quando criança, mas ninguém nunca mandou conserta essa cerca. Jade se agachou e passou pelo o buraco, com calma, não queria que seu vizinho percebesse que ela invadiu o seu quintal e chamar a policia. Ela caminhou pelo o quintal procurando o tal coelho. viu que um dos arbusto não parava de sem mexer. Ela foi até lá com cuidado para não esparto o coelho. Mas para sua surpresa foi ela quem se assustou quando o coelho pulo para fora dos arbusto. Ele realmente estava de terno com um relógio enorme de bolso.
– Atrasado, eu estou muito atrasado — dizia o coelho. Jade não se conteve e soltou um grito de susto. O coelho atrasado se assustou e deu também um grito, fazendo Jade gritar mais ainda. parecia uma competição de quem gritava mais alto.
– Mas o que esta acontecendo aqui? — perguntou alguém atrás da Jade. Ela se virou e se deparou com seu vizinho ranzinzo, Jade não falou nada, estava muita assustada — Vamos, me diga o que você está fazendo aqui?
– O coelho — finalmente respondeu ela — O coelho de terno — Jade se virou para olha novamente o lugar onde o coelho estava, porém não encontrou nada.
– Que coelho de terno? — perguntou seu vizinho com Jade fosse louca ou estava drogada.
– Nada não, esquecer — disse Jade e saiu, voltando para sua casa, muito, mas muito confusa.
Será que eu to ficando louca? — falou para se mesma. Deve estar, porque esta falando sozinha– cala a boca consciência
Rachel http://images5.fanpop.com/image/photos/25500000/Neve-Campbell-neve-campbell-25574773-1709-2560.jpg
Leslie http://estrelando.com.br/fotos/95/42/fto_ft1_179542.jpg
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