It's Over For Us

26 When The Heart Beats Again


Notas iniciais
Gnttttt eu nem acredito que descobri que o Nico e ..... affs eu choreii muito muito mesmo mas depois fiquei pensando TIPO O NICO E TAO FODAA ELE VAI DAR UM JEITO NA VIDA DELE QUE EU SEI ACREDITO NELE. mas voltando ao cap ta ai, nesse eu fiz o meu melhor ou nao kkk eu me foquei na minha personagem favorita espero que vcs gostem. entao prontos para ANNABETHH :!!!!


Annabeth cambaleava pela a terra lamacenta com alguns torrões de grama, parecia que não aguentava o peso do próprio corpo, o chão a puxava para baixo, mas a mesma lutava para ter equilíbrio, a estrada estava deserta ela pensava consideravelmente na estupidez que fizera de correr do parque e estar neste momento andando desamparada em uma estrada lamacenta, com algumas gotas de chuva que ainda caiam e de possíveis sequestradores, pelos seus cálculos ela deveria ter aguentado e quando estivesse sã e salva na cabana ela poderia correr o máximo que pudesse para longe de Percy e nunca mais ver a cara do mesmo... Belo plano, mas mal executado, ela não havia usado a razão nessa hora e sim algo que ela fazia tempo que não era mexido. Continuou um bom tempo andando sem rumo pela estrada ate ver placas que identificavam que não estava muito longe da cabana em Mountak, ela ouvia as corujas noturnas se preparando para seu banquete, as gotas que ainda caiam do céu chapinhavam pelas poças de água e lama que havia no solo, suas roupas estavam encharcadas, sua camisa colada ao corpo com o sutiã amostra tinha medo de que um carro parasse e a levasse por isso andava um pouco rápido, a saia preta colada às coxas a incomodava, como ela queria um bom e velho short que a deixava mais confortável, olhava para o horizonte sem muita animação, tinha seu pequeno prêmio de uma coruja de pelúcia contra seu peito, somente se lembrando de como havia a ganhado sorriu, se lembrou do hálito quente que sentia em seu pescoço, se arrepiava com as palavras ditas que faziam sua espinha levar leves choques elétricos pelo corpo, se não fosse tão orgulhosa teria se entregado a ele em segundos, mas não.


-Maldito Jackson!-gritou para o nada, com uma raiva visível.


Mesmo cansada e raivosa continuou a andar.


Não sabia quantos metros ou quilômetros havia percorrido, ela somente se importava que de onde estava ela podia via as luzes da cabana e que já estava de noite, correndo agora com esperança de chegar e cair na sua cama fofa e calorosa. Enquanto corria viu os dois cães de Reyna, Aurum e Argetum, os dois estava achava ela em uma caçada, pela raça deveria ser ate ver um coelho com uma mistura de branco e marrom na pelagem correr em direção a uma pequena floresta e ser seguido pelos dois cães, ela agora sabia o porque de Reyna os ter pois pareciam muito com a dona eram caçadores como a mesma e alertas, sempre tinha uma postura firme e elegante como a morena que Annabeth invejava, enquanto andava pensava se poderia algum dia ser amiga dela “ Possivelmente... mas não agora” pensou.

Caminhou penosamente ate a varanda da cabana, deu uma olhada em si, estava encharcada, suja de terra com o rosto com marcas de lagrimas e os olhos inchados de tanto chorar na travessia tratou logo de tentar se limpar com uma parte da blusa que antes era branca para parecer menos mendiga que o possível, adentrando a casa passou pelo corredor que tinha as paredes cor de vinho um tom meio incomum para Poseidon, mas logo imaginou que quem havia escolhido a cor era sua esposa Anfitrite, ela não suportava aquela mulher que era muito preocupada com as aparências Annabeth se lembrava dos tons de frieza da expressão da mulher, desde que era uma menininha e que frequentava a casa de Percy ela percebia que Anfitrite não sorria nunca, somente fazia falsos risos e atos suaves com os lábios mais nunca um sorriso de alegria enquanto seu marido Poseidon sempre que via Percy ou Nico ou qualquer pessoa que conhecia ele dava sempre seu sorriso caloroso que poderia esquentar ate a parte mais fria da Lua, pensando nisso a loira nem havia percebido uma grande criatura chegar muito perto de si e assim a levar direto para o chão da sala fazendo um barulhento baque, sorte dela que havia um tapete felpudo bege bem no local de sua queda.

Ela agora podia ver a imensidão negra em cima de si, a cadela tinha os olhos mais penetrantes que poderia imaginar belos olhos marrons, mas se olhasse rápido demais pensaria que seria vermelho, a grande cadela parecia ate sorrir para Annabeth que inutilmente tentava a tira de seu peito.

Com um sorriso nos lábios de ver novamente aquela linda cadela.

-Oi garota há quanto tempo em?- fazia anos que não há via, ela somente via relances de Sra. O’Leary brincando no quintal de trás da casa quando caminhava perto e ate parava para lhe dar atenção e assim ia embora, mas vendo agora a bela cadela negra via o quanto havia crescido- Você cresceu bastante, mas do que imaginei-

Como uma confirmação sra. O’leary latiu e deu algumas lambidas no rosto de Annabeth antes de sair de cima da loira que ria.

-Então cadê seu dono em garota?- ela não acreditava que estava realmente falando com um animal que não era racional, sinceramente estava ficando doida, como se tentando falar a cadela latiu um tanto descontente como se falasse que não sabia ou que ela não deveria vê-lo. Annabeth vendo confusão nos olhos da cadela deu um leve sorriso a ela e afagou-lhe as orelhas que fez a pequena cachorra ficar contente- Hum... Ei garota você guardaria um segredo?-

Annabeth havia se sentado no sofá e pelo que via estava sozinha na sala e obviamente com Sra.O’leary de seu lado que a escutava cada coisa que lhe contava, Annabeth precisava disso, precisava de um ouvinte que não desse opiniões somente ouvisse, ela queria desabafar tudo que guardava mais o problema era para quem mas quem seria melhor do que a cadela do seu ex, riu com o pensamento, enquanto contava a cadela ouvia atentamente as vezes latia e outras sacudia a cabeça e acabava espalhando saliva para todos os cantos o que fazia Annabeth a olhar reprovadoramente mas que somente durava cinco segundos e que sorria e abraçava a grande e negra cadela que latia feliz, depois de bastante tempo falando Annabeth ouviu passos próximos.

Com um simples gesto com o dedo transmitia um “Silencio”

A pessoa parecia se arrastar, e estava mais próximo a cada passo arrastado, com um pouco de curiosidade Annabeth que havia se escondido atrás do sofá tentou ver por cima do mesmo, ela via cabelos negros e meio compridos que também eram meio encaracolados, a pessoa estava de costas vestia uma blusa azul marinho tinha letras escritas em vermelho na costa da camisa “Imagine Dragons” e usava uma calça moletom negro era Nico D’Ângelo com toda certeza ele andava com um morto, pelo que Annabeth via ele mexia na geladeira a procura de algo para comer pensou ela, fazia tempo que também não via Nico, ela se lembrava de um menininho energético com o corpo magricela que sorria sempre e sempre seguia Percy para todo o canto, mas agora o vendo com seus quinze anos para quase dezesseis ela podia ver a diferença que existia, seus cabelos havia crescido, seu corpo modificado não era mais o magricela agora tinha um belo corpo para se aparecer, mas não somente havia mudado o corpo e sim o interior ela via mais força e determinação em seus olhos, depois do ocorrido com sua família Annabeth via Nico sempre escorado pelos cantos e com uma cara de defunto como se sofresse não fisicamente e sim interiormente, como se sua alma estivesse em constante sofrimento mas agora ela via Nico sorridente, mesmo que tivesse um sorriso sarcástico ele agia como vivo.

Olhava Nico com fascínio e com um sorriso nos lábios vermelhos e borrados de seu brilho labial de morango. Tão concentrada no menino que não havia visto um ser de oito patas em seu braço que quando seu corpo deu o alerta e a fez olhar ela rapidamente deu um grito abafado e agudo ate demais, logo colocou a mão tapando a boca para não sair mais gritos, e assim se escondeu novamente atrás do sofá, pois Nico já havia se assustado e deixado cair o leite que acabou sujando a cozinha inteira, ela ouvia xingamentos da parte dele, mas nada de ele ter o visto, olhou por seu corpo e percebeu o ser de oito patas não estar mais la pensou que com sua agitação deve ter jogado a coisa para longe de si, ficou sentada no chão de costas para o sofá ate ouvir os passos arrastados de Nico estarem em direção a seu quarto.

A cachorra que havia deitado no sofá a olhava como se fosse louca que Annabeth pensava seriamente se era ou não, mas tratou de esquecer, ela tinha que para seu quarto descansar seu dia foi bem exaustivo e com bastantes surpresas, andando letamente pelo corredor que levava a escada ela sentia que sra. O’leary a seguia, nas escadas ela tentava ao Maximo fazer um mínimo de barulho e assim com bastante luta chegou a seu quarto, quando abriu a porta a cadela como um raio entrou e já estava deitada em sua cama o que a fez sorrir “ Acho que hoje não durmo só” e logo foi ao banheiro tomar um belo banho.

Enquanto a água morna passava por seu corpo ela pensava varias vezes no beijo com Percy, a cena se repetia varias e varias vezes sem parar ela bufava e suspirava, mas não conseguia, ela o odiava tanto por isso, por esse poder de atração que a deixava tão quente e com tanta falta de ar ela somente queria pensar em nada. No belo e racional nada. Tratou de mergulhar sua cabeça na água para ver se sua mente clareava as ideias, mas parecia que ela estava novamente na roda gigante o beijando. O tocando. O amando. Não podia não depois do que El havia lhe feito nunca o perdoaria nunca.

Enxugando seus cabelos Annabeth via sra. O’leary dormindo calmamente, a fazia lembrar de quando era filhote e logo riu lembrando o dia em que essa grande cadela negra como as trevas mas dócil como bebe havia entrado em sua vida.

Do lado da cachorra tinha sua nova mascote a coruja de pelúcia que havia lhe rendido umas boas situações intrigantes, mas mesmo assim ainda achava que era um bom pressagio tê-la com a companhia de Sra.O’leary e de Merope nome que Annabeth havia escolhido a ela pelo que se lembrava dos mitos de Atena que era sua deusa favorita, sua mãe que tinha o mesmo nome lhe contava todos sobre a deusa para fazer Annabeth dormir, ela lembrava de um mito com uma filha de Atlas chamada Merope que ridicularizou os olhos cinzentos da deusa e zombou dela e de outros deuses e assim a deusa transformou-a em coruja, juntos dessas duas belas criaturas ela se deitou na cama fofinha pensou ate que não dormiria mas seu corpo lhe enganou quando toucou a superfície macia da cama desmaiou de cansaço.

Se Annabeth esperava sonhar com mulheres virando corujas e deusas de três metros de altura. Obviamente que não. Aqueles não eram seus sonhos habituais, mas quem era ela para discutir com Morfeu, acordou com um susto de monstros de corpo de ave e rosto humano a pegarem.

Com o corpo sustentado pelos braços inclinou a cabeça para ver se a cadela ainda estava la, mas somente avistava Merope a coruja. Percebeu que a porta de seu quarto estava entreaberta pensou que deveria não ter fechado a bem mesmo que fosse impossível já que a mesma nunca deixava a porta aberta e sempre se certificava, mas deixou para la não queria se preocupar com isso logo seguiu o caminho para o banheiro e fez sua higiene matinal, trocou suas roupas já que estava de pijama, e pelo que via no relógio estava um pouco cedo demais como não queria voltar a sonhar novamente logo saiu de se quarto e foi em direção a cozinha comer algo, ela ainda se lembrava de Nico tomando seu leite e riu “Continua o mesmo garotinho de sempre” fez algumas panquecas para si e também para os outros, enquanto fazia se perguntava se Jason já havia voltado de ajudar Thalia com seu carro. Mas provavelmente sim. Depois de feito pegou algumas e foi para a sala ver algo na TV, mas indo para o sofá quando ia se sentar ouviu um ronco um pouco alto e se assustou com o corpo esparramado no sofá.

Percy tinha o corpo jogado no sofá parecia com um corpo estirado no chão ele estava agarrado com Sra.O’leary o que fez Annabeth rir, sua expressão era tranquila. As pálpebras às vezes tentavam abrir como se para sair de um pesadelo, mas logo desistiam voltando a um sonho bom, Annabeth o olhava com ternura e carinho. Ele parecia um anjo quando dormia era o que a loira pensava. Annabeth lentamente foi encostado os dedos nos fios negros do cabelo de Percy que murmurava algo incompreensivo enquanto fazia afagos no moreno sorria, mas logo se policiou e retirou a mão e o ficou encarando como se para souber onde se sentaria para não o incomoda-lo. Não iria querer ter de encara-lo com aqueles olhos cor de esmeralda, mas desistiu e voltou para seu quarto que tinha também TV depois de comer se deitou ainda assistindo um programa qualquer, mas parecia que Hipnos ainda tinha vontade de fazê-la dormir mais então logo se via na terra dos sonhos.

Ouvia alguém a chamar insistentemente.

-Vamos Annabeth acorda!!- a voz de Thalia ecoava pelo quarto da loira.

-Hum... – murmurava ainda grogue.

-Affs Annabeth acorda, quero te agradecer ora- dizia Thalia com certa relutância.

-Pelo que Thalia?- dizia agora já sentada esfregando os olhos para ter melhor visão.

-Ora você que fez aquelas panquecas neh? Porque o Percy e que não faria aquele moleque não sabe nem colocar uma água para esquentar imagina fazer panquecas já estaríamos queimados e mortos- Thalia falava e falava o que era normal, Annabeth desde que a conhecia ela sempre fora assim sempre raivosa e rebelde. Gostava demais de sua amiga mesmo ela sendo difícil Annabeth não poderia pedir melhor amiga aos deuses, sempre contava tudo a Thalia. Tudo ate as coisas mais constrangedoras possíveis. Elas já haviam passado por muitas, mas ultimamente Annabeth havia se fechado um pouco como não poder contar sobre o parque a ela, pois não sabia ainda o que era. Prometeu contar quando descobrisse o que significava aquilo.

Thalia a olhava estranhamente.

-Terra chamando Annie!Terra chamando Annie-

-Oi to aqui-

-Ainda bem pensei ter perdido a minha loirinha chata –

Logo as duas riram e se abraçaram.

-Então eu sei que você não veio somente para isso – disse com certa desconfiança.

Thalia riu.

-Okey okey, a gente ta indo a praia ou devo dizer que a maioria já foi mas eu fiquei para te esperar- disse simplesmente quando Annabeth iria perguntar de Jason Thalia continuou- Não se preocupa eu tive que quase prender ele no carro para ele me deixar sozinha com você affs –

-E porque você me quer sozinha?-

-Hum... Olha Annie você e minha amiga e sabe que eu não gosto de me meter nos assuntos dos outros então eu somente falo isso eu gostava mais de antigamente os velhos e bons tempos – disse com um olhar serio Thalia era boa com olhares sérios, desde pequena ela era parecia mais velha, às vezes ela ficava tão concentrada em algo e tão imóvel que parecia uma arvore.

— Hum... – a loira não sabia mais concordou mentalmente, ela lembrava-se bem dos bons tempos, do tempo em que tudo era perfeito e lindo para ela, do tempo dele porem não podia regredir.

Thalia suspirou.

-Vamos loirinha. Vamos antes que Jason chame a Swat atrás da agente- disse sorriso e fazendo Annabeth a acompanhar.

Annabeth via as paisagens pela janela do carro de Thalia enquanto a mesma contava como havia sido o problema do carro dia passado.

-Então o Jason veio e levo a gente para uma oficina depois fomos num lanche comer algo e ai voltamos para a cabana e dormimos pelo que o Jason me conto pensei que você iria estar la esperando a gente – Thalia mesmo prestando a atenção tinha as sobrancelhas arqueadas em total desconfiança, Annabeth agradecia aos deuses por Thalia não a estar a encarando neste momento pois não iria nem conseguir falar com os olhos extremamente azuis que pareciam carregados de carga elétrica. Esse era o poder de Thalia conseguir com um simples olhar deixar uma pessoa nervosa e desconfortável. Annabeth há anos apreendera a lidar com esse lado dela, mas tem coisas que não se acostuma.

-Er... eu meio que passeei um pouco e tal – Annabeth olhava nervosa para a janela embaçada do carro pelo frio que fazia dentro do automóvel.

-Hum... Sem questionários? –

-Sim –

-Você sabe que sou sua melhor amiga então qualquer coisa... –

-Thals e o hematoma na coxa e no pescoço já desapareceram? – Annabeth quando pegava pesado realmente pega o Maximo possível. Thalia quase se engasgou com a própria saliva fazendo Annabeth franzir o cenho – Tudo bem? –

-Sim estou bem – já melhor do repentino engasgo.

-Ainda bem não iria querer morrer por um acidente de carro causado por um engasgo – disse ironicamente fazendo Thalia sorrir sem animo.

-Nossa temos uma comediante no carro –

Depois de indiretas ficaram caladas o resto da viagem inteira, Annabeth somente cortou o silencio quando avistou a bela praia se estender pelo horizonte.

-Uau!Você não acha que estamos indo a muitas praias? – disse Annabeth descendo do carro que já estava estacionado.

-Também to achando, mas ninguém reclama então deixa para la – disse dando de ombros e seguindo para uma turma que fazia bagunças.

A praia era deserta somente havia o grupo de seus amigos. Todos ali fazendo palhaçadas. Leo e os irmãos Stoll fazendo imitações de celebridades. Piper, Silena, Thalia, Nico, Beckendorf, Frank o amigo de Percy que Annabeth sempre sorria ao ver o garoto, pois sempre o imaginava como um urso panda com estilo Rambo e finalmente sua prima Rachel que ela não via há um bastante tempo depois que Annabeth havia se mudado para NY. Rachel tinha ido para a França passar uns anos la e agora a vendo seu estilo bem diferente do seu próprio o que a fazia questionar suas linhagens mas Annabeth já havia a aprendido a muito tempo não discutir a herança familiar. Ao seu lado estava Jason fazia tempo que não passavam um tempo juntos e sozinhos sempre via sua expressão um tanto forçada podia ter um sorriso, mas ela podia ver bem seu disfarce, ele agia friamente com ela ultimamente, ela havia planejado ir no parque com o mesmo para ver se apimentava a relação mas parece que apimentou mas forra outra coisa... Annabeth foco. Foco. A uns bons centímetros havia um casal que a menina estava sentada no colo do garoto e riam sem parar. Tinham beijos e caricias. Annabeth via com certa inveja a única vez que teve uma leve risada com Jason foi quando se conheceram e no primeiro encontro deles somente nesses momentos. Tinha inveja do que eles tinham, olhava Percy com tal intensidade que o mesmo sentiu seu olhar sobre ele e a encarou. Ela não podia dizer o porquê, pois não sabia ou não admitia. Como se para não permitir desviou o olhar e apertar a mão de Jason forte o que o loiro apenas a direcionou um belo sorriso branco. Sinceramente Annabeth achava Jason certinho demais perfeitinho demais se perguntava o porquê, mas logo esqueceu e voltou a atenção ao lindo sorriso de seu namorado.

You pull my strings, and push my soul

You fool my heart with every note

You drop the beat and kiss my face

You make me move, then cut the base

And you work so hard to get me

Just to let me go

Yeah you put me in the spotlight

Just to steal the show

And you try to take me home

Like you're DiMaggio, oh

It's such a joke

–Você esta linda hoje – disse Jason com uma voz aveludada.
-Obrigada –

-Estava pensando que tal a gente passear um pouco só nos dois – parece que ele havia lido os pensamentos de Annabeth.

-Er... Sim seria ótimo –

-Então vamos – disse se levantando e puxando gentilmente Annabeth pela mão passando por todos, Annabeth podia ver todos os encarando, mas o que a chamou atenção foi o olhar furtivo de Percy cravado a ela que a deixou feliz por algum motivo que era desconhecido por ela.

Passeando de mãos dadas com Jason pela praia ate o mesmo parar.

-Chegamos – disse abrindo os braços para mostrar o lugar.

-Hm... Que lugar especificamente?- disse com os braços cruzados no peito e um sorriso.

-Aqui ora, eu encontrei esse lugar enquanto você estava com a Thalia la na cabana e demoravam séculos – disse com uma cara emburrada fazendo Annabeth rir.

-Ai ai Jason então fazemos o que? –

-Isso aqui – Annabeth não havia percebido a cesta de picnic que ele trazia. Estava tão distraída assim?

Why are you singing me love songs

What good is a love song?

What good is a love song, without the love

Why are you singing me love songs

What good is a love song?

What good is a love song, without the love

Why are we acting like lovers

We dont know each other

Even though we used to rule the world

Why are you singing me love songs

What good is a love song?

A love song without the love

Os dois logo estavam sentados analisando o calor do sol, um pouco longe já que o lugar em que eles estavam era meio escondido. De onde estava à loira podia ver Percy e Reyna caminhando romanticamente pela praia enquanto conversavam algo. Depois de um tempo Reyna disparou e Percy correu atrás da morena que ria e desviava do mesmo ate a morena se pega por Percy e juntos rindo e se divertindo. Mesmo que sem querer olhando aquilo lhe veio à lembrança dela e Percy andando pela praia. Conversavam animadamente ate Percy jogar um pouco de água na loira que a fez ficar emburrada e jogar areia no mesmo que contou ate dez para ela correr e assim ela fez, Annabeth se lembrava de correr o mais rápido que podia, mas mesmo assim sentia os braços de Percy por perto ate não aguentar e se deixar levar por ele que a levantava e ria alto e ela o acompanhava com o riso. Annabeth foco... Foco. Balançou a cabeça para esvaziar a mente disso e tratou de olhar seu namorado que parecia calmo olhando para o horizonte, ele tinha um ar mais maduro tinha aparência de mais velho. Mas para quebrar isso se lembrou de algo.

— Jason!- chamou a atenção do loiro que olhava vidrado no céu.

-Sim Annie – disse com um tom mesmo que parecesse casual era totalmente formal.
-A gente podia jogar um jogo – disse sorridente querendo esquecer as lembranças de verões passados.

— Hm... Sim podemos –

I'm so confused, it's getting old

you wear your ring, but leave me cold

You're beautiful, but cause me pain

You play my heart like it's a game

And you work so hard to get me

Just to let me go

Yeah you put me in the spotlight

Just to steal the show

And you try to take me home

Like you're DiMaggio, oh

It's criminal

–Vamos la essa brincadeira e divertida – Annabeth havia colocado as duas mãos na frente de Jason suspensas horizontalmente incentivava com a cabeça Jason a jogar – Agora coloca sua mão sobre a minha –

Na mesma hora Jason colocou e assim Annabeth demorou um pouco a lhe ensinar que havia ate aprendido rápido. Annabeth sorria, mas Jason ainda tinha uma cara de que sua mente estava distante. Ate serem interrompidos por Leo.

-Caraa er... Tipo o pessoal quer mais refri então meio que você vem comigo porque não sei dirigir? – disse Leo meio envergonhado de atrapalhar o casal.

Quando Annabeth estava pronta para lhe responder Jason foi mais rápido.

-Ah claro vou sim – disse se levantando e assim Leo correu de volta de onde veio enquanto Jason antes de ir continuou – Desculpa Annie, mas o dever me chama já já volto – disse sorrindo e dando um selinho na mesma e correndo para o mesmo lugar de que Leo veio.

— Perfeito –

Why are you singing me love songs

What good is a love song?

What good is a love song, without the love

Why are you singing me love songs

What good is a love song?

What good is a love song, without the love

Why are we acting like lovers

We dont know each other

Even though we used to rule the world

Why are you singing me love songs

What good is a love song?

A love song without the love

Olhando para onde Jason havia indo, ouviu alguém a chamar e olhando os lados. Bem ao seu lado se assustou com que viu. Um menino de cabelos escuros e de olhos verdes- mar de pelo menos 13 anos que sorria um sorriso de orelha a orelha. As roupas do mesmo eram como as do ultimo verão uma camiseta laranja e bermuda bege com sandálias. Ele a olhava com um brilho nos olhos. Fazia tempo que não via aquele lindo mar em miniatura que habitava em suas iris. Annabeth via aquilo com ternura uma lembrança boa de ser lembrada.

O menino ria e sorria, ele estava sentado com as pernas cruzadas.

-Vamos Annie pare de ser careta e vem brincar – disse fazendo uma careta, mas depois de segundos voltando ao grande sorriso caloroso.

Annabeth se lembrava dessa conversa. Uma voz fraca o havia respondido a loira sabia que era sua voz o respondendo.

— Ahh vamos la vem eu te mostro – disse suspendendo as mãos e incentivando Annabeth a colocar encima das dele.

Annabeth o olhava como havia o olhando naquele verão, havia revirado os olhos e feito um pequeno sorriso de canto da boca.

— Affs Annie coloca logo suas mãos aqui – disse agora com um rosto emburrado direcionando com a cabeça para fazer o que havia dito.

Annabeth o olhava com divertimento e assim lembrou, deles se divertindo e rindo.

-Você faz como uma garotinha – dizia rindo e logo veio um “Ai” e começou a esfregar seu ombro – Mas e verdade ora –

Ela ria da memória.

This is the bending for the break

When we forget the harmony

This is how water colors fade

Into destined memories



-Ok hum... Se você algum dia você se sentir entediada você... – seu rosto corou e logo desviou os olhos dos cinzas de Annabeth – Você pode usar essa brincadeira se... Quiser mas você tem que prometer não esquecer que te ensino – disse dando um sorrisinho a Annabeth que sorria.

— E bem difícil eu esquecer que um Cabeça de algas que me ensinou – disse Annabeth junto a sua voz da lembrança que se tornou mais forte, as duas sincronizadas em harmonia fazendo o garoto de olhos verdes sorrir mais que tudo – Prometo sempre se lembrar de você Percy –

O menino mais relaxado, mas ainda corado se levantou limpando a bermuda e olhou Annabeth com brilho de varias estrelas, estendeu sua mão a chamando.

-Vamos Annie já esta na hora – a loira podia ver sua replica de 13 anos sorrindo ao seu lado e pegando a mão do garoto de olhos verdes, e assim seguindo para o norte e com uns bons metros desaparecendo.

Annabeth desabou na toalha de picnic estendida e podia ver o céu com um tom avermelhado, se perguntava o porquê das lembranças voltarem, ela não havia se lembrado de nenhum ate a... Mas aquilo não importava. Como estava confusa tudo parecia uma grande salada mista e se misturava ainda mais e assim ficava mais confusa do que possível. Como odiava se sentir assim, não saber o que viria a seguir odiava estar em uma situação imprevisível, fechou os olhos e colocou os braços por sobre seu rosto queria descansar, pensava se realmente queria reaver as lembranças.

— Droga de lembranças – suspirou.

— Sim droga de lembranças – disse outra voz familiar ao seu lado.

Why are you singing me love songs

What good is a love song?

What good is a love song, without the love

Why are you singing me love songs

What good is a love song?

What good is a love song, without the love

Why are we acting like lovers

We dont know each other

Even though we used to rule the world

Why are you singing me love songs

What good is a love song?

A love song without the love