Notas iniciais
Os telefones da Amy não são meus tá KSOASPAKSOAPOSAK

ps: quem gosta de lost, vai achar uma "mensagem subliminar" nesse capítulo XD

O dia amanheceu bonito em outro canto do país. Amy acordou, se espreguiçou e se sentou na cama. Ouviu os ruídos comuns – pai abrindo porta de armário, mãe derrubando chaleira na cozinha, irmão jogando bola no jardim. Ela já havia se acostumado a acordar as nove horas da manhã – afinal, para alguém que havia acabado de sair do terceiro ano do ensino médio, isso seria equivalente a acordar três horas da manhã para qualquer adulto. Calçou as pantufas de coelho e desceu as escadas, coçando os olhos.

- Bom dia, Amy. – disse seu pai.

- Oi p*boceja*ai...

- Que animação, hein? – ele tirou os olhos do jornal e abaixou seus óculos para ver o estado de Amy – Vá tomar café. Depois verifique a caixa do correio. Hoje vou levar seu irmão para jogar futebol americano.

- Ooooah... Tá bom, pai... – Amy se retirou até a porta da cozinha.

A mesa estava disposta com uma variedade imensa de coisas. Amy estava cansada de tanta fartura, a todo o tempo, afinal sua mãe havia se tornado uma perua, seu irmão a pessoa mais mimada existente e seu pai cedia tudo para ele. Ela tomou seu café rapidamente e saiu pelo jardim, com um pijama improvisado de um blusão cinza com uma bonequinha se alongando e uma calça de moletom de um tom de cinza mais claro que o do blusão. Abriu a caixa de correio e uma carta a chamou atenção: um envelope de papel-cartão de um misto de cores cítricas que a Amy lembvravam uma salada de frutas tropicais com uma fita verde-limão. Ela pegou o envelope e as outras cartas (contas, em sua maioria) e jogou todas na mesa de cabeceira da sala que se posicionava ao lado da poltrona em que todo dia seu pai lia o jornal – o que fez o pai seguir Amy com o olhar – e levou o envelope ao seu quarto correndo. Abriu-o.

“ 10/05

Oi, Amy,

pensei, pensei, e não consegui fazer uma carta decente!! Bem, de qualquer jeito, estou morrendo de saudades de você! Como vai a vida aí? Aqui está tudo bem!

Você pode vir aqui nas férias? Espero respostas. Me mande seu telefone e o celular, por favor.

Estou com muitas saudades!

Beijo,

Hayley! ~

ps: Leia o papelzinho que está dentro do envelope, e não o mostre pra ninguém! Somente na pior das hipóteses, e entregue-o para alguém que você realmente ama!”

Amy tateou o fundo do envelope com as mãos e encontrou uma pequena tirinha de papel azul com uma faixa ondulada dourada.

“Não ponha sua fé nele.”

- Mas que porra é essa? – Amy perguntou para si mesma – a Hayley ta endoidando. Aliás, tenho que responder ela.

“ 11/05

Hayles! Quanto tempo?! :)

Estou morrendo de saudades. Aqui está tudo bem! Minha vida corre normal desde o fim do ensino médio. Uffs.

Vou conversar com meus pais para saber se posso ir aí. Meu telefone de casa é 48 1516-2342. Meu celular é 8877-1084!

Aliás, Spongebob, que papelzinho azul é esse que você me mandou?? Coisa louca!

Beijos,

Amy.”

Amy botou a carta no mesmo envelope em que a carta de Hayley estava e botou-a numa pequena urna na sala que eram as cartas para serem enviadas. Ela voltou para seu quarto, deitou-se na cama e começou a pensar sobre tudo que havia ocorrido com ela.

“Ele. Ele... quem seria ele? Bem, bom que eu guarde isso no lugar mais seguro que eu tenha.”

-x-

- Alô?

- Alô, quem fala?

- É o Josh.

- Josh... ?

- Gerard, não lembra de mim?

- Josh? Josh Farro?

- Yes.

- Joooosh!! Quanto tempo!!! Nem lembrava mais do seu telefone!! Tudo bem?

- Tudo, e contigo?

- Também.

- Gerard, você pode passar as férias com a gente?

- Com a gente quem?

- Comigo, com a Hayley, com o Jeremy, o Zac, e talvez a Amy... você pode levar o pess...

- Amy? Amy Lee?

- Sim.

- Omg.

- Você pode levar o pessoal daí também.

- Okay. Avisarei a eles.

- Tudo bem. Me liga mais tarde. Tchau.

- Tchau.

tu tu tu tu

- Galera...

- Que foi, Gerard? – perguntou Mikey.

- Fomos convidados para o sonho de suas vidas.

Notas finais
amo usar itálico, omg o
brigado pelos reviews, pessoal *:
espero que gostem