Its Complicated

1 Capítulo Único.


Notas iniciais
Bem, é... O que eu vou falar??? ç.ç' Eu sei que sou uma pessoa extremamente retardada que vê yaoi até em Ben 10, mas o que eu posso fazer? A vida É assim -q Espero que alguém além de mim goste dessa coisinha ♥

— Hey, Tennyson, o que houve com você, hein? — Estávamos no quarto dele, não é tão difícil entrar lá sem ser visto...

- Hã?

- Pensei que você, a Gwen e eu tivéssemos marcado de nos encontrar no Pier essa noite! Ficamos esperando feito dois idiotas.

- E vocês não são dois idiotas? — Sorriu daquela forma brincalhona, dando de ombros, esse garoto me tira do sério. — Principalmente você, Kevin!

- Eu pareço estar brincando, herói? — Perguntei, quase gritando, sim, ele me aborrece além dos limites aceitáveis. Esperei alguma resposta torta, mas ela não veio, ele apenas deu um suspiro longo e virou-se para o outro lado, ficando de costas para mim.

- De qualquer forma, seria melhor, não é? Vocês dois sozinhos, sem serem incomodados por mim... — Falou depois de um tempo, sem nem ao menos me olhar. Havia algo além de pura ironia naquelas palavras, mas eu não fui capaz de detectar o que era.

- Ei, Tennyson, se não te quiséssemos lá, não convidaríamos você, seu idiota! — Somos amigos, afinal de contas, e talvez, só talvez, ele não seja tão repugnante. Eu já não o odeio como odiei um dia, mas não deixava que isso pudesse ser notado, tenho uma reputação a zelar.

Ben não disse mais nada, o que se pode considerar estranho, já que ele fala demais e o tempo todo. Puxei-o pelo braço, no intuito de o virar para mim -- não gosto de conversar com as costas de alguém! --, mas ele se esquivou do meu toque.

- Ah, qual é, Tennyson, o que você tem? — Sim, eu estava com raiva, talvez ódio, minha vontade era: dar-lhe um bom soco! Mas, em vez disso, segurei-o pelos ombros, forçando-o a se virar para mim.

- Por que eu teria alguma coisa? — Perguntou com raiva, olhando em meus olhos, algo além da provável vontade de moer meus ossos estava ali, mas não tive tempo de identificar o que era, já que ele desviou o olhar rapidamente. — Me solta... — Sua voz estava calma e extremamente baixa agora, eu não sei o que é, mas tem algo de muito errado com esse imbecil.

- Você está estranho! — Ele me lançou um olhar de “e você não acha isso normal?” — Mais que o normal! — Acrescentei. — Você esteve assim a semana toda! Não que eu me importe, mas tem algo errado com você!

Ele ficou calado, sem olhar diretamente para mim. Eu nunca pensei que diria uma coisa dessas, mas... O Tennyson calado consegue ser ainda mais irritante que o usual Tennyson tagarela. Eu estava com raiva, tanta, que mal notei minhas mãos se fecharem com ainda mais força nos braços dele, só fui perceber isso quando ele soltou um curto ofego de dor e mordeu levemente seu lábio inferior, talvez tentando fazer que eu não notasse que o machucava. Agora, consciente, apertei com mais força.

- Droga, Tennyson, fala de uma vez, olha pra mim! — Eu praticamente gritava, sacudindo-o com força, eu não fazia a mínima ideia do que estava acontecendo e isso me irritava mais que qualquer coisa!

Finalmente ele fez o que pedi, pelo menos em parte... Ele olhou para mim e, naquele momento, eu consegui ver naqueles olhos verdes o que não consegui captar na primeira vez em que ele olhou para mim. Eu consegui ver tristesa, dor, sofrimento, angustia, medo... Vê-lo assim fez com que meu coração amolecesse um pouco, minha raiva já não era tanta... Sim, eu tenho sentimentos, ok? Agora eu não conseguia deixar de pensar no que poderia ter deixado o Tennyson daquele jeito. Afroxei o aperto de minhas mãos em seus braços.

- Você vai contar? — Minha voz não saía agressiva, apenas imparcial. Não queria que ele achasse que eu estava preocupado com ele, mesmo que eu estivesse... Um pouco!

- Não é nada que interesse a você, Kevin Levin!

- Sinto informar, herói, mas eu não perguntei se me interessa ou não, eu perguntei o que é! — Eu fui grosseiro e ríspido, eu sei, mas, como eu já disse, esse protótipo de herói me estressa.

- E eu disse que não vou contar, Levin! — Seu rosto se aproximou, ainda mais, do meu... Seu rosto estava sério, como se me desafiasse, e, dessa vez, ele não desviou o olhar. Mas, nesse momento, algo assustadoramente estranho tomou conta de mim, fazendo com que algo mais assustador e infinitamente mais estranho acontecesse.

Aproximei ainda mais meu rosto daquele próximo a mim, deixando que nossos lábios se encontrassem. Senti meu coração acelerar, aquilo era estranho, mas não importava o quão absurdo fosse, algo dentro de mim queria mais e mais daquilo. Minha língua começou a passar calmamente pelos lábios de Tennyson e ele, por mais confuso que possa parecer, entreabriu os lábios, deixando-me entrar.

Senti um leve arrepio passar pelo meu corpo quando minha língua adentrou aquela cavidade quente e úmida, fazendo uma exploração minusciosa, até, por fim, encontrar-se com sua semelhante. Nossas línguas passaram a se mover em uma sincronia assustadoramente perfeita.

As mãos dele foram até meus ombros, sem cessar o beijo, que ficava cada vez mais intenso, assustadoramente intenso, deliciosamente intenso... Mas, de repente, as mesmas mãos que me apertavam os ombros, empurraram-me rapidamente. Tennyson cortou todo e qualquer contato entro nós.

- O que você está fazendo? — Perguntou, num misto de raiva com incredualidade, soltando-se de minhas mãos – que, de alguma forma, foram parar em sua cintura – e foi para sua cama, ficando de costas para mim novamente, só que, dessa vez, sentado.

- Você acha que eu sei? Eu só sei o que você sabe, ou seja, nada!

- Droga, você é namorado da Gwen, lembra? Isso não devia ter acontecido!

- Acha mesmo que ainda não tinha pensado nisso, herói? Eu só não pensei quando beijei você, na verdade, eu nem pensei em beijar você, mas, quando percebi, já estávamos nos beijando! — Sim, agora eu falava com as costas dele, mas acho que, no momento, era melhor que conversar com a parte da frente...

- Para de falar isso! — Gritou, tapando os ouvidos com as mãos.

- Por quê? Quando nos beijamos você estava retriuindo muito bem... — Sei que não deveria provocá-lo dessa forma, muito menos brincar com a situação que era séria, mas... Eu só sei fazer isso, não sei lidar com situações embaraçosas.

- Para! — Ele gritava, num misto de raiva e súplica.

- Mas...

- Droga, Kevin, eu já disse pra parar!! — Ele jogou seu travesseiro contra mim, tendo que se virar minimamente para fazer isso. Foi rápido, mas vi, de relance, algo brilhando em seus olhos... Será que é isso mesmo que eu estou pensando? Não pode ser...

- Hey, calma, Tennyson! Pelo menos vira pra falar comigo! — Mesmo que eu tentasse, não conseguia mudar o tom provocativo da minha voz, era automático. Virei-o novamente, mas, dessa vez, ele não fez a mínima força para me impedir. Foi então que eu constatei ser real a minha hipótese. Bem Tennyson realmente chorava...

- Feliz agora? Era o que queria? Me ver chorar? — Passou discretamente as mãos pelos olhos, tentando conter as lágrimas de seu choro silencioso.

- O que foi que aconteceu? Foi o que eu disse? Então me desc...

- Não! — Eu ia me desculpar, desculpar sinceramente, e ele me interrompeu. Isso não é coisa que se faça! — Só me deixa sozinho, tá legal?

- Não, não tá legal, eu não vou sair daqui até descobrir o que você tem!

- Eu não tenho nada, Kevin! E, mesmo que eu tivesse, não teria porque contar justamente pra você!

- Ah, qual é?

- Sai, Kevin, serio!

- Não!

- SAI DO MEU QUARTO, AGORA!

- NÃO, DROGA, EU NÃO VOU SAIR! — Eu estava começando a me irritar, talvez seja isso que tenha me levado a fazer o que fiz. Puxei-o pelo queixo, unindo nossos lábios num selinho.

Ele tentou me empurrar, mas sentei na cama, de frente para ele, segurando-o de forma a não o deixar se afastar. Logo Tennyson desistiu de me empurrar, abrindo levemente os lábios, deixando que eu aprofundasse aquele beijo. Deixei minha língua adentrar aquela boca, fazendo a segunda exploração daquela noite.

Nossas línguas se encontraram, chocando-se quase violentamente. Aquilo fazia algo em mim se aquecer, mas eu não sabia o quê nem por que. Senti suas mãos – que estavam no meu ombro, da hora que ele tentava me empurrar – subirem até minha nuca, começando a me acariciar levemente ali, aquilo era bom...

Forcei meu corpo sobre o dele, fazendo-o deitar sobre a cama, ficando por cima dele, ainda sem apartar aquele beijo, que ficava cada vez mais intenso. O ar foi começando a faltar, então fui desacelerando o beijo, parando aos poucos, mas, antes que nossos lábios perdessem totalmente o contato, Tennyson fez algo que me surpreendeu, assustou, agradou e excitou, tudo ao mesmo tempo.

Capturou meu lábio inferior entre os seus, chupando-os com força e, por último, dando uma leve mordida, soltando, por fim, ofegante.

- Por que está fazendo isso? — Apenas perguntou, não estava aborrecido, chateado ou triste, pelo menos não agora.

- Não sei... — Disse, copiando seu gesto anterior, sugando fortemente seu lábio inferior, eu realmente não sabia o porquê de tudo aquilo, mas eu estava amando. — E você? Não vai me contar por que estava tão estranho? Ou por que estava chorando?

- Não! — E agora, outra coisa que me surpreendeu: Tennyson corou, isso mesmo, se eu não estivesse vendo, não acreditaria.

- Foi o que eu disse?

- Um pouco...

- Foi o que eu fiz?

- Também...

- Você está com raiva?

- Não...

- Mais alguma coisa? — Perguntei, começando a distribuir vários beijos pelo pescoço dele – não me perguntem o motivo, eu só fazia o que me vinha na cabeça, só me deu vontade de fazer isso. Tennyson assentiu com a cabeça, soltando um leve suspiro. — E o que é? Qual é o problema?

- Gwen... Ela... — Eu sabia o que ele ia falar e, sinceramente, não queria ouvir, selei seus lábios com os meus, apenas para impedi-lo de falar.

- Só esqueça isso por enquanto, ok? — Aquilo era mais uma imposição do que um pedido, mas ainda assim ele concordou com a cabeça, então voltamos a unir nossos lábios.

Eu não conseguia entender muito bem o que acontecia comigo, eu vim aqui para brigar com ele, de repente me veio uma vontade louca de beijá-lo, agora estamos aos amassos na cama dele. O mais assustador ainda era perceber o quanto eu estava gostando disso, o quanto eu desejava mais... Desde quando eu comecei a sentir esse tipo de coisa por ele? Não consigo me lembrar...

Separei nossos lábios, deixando que minha boca deslizasse por seu pescoço, beijando aquela região, mordendo, chupando... Nada que pudesse deixar uma marca – eu não sou doido de não saber que nós dois teremos problemas se descobrirem o que está acontecendo e o que vai acontecer –, mas o suficiente para que Tennyson soltasse alguns leves suspiros de prazer.

Eu queria isso, eu nunca soube o quanto desejava e ter que descobrir assim, de uma vez só, é quase sufocante, mas eu não tinha tempo de pensar nessa parte...

Minhas mãos adentraram sua camisa, arranhando levemente o abdômen, fazendo-o arfar. Fui subindo as mãos, até, finalmente, retirá-la de seu corpo, dando-me total acesso ao seu peito nu. Desci com a boca até um dos mamilos, ali eu poderia deixar a marca que eu quisesse, afinal, ninguém veria quando ele estivesse vestido... Abocanhei aquele pequeno botão, começando a sugá-lo com força, recebendo em troca um gemido alto.

Continuei com aquilo, chupando, algumas vezes apenas passando a língua, prendendo-o entre meus dentes, tudo isso para satisfazer meu próprio desejo de tocá-lo... Mas, acho que preciso admitir, nem que seja só pra mim, ouvi-lo gemer daquela forma estava me deixando louco!

Abandonei aquele pedacinho dele, passando ao outro mamilo, copiando os movimentos feitos anteriormente, ouvindo cada vez mais altos os gemidos que tanto mexiam comigo. Uma das minhas mãos livres foi até o mamilo recentemente abandonado, apertando-o entre os dedos, enquanto a outra foi até a calça dele, apertando aquele volume crescente escondido nela.

Parei com meu trabalho ali e fui descendo, eu não sei de onde vinha aquela vontade, mas eu precisava saciar aquilo, mesmo que eu não soubesse direito como seria, eu ainda tinha aquele desejo doido de realizar tudo o que me vinha a cabeça. Fui descendo por seu tórax e abdômen, mordendo e chupando bem forte, marcando-o bastante, apertando cada pedacinho de seu corpo... Tennyson apenas gemia e me deixava livre para fazer o que eu quisesse.

Cheguei ao umbigo, deixando um poça de saliva ali, mas logo continuei a descer, chegando rapidamente ao cós da calça, mordi o tecido que escondia o brinquedo pelo qual eu tanto ansiava, fazendo com que ouvisse um gemidos ainda mais alto. Retirei a calça, juntamente com a roupa intima, liberando de uma vez aquela excitação.

Vendo aquela ereção tão dura e pulsante, a vontade que eu tinha se intensificou, queria saber com era e, mais que isso... Eu queria ver a reação de Tennyson ao me sentir fazendo isso.

Passei a língua por aquele membro, da base até a glande e fiquei fazendo movimentos circulares ali em cima, ouvindo-o gemer mais alto e arquear levemente as cotas para trás, bem, pelo visto a resposta foi positiva. Abri a boca e coloquei toda a extensão na boca, começando a chupá-lo, num sobe e desce frenético que o fez gemer ainda mais alto.

Suas mãos foram até meus cabelos deixando que seus dedos se entrelassem naqueles fios, enquanto eu continuava com aquela sucção intensa, comprimia meu lábios, ouvindo-o ofegar ainda mais, eu estava adorando ouvir todas essas reações dele. Mas logo cessei, não queria estragar minha brincadeira tão cedo.

Sentei na cama, retirando minha camisa. Voltei a ficar por cima dele, tomando seus lábios para mim, em um beijo selvagem e necessitado. Senti as mãos de Tennyson em minhas costas, arranhando-me e aquilo me provocou bastante, mas não tanto quanto seu seguinte movimento.

Uma de suas mãos foram até minha ereção, ainda escondida pela calça, apertando com força aquela região, acabei soltando um gemido, que foi abafado pelo beijo, felizmente.

Levei minhas mãos até suas nádegas, apertando-as com vontade, fazendo-o gemer alto, apartando nosso beijo. Passei levemente o indicador por entre elas, fazendo-o estremecer, fiquei apenas naquilo por um tempo, na verdade, eu estava pensando em como faria aquilo, certamente seria a primeira vez dele em algo assim, não que eu seja o maior especialista do mundo, mas dizem que dói muito e eu não tenho nenhum lubrificante ou algo do tipo... Afinal, o que está acontecendo agora não foi planejado anteriormente!

Retirei meu dedo dali e o levei até minha boca, deixando-o lubrificado com minha própria saliva, espero que funcione. Voltei com o dedo para onde estava, começando a forçar a entrada, como havia imaginado, não foi nada fácil, mas consegui colocar meu dedo ali dentro, ouvindo um gemido desconfortável vindo de Tennyson.

Suas paredes comprimiam com força meu dedo e a única coisa em que eu conseguia pensar era no momento em que meu membro estivesse sentindo aquela pressão gostosa, mas para isso, eu teria que prepará-lo primeiro, afinal, qual vai ser a graça se ele ficar se doendo todo enquanto eu aproveito? Nenhuma...

Fiz com que aquele dedo entrasse e saísse de dentro do Tennyson, que aos poucos foi se acostumando com aquilo em seu interior, aproveitei para colocar o segundo dedo, ele gemeu desconfortável mais uma vez, mas eu sabia que a dor passaria em breve, copiei os movimentos anteriores, mas logo os mudei, passei a abrir e fechar meus dedos como uma tesoura, alargando-o ainda mais...

Depois de um tempo, Ben sentia apenas prazer com o toque de meus dedos... E eu já estava quase pra explodir de tanto tesão que sentia... Coloquei o terceiro dedo, enquanto, com a mão que estava livre, comecei a dar um pouquinho de atenção ao meu membro, que praticamente suplicava por alivio.

Ao ver que ele já estava preparado, retirei os três dedos de seu interior, substituindo-os por meu membro, que clamava por aquele canal apertado, como eu desejava estar dentro dele, como eu desejava sentir aquela deliciosa pressão, até me assustava pensar o quanto eu o desejava.

Forcei um pouco meu membro contra aquele orifício, era apertado e, mesmo que eu o tivesse preparado, ainda era complicado entrar... Fiz mais um pouco de força até que a glande passou, logo pude sentir aquela maravilhosa sensação de estar dentro dele, era tão apertadinho, tão bom... Deixei que meu membro continuasse a entrar, até estar totalmente dentro daquele canal quente e gostoso.

Eu estava tão alienado com meu próprio prazer, que demorei a perceber a expressão dolorosa que Tennyson trazia no rosto. Ao vê-lo mordendo os lábios fortemente e com os olhos marejados, senti-me um monstro, mas do que eu costumo ser, eu sinceramente não queria que ele se machucasse, queria que ele sentisse prazer nisso tudo também...

- Desculpa... — Falei baixinho. — Está doendo muito? — Perguntei, passando a mão por aqueles fios castanhos, colocando uma mecha para trás da orelha.

- Está tudo bem... — Sua voz era sofrida e sua respiração estava ofegante.

- Tem certeza que quer continuar? Quer dizer... Eu... — Bem, eu não queria parar com aquilo, nem um pouquinho, mas não queria que apenas eu sentisse prazer, não era justo, mas ele riu disso, mesmo que com certa dificuldade, ele riu.

- Tudo bem... Eu quero isso tanto quanto você, talvez até mais que você, já que... — Ele ia falar mais alguma coisa, mas se calou. Não cheguei a perguntar o que era, primeiro porque ele me beijou, segundo, porque algo lá em baixo não me deixava pensar direito! — Só espera um pouco... — Pediu assim que nossos lábios se separaram.

Apenas concordei com a cabeça, voltando a beijá-lo, ainda sentindo aquela sensação alucinante de estar dentro dele, que me deixava com uma vontade louca de começar a me mexer, mas – não sei de onde tirei forçar para isso – resisti. Peguei seu membro em minha mão, começando a fazer movimentos de vai e vem com a mão, apertando levemente quando chegava próximo a glande, fazendo-o gemer.

Falando a verdade, queria um jeito de distraí-lo daquela dor, queria logo poder me mover ali dentro, ficar parado estava começando a me deixar louco. Senti Tennyson começar a se remexer um pouco abaixo de mim, fazendo com que meu membro deslizasse um pouco naquela cavidade, tomei aquilo como uma permissão para que eu pudesse continuar.

Retirei-me quase totalmente de dentro dele, apenas para retornar ao seu interior tão quente, aquilo era tão bom que não consegui conter um gemido baixo, enquanto Tennyson gemeu num misto de prazer e dor. Levei minhas duas mãos até sua cintura, para facilitar os movimentos de vai e vem, aquilo era tão bom, eu nunca me imaginei na cama com um homem, e muito menos cheguei a pensar que esse homem fosse ser meu antigo rival.

Continuei com aqueles movimentos, tornando-os cada vez mais rápidos, mais intensos, depois de um tempo, ele também começou a mover o quadril, fazendo movimentos circulares, praticamente rebolando para mim, o que era absurdamente bom. Ouvia seus gemidos cada vez mais altos, conforme eu ia cada vez mais fundo, até que acabei acertando um ponto que o fez gemer ainda mais alto do que qualquer outra vez.

Passei a direcionar minhas estocadas naquele ponto, fazendo-o praticamente gritar. Eu já me sentia próximo ao ápice e sabia que Ben não estaria tão longe. Voltei a manipular seu membro, seguindo o ritmo com que entrava e saia de dentro dele, não demorou para que ele se derramasse em minhas mãos.

Chegando ao orgamso, Tennyson comprimiu ainda mais aquele canal apertado. Com apenas mais uma estocada funda, senti minha mente nublar e acabei deixando todo o fruto do meu prazer ser despejado dentro daquele local apertado. Retirei-me de dentro dele e deitei ao seu lado.

Nós dois estávamos ofegantes e, apesar do que acabamos de fazer, mantiamos certa distância um do outro. Resolvi que seria melhor que eu fosse para casa, já causei estragos demais por aqui, nem sei como nossa relação vai ficar daqui pra frente... Sabe, eu to começando a achar que eu possa gostar dele, gostar mesmo, isso é estranho... Mas, quando ameacei me levantar, senti uma mão se fechar em meu braço e ouvi uma vozinha suplicante.

- Por favor, passa a noite aqui... Eu não quero me senti como uma prostituta, que você usa e vai embora sem dizer nada... — Impressão minha ou ele ameaçava voltar a chorar?

Sendo ou não, deitei-me novamente, passando os braços em volta do corpo de Tennyson, ficando abraçado a ele. Não perguntem, eu não sei o que estou fazendo.

- Eu não quis que parecesse isso, sinto muito... — Dei-lhe um beijo no topo da cabeça e ele fechou os olhos.

- Tudo bem... — Sua voz estava meio sonolenta e meio triste. — Afinal, eu não posso me iludir... — Isso significa que ele gosta de mim? — Eu e você sabemos que você gosta da Gwen... — Dito isso, ele pegou no sono e, antes que eu notasse, essas palavras saíram da minha boca:

- Eu gosto de você... — Se eu não soubesse que ele estava dormindo, talvez jamais tivesse pronunciado tais palavras, mas agora percebi que era reais. Eu realmente gostava dele. Sempre soube que minha relação com a Gwen tinha um problema, mas jamais esperei que esse problema envolvesse minha relação com Benjamin Tennyson.

Notas finais
Bem, não acho que alguém vá ler isso, de qualquer forma... Quem ler, deixe um review com sua opinião (desde que ela não envolva ofensas, por favor ç.ç)
Obrigada a quem ler, ficzinha pra comemorar (?) meu último dia de férias, amanhã começam as aulas e vou entrar em abstinência de fics o.o'
Enfim, é isso *-*
Beijoos povo lindo que leu os devaneios de uma pessoa maluca ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!