It’s really love?
3 Capítulo 3 — Serotonina.
Notas iniciais
Oiiie meus amores, tudo certo??
Boa leitura
Alyssa estava na frente do escritório do professor Snape, ela batia na porta impaciente como se não pudesse ser vista ali.
— Sabe Srta Miller — começou Snape com uma voz irritada — A sua impaciência me deixa frustrado. — Eu tenho certeza que aprendi com o melhor — afirmou entrando na sala — Já pode parar de me chamar de Srta Miller pai, ah e antes que eu me esqueça, bom dia, o que você queria falar comigo? — perguntou ansiosa. — NOMs — começou ele seriamente — sei que você tem muitas responsabilidades, quadribol e sendo monitora, mas quero que você se dedique ao máximo ao seu NOMs. E não deixe que distrações impeçam você de um bom rendimento, e antes que me pergunta estou sim me referindo aos gêmeos. — Por que você não me dá esses discursos o motivacionais enquanto estamos em casa? Aqui eu tenho que acordar cedo além do normal. — Simples, não sinto vontade. — O.K — respondeu ela aborrecida. — Hum... Seu padrinho me contou sobre o que aconteceu no trem, dementadores entraram, e você está bem? — Claro, na medida do possível, se você quer chegar no assunto Melissa é só falar, sim eu lembrei novamente dela, mas estou bem, está vendo? Posso ir agora, estou faminta. — Por que você é tão igual ao seu pai até nas respostas? Poxa filha você podia puxar um pouco a mim as vezes — Eliza falou assim que fechou a porta. — Bom dia mãe! Era marcada essa reunião e só eu não sabia? — Não, Snape me falou que você iria vir aqui, quero falar uma coisa para você. — NOMs? — Não, é que às vezes você é muito lerda Alyssa — disse ela rindo — não percebeu que tem alguém gostando de você? — Que? — Sim Aly, é aquele menino fofinho da...- Eliza começou a dizer mas logo foi interrompida pelo grito da Alyssa. — MÃE! Já viu como o céu está bonito? Acho que eu vou aproveitar ele, tchau. Na mesma momento ela saiu da sala totalmente envergonhada, sem se importar com os comentários que sua mãe e seu pai estavam fazendo. O salão principal já estava cheio dos estudantes, e focalizou dois cabelos ruivos e ela foi em sua direção. — Bom dia meninos — Alyssa falou animada enquanto abraçava eles. — Na verdade o dia não está tão bom assim, acredita que temos duas aulas de poção agora de manhã? — Fred falou escandalizado — e é com a sonserina. — Ah vamos lá, não é de tudo ruim! — Você fala isso porque se da bem com todos os professores e é inteligente. — Não, eu sou péssima em adivinhação e por isso não estudo mais desde o terceiro ano, todo mundo sabe disso. — Ah nessa a gente se dá bem — Disse Jorge entrando na conversa. — Porque você inventam suas próprias tragédias. — E ela acredita. — Essa é a pior parte — sussurrou Alyssa para si mesma — bom, tenho que ir para minha mesa pegar meus horários. Nos vemos a tarde. Professor Flitwick estava entregando os horários, na mesa da Corvinal, ele viu Alyssa e logo sorriu e passou o papel para ela. — Bom dia Aly — falou Luna. — Bom dia! Você está bem? — Ótima, melhor agora eu tenho aula dupla de herbologia e depois adivinhação, tem como começar melhor o dia? — Bom, o seu horário é interessante — afirmou Miller seria, mas após alguns segundos voltou a rir — tenho aula de feitiços, dupla de transfiguração e depois do almoço Poção. Consideravelmente animador eu diria. Ela pegou uma panqueca e comeu rapidamente assim que percebeu que estava um pouco atrasada. Os alunos faziam uma fila ao lado da porta, esperançando que o professor abrisse a porta, assim que todos entraram ele esperou que todos se acomodarem para começar a aula. — Vocês precisam lembrar que o NOMs vai influenciar no futuro de vocês — começou o professor que de costume estava em cima de uma pilha de livros — Se vocês não decidiram o futuro de vocês, o momento é agora, vocês estão no quinto ano e precisam tomar consciência disso, e por isso que nesse ano vamos trabalhar mais duro do que os anos anteriores, para provar para vocês mesmos que são sim capazes de qualquer coisa. Alyssa tornou a respirar fundo, seu futuro era algo que ela não conseguia pensar, e ouvindo isso do diretor da sua casa tornava ainda mais sério a situação. A aula se passou divertida como sempre, após o professor falar sobre o NOMs ele se dedicou a revisar a matéria do ano passado. O sinal tocou e assim eles foram para transfiguração, o discurso da professora não tinha sido diferente, e os alunos começamos a perceber a pressão do NOMs. Miller já estava se acostumando ao Feitiço de desaparição que a professora Minerva lhe deu 10 pontos para a corvinal e pediu aos outros alunos que treinasse o feitiço em forma de dever. O sinal tocou anunciando o fim da manhã, e foi quando Alyssa guardava seu material que Cedrico se aproximou. — Aly — começou ele — hum... você vai na biblioteca agora? — Sim, quer ir junto comigo? Tenho que pegar um livro urgente. — Claro, também vou pegar um livro sobre quadribol — afirmou sorrindo.
Eles saíram da sala, e o corredor já estava vazio, ninguém comentou nada até chegar na biblioteca onde o movimento ainda era calmo. Alyssa caminhou até a seção referências a fim de encontrar o livro sobre contra-maldições, e assim que achou soltou gritinhos de felicidades o que chamou a atenção de Cedrico e o mesmo foi até ela rindo. — O que foi? — Bom, isso acontece pois temos um hormônio chamado Serotonina! — explicou ela animada, mas ao ver a sua expressão corou levemente — ah eu faço isso quando estou muito feliz, no caso eu acho o livro que eu queria. — E existe uma explicação para o seu rosto ficar levemente avermelhado? — Ai que vergonha — respondeu ela enquanto escondia o seu rosto atrás do livro — mas sim tem uma explicação. — E qual seria? — Você quer mesmo saber? — perguntou tirando livro de seu rosto, vendo que Cedrico realmente queria — bom, quando estamos com vergonha nosso corpo entra em estado de fuga e ele libera adrenalina, e boa parte do nosso corpo responde a esse alerta, como a pupila que fica dilatada mas outras partes não responde tão bem como as veias sanguíneas nesta área do rosto. — Eu deveria andar mais com você! — Acho também, seus amigos são assustador. — Ah não são não, vem cá vou te apresentar a eles. — Não! Eu tenho uma fórmula para fugir em momentos assim. — Seu corpo reage a adrenalina de uma forma estranha — disse Cedrico rindo. — Olha só... PIRRAÇA — gritou ela no meio do corredor chamando o poltergeist, e quando o mesmo aparece atravessando a parede ela resolveu continuar — eu preciso desaparecer. Pirraça de repente começou a gritar no meio do corredor, chamando a atenção de muitos alunos que começavam a formar uma roda ao lado do poltergeist. Alyssa aproveitou que Cedrico estava distraído e saio no meio da multidão, e acabou Fred e Jorge tentando entender o que estava acontecendo. — O que você aprontou Aly? — perguntou Fred. — Nada — falou com um tom divertido — vamos almoçar? — Claro menina Aly. O começo do almoço ocorreu de forma tranquila, tirando o fato que Cedrico apareceu e não parava de encarar Alyssa de forma discreta. Assim que ela saiu do salão principal ele saiu junto parando em sua frente. — Você não fugiu de mim Aly, dessa vez eu já achei uma forma de te apresentar aos meus amigos e mostra que eles não são assustador — disse ele entrelaçando a sua mão na de Alyssa — vamos? Miller não se manifestou mas se sentiu envergonhada, eles seguiram para masmorras em direção a sala de poção, e assim que chegaram Snape esperava os alunos na porta da sala, e por um momento seu olhar era direcionado a Alyssa e Cedrico.
Notas finais
Hey pessoal... simm, o snape é o pai dela tan tan tannn, agora o capítulo tinha mais coisa para eu colocar, porém iria ficar muiiito grande e então decidi colocar no próximo, mas qual reação vocês imaginam que seja a do snape???
Beijinho amo vocês.
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