Notas iniciais
Twitter: @le_prior E aí galera, tudo bom? Viram só como essa semana passou rapidinho?! E, aqui está o capitulo hot de vocês! Hahahaha DETALHE: AS PARTES EM ITÁLICO SÃO FLASHBACKS!!! Obrigada por todos os comentários, vocês são uns amorecos!! Maaaas, to sentindo falta de uma recomendação... Você não tem nenhuma pra mim não? ;( Bom, espero que gostem

Sentia seu corpo miúdo em todo lugar, por baixo do meu. Passei a mão por sua cintura, levantando sua blusa até a altura dos seios. Os apalpei e a ouvi gemer meu nome, me fazendo sorrir. Nos afastei por milímetros, para tirar sua camiseta e ela aproveitou para tirar a minha.

Não fazíamos nada correndo. Temos tempo para tudo que desejarmos. Passei a mão por suas costas, até achar o feixe de seu sutiã e o abri, deixando seus seios redondos, maravilhosos, à vista. Os encaixei em minhas mãos e apertei de leve, fazendo a Mari soltar outro gemido.

Escorreguei minhas mãos até o cós de seu shorts, abri o botão e o empurrei para baixo, tirando-o da minha frente. Mari passava as mãos por minhas costas e meus ombros, arranhando de vez em quando.

Tirei minha calça e minha cueca, enquanto ela tirava sua calcinha. Voltei a beijar seu pescoço e senti sua intimidade molhada roçar em meu membro, fazendo-o latejar e um gemido rouco sair por meus lábios.

– Camisinha. — ela se lembrou e eu assenti

Abri a gaveta do criado-mudo e tirei de lá um pacotinho verde-claro. Abri a embalagem e coloquei o preservativo no meu pau.
Mari nos virou na cama, ficando por cima e meu deixando com uma visão privilegiada de seus seios. Peguei sua nuca e puxei sua boca para a minha. Escorreguei a mão que estava livre por seu corpo, passando por seus seios, barriga, até chegar no paraíso.

Passei meus dedos por sua fenda, fazendo-a gemer em meus lábios. Sorri e apertei seu clitóris, sentindo seu corpo estremecer contra o meu. Fiz movimentos ritmados de vai e vem com os dedos sobre seu botão. Mari rebolava em cima de meus dedos e gemia cada vez mais alto. Senti sua intimidade se molhar mais e meu pau podia quase explodir a camisinha.

– Rafa... Por favor. — ela pediu

– O que você quer? — perguntei, sarcástico

– Você inteirinho dentro de mim.

A filha da puta conseguia me seduzir mesmo quando estava bêbada de tanta excitação. Não resisti e penetrei de uma vez só nela. Mari gritou quando me sentiu completamente dentro de si e logo começou a rebolar e quicar em meu colo.

Sentei na cama e coloquei minhas mãos em sua cintura, ajudando-a com os movimentos. Sentia sua intimidade apertada, quente e molhada cobrindo todo o meu membro.

Ambos gemíamos entre beijos e carícias. Desci meus lábios por seu pescoço e clavícula até chegar em seus seios. Tomei um deles em minha boca, enquanto apertava o outro com a mão. Mordi seu mamilo rosado e a ouvi gemer alto meu nome.

– Vem, Mari... Vem comigo, amor! — pedi em seu ouvido

Ela gemeu mais uma vez e, depois de algumas estocadas, chegamos ao ápice, juntos.

Deitamos lado a lado, ofegantes. E então, fiz algo que nunca imaginei que faria. Passei o braço pelos ombros de Mari, a puxei para meu peito e nos cobri com o lençol. Beijei o topo de sua cabeça e penteei seus cabelos com os dedos.

– Mãe? — chamei quando abri a porta de casa

Mari e Victor acabaram de me deixar aqui e o sorriso não abandona meu rosto. Aquela garota agora é minha, oficialmente. A aliança em meu dedo comprova isso.

– Já chegou, Rafa? — minha mãe apareceu na minha frente

– Oi mãe! — sorri e fui abraçá-la

– Eita, oi filho. — ela riu, me abraçando — Que animação toda é essa?

– Ah, sabe como é né... — cocei meu queixo com a mão direita para que ela visse a aliança

Dona Camila soltou um grito agudo tão alto que tive que tampar os ouvido pra não ficar surdo. Comecei a rir com a reação dela e ela me abraçou apertado.

– Ah filho! To tão feliz por vocês! Tão orgulhosa de você! Parabéns! — senti suas lágrimas molharem meu pescoço

– Mãe? Ta tudo bem? — perguntei, preocupado

– Ta, filho. É só que eu to muito feliz mesmo com isso. A Mari é uma menina de ouro. — ela sorriu, olhando em meus olhos e secando as lágrimas de suas bochechas

Retribuí seu sorriso e beijei sua testa.

– É mesmo.

Ri baixinho enquanto continuava com os carinhos no cabelo de Mari.

– O que foi? — ela perguntou, se virando e me olhando nos olhos

– Lembrei da reação da minha mãe quando contei pra ela sobre nós. — ela sorriu

– E como foi? Você nunca me contou.

– Ela até chorou de felicidade, acredita? — sorri e ela retribuiu

– Acho que ela realmente gosta de nós dois juntos, né?

– Se ela gosta?! Ela ama! Fica em êxtase toda vez que falo sobre você.

– Ah, mas isso é porque ela ta vendo o filho namorar. Ela ficaria assim com qualquer uma.

– De jeito nenhum. Ela te adora. É por sua causa, não por mim. — sorri e beijei sua testa

Passamos um momento em silêncio, somente nos olhando. Meus dedos continuavam passando por seus cabelos e sua mão passeava por meu abdômen, me deixando arrepiado, mas com um sorriso no rosto.

– Eu te amo.

Meu mundo parou quando essa frase saiu de sua boca. Fiquei estático, olhando boquiaberto para ela. Me sentei na cama, fazendo-a sentar ao meu lado, cobrindo o corpo com o lençol.

– O quê? — perguntei, não acreditando em meus ouvidos

– Eu te amo. — ela repetiu, sorrindo

– Não, espera. Oi? O que eu perdi? — ela riu alto com a minha confusão e deitou na cama, novamente

– Eu já sabia que te amava há um tempo. Mas, sei lá. Fiquei com medo de falar e não ser correspondida. Ou pior, você rir de mim.

– Desde quando você sabe que me ama? — perguntei, começando a assimilar a situação

– Desde aquele dia em que você foi falar com o meu pai.

Eu não consigo parar de balançar as pernas, tamanho o meu nervosismo. Mari está sentada ao meu lado, massageando de leve meus ombros, tentando me fazer relaxar, mas é impossível.

– Relaxa, Rafa. Não vai ser nada de mais. — ela comentou

– Ah, nada de mais? Muito pelo contrário. É bem difícil vir falar com o pai da minha namorada, pela primeira vez. — vi um sorriso meigo brotar em seus lábios

– Rafa, meu pai é gente boa. Ele é tranquilo. Não vai te matar.

– Será mesmo?! — perguntei, sarcástico

Mari riu e nesse momento ouvimos a porta da frente se abrir, indicando que meu medo estava começando a se tornar realidade.

– Oi filha. Ah, ãhn, oi Rafael. Não sabia que você estava aqui. — ele comentou e meu sangue gelou, por algum motivo desconhecido

Respirei fundo e, em algum ligar dentro de mim, achei uma coragem que nem eu sabia que tinha.

– Boa tarde, senhor Leite. — levantei, apertando sua mão — Me desculpe pela visita inesperada, mas eu gostaria de me apresentar formalmente. Como o namorado de sua filha.

Seus olhos se arregalaram e ele soltou um riso baixo, me deixando surpreso.

– Só agora vocês decidiram me falar?

– Pai, começamos há alguns dias. Lá na praia.

– Mas isso já estava na cara. Jurava de pés juntos que vocês já namoravam desde a primeira vez que te vi, rapaz. — ele sorriu para mim e eu retribuí, ainda meio surpreso — Mari, posso falar com ele à sós?

– Pai... — ela o repreendeu

– Me deixa tentar fingir ser um pai rígido? Só pra causar impacto na primeira impressão do moleque. — eles riram, ela beijou minha bochecha e subiu para seu quarto — Então, quais são suas intenções com a minha filha?

– Senhor, eu realmente gosto dela. Só tenho a intenção de fazê-la feliz.

– Tu é bom. Me convenceu de primeira. E pode me chamar de Fernando. — ele apertou minha mão e eu sorri

– Sabe, foi lá que eu soube que você tinha mudado. Que eu realmente te amava. — ela completou

Deitei por cima dela e beijei seus lábios lentamente, aproveitando todas as sensações.

– Eu te amo. — falei quando nos afastamos

Ela riu levemente e se esticou para beijar minha bochecha.

– Eu também te amo.

Ficamos deitados, só apreciando o contato de nossa pele. Mari está com a cabeça em meu ombro e a mão em meu peito, fazendo o símbolo do infinito com os dedos. Meus dedos escorregavam por seus cabelos, penteando-os.

Comecei a me lembrar de tudo que nós passamos nesse mês juntos. Lembrei de todas as crises de ciúmes que eu tive, todos os beijos, todos os abraços, todas as mensagens trocadas, todas as músicas cantadas. Lembrei, até mesmo, da discussão que Mari teve com Jéssica há algumas semanas atrás.

Dia do jogo. Um dos dias mais importantes desse ano para mim, profissionalmente. Eu nem sei quantos olheiros vão ter na plateia, mas sei que meu futuro depende desse jogo.

Eu ainda estou no vestiário, sentado, com as pernas tremendo. O time inteiro já tinha ido para a quadra se aquecer, mas eu precisava de um tempo sozinho. Tirar tudo da cabeça e relaxar. Lembrar das táticas, estratégias.

Estava tão concentrado que nem ouvi a porta se abrindo e alguém chegando perto de mim. Senti uma mão em meu ombro e pulei de susto.

– Desculpa, Rafa. Não queria te assustar. — Mari se desculpou, levantando as mãos, como se estivesse se rendendo

– Ah, é você. — falei, aliviado e andei para frente, para abraçá-la

– Sou eu. Pronto. — ela tentou me reconfortar, fazendo carinho em meus cabelos — O que foi?

– Eu estou nervoso. — admiti, com o rosto enfiado em seu pescoço

– Ai Rafa. Não se preocupe. Eu estarei lá, torcendo por você. E tenho certeza de que você será ótimo, como sempre.

– Que Deus te ouça. — falei e ri, beijando sua bochecha — Obrigado. Por estar aqui.

– Quando quiser. — ela sorriu para mim e me deu um selinho — Vamos? O jogo vai começar daqui a pouco e quero ver meu namorado fazer várias cestas para mim.

Eu ri e a puxei pela cintura para fora do vestiário. Chegamos na quadra e vi que as arquibancadas estavam cheias. Logo de cara, vi minha mãe e irmã, sentadas bem na frente. Quando dona Camila me viu, acenou para mim, sorrindo. Acenei de volta e me virei para Mari.

– Você vai sentar com elas?

– Vou. Afinal de contas, quero te ver bem de pertinho. — ela riu e eu sorri para ela, dando-lhe um selinho

Os dois times já estavam na quadra, se aquecendo. Mari se despediu de mim e foi sentar ao lado de minha mãe. Dei mais uma olhada geral pela arquibancada e vi meu pai e Sheila chegando. Interessante.

Alguns minutos se passaram e o jogo começou. Nosso adversário era muito bom. À nossa altura, eu diria. Porém, o capitão do time deles não é tão ágil quanto eu, então saímos na vantagem.
O primeiro tempo foi ótimo. Abrimos uma vantagem de 10 pontos, sendo que 9 foram meus. Na minha primeira cesta, virei para Mari e mandei um beijo, o qual ela retribuiu com os olhos brilhando.

O juiz apitou o término do primeiro tempo e, cinco segundos depois, senti um corpo se chocar ao meu. Por instinto, passei o braço pela cintura da garota, para que ela não caísse e eu não me desequilibrasse. Olhei para baixo, esperando ver uma loira. Mas me enganei. Vi uma morena peituda e bunduda agarrada aos meus ombros. Jéssica.

– Ãhn, Jéssica? — a chamei

– Parabéns, amor! Foi um ótimo jogo.

– Jéssica, não acabou o jogo.

– Ainda não? — ela perguntou, levantando o rosto e me olhando com grandes olhos chocolates que não me causavam sensação alguma

– Não. Só acabou o primeiro tempo.

– Ah. — foi tudo que ela pôde responder antes de Mari me chamar

– Rafa! — a vi andar até nós com uma carranca — Posso falar com você? A sós?

– Ãhn, querida, não ta vendo que eu to falando com ele agora?! — péssimas palavras Jéssica, péssimas

– Bem, querida, — ela frisou a palavra — caso você não se importe, eu quero falar com o meu namorado. Entendeu ou quer que eu desenhe?

– Este é o ponto, querida. Eu me importo.

– Ah, sério?! — ela fez uma cara de dó — Pena que foda-se. — respondeu e me puxou, arrancando Jéssica do meu pé

Mari me puxou até o corredor da arquibancada. Olhei ao redor e pude ver Miranda e minha mãe nos olhando com atenção. Virei para frente e me concentrei em minha namorada.

– E então? Algo a declarar? — ela perguntou

– O que quer saber?

– Que negócio foi esse de abraçar a Jéssica?!

– Ela que veio pra cima de mim. Juro, Mari.

Ela respirou fundo e relaxou os ombros. Deu um passo à frente e envolveu meu pescoço com os braços. Me inclinei e passei meus braços por sua cintura, a levantando em meu colo.

– Parabéns pelo primeiro tempo! Você foi ótimo! — ela sussurrou em meu ouvido

– Obrigado. Ajuda muito saber que você está aqui.

– Sempre estarei.

Ouvi minha barriga roncar e nós rimos. Mari sentou-se ao meu lado e me olhou.

– Que tal comermos alguma coisa? — ela me ofereceu

– Claro. — pensei um pouco e me sentei, passando a mão por sua cintura — Se você for o prato principal, será melhor ainda.

– Eu sou a sobremesa. Que tal? — ela piscou para mim

– Feito.

Rimos novamente e eu me inclinei para beija-la. Mordi seu lábio inferior e ela sentou em meu colo, com uma perna de cada lado do meu quadril.

– Hum, Mari? — chamei

– Sim?

– Você quer comer comida ainda hoje? Porque se continuar assim,meu não te deixo sair dessa cama até o amanhecer.

Ela riu novamente e saiu do meu colo. Pegou sua calcinha e sutiã do chão e os vestiu. Andou em direção ao meu armário e mexeu nas gavetas, procurando alguma coisa.

– O que está fazendo aí, enxerida?

– Procurando uma camiseta para eu usar. Pronto, achei.

Mari tirou uma blusa antiga minha, do Arctic Monkeys. Vestiu e ficou enorme nela. Cobriu seu corpo, até a metade de suas coxas. Só agora percebi como seu cabelo estava bagunçado e como seu rosto estava corado. Por mais que seu corpo estivesse coberto, vê-la com uma blusa minha quase me excitou.

– Ãhn, vamos? — perguntei, me levantando e colocando uma boxer preta

– Ta ficando animadinho, é? — ela falou, me zoando

– Nem começa. — avisei

Andei até ela, envolvi sua cintura e a puxei para descer as escadas. Fomos até a cozinha para ver algo para comer.

– E se comêssemos... Pipoca? — sugeri

– De janta, Rafael?!

– Não cozinho, ta bom?

– Então pedimos pizza.

– Ótimo.

Peguei o telefone e liguei para a pizzaria. Pedi meia calabresa e meia portuguesa e uma Coca-Cola. Desliguei e senti mãos em meu abdômen e um corpo colado nas minhas costas. Mari distribuiu beijos pelas minhas costas, me deixando arrepiado.

– Vamos escolher um filme para assistir? — perguntei, me virando e segurando seu rosto entre minhas mãos

– Vamos. — ela sorriu e me deu um leve beijo nos lábios

Subimos para o meu quarto, peguei a caixa de DVD's, sentei na cama e a puxei para meu colo.

– Pode escolher. — eu disse

Mari abriu a caixa e pareceu examinar meus filmes. Mexeu em alguns, tirou da caixa e espalhou pela cama, se levantando e olhando.

– Desculpe, não tenho nenhum romance. — comentei

– Não sou fã de romances.

– O quê?

– Não digo que nunca assisto. Tenho sim minhas recaídas e a necessidade de assistir a um filme bem meloso me atinge. Mas não são meus filmes favoritos.

– Quer assistir o que, então?

– Que tal "O Ataque"?

– Você?! Querendo assistir filme de ação?!

– Claro! Eu adoro!

– Ta bom então.

Guardamos os outros filmes de volta na caixa. Quando ouvi uma moto na frente da minha casa, coloquei uma roupa e fui pegar a pizza. Mari já estava na cozinha quando voltei, pegando os copos e pratos. Levamos tudo para o meu quarto e nos sentamos na cama, com a caixa de pizza entre nós.

Eu adoro essa nossa relação. Como se nos conhecêssemos há anos, mesmo tendo só um mês de namoro. Essa coisa de eu provoca-la e ela me responder no mesmo nível me deixa louco. Louco por ela.

Notas finais
Ah gente, fala se um cap desse não merece uma recomendaçãozinha?! Hahahaha Vocês sabem que eu não sou de pedir recomendações e comentários, porque acho que quem gostar, vai fazer isso naturalmente. Mas, fazer o que... A gente tenta. TWITTER: @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior @le_prior Não se esqueçam de comentar e recomendar, Beijos, até a próxima