Is real
15 É demônio ou demônia?
— Fenhai? Fenhai, o Rei do Clã? — ele arrrgala os olhos. — Espera. A encarnação da maldade? Fenhai, o demônio supremo do supremo da supremacia, é seu pai?
— Sim.
— Meu Deus. Então você é um...
— Demônio supremo.
— Meu Deus. Você disse...
— Disse que não existem demônios supremos bons. Sou a única.
— Meu Deus.
— Para de falar isso.
— Meu Deus. Desculpa. — ele balançou a cabeça. — Uau. Por que você me contou?
— Porque confio em você.
— A gente acabou de se conhecer.
— Sétimo sentido. Sei em quem posso confiar.
— Ah. Que bom. Mas, então, eu devo falar demônio ou demônia?
— Han? — ela arqueia uma sobrancelha.
(...)
— Quando você me disse que queria aprender jiu-jitsu, eu não acreditei. — Louis sorri.
— Eu estou sentando repensar minha decisão de escolher você. — Lana cruza braços. — Você tem a força do Superman e eu tenho a força de uma...
— Lana. — ele sorri.
— É. — Ela revira os olhos.
— Se eu achasse que posso te machucar nunca aceitaria te ensinar.
— Okay, então.
Ela usava uma leggin e um top pretos, e ele uma blusa cinza e uma calça preta larga.
— Você não vai aprender a lutar como o Jaden Smith em Karatê Kid, de um dia pro outro.
— Eu aprendo rap... — Louis avança contra Lana, e com poucos golpes a comprime contra seu corpo.
— Você tem que estar atenta sempre. — ele a larga, e vai para sua frente. — Mãos ágeis, pés deslocando com as mãos, e fimesa sempre. Tenta me socar. — Ela obedece, e o braço de Louis para seu soco facilmente. — Continue. Tente mudar a tática.
Ela respira fundo, e continua socando-o em lugares diferentes, mas semore seus braços seguram seus ataques.
— Não consigo!
— Não, você está indo bem. Use sua força, não tenha pena. — Ela assente, e continua socando-o. Lana tenta mudar drasticamente de tática, o chutando, mas Louis desvia, segura seu pé, e a joga no chão.
— Primeira lição: se a pessoa tiver 2 metros de altura e 500 toneladas de músculo, não a chute. É melhor se defender. Faça como eu, defenda os ataques com o anti-braço. — Ela assente.
Louis tenta acertar seu rosto devagar, sem força, e Lana consegue interromper seus socos.
— Não esquece dos pés. — Ele lembra, andando em sua direção, e ela se afasta com os pés separados, ainda defendendo.
Ele segura seu braço, coloca uma perna atrás de seu pé, e a outra mão em suas costas, a derrubando no chão, imobilizada.
— Au. — Ela reclama. — Você dissse que era defensiva.
— Não. Eu disse que você tem que estar atenta ao inesperado. — ele sorri, e a ajuda a levantar. — Você leva jeito. Vamos conseguir.
Ela sorri, e aceita sua ajuda pra levantar.
— Todos os dias, mesmo horário.
(...)
Alguns dias depois.
Lana ouve três batidas na porta. Ela estava sentada fitando o caderno vermelho, esperando uma resposta havia horas, e nada havia chegado. Estava quase desistindo.
Ela atende, e um Logan de cara amarrada e olhos tristes interromperam seus pensamentos xingativos.
— Logan? O que aconteceu? — ela logo pensou em Allen, se algo tinha acontecido com seus irmãos. Ele respira fundo, sem dizer nada.
— Você dormiu com o Jaden? — sua voz falha, e ela abre a boca num "o" perfeito.
— O que?
— Você me ouviu. — sua voz falhou.
— Não é o que você está pensando, só...
— Não precisa se explicar. Max me contou direito. Bem, ele contou sem querer, não o culpe.
— Logan...
— Eu sei o que você vai dizer. Vai dizer que não aconteceu nada. E eu iria acreditar. E voltaria tudo ao normal. Mas dessa vez você não vai me fazer de trouxa, Lana.
— Fazer de trouxa? Logan do que você está falando?
— Você sabe, Lana! — ele gritou, e uma lágrima caiu, solitária. — Eu achei que nós... É, deixa pra lá. Pelo visto eu estava errado. — ele sorri, mas seus olhos mostravam que ele queria chorar.
— Logan... Me deixe explicar! Eu... — Ela passou a mão pelos cabelos, nervosa. Seus olhos tinham várias lágrimas prontas pra cair.
— Quando você disse que me amava quando tínhamos 14 anos... Eu achei que estava falando sério. — ele pressionou os lábios. Estava luntando contra as lágrimas. — Éramos crianças. Resolvemos esperar. Nunca mais falando disso. Mas eu não imaginei que você tinha esquecido. Se sim, devia ter me dito. Então sim, Lana, eu fui completamente trouxa em pensar em você todas as noites. Fui trouxa de achar que... Podíamos ser mais. Mas você não estava nem aí.
— Logan. — ela nega com a cabeça, fazendo lagrimas escorrerem. — Por favor. Isso não é verdade...! — ela segura seus braços.
Aquilo não era verdade. Era? Ela havia o esquecido. Completamente. Ele continuou sentindo intensamente. A que ponto ela deixou aquilo chegar? Logan sempre persistiu, ficou ali porque amava ela. Sempre a amou.
— Desculpe. — Ela mordeu os lábios olhando pra baixo.
— Não. Não sei porque estou tão... Alterado por isso. Já devia saber que você é uma vadiazinha e...! — ele não consegue continuar. Uma porta bate em sua cara com força.
Lana se apoia na parede, de olhos fechados, lágrimas no rosto e um enorme aperto no coração.
Ele era seu melhor amigo. Ele achava isso dela? Ou apenas estava de coração partido? Não importava. Ele havia dito. Estava acabado. Não tinha perdão, porque ele não pediria.
Ela enxuga as lágrimas e abraça o corpo, e fica assim, encarando a parede, esperando mais uma mensagem.
(...)
— O que foi? — Chris e Max entram na sala de reuniões. Alex e Kyle estvam debruçados perto de Hodge, que encarava um tablet com as sobrancelhas torcidas.
— Recebemos um pedido de socorro em Mumbai. — Alex explica.
— Demônios? — Violet pergunta.
— Não. — Hodge levanta os olhos. — Puros.
Lana arregala os olhos, e se senta ao lado de Couty.
— Tudo bem? Seus olhos estão vermelhos... — ele arqueia uma sobrsncelha.
— Estão coçando. Acho que é poeira, mas estou bem. — ele assente, e volta a prestar atenção neles que conversavam. Hodge passa a imagem pro telão.
"Meu nome é Grace . Tenho 6 anos. Meu irmao Harad dise que era pra min manda uma mensagen pra esse numero se algo desse errado. Dise que voces eram os bonzinhos e que podiam ajudar. Meu irmao e os treis amigos dele sumiram,uns omens feios levaram eles. Tem a Alice, o Tell e o Ahmed. A gente ta em Mumbai agora. Venham rápido, eu tenho medo. Somos impuros."
— Meu Deus. — Lana cruzou os braços. Uma garotinha sozinha na grandr Mumbai.
— Ela escreveu homens com o. — Kylan diz, revirando os olhos.
— Com seis anos não sabia nem escrever meu nome, quem dirá mandar uma carta pedindo ajuda pro Canadá. — Louis devolve.
— Essas crianças de hoje... — Kong sorri, debochando da conversa deles.
— O que vamos fazer? — Chris pergunta.
— Vamos pra Índia. — Hodge diz, como se fosse óbvio. — Nosso avião está autorizado a pousar lá.
— Eu conheço alguns puros em Mumbai. — Sam diz. Sua voz era rouca, parecia que não falava com ninguém além da irmã, que segurava sua mão em silêncio.
— Me parece uma armadilha. — Jaden cruza os braços.
— O que sujere? Que deixemos essa garota sozinha e o irmão dela para morrer? — Os dentes de Cal ficam pontudos involuntariamente.
— Calma aí, tubarãozinho. — Jaden revira os olhos.
— Não temos idéia de quantos eles são, se é uma armadilha, ou sua localização. Mas pecisamos ajudar. — Lana diz, e Cal sorri.
— Lana tem razão. — Hodge coça o queixo. — Não podemos correr o risco. Precisamos salvar o máximo possível de pessoas. Já organizei um grupo de busca. Max, você consegue rastrear de onde vem a mensagem?
— Mas é claro. Já estou procurando. — Ele diz, sem tirar os olhos do computador.
— Certo. Cal liderará a operação de lá. Quero Louis, Alex, Noah, Kyle, Couty, Ethan, Jaden, e... Lana.
— QUE? — Os Stewersons perguntam juntos.
— SÉRIO?
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