Is dead
3 Errante
– Nós estávamos la vendo você... e de repente tudo aconteceu. Bem eu não sei explicar o que foi aquilo só sei que não eram pessoas. Tinha uma mulher, ou seja la o que era, ela tava toda melada de sangue e... e-ela tava comendo a perna de uma menina que gritava muito no chão ai o policial mandou ela parar varias vezes e deu um tiro no braço da mulher... ela simplesmente olhou para o braço depois pro policial e... voltou a comer a perna. Foi quando o policial teu outro tiro. Tiro esse que pegou na cabeça, a mulher caiu no chão mota.
Todos olhavam atentamente a menina contar a historia tenebrosa e se aqueciam no calor de subia da fogueira. Estavam encasacados ate o pescoço com pesas suradas e algumas manchadas de terra e sangue.
– Espera um pouco, ela levou um tiro, UM TIRO, e não morreu ?
– Isso mesmo aparentemente esses andadores/ errantes... – Antes que Iasmin possa terminar a frase Raissa a interrompe.
– Como é ? errantes ?
– Bem era isso que os médicos estavam falando –continua ela – eles assim como nós suspeitaram que essas coisas só morriam com tiros na cabeça.
–Os médicos deram nomes a essas coisas ? c-como assim ?
– Isso mesmo que estamos tentando descobrir – falou um homem segurando um copo de café e olhando para um computador – já deram muitos nomes a eles chupa-cabras, andadores. Mas o mais ´´ famoso ´´ é errantes.
– Ta...isso é muito...deixa pra lá. Iasmin, como saíram de lá? E o seu pai cadê?
– Ainda dava pra circular com carros, então pegamos você e saímos em direção a floresta foi ai que no caminha achamos essas pessoas. Ah e meu pai, ele saiu mais cedo antes de você acordar foi pegar comidas em um super-mercado próximo
...
O dia amanheceu calmo. O topo daquele morro tinha um vista belíssima a 3 dias atrás, antes da praga, agora era o camarote daquele espetáculo de horror.
– Oi, hum... meu nome é Raissa, Raissa Din
– Ola, sou Tommy Luter
– Olha, eu... só... queria saber mais sobre os ´´errantes´´ você estava na internet o que achou sobre isso ?
– Não achei nada mais do que já sabemos. Tem gente presa em estúdios de TV´s eles estão postando sobre essas coisas, mas é aquilo: ´´ Não cheguem perto ´´ ´´ Podem sentir nosso cheiro ´´ ´´ algum tipo de vírus esta no ar ´´ ´´ fiquem em casa ´´ e bla bla bla.
– Mas não tem nada que diz de onde eles vilheram e como... — Ela é interrompida por alguém chamando seu nome.
– Raissa pode vim aqui um minuto – Iasmin esta apreensiva e decepcionada – Olha...é que meu pai chegou veio com algumas coisas,mas nós não achamos os seus pais... sei que você queria pedia muito quando estava desacordada e logo quando acordou perguntou deles... mas... nada.
– Eu... – Raissa respira fundo engole as lagrimas e encara a amiga – tem alguma chance deles estarem vivos ?
– Claro, claro que tem, se eles arrumaram um canto para ficar ... – Raissa a interrompe chorando.
– E se não arrumaram ?
...
–Ei pessoal, olha o que eu arrumei – o homem de cabelos curtos e loiros com 30 e poucos anos que usava um casaco de uma faculdade local, estava todo molhado e segurava três peixes em cada mão – sou ou não sou um verdadeiro herói ?
– Sim, sim Harry o nosso herói – ri uma mulher ruiva com pequenos olhos azuis – Me de eles aqui.
Ela e mais duas mulheres arrumam o peixe e o fritam em um forno improvisado.
– Hum isso aqui esta bom mesmo em Lya – Harry sorri e beija a mulher de pequenos olhos azuis – Mas não tão bom como o seu beijo.
– Harry, por favor – ela diz sem graça – esta todo mundo olhando.
...
O fim da tarde foi caindo enquanto eles se divertiam e comiam o jantar. Pouco a pouco foram se acomodando em suas barracas... a noite parecia chegar calmamente... Parecia.
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