Ironies Of Fate
16 Louis Frank.
Notas iniciais
Capitulo especialmente dedicado á Victor Shepiniack, obrigada pela recomendação!
– MINHA NOVA IRMÃ? – berrou Alice puxando um pequeno suvenir de cerâmica que ela e Jasper tinham comprado numa viajem ao Colorado, e lançando o pequeno objeto na parede mais próxima, o que pareceu deixar Bella assustada, que recuou imediatamente e olhou-a confusa.
– O que é isso Alice? – perguntou sentando-se, novamente na cama que estava coberta por um fino lençol azul; às vezes Alice tinha acessos e deixava-a confusa, mas não podia mentir, pois se não fosse à ajuda da pequena vampira, provavelmente não teria executado metade de seu plano.
– Jasper, Jasper é... Isso. – respondeu com repulsa enquanto se sentava ao lado da irmã – Bella, Jazz está cogitando aceitar Stanley como parte da família, isso se não já aceitou. – franziu o nariz num claro sinal de nojo, poderia morrer, mas nunca aceitaria Jéssica como parte de sua família, aquela mulher não era nem ao menos... Digna, já que nunca seria capaz de dar algo a Edward, mas Bella podia, Bella dera Renesmee a ele, uma coisa que Stanley provavelmente não conseguiria fazer.
– Como? Alice, não podemos nos dar ao luxo de pensarem em aceitar Jéssica na família. – levantou-se raivosa e foi em direção à janela – Alice, se Edward e Jéssica forem para cama... – fechou os olhos encostando a cabeça no vidro que estava suado por conta do frio de Forks – Não teremos mais chances, lembra-se das palavras de Carmen? – abriu os olhos e virou levemente a cabeça para o lado, mirando os olhos dourados de Alice, que a encarava amedrontada.
– Oh, sim. – desviou os olhos dos de Bella e encarou o nada, porque o plano delas não dava certo? Tudo o que faziam parecia ser a proposito de unir seu irmão e Jéssica, quando, na verdade, o que desejavam era o contrario, e ainda tinham Jacob, que a atrapalhava de ver qualquer coisa em relação ao futuro de sua família.
– Pelo menos algo de útil você conseguiu com essa história de ajudá-los, não conseguiu? – perguntou andando lentamente em direção a Alice, tinha dó da ‘amiga’, era apenas mais uma peça de seu tabuleiro, que talvez, seria descartada mais rápido do que pensava, sorriu com o pensamento e abraçou os ombros da vampira, que apenas se acomodou parecendo feliz.
– Sim, sempre consigo. – deu de ombros desajeitadamente, pois Bella ainda a abraçava, ela estava contente, finalmente tinha sua amiga novamente, tinha a Bella que sempre quisera para sua família, a amiga que sempre sonhara; talvez aquilo justificasse os erros que estava cometendo, mas sabia que valia a pena, pois Edward ainda a agradeceria.
– Claro, sempre a melhor. – sorriu falsamente para Alice, que retribuiu o gesto com um sorriso sincero; tão tolinha sua amiga, Alice sempre caia em suas armações, nunca tivera vontade própria, assim que sabia que perderia Edward fora chamar Alice, pois sabia que, de alguma forma, aquela vampira minúscula que achava que sabia de tudo, ia ajudá-la, sempre a ajudava, não mudaria aquilo por Edward nem por ninguém do mundo.
O loiro descia as escadas da casa de forma calma, o café da manhã parecia acontecer de forma tranquila, talvez Lauren não soubesse que ele tinha assassinado a sangue frio, literalmente, suas duas e belas filhas, ou talvez nem se importasse, mas não duvidava daquilo, a mulher não parecia nem um pouco a vontade em tocar no assunto, não era de grande surpresa que Claire e Caire vivessem na casa do pai, oh, sim, ele vinha vigiando muito bem os amigos de Jéssica Stanley, pois precisava saber seus hábitos, suas rotinas, nada tornava uma morte mais prazerosa para ele do que ter os alvos na palma da mão, sabendo do que tinha medo, aquilo sempre o motivara, mas não sabia ao certo, aquilo tinha perdido o encanto, ao menos para ele, desconfiava que dois dias tivessem mudado sua vida, ver Ângela se retorcendo de dor não era algo que ele admirava, não como muitas vezes admirara; retirou uma mexa do cabelo encaracolado dos olhos enquanto adentrava a cozinha bem cuidada e encarava as espreitas, o casal que parecia feliz.
– Ora, Lauren e Tyler? É um prazer finalmente conhecê-los. – sorriu cansado para os dois que o olharam sem reação; a loira de cabelos, como os dele, encaracolados, pele pálida, olhos levemente esverdeados, alta e corpulenta, era razoavelmente bonita, mas o fitava com uma confusão e uma afronta que o irritavam, odiava aquilo, quando humanos achavam que eram superiores a ele, revirou os olhos e mirou o homem de pele levemente morena, cabelos negros e crespos, alto e forte, o mesmo o encarava da mesma forma que a mulher, parecia o afrontar com o olhar e o desafiar, ora, ninguém o desafiava e saia impune; respirou fundo tentado se controlar e escutou alguém se aproximar da casa – Quero os dois quietinhos, não abram a boca ou morrem, entenderam? – perguntou com a voz branda e viu o casal, que o olhavam com descrença, passarem a o olhar assustados, ah, ele gostava daquilo, ou, ao menos, tentava se convencer daquilo.
– Sim. – Tyler murmurou com a voz fraca enquanto acenava desesperadamente, aquele homem emanava perigo e morte, aquilo parecia exalar por sua cozinha e escorrer pelas paredes brancas, adentrando cada poro de seu copo, e com Lauren, sua namorada, não parecia ser diferente.
– Ótimo. – acenou em concordância, levemente satisfeito pelo ato submisso do homem e esgueirou-se numa parede, ficando aparentemente invisível a olhos humanos, revirou os olhos quando viu que os dois tentavam agir de forma normal, estando tenso, aquilo, sem duvidas, eram engraçado, se não estivesse tentado ser discreto, provavelmente gargalharia alto daquilo; um homem levemente alto, cujo bigode e cabelo eram totalmente oleosos e pretos, pele pálida, olhou escuros e cansados, que estavam cobertos por uma leve armação de óculos de fio de aço, adentrou a cozinha, parecendo familiarizado com o local.
– Lauren, Tyler, como andam? – perguntou sentando-se numa das cadeiras da mesa que ficava no local, que era ao lado da de Tyler, que parecia tão tenso, que a qualquer momento seus músculos se romperiam – Algum problema? – apoiou o cotovelo na mesa e pousou a cabeça na mão, fazendo seus dedos se infiltrarem por seus cabelos oleosos.
– Na verdade... – Lauren começou, mas foi cortada por Tyler, que a olhava com apreensão nos olhos escuros – Não, estamos muito bem, porque a pergunta? – virou-se rapidamente como se fosse terminar de lavar a louça, mas apenas ficou parada enquanto encarava a vista que se entendia pela janela que ficava acima da pia, o sol brilhava de forma suave em Forks, mesmo com o frio de congelar lhe os ossos, o que, de certa forma, era uma raridade por ali, as árvores estavam bem cuidadas, e as folhas se balançavam na direção em que o vento as levava; tudo extremamente belo, Lauren deveria estar feliz, estava tento a vida que sempre sonhara, mas aquele ‘paraíso’ estava incompleto, dias atrás ficara sabendo que alguém invadira a casa de Ben e matara não apenas ele e suas filhas, como sua amiga, Ângela, mas o corpo dessa não havia sido encontrado, já o de suas pequeninas gêmeas e de Ben... Ora, ela não gostava nem de pensar no que vira quando adentrara a casa do ex- namorado, aquilo era terrível demais, pesado demais, a culpa caia em suas costas de forma violenta, se não tivesse sido tão fútil, suas filhas poderiam estar ao seu lado, mas ela preferira passar o fim de semana com Tyler, comemorando por absolutamente nada, a culpa lhe corroía as veias; suspirou quando ouviu seu nome sendo chamado, enxugou algumas lágrimas que teimavam desabar por seu rosto e fungou enquanto virava-se de forma lenta para encarar Tyler e Eric.
– Algum problema? – Eric repetiu a pergunta, estranhando a reação do casal, que sempre estavam descontraídos e alegres, é claro, tinha Claire e Carie, como não havia pensado naquilo antes? Eles estavam abalados, não deveria estar ali, só estava atrapalhando as coisas e tornando tudo mais difícil, principalmente para Lauren, que parecia prestes a desabar.
– Oh não. – a mulher tentou sorrir, mas aquilo lhe parecia inútil, pois não era como se Eric fosse acreditar numa mentira daquelas, eles se conheciam bem, desde pequeninos, foram criados juntos, eram melhores amigos, mas não podia se dar ao luxo de contar que tinha um homem ali, e que, provavelmente, na melhor das hipóteses, os assaltaria, mas aquilo parecia ser algo impossível, aquele homem parecia ter tudo, não era o tipo que se daria ao trabalho de ir ali para roubá-los, mas para... Matá-los, não que aquilo fosse uma má ideia para ela, andava tão atormentada que aquilo seria, provavelmente, um alivio, a morte lhe parecia tão mais acolhedora de repente.
– Uh, vocês sabem, não precisam mentir para mim. – irritou-se com aquilo, sempre fora amigo dos dois, e sempre contara tudo a ambos, sempre que tinha um problema, um recorria ao outro, pedindo por ajuda, e de repente tudo mudara, andavam estranhos e quietos; suspirou levantando da mesa quando viu que ninguém lhe responderia – Eu estou indo, quando resolverem que voltarão a serem meus amigos, nós conversamos. – resmungou enquanto dava um aceno na direção de Tyler, e um abraço em Lauren.
– Eu amo você. – sorriu para o amigo enquanto encostava a cabeça no peito do mesmo, se rendendo por inteiro ao abraço, aquilo parecia uma despedida, e talvez fosse, mas seria melhor daquele jeito, não podia deixar Eric, seu quase irmão, correr qualquer tipo de risco por sua causa; fechou os olhos sentindo lágrimas se acumularem no canto dos olhos, e se separou do amigo, como se o mandasse ir embora o mais rápido possível.
– Eu também. – sorriu confuso encarando a loira, que encarava o nada enquanto mordia os lábios, ela provavelmente estava nervosa, algo de muito errado estava acontecendo, Lauren normalmente era a mais fria e calculista possível, não podia ter mudado assim, pelo menos não tão rápido.
– O sentimentalismo de vocês me causa vertigem. – Tyler fingiu tontura e abraçou os dois, apertando-os fortemente, enquanto ambos riam, odiava a sensação de que perderia algo, de que alguma coisa estava errada, e era isso que sentia; respirou fundo enquanto abria os olhos e recuou quando notou o loiro os olhar com desprezo e superioridade.
– A mim também, estou ficando enjoado com essa ceninha. – sorriu carinhosamente para os três, que o encaravam chocados e assustados, provavelmente teria que sair dali o mais rápido possível, Ângela acordaria a qualquer momento, e não podia estar só.
– Quem é ele? – sussurrou discretamente para Tyler e Lauren, que apenas o olhava com apreensão, todos os músculos de seu corpo se retesaram, provavelmente, como ele, entendendo oque estava acontecendo, aquele era o motivo para a tensão dos dois, Lauren e Tyler provavelmente sabiam que o homem estava ali e queria o mandar para casa o mais rápido possível.
– Eu sou... – sorriu encarando o jogo de facas que estava pousado em cima do balcão de mármore branco – Isso não é da conta de vocês. – balançou a cabeça em negação enquanto se aproximava – Mas devo agradecê-lo. – apertou o ombro de Eric, que parecia sentir dor, aquilo o deixou desconfortável, mas não parou, tinha que ser rápido, o mais rápido que conseguisse.
– Me... Agradecer? – sussurrou fechando os olhos enquanto sentia a dor incômoda no ombro, àquilo era terrível, seus ossos pareciam virar pó em questão de segundos, aquele homem era forte, provavelmente não conseguiria por uma de suas aulas de defesa pessoal em pratica, pois a dor o consumia de tal forma que ele não conseguia se mexer.
– Oh, sim. – acenou positivamente enquanto soltava o ombro, e virava para o outro lado – Você me poupou algum tempo de trabalho. – virou novamente e encarou Lauren, que fechava os olhos fortemente e sussurrava coisas desconexas sem parar – Muito obrigado. – agradeceu e sorriu se posicionando em frente a Tyler, que segurava a mulher de forma protetora, como se fosse conseguir impedi-lo de mata-la; ele admirava aquilo, à vontade, a persistência, todo o instinto protetor de Ben, o inútil que nem servira para defender Ângela, parecia ter ido para Tyler, que protegia Lauren como se ela fosse sua vida.
– Não... Foi nada? – a resposta, que era para soar irônica, saíra como uma pergunta, aquilo era ridículo, ele estava se expondo ao ridículo, virou lentamente a cabeça para o lado e mirou Tyler, que estava posicionado estrategicamente em frente à Lauren, respirou fundo e, ignorando a dor no ombro, ficou ao lado de Tyler, protegendo Lauren, que parecia prestes a entrar num colapso.
– Claro que não. – revirou os olhos dando de ombros e ficou ali, parado, pensando se aquilo era mesmo certo, matar pessoas inocentes apenas para o prazer de Bella era ridículo, ele era ridículo, toda a situação era ridícula; fechou os olhos tomando sua decisão, já sabia o que fazer.
– Porque fez isso? – Ângela inclinou levemente a cabeça para o lado enquanto andava descalça pela terra molhada de Forks, acabara de chegar de uma caçada e estava chocada, nunca imaginara ao certo o que aquele homem era, mas mesmo se desconfiasse nunca acertaria.
– O que? – se fez de desentendido e continuou andando, enquanto Ângela parava e o olhava nervosa, como se mandasse parar e explicar o porquê de tudo aquilo, mas ele mesmo não sabia o que dizer a Ângela, como explicaria aquilo a ela?
– Não se faça de desentendido. – balançou a cabeça para os lados – Porque me... – respirou fundo tentando formular a palavra, transformação, dizer aquilo ainda lhe era estranho, soava como uma loucura aos seus ouvidos – Você... Porque me transformou? – deu de ombros, finalmente completando a frase, sabia que demoraria um tempo a aceitar ser o que era, pois nunca fora seu sonho ter sede de sangue, literalmente.
– Eu... – passou as mãos pelos cabelos loiros enquanto tentava formular uma resposta boa o suficiente e que a agradasse, mas desde quando se importava com a opinião dos outros? Nunca fora de ligar para aquilo, porque justamente Ângela lhe ligava novamente aquelas besteiras, nunca, em toda sua vida, tanto pré-transformação, quando pós, ficara nervoso ou até mesmo intimidado pela presença de alguém, e Ângela tinha o incrivelmente irritante dom de fazer aquilo – Não sei Ângela, algo me impediu de matá-la, era mais forte que eu. – balançou a cabeça enquanto suspirava – Sei que fui egoísta, e você pode me deixar quando quiser, pois já lhe causei dor o suficiente. – engoliu em seco, tentando se convencer de que aquilo não era tão difícil quanto parecia – Matei seu marido e suas enteadas. – abaixou os olhos de forma envergonhada, se perguntando o que acontecia dentro de si – E você tem o direito de se vingar, se quiser pode até... – a respiração tremeu, num sinal, não de medo, mas de agonia, era melhor Ângela o matar do que ter seu eterno desprezo – Me matar, você é mais forte que eu. – deu de ombros tentando ignorar o aperto no peito, era como se estivessem amassando seu coração entre os dedos, tudo se tornava mais sufocante a cada segundo – Isso é, se você quiser, mas saiba que está livre, se quiser partir, como já disse, pode ir. – finalizou olhando para qualquer lugar que não fossem os olhos que antes eram castanhos, mas agora eram de um carmim esplendoroso.
– Está disposto a abrir mão de sua antiga vida? – perguntou mudando de assunto, se o loiro cujo ela não sabia o nome estivesse disposto a largar a ‘não vida’ de assassino, talvez tivessem uma chance, pois não gostava da alternativa de ir embora, pelo menos, não sem ele.
– Sim. – acenou sorrindo para a mulher, que lhe devolveu com um sorriso pequeno e tímido, enquanto desviava os olhos, parecendo nervosa e curiosa, aquilo era, de fato, incrível, a sensação de paz que Ângela lhe trazia era perturbadora, nunca pensara que sentiria aquilo, mas estava sentindo, e não iria abrir mão.
– Oh, você sabe meu nome, mas não sei o seu. – balançou a cabeça enquanto olhava para qualquer canto que não fosse os olhos alaranjados do vampiro a sua frente; estava, de fato, curiosa, ele nem ao menos se apresentara, só chegara ao quarto em que ela estava e a chamara para caçar enquanto explicava detalhes do que eles eram, aquilo a assustara, mas a coisa mais perturbadora era sua visão, a visão que tinha sobre tudo, pois todas as coisas lhe pareciam diferente, pareciam mais bonitas, o loiro lhe parecia uma estatua esculpida suavemente, as feições pálidas que pareciam terem sido cobertas por cetim, dando uma aparência macia, mas mesmo assim firme, os olhos grandes e alaranjados, o corpo musculoso, o cabelo loiro bem cortado e ondulado, tudo nele a atraia, tudo parecia ter sido milimetricamente produzido para a perfeição, e ela gostava daquilo, gostava dele.
– Louis. – sorriu gentilmente enquanto a analisava – Louis Frank. – estendeu a mão para a morena, que rapidamente retribuiu o gesto de um jeito suave, parecia que uma pluma estava sob suas mãos, olhou-a sorrindo e continuou com a mão dela sobre a sua, não prestara atenção em nada até ali que não fossem os olhos de Ângela, mas agora podia lhe dar uma bela olhada; o corpo esguio e pálido se erguia de forma suave, as feições delicadas pareciam mais macias, os pequenos olhos cor de carmim, a boca fina era avermelhada, o nariz reto, os cílios espessos e por fim os cabelos negros, que lhe caiam de forma suave e ondulada até os ombros, como um véu preto e espesso; Ângela era perfeita, e ele desconfiava que estivesse prestes a mergulhar completamente na vida dela.
Notas finais
Ownt, okay, xô momento gay, né? Momento melação não dá!
Uh, espero que tenham gostado, tem três momentos aqui, não é?
Normalmente só coloco dois e olhe lá, mas esse foi necessário, devo confessar que não ia colocar a parte de Alice e Bella, mas quando comecei a escrever a coisa fluiu e rolou isso, bom, sobre a parte de Lauren, Tyler e Eric, espero que vocês tenham gostado, porque essa parte, particularmente, deu um trabalho danado, não sei ao certo o porque, só sei que deu, e a parte da Angie e o Louis, quem gostou? Pois é, acho que todos já sabiam que era o Louis, né? Ficou explicito nos outros capítulos, não lembro ao certo qual foi, só sei que foi um ai, okay, tô muito desleixada!
Ah, gente, espero realmente ter ficado bom, acho que perdi um pouco do jeito, né? Foi muito complicado, precisei pensar pra caramba pra formular esse capitulo e tudo o mais, eu espero, como já disse, que vocês tenham mesmo gostado dele, acho que foi um capitulo de virada, estamos, como já disse, no meio da fic e tals, e ah... Eu espero que vocês gostem e fim, vou parar de enrolação, okay?
ESPERO MUITAS RECOMENDAÇÕES E MUITOS COMENTÁRIOS!
Xoxo.
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