Irmãos Potter's
5 Capítulo 4
Notas iniciais
Will estava em frente ao um barzinho sujo. Varias pessoas passavam por ele e nem olhavam para aquele lado. Os olhos delas focavam em grande livraria a um lado e uma loja de disco como se o Caldeirão Furado nem existisse. Will começou a suspeitar que só ele, Isabelle e Lupin viam aquele lugar.
Dentro do Caldeirão era muito escuro e miserável. Havia uma senhora fumando em um canto sozinha, outras sentadas e bebendo cálices de xerez. Tom ao perceber que havia entrado pessoas e foi ao encontro deles.
— O que posso ajudar? — perguntou Tom diretamente para Lupin.
—Preciso de dois quartos, Tom.
—Claro, o senhor e...?
—Eles — disse Lupin apontado para Will e Isabelle.
—O meu deus!- exclamou Tom, fitando Will — Harry o que esta fazendo aqui? Pensei que estava em seu quarto.
—Ele não é... — ia dizendo Lupin, mas eu o atrapalhei.
—Eu não sou Harry Potter. Chamo-me William Shoner, prazer- disse Will lhe estendendo a mão.
—Oh! Desculpe-me então Sr.Shoner — falou Tom apertando a mão de Will- Você se parece muito com o Sr.Potter, mas bem, seus quartos são 10 e 12, me sigam, por favor.
Eles o seguiram por uma bela escada de madeira ate uma porta com uma placa de latão de numero dez, que Tom destrancou e abriu para ele.
—Aqui será seu quarto Sr.Shoner — disse Tom — Fique a vontade.
Dentro só quarto havia uma cama muito confortável, uma mobília de carvalho muito lustroso, uma lareira em que o fogo carepitava alegremente.
—Descanse um pouco Will, amanha nos iremos para o Beco Diagonal comprar seus matériais. — disse Lupin.
Isabelle, Lupin e Tom saíram do quarto deixando Will sozinho sentado na cama e observando o céu pela a janela mudando rapidamente de um azul-claro para um escuro. Para ele ainda era difícil acreditar que sua vida havia virado de cabeça para abaixo em um dia. Demorou um pouco, mas acabou adormecendo.
Já era de dia quando Isabelle bateu em sua porta para irem tomar café no Caldeirão Furado. Havia vários hospedes diferentes do que ele imaginou encontrar algum dia em sua vida. Logo após o café, eles seguiram Lupin ate um pátio e observaram Lupin erguer sua varinha para a parede de tijolos. Um segundo depois diante deles apareceu um arco que abria para uma rua de pedras irregulares.
—Sejam bem vindos ao Beco Diagonal- disse Lupin para mim e Isabelle.
O sol refulgia numa pilha de caldeiros ate porta de lojas mais próximas. Os dois viravam as cabeças de um lado para o outro, tentando ver todas as lojas ao mesmo tempo. Um homem baixinho e gorducho do lado de fora de uma farmácia abanou a cabeça quando passaram por ele e disse:
—Fígado de dragão, dezessete sicles trinta gramas, eles endoidaram...
Will ficou intrigado. Então perguntou para Lupin:
— O que seria sicles?
—É bem simples, galões, sicles e nuques são moedas bruxas. As moedas de ouro são galões. Dezessetes sicles de prata são correspondentes a um galeão e vinte e nove nuques fazem um sicles.
Will ainda estava tentando assimilar o que Lupin havia dito sobre a moeda bruxa quando Isabelle perguntou para Lupin onde iriamos primeiro.
—Vamos comprar logo os seus uniformes- falou Remo apontado para a loja Madame Malkin — Roupas para Todas as Ocasiões
Madame Malkin era uma bruxa baixa, gorda e sorridente, toda vestida de lilás.
—Hogwarts, queridos — perguntou para Will e Isabelle, que concorram com a cabeça .- Certo, um estante.
Não demorou muito para a Madame Malkin voltasse com os uniformes, que por sorte não precisaram de nenhum ajuste. Eles pagaram e saíram para livros, pergaminhos e penas.
Eles compraram os livros em uma loja chamada Floreios e Borrões, onde as prateleiras estavam cheias de livros ate o teto. Compraram também um caldeira de cobre para os dois. A única coisa que faltava comprar era a varinha de ambos. Eles entraram em uma loja estreita e feiosa. Letra de ouro descascada sobre a porta Olivaras: Artesãos de Varinhas de Qualidade desde 382 a.C. Havia uma única varinha sobre uma almofada pupoura desbotada, na vitrine empoeirada. Tocou um sininho quando entraram na loja.
—Boa tarde.
—Ola — disse Will tentando encontra o dono da voz.
—Oh Deus! — disse um homem aparecendo entre as prateleiras. – estava a sua espera, há dois anos Sr.Potter, você igual a seu pai, ate os olhos, ao contrario do seu irmão, que possui os olhos da sua mãe.
Will não disse nada, apenas ouvia atento o que o homem em sua frente dizia:
—E você pequena Isabelle certo? Tem os olhos do seu pai — falou o senhor fitando Isabelle. – Venham mais perto. Tome Sr.Potter.
Will pegou a varinha e sentiu algo que nunca sentiu antes, seus dedos estavam quentes.
—Interessante... sua varinha é feita do mesmo material de duas varinha...
—De quem era as duas varinhas? — perguntou Will olhando para a varinha em suas mãos.
—De Lilian e James Potter. — Sr.Olivaras pegou a varinha da mão de Will- vinte e sete centímetros de comprimento, flexível e feita de salgueiro e mogno. — entregou a varinha novamente para Will — Agora vejamos a sua Srta. Isabelle — disse indo ate uma das prateleiras. -tome, pegue essa.
Isabelle pegou a varinha da mão do Sr.Olivaras, mas não ocorreu nada.
—Bem, vamos tentar outra varinha, ok? — falou indo atrás de outra e entregado para Isabelle — Mogno com coração de dragão, flexível e vinte e nove centrímento.
Ela pegou a varinha, na mesma hora faíscas douradas saíram dela.
—Perfeito, agora os dois tem os seus materiais-disse Lupin pela primeira vez desde que entraram na loja. Após pagar pelas varinha, eles foram refazendo a caminha para sair do Beco Diagonal, atravessaram a parede e passaram pelo Caldeirão Furado. Will carregou todos os seus materiais ate o seu quarto, onde arrumou todos em um malão. Ficou no quarto ate a hora do jantar, quando Isabelle foi lhe chamar para jantar. Quando eles saíram do quarto ouviram alguém dizer:
—Existe dois Harry Potter?
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